Domingo, 25 de Setembro de 2016

CASA do CONCELHO de GÓIS na RODA FUNDEIRA

O Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis, aproveitando as férias dos seus elementos, fez-se deslocar desta vez, à praia fluvial da Foz dos Palheiros para se inteirar das reais dificuldades da coletividade da aldeia de Roda Fundeira, dando assim sequência ao convite que lhe foi endereçado com um aceno de simpatia e solidariedade. Esteve presente na referida praia fluvial da Ribeira do Sinhel, obra promovida pela direção da Comissão de Melhoramentos desta aldeia, custeada pelo povo, com ajuda das autarquias locais, num esforço apreciável de todos os intervenientes, equipando deste modo a região, não só dum local de aprazível veraneio, como dum útil apetrecho de suporte ao combate aos incêndios, caso venha a ser necessário. É na verdade um local pitoresco e acolhedor que pode vir a ser melhorado, quando a Comissão sentir energia para avançar no seu projeto e, as forças vivas da região, acharem por bem aproveitarem a força enorme deste povo para darem mais um “empurrão” ao trabalho que já foi encetado. Não se trata de um projeto megalómano e despropositado, mas sim de uma utilidade importante que pode trazer nova visibilidade à Ribeira da Roda e aos seus encantos. É deste modo que as coletividades conseguem levar a efeito algo de muito útil para o povo, para a região e consequentemente para o Concelho. Aproveitando as belas e enormes condições naturais dentro duma ideia de as rentabilizar e enquadrá-las num projeto turístico que venha a envolver toda a Ribeira do Sinhel, com a denominação da “Rota dos Moinhos”, e as suas praias fluviais, incluindo a de Alvares. Pode parecer um projeto demasiado ambicioso para as capacidades económicas do Concelho, mas basta tornar transitável o troço de estrada que liga as Rodas a Alvares, passando pelo Amiosinho, que tudo seria mais fácil e mobilizador para o seu enriquecimento. Quem sabe se não estamos perante uma ideia aliciante para os empreendedores de turismo. Quem vai agarrar a ideia? Esta é a ideia global que nos perspetivou a praia fluvial da Foz dos Palheiros, levada a efeito pela Comissão de Melhoramentos da Roda Fundeira, a quem não pudemos ficar indiferentes pelo seu enorme esforço

. Parabéns.
Adriano Pacheco

 

DSC_0054.JPG

DSC_0060.JPG

DSC_0078.JPG

DSC_0056.JPG

DSC_0099.JPG

DSC_0113.JPG

DSC_0074.JPG

 

publicado por penedo às 21:18

link do post | comentar | favorito
|

Esporão

14292363_1138425352859396_3974970373443806480_n.jp

 

publicado por penedo às 20:12

link do post | comentar | favorito
|

II Noite Musical Solidária da Casa do Concelho de Góis.

 

29out.jpg

 

publicado por penedo às 19:24

link do post | comentar | favorito
|

II Jantar Solidário da Casa do Concelho de Góis.

29 out.jpg

 

publicado por penedo às 19:20

link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 2 de Agosto de 2016

Visite em POVORAIS

 

12052657_671995882936363_1365390722846727954_o.jpg

 

panfleto-15 (2).png

 

publicado por penedo às 21:27

link do post | comentar | favorito
|

Á volta dos Penedos

13669312_1002407986524364_8237952075289118937_o.jp

13680728_10208112877238336_8744391301486680860_n.j

13537532_1241166332568844_7378229308116215272_n.jp

13516490_1271288409603829_2948691900609383425_n.jp

 

CASAL NOVO 

13707725_2070995079791498_6407827301277014467_n.jp

 
É já uma tradição cá da terra, e porque o que é bom deve manter-se, cá estamos nós mais
uma vez para um momento de convívio à volta da mesa, à boa moda portuguesa.

Esperamos por todos para o nosso churrasco.

Menu : Enchidos, pão saloio, sopa, batatas fritas e arroz de miúdos,
regados com um bom vinho ou sumo.

No final, contamos com a boa mão para a doçaria das gentes da terra e não só
e convidamos, quem puder, a trazer uma sobremesa.

A vossa comparticipação para este almoço:

Até aos 10 anos, inclusive - gratuito
Dos 11 aos 15 anos - 10,00 Euros
Maiores de 16 anos - 15,00 Euros

De forma a podermos ter uma previsão o mais precisa possivel,
pedimos que nos confirmem até Domingo, 7 de Agosto a vossa presença
e quantas pessoas vós acompanham.
publicado por penedo às 18:02

link do post | comentar | favorito
|

Seminário - EDUCAÇÃO EM GÓIS,PRESENTE E FUTURO

Seminario-01.jpg

982a97b9-11ae-48d2-9fc1-f9760eeef473.jpg

 

publicado por penedo às 17:55

link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 15 de Junho de 2016

Casa do concelho de Góis

 

ccgois  azuleijo.JPG

 link da Newsletter nº 2 

: https://issuu.com/casaconcelhogois/docs/n2

publicado por penedo às 21:06

link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 26 de Abril de 2016

O DIA DA CHANFANA

DSC_0089.JPG

 

Promovido pelo Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis e patrocinado pela Câmara Municipal, teve lugar no dia 16, na Casa, um evento de divulgação gastronómica regional, onde foi degustada e apreciada a célebre chanfana, confeccionada por quatro restaurantes aderentes, da região, num propósito de darem a saborear este manjar dos deuses, dentro da prática tradicional do nosso povo, submetendo-se à apreciação dum júri de entendidos, convidados para o efeito e dos apreciadores desta iguaria presentes no salão, que quiseram nos acompanhar.
Estiveram presentes as cem pessoas previamente inscritas que se deliciaram com o pitéu, servido pelos seguintes restaurante: “O Cantinho” de Cortes de Alvares, “Flor do Ceira” de Vila N. do Ceira, “Sonho da Juventude” da Cabreira do Cadafaz e do “Chill-Out de Góis, que com todo o esmero deram a apreciar o que tinham confeccionado, numa saudável competição que a todos agradou e deixou a melhor das impressões no ambiente que criaram à volta dum prato de chanfana. No final sempre foi eleito o restaurante vencedor (“Flor do Ceira”) o que, na verdade, menos interessa saber, porque todos participaram com o mesmo carinho e abnegação. Aqui temos um mote interessante para se levar à cidade o que de mais saboroso apela ao estômago do serrano.
Como é do conhecimento público, estes eventos necessitam sempre de alguém disponível que se entregue de alma e coração para fazer contactos, coordenar e reunir as pontas soltas das contrariedades que vão surgindo, com a finalidade de proporcionar um belo momento de convívio. Felizmente que o Conselho Regional forma uma equipa multidisciplinar de gente com aptidões diversificadas, como o Eng. José Antunes que levou a efeito tarefas complicadas mas que, como a colaboração de empregados da Câmara sempre disponíveis, bem como do pessoal da Casa que se voluntariou para servir onde era necessário, tudo foi sendo resolvido.
Pode parecer excessivo evocar o préstimo de todos aqueles que se disponibilizaram para ajudar nas mais diversas tarefas, mas o que não deixa de ser verdade é que, sem eles também poderia acontecer, mas não seria a mesma coisa! Não haveria o aroma da serra, nem os alegres rostos tisnados, nem os sorrisos prazenteiros que nos aproximaram do torrão-natal. Foi um prazer enorme conviver com a nossa gente, sentir o seu lado mais solidário, como nos diria o Presidente do Concelho Regional Dr. Luís Martins, o Presidente da Casa José Dias Santos e por fim a Presidente da Câmara Dra. Maria de Lurdes Castanheira.
É no fervor destes eventos que se estabelecem bons convívios e se aproximam os serranos mais dispersos.
P’lo Concelho Regional
Adriano Pacheco

publicado por penedo às 22:40

link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 13 de Março de 2016

"Mostra de Chanfana do Concelho de Góis"

O Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis vai organizar uma "Mostra de Chanfana do Concelho de Góis" a realizar a 16 de Abril, pelas 13:00 horas, na Casa do Concelho de Góis, na Rua de Santa Marta, 47, r/c, Dto, em Lisboa.

A Mostra de Chanfana tem como principal objetivo mostrar que a Chanfana é um prato típico do Concelho de Góis com um histórico de preparação que remonta á profundidade da nossa história e dinamizar a sua preparação e a sua introdução nos menus dos restaurantes do nosso Concelho.

A Mostra terá a participação dos seguintes Restaurantes convidados e aderentes a esta iniciativa representantes das 4 zonas administrativas do Concelho de Góis, a saber: "O Cantinho" (Cortes - Alvares), "Sonho da Juventude" (Cabreira - Cadafaz/Colmeal), "Chill Out" (Góis) e "Flor do Ceira" (Vila Nova do Ceira).

A Mostra constará da prova da Chanfana dos 4 Restaurantes, acompanhamento, bebidas e sobremesa.

Todos os presentes terão direito de voto para que no final do evento seja eleito e premiado, o melhor Restaurante de Chanfana do Concelho de Góis. 

Com inscrições limitadas á lotação da sala, convidamos desde já, todas as Comissões de Melhoramentos do Concelho de Góis, goienses, sócios da Casa e amigos a brindarem-nos com a vossa presença participativa e com o vosso bom gosto gastronómico. Contamos convosco.

 

inscrições: casacgois@gmail.com

ou , por contacto telefone ( habituais )ou junto qq elemento da Direcção,ou Conselho Regional

 entrada 5,00 €

O Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis

Chafana- cartaz final.jpg

 

publicado por penedo às 21:20

link do post | comentar | favorito
|

Almoço da União Recreativa do Cadafaz

publicado por penedo às 21:18

link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 6 de Março de 2016

BTL (Bolsa de Turismo de Lisboa) 2016

 

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (1)

Cada vez mais, penso, e eu sou um leigo na matéria, que a BTL é uma porta importante para se divulgar e mostrar o que de melhor as nossas regiões podem oferecer. Basta ver as Regiões e os Municípios a apostar com stands cada vez mais elaborados e mais apelativos. A Pampilhosa da Serra é disso um exemplo. Ano após ano a sua visibilidade tem crescido, e eu que ainda sinto nas veias a minha origem dessa região, não posso esconder o orgulho. Cada vez que lá vou, centro a minha atenção na região do interior e focada nos concelhos e região de onde tenho origem. Compreenderão porquê! Este ano notei a ausência do stand da Beira Serra. Que pena!!!

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (2)

Há sempre curiosidades, cor, animação e muita coisa para ver!!!

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (3)

Não podia deixar de procurar algo sobre a minha terra, que este ano se resumiu a um panfleto numa banca da CIM, na Região Centro.

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (4)

As Aldeias Históricas sempre em actividade!

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (5)

Cada um mostra o que tem e a mais não é obrigado. Em tempo as fortificações de fronteira, que hoje se transformam em "pontes" de aproximação.

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (6)

As Aldeias de Xisto.

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (7)

Miranda do Corvo

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (8)

O stand das Aldeias Históricas 

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (9)

Guarda, uma cidade que aproveita até a sua altitude.

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (10)

Pampilhosa da Serra, um exemplo de dinâmica e de aposta na divulgação do que pode oferecer. 

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (11)

Um stand de dimensão considerável, mostra que a Pampilhosa da Serra encara a sua vinda à BTL como uma aposta séria e acertada.  

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (12)

Iniciativas e o apelo à interioridade de uma região, são notas que têm distinguido a Pampilhosa da Serra. Parabéns ao Município.

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (13)

De Manteigas a Gouveia, a presença de burel em confecções de lã com design inovador e estilo apelativo.

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (14)

Os Tuck Tuck, uma imagem de Lisboa.

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (15)

E Marrocos aqui tão perto!

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (16)

Uma cara conhecida que é presença no meio das agências de viagens. Teresa Neves, uma serrana que percorre o mundo, pensando na sua aldeia da Serra do Açor. O Soito da Ruiva tem gente assim! 

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (17)

E do Brasil a "capoeira"...

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (18)

Outros destinos...

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (19)

Olhem quem encontrei! Os Morabeza.

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (20)

E há frases que não podia deixar de "clicar"...

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (21)

Carregal do Sal, trouxe-nos a memória de Aristides de Sousa Mendes.

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (23)

Em documentário multimédia.

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (22)

A presença de vinhos em muitas das nossas regiões vinícolas. Aqui os espumantes!

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (24)

E que bonitos e coloridos são os adufes!

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (25)

Beira Baixa, uma região de tradições.

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (26)

Iguarias da Beira Baixa.

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (27)

Dos Açores, o simulador é sempre atracção para os mais jovens.

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (28)

Açores

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (30)

O Centro é tão vasto...

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (29)

Animação no grande stand do Centro.

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (31)

Que gracinhas...

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (32)

O Galo de Barcelos é Rei...

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (33)

Região Norte.

BTL ( Bolsa Turismo de Lisboa) 2016 (34)

E encontrei por lá algumas Confrarias. Aqui, a Confraria d' "As Saínhas", de Vagos, que já estiveram presentes no Capítulo da Confraria do Bucho de Arganil, que se realizou na minha terra, Pomares.

 
 
 
publicado por rouxinoldepomares 
publicado por penedo às 12:25

link do post | comentar | favorito
|
Sábado, 20 de Fevereiro de 2016

Comissão de Melhoramentos das Ladeiras

ladeiras.jpg

Almoço de Aniversário

Como já vem sendo tradição vai-se realizar no próximo dia 20 de Março (domingo), pelas 13 horas

 o almoço comemorativo do 64º Aniversário da nossa Comissão.
que  terá lugar na Casa do Concelho de Góis, sita na Rua de Santa Marta 47 – r/c em Lisboa.
 terá um custo de 20€, com uma ementa a divulgar brevemente.
Reserve já o dia na sua agenda, e inscreva-se junto de qualquer diretor da nossa Comissão,

ou através do nosso email (cmladeirasGóis@gmail.com).
Contamos com todos os Ladeirenses e amigos das Ladeiras

 vamos todos conviver no próximo dia 20.

publicado por penedo às 22:52

link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2016

...

chanfana.jpg

 

publicado por penedo às 23:58

link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 19 de Janeiro de 2016

Á volta dos Penedos...Povorais

 

 

cesar.jpg

A Comissão de Melhoramentos de Povorais, vem por este dar a triste notícia do falecimento

do nosso amigo, sócio e antigo dirigente, César Henriques Alves.

 

in Facebook

publicado por penedo às 21:17

link do post | comentar | favorito
|
Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2015

...

12316319_1650864835181959_3800285728001746711_n.jp

 

publicado por penedo às 23:32

link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 24 de Novembro de 2015

O Carvão e os Fogareiros - lançamento do livro em Lisboa

 

Quem nunca ouviu um “Deves ser fogareiro!!” gritado indignadamente na estrada? Pois é, todos nós. E quem sabe de onde vem essa expressão? Agora já somos menos a ter explicações, certo? Descobri ontem que poderá vir da altura em que escasseou o combustível e os carros de praça funcionavam a gasogénio com grande fumarada negra e faúlhas quando aceleravam. Nunca tal tinha ouvido, apesar de me poder gabar da minha conta de histórias ouvidas à lareira, noite dentro.

Adriano Pacheco é um contador de histórias nascido em Alvares. Em prosa ou em verso, dedica-se a gravar as tradições e viveres serranos no tempo e na memória. O seu 16º livro divide-se em sete contos correspondentes a momentos de uma vida igual a tantas outras. Essas vidas que conhecemos e que talvez não nos tenham merecido mais que um par de tardes debaixo da latada, por vezes até à noite dum velório, em conversas sopradas de mulheres à beira do caixão, ou afirmações absolutas de homens fora de portas sagradas. Às vezes já sem tempo de serem comentadas com quem as partilhou, tardias, mas ainda tão a tempo de não se perderem.

 

O Presidente do Concelho Regional, Dr. Luís Martins referiu o seu orgulho pela preferência do autor pela Casa do Concelho de Góis para o lançamento do seu livro em Lisboa, pelo valor da sua obra e pelo significado que tem para a região. A CCG, ao fim de 61 anos de funcionamento, congratula-se de apoiar as iniciativas dos seus associados e dos descendentes da zona, mantendo-se activa enquanto algumas desaparecem, como referido mais tarde e visível na satisfação do seu Presidente da Direcção, Sr. José Dias Santos.

O livro foi apresentado pelo Eng.º João Coelho, autor do prefácio e fiel seguidor do trabalho do escritor. Dedicado há 40 anos ao movimento regionalista, conhecedor da região e das suas vivências, o Eng.º João Coelho salientou na sua intervenção o valor desta recuperação dos pormenores, das expressões e das visões do mundo e da vida que Adriano Pacheco consegue na construção das suas personagens. Este registo, conseguido pelo autor (em conjunto com outros da região) deixará no futuro um legado que de outro modo corre o risco de desaparecer, tendo por isso um valor incalculável. Tal como o tempo que todos os presentes deram a este acontecimento – um tempo partilhado, em jeito de oferta do bem mais precioso que temos.

 

Estiveram também presentes Cristina Coelho, da Comissão de Melhoramentos de Roda Fundeira e António Rui Dias, da Comissão de Melhoramentos de Alvares, que ajudaram a promover este evento junto dos seus associados e amigos e das restantes colectividades da região. António Dias salientou, entre outras coisas, o gosto que ambos colocaram nesta divulgação, fomentando a união dos serranos, à semelhança dos festejos históricos ocorridos durante o ano passado.

 

Adriano Pacheco falou pouco, mas emocionado. Humilde nos agradecimentos que fez, ciente da missão de salvar do esquecimento aquilo que nos caracteriza e que nos constrói enquanto pessoas, focou a identidade com uma região, um modo de viver. Somos quem somos pelas raízes que temos.

 

Poderia ter acrescentado na altura que sou uma neta e filha que cresceu a ouvir as histórias à lareira, às vezes apanhadas entre meias-palavras que só ganhavam significado anos mais tarde. Que tenho também noção que são poucos os da minha geração que ainda conhecem as expressões da aldeia e da sua vida, tal como eu própria só recordo um punhado. Que o trabalho voluntário que fazemos para os conservar é estranho a alguns e incompreensível a outros, mas precioso para nós, para mim. Que me orgulhava de estar naquela mesa, de representar a Comissão, de divulgar uma obra que falava dos meus avós, tios, pais, primos. Que poderia fazê-los chegar aos meus filhos, com

pormenores que o meu crivo já tolheria.

E que agora ficam.

 

 

 

 

 

Foi no sábado, dia 21 de Novembro, na Casa do Concelho de Góis às 15h00.

 

Um abraço.





Publicada por Cristina Coelho 

in http://roda-fundeira.blogspot.pt/

publicado por penedo às 00:33

link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 19 de Novembro de 2015

O Carvão e os Fogareiros  

No próximo dia 21 de Novembro, pelas 15h00, está na Casa do Concelho de Góis
a apresentar a sua mais recente obra, a 16ª noutros tantos anos.
 
O apoio dos conterrâneos é essencial, o apoio dos amigos também.

Nesta obra são retratadas várias profissões mas dá-se um especial ênfase aos taxista que, vindos da nossa região, passaram a conhecer Lisboa e os seus caminhos como a palma das suas mãos.

São todos convidados a comparecer.

Até lá!

publicado por penedo às 22:45

link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 5 de Novembro de 2015

1º Jantar Solidário do Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis.

De iniciativa do Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis, realizou-se no dia 31 de Outubro de 2015,

o 1º Jantar Solidário em Góis, este ano dedicado à Associação dos Bombeiros Voluntários de Góis, à qual se destinava a receita da noite. O programa desta iniciativa contou, na Casa da Cultura de Góis, com um Jantar Solidário, seguido de Noite Musical com a participação da Banda Juvenil da Filvar, Grupo de Musica e Cantares Tradicionais da Várzea e com o Coro Misto da Associação Educativa e Recreativa de Góis.

O Jantar Solidário decorreu com a ampla participação de cerca de 200 goienses, num ambiente de fraterno convívio entre todos os presentes que, nesta hora, dedicaram o seu tempo ao apoio a uma das Associações mais acarinhadas por todos os goienses, detentora de uma notoriedade profissional, social e voluntária que louva e engradece a imagem do Concelho de Góis, levando o seu nome a todos os locais, em prol do bem estar de todos, em ambientes de aflição.

Da sua dedicação, mas igualmente dos problemas a nível financeiro de que sofrem todas as Associações deste tipo falou o Presidente da Associação dos Bombeiros Voluntários de Góis, Sr. Jaime Garcia. Também neste âmbito foram dirigidas algumas palavras aos presentes pelo Presidente da Assembleia Municipal de Góis, Dr. José Carvalho e Presidente da Câmara Municipal de Góis, Dra. Lurdes Castanheira.

Agradecendo a presença de todos neste 1º Jantar Solidário em Góis ouvimos o Presidente do Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis, Dr. Luís Martins e o Presidente da Direção da Casa do Concelho de Góis, Sr. José Dias Santos.

Após o Jantar seguiu-se a Noite Musical, tendo-se juntado mais 70 pessoas aos 200 convivas do Jantar. Aos Grupos Musicais participantes nesta noite foram entregues diplomas de presença e agradecimento pela sua colaboração graciosa e pelas brilhantes atuações que fizeram do final da noite, alegres e descontraídos momentos de interação com o publico presente.

No encerramento da noite foi entregue ao Sr. Jaime Garcia, Presidente da Associação dos Bombeiros Voluntários de Góis, a receita da noite, composta por 965 Euros de receita do Jantar, 685 Euros de Donativos (dos quais se destacam 485 euros da Comissão de Melhoramentos da Cabreira) e 395 Euros de entradas voluntárias na Noite Musical, totalizando cerca de 2045 Euros.

O Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis e a Direção da Casa do Concelho de Góis agradecem publicamente a todos os goienses que marcaram presença nesta iniciativa, a todas as forças vivas presentes do Concelho de Góis, Comissões de Melhoramentos, Ligas, Associações, Empresas, Juntas de Freguesia, Assembleia Municipal de Góis, Vereadores e Presidência da Câmara de Góis.

Agradecemos, em particular, à Associação dos Bombeiros Voluntários de Góis pelo apoio a esta iniciativa, à Presidente da Câmara de Góis pela cedência das instalações da Casa da Cultura de Góis e transporte dos Grupos participantes na Noite Musical, aos técnicos de som e palco pelo notável trabalho e ao Restaurante Ironia do Destino, Lda., na pessoa do Sr. Rui Paulo a nossa gratidão.

O Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis reitera a sua vontade de, no próximo ano de 2016, realizar o 2º Jantar Solidário, a favor de outra Associação Social de Góis, para o qual deixamos desde já o nosso convite.

Muito obrigado a todos pelo incentivo, apoio e colaboração.

 

Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis

publicado por penedo às 00:26

link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 28 de Outubro de 2015

feira dos santos..Góis

6072.jpg

 

publicado por penedo às 23:52

link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 20 de Outubro de 2015

1º Jantar Solidário da Casa do Concelho de Góis

 

jantar bombeiros.jpg

 

 

A Casa do Concelho de Góis vai organizar anualmente um jantar convívio em Góis, que além de permitir um convívio entre os goienses e as diversas colectividades, tem como objectivo doar as receitas a organismos do concelho.

O primeiro jantar solidário da Casa do Concelho de Góis vai realizar-se no próximo dia 31 de Outubro na Casa da Cultura de Góis, e a entidade beneficiária da receita será a Associação Humanitária dos BombeirosVoluntários de Góis.

Após o jantar levaremos a efeito uma noite musical no auditório da Casa da Cultura de Góis, cujo programa será anunciado brevemente.

Nesse sentido apelamos a todos os goienses, amigos da nossa Casa e representantes das diversas coletividades de Melhoramentos, que se inscrevam neste jantar, de forma a permitir não só um encontro regionalista que esperamos seja uma noite agradável de convívio entre os goienses e as suas colectividades, como também dar uma ajuda aos nossos Bombeiros.

Voltaremos brevemente ao vosso contacto, com mais pormenores ( programa), mas contamos com todos vós. Vamos ajudar os Bombeiros de Góis.

Inscreve-te já junto de um dos diretores da Casa do Concelho de Góis.

A Direcção
O Conselho Regional

 

Marcações:

 Bombeiros V. Góis

 Renato Rocha  962 090 400

 Secretaria        925 009 574

 Góis                 235 771 122

 Alvares            235 587 539

Casa Concelho Góis

José Dias Santos 969506168

Luís Martins        936160381

Fernando Cunha 969013939

Luís Dias            919514271

Mário Barata      919315596

 

 
Foto de Conselho Regional Casa Concelho Góis.
publicado por penedo às 22:20

link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 12 de Outubro de 2015

Noite Musical Solidária--Góis

noite musical- 1cartaz.png

 

publicado por penedo às 20:56

link do post | comentar | favorito
|

UTAX-ULTRA TRAIL ALDEIAS DO XISTO

axtrail 2015.png

 

publicado por penedo às 20:14

link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 10 de Setembro de 2015

...

publicado por penedo às 23:44

link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 30 de Julho de 2015

DESPOVOAMENTO NO CONCELHO DE GÓIS.QUE FUTURO,QUE SOLUÇÕES ?

ccg 8 agosto.jpg

 

publicado por penedo às 21:59

link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 28 de Julho de 2015

Góis

publicado por penedo às 21:05

link do post | comentar | favorito
|

cerdeira

cerdeira.jpg

 

publicado por penedo às 00:52

link do post | comentar | favorito
|

Ponte Sotão

ponte sotao.jpg

 

publicado por penedo às 00:08

link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 20 de Julho de 2015

Ladeiras


 

FESTA DE VERÃO

ladeiras.jpg

 

 

Sábado – dia 25/julho


10.00 – Peddypaper nas Ladeiras
15.00 – Torneio de Sueca
22.00 – Baile abrilhantado pelo organista Luis António

Domingo – dia 26/julho


12.30 – Inauguração da “Galeria dos Presidentes”
13.00 – Almoço Regional
16.00 – Leilão de ofertas
17.00 – Tarde Musical com um Grupo Musical

Reservem já este fim-de-semana na vossa agenda, e vamos fazer desta festa o encontro de todos os ladeirenses… nas Ladeiras.

A Direcção

publicado por penedo às 20:30

link do post | comentar | favorito
|

Carvalhal

carvalhal.jpg

 

publicado por penedo às 20:29

link do post | comentar | favorito
|

Góis Moto Clube

moto gois.jpg

 

publicado por penedo às 20:28

link do post | comentar | favorito
|

Concurso de Fotografia..Junta Freguesia de Góis

Concurso-de-fotografia-copia.jpg

 

publicado por penedo às 20:22

link do post | comentar | favorito
|

Malhadas

malhadas.jpg

 

publicado por penedo às 20:20

link do post | comentar | favorito
|

Simantorta

simantorta.jpg

 

publicado por penedo às 20:17

link do post | comentar | favorito
|

Roda Fundeira

roda fund.jpg

 

publicado por penedo às 20:10

link do post | comentar | favorito
|

Povorais

11717427_10204421638727679_947667128681952771_o.jp

 

publicado por penedo às 19:58

link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 6 de Julho de 2015

19 º Encontro dos Povos da Serra da louzã

povos.jpg

 

publicado por penedo às 15:58

link do post | comentar | favorito
|

Pena

DSC_0094.JPG

DSC_0025.JPG

 Mais fotos no Facebook,

https://www.facebook.com/penedo.gois

publicado por penedo às 15:51

link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 1 de Julho de 2015

MERCADO DA PENA

11270367_901989659874631_995365809632746061_o.jpg

 

publicado por penedo às 18:10

link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 16 de Junho de 2015

Convite para caminhar:

    Luis Oliveira

 

DSC00562.JPG

 

 
 
 

Convite para caminhar:

O CAOS, gupo de Atividades Oxigénio e Sol é um grupo de amigos que irá confraternizar em mais uma caminhada no concelho de Gois nos próximos dias 11 e 12 de julho. No sábado iremos calcorrear os belos trilhos da vertente norte da serra da Lousã e, no domingo, iremos descobrir um bonito trecho do fresquíssimo vale de Ceira mesmo junto à Vila de Gois.
Aigra Velha, Aigra Nova e Pena são os nomes das encantadoras aldeias de xisto, rodeadas de bucólicas paisagens, de altíssimos penedos e luxuriante vegetação que nos propomos a visitar no sábado. Descobriremos, também, a Ribeira da Pena, de águas frescas e cristalinas, primeiro no Porto da Carvalha e no Vale das Eiras e, depois, ao longo das levadas da Pena, sempre envolvida de velhos castanheiros e frondosos carvalhos, simplesmente cativante e convidativa a uma prolongada visita.
A pitoresca aldeia dos Povorais, uma das mais altas e pitorescas do concelho, situada na vertente sul dos Penedos de Gois a cerca de 850 m de altitude, será a base para os mais afoitos se aventurarem o alcance do penedo mais alto, a 1050 metros de altitude, de onde se pode lançar o olhar no horizonte á procura da serra do Açor e, mais longe, da Estrela. 
A subida aos penedos é facultativa. Quem pretender pode ficar na aldeia aguardando pelo grupo.
É uma caminhada difícil de grau 4 pelo desnível a vencer.
Ponto de encontro no Sábado 11/7: Café My Thay 9H00 (junto ao minipreço de Gois) 40° 9'26.04"N 8° 6'35.34"W.
Ponto de Partida: Povorais 10H00 - 40° 5'43.38"N 8° 8'3.55"W
Jantar: Povorais 
Distâncias a percorrer: 17 a 18 Km Circular 
Levar fato de banho e uma pequena toalha.
Usar calçado confortável.
Levar chapéu e pelo menos 2 litros de água!
Esta atividade é desaconselhada a crianças.
A atividade é gratuita e não tem seguro. Cada um caminha por sua própria conta e risco. Cada participante deve conhecer o seu estado de saúde, as suas condições de participação e assumir todos os riscos associados ao decorrer do evento devendo subscrever um seguro que cubra os riscos da sua participação.
Aparece, participa e diverte-te connosco.

 

 

 

publicado por penedo às 23:16

link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 10 de Junho de 2015

PIC NIC ----Malhada e Casais

pic nic.jpg

 

publicado por penedo às 23:09

link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|
Segunda-feira, 8 de Junho de 2015

S.António da Neve ....

 

 

 

DSCN0166.JPG

 Festa a não Faltar....em frente dos Penedos...

publicado por penedo às 12:49

link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 24 de Maio de 2015

Tarde Musical ....Casa Concelho Gois

DSC_0021.JPG

DSC_0079.JPG

DSC_0135.JPG

DSC_0151.JPG

 

publicado por penedo às 15:20

link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 28 de Abril de 2015

Casa do Concelho de Góis ..Tarde Musical

sessaocultural-01-01.png

 

 Convidamos desde já todos os Goienses a estarem presentes, pois pretendemos com esta sessão proporcionar uma tarde agradável de convívio.

- Rancho Folclórico “Mensageiros da Alegria”
- Grupo de Música e Cantares Tradicionais da Varzea
- Grupo Musica Tradicional Informáticos & Companhia

 

in Facebook

publicado por penedo às 21:51

link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 6 de Abril de 2015

Parte do Trilho de Papel - Gois

domingo, 5 de abril de 2015


Soube da recuperação do «Trilho do Papel» entre Ribeira Cimeira - Ponte do Sótão - Gois pela Lousitanea e a TransSerrano. O engraçado é que a parte entre a Ribeira Cimeira e a Ponte de Sótão fiz várias vezes nos fins da década de 80 e nos primeiros anos da década de 90, umas vezes sozinho outras vezes com o meu primo Rui. Com o pretexto de ir ver as casas dos meus bisavós do Areeiro, fizemos o percurso entre a Ponte do Sótão e um pouco antes da casa do «moleiro». Quanto à visita ao Areeiro, na ida não parámos e à vinda já estava a começar a anoitecer, deixámos para nova oportunidade. O Trilho, está bem sinalizado, contudo, este como outros, precisa de manutenção (da sinalética e na limpeza/recuperação dos carreiros) e tem a desvantagem de não ser «circular», uma vez que obriga a levar o automóvel para uma das extremidades e quando se chega ao fim tem de ir buscar o carro. 
 
 
 Começámos a caminhada junto ao Rio Sótão, no Pontão do Seladinho.



 Penhascos.

 Rio Sótão, e o Penedo de Gois ao fundo.

 Penedo de Gois com neblina.

 Percurso começou numa estrada de alcatrão estreita que rapidamente foi substituída por um estradão.

 O trilho foi feito por estradas de madeireiros e carreiros.



 A «pegada humana».

 Depois das ruínas do Areeiro aparece esta «casa».

 Antes de seguir o trilho em direcção ao «moleiro» virámos à direita e fomos junto ao rio Sótão, lanchámos, descansámos e os miúdos brincaram.


 Ao longe viam-se as casas do «moleiro».

 Os penhascos do Penedo de Gois.

 Outra ruína.

 Nestes passeios pode fazer falta um cajado ou uma roçadoira para abrir caminho entre as silvas (e uma lanterna caso comece a ficar escuro).



 
 
O «largo» do Areeiro.
 
publicado por penedo às 12:16

link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|
Terça-feira, 31 de Março de 2015

Augusto Rodrigues ( Rodrigues & Rodrigues ) Góis

Augusto chegou descalço a Lisboa e tornou-se rei do Cais do Sodré

 

Nasceu numa aldeia pobre e acabou a relacionar-se com as mais altas figuras do Estado Novo. Numa zona de Lisboa com má fama, construiu um império que durou mais de 70 anos.

Numa chuvosa noite de novembro de 2014, provavelmente mais cedo do que a escuridão do céu parecia indicar, um grupo de trabalhadores ocupava-se a despejar lixo para um contentor de entulho. Iam e vinham continuamente, procurando trazer o máximo possível em cada viagem. Àquela hora, o bairro lisboeta do Cais do Sodré ainda estava bastante vazio e aqueles operários pareciam ser as pessoas mais atarefadas da Rua Nova do Carvalho, a rua cor-de-rosa, onde a loja que estavam a esvaziar se iria tornar, brevemente, em mais um bar, restaurante ou discoteca.

O espaço fica na esquina entre a rua cor-de-rosa e a Travessa dos Remolares. Atualmente, é o bar e restaurante Duplex. Em novembro, as paredes, o chão e o tecto estavam picados e todos os objetos que lá havia dentro estavam a sair: tecidos, bancas, mosaicos. E uma placa de mármore rosa, com um nome gravado, fora abandonada em cima de uma caixa de eletricidade próxima.

 

O que o homem e a pedra têm em comum é o pó. O homem, efémero, do pó vem e ao pó retorna, a crer na Bíblia. A pedra, durável, é o resultado da aglomeração de minerais, de pó, que forma essa superfície dura que serviu de base ao desenvolvimento da Humanidade. O frágil homem usou a poderosa pedra para obter alimentos,  desenvolver ferramentas e erguer casas. Mas a efemeridade levou também o homem a confiar na durabilidade da pedra para aí deixar gravada a sua memória. Morre o homem, fica a memória. Ele regressa ao pó, a pedra subsiste.

A pedra de que falamos – e que motivou este artigo – refere-se a um homem, sim, mas é sobretudo o testemunho da memória de um bairro. Tudo se passou num Cais do Sodré hoje desaparecido. A loja que os trabalhadores esvaziavam foi o coração de um império de tecidos e fardamentos chamado Rodrigues e Rodrigues. O homem chamava-se Augusto Luís Rodrigues. Esta é a sua história.

Como fintar um galego

Em 1964, Augusto Rodrigues era um homem que já não tinha mais degraus pela frente na escala social. Era dono de uma empresa de enorme sucesso, era sócio de outras tantas, relacionava-se com as mais altas figuras do Estado Novo e estava prestes a receber a segunda condecoração das mãos do Presidente Américo Tomás. Ia tornar-se comendador (título que ficou para a posterioridade) de Mérito Industrial. Dois anos antes, recebera a Ordem de Benemerência, grau Cavaleiro. A diferença entre 1964 e 1916 era enorme. E Augusto quis celebrar com os empregados da firma.

Foi há mais de 50 anos, mas aquele 19 de setembro de 1964 foi de tal forma memorável que Manuel Ferreira não hesita quando tem de limpar o pó às memórias do dia. “Uma festa grande e meia lagosta”. Isto é que era a novidade excitante. “Não me pergunte o que era o resto da comida”, ri-se agora o ex-empregado da Rodrigues e Rodrigues, que tinha 16 anos na altura e, até aí, nada mais recebera da empresa do que pedidos de competência, seriedade e assiduidade.

O percurso de Manuel Ferreira tem alguns paralelismos com o do patrão, que em 1964 estava a escassos cinco anos de morrer. Manuel chegou à Rodrigues e Rodrigues como marçano, moço de recados, acabado de sair da quarta classe. Augusto, em 1916, também entrou com essa categoria na loja de um galego. “Tive de comprar umas calças para ir trabalhar”, conta Manuel. Já Augusto “veio de Góis com as botas às costas para não estragar”.

Quando a lenda supera a realidade, imprima-se a lenda. Este parece ter sido o mote de todos quantos escreveram sobre a vida de Augusto Luís Rodrigues. Em 1916, com onze anos, “era um moço alto, forte, desempenado, que já dentro de si trazia o sonho de ser comerciante, de fazer grandes coisas”. A citação é de uma brochura de homenagem editada em 1964 por iniciativa de um grupo de empregados de Augusto e o tom epopeico é uma constante notada também numa monografia de Raul de Carvalho, escrita em 1970.

 
Anos 40
2015
JuxtaposeJS

A fotografia da esquerda é de Eduardo Portugal, cedida pelo Arquivo Municipal de Lisboa. Arraste a barra central para ver o antes e depois

Com mais ou menos fantasia, o certo é que Augusto chegou a Lisboa com onze anos, vindo de uma paupérrima Carcavelos, lugar mais pequeno do que aldeia do concelho de Góis, que “pouco mais tinha do que seis moradias de gente pobre”, lê-se na brochura. Veio logo para o Cais do Sodré, que era um bairro bem diferente do que é atualmente. Imagine-se uma Rua Nova do Carvalho sem os tons rosa que agora a caracterizam, calcetada em pavé, com constante movimento de carroças e pessoas, com bares mas também com outro tipo de comércio.

Entre 1916 e 1918 a história conta-se rapidamente. Augusto veio trabalhar com o irmão, António, para as lojas de um galego, José Faro, de quem podia rezar esta história. Não reza porque, certo dia, Augusto e António decidiram bater com a porta a Faro, arranjaram um empréstimo de três contos e oitocentos, abriram uma loja própria de fardas, começaram a roubar os fornecedores ao galego e, pouco depois, este ia à falência, ficando os irmãos Rodrigues com os espaços que eram dele. Foi assim que, em poucos meses, a Rodrigues e Rodrigues passou a ter sete lojas na zona do Cais do Sodré.

Augusto Rodrigues era um homem de tal modo poderoso que "a Rua Luís Fernandes, entre a Rua de São Marçal e a Rua Cecílio de Sousa, foi fechada para eles fazerem uma garagem", conta Alberto Hélder. Essa rua ainda hoje está fechada ao trânsito.
 

Fardas, santolas e lagostas

Para demonstrar o quão importante a Rodrigues & Rodrigues foi para o bairro, para Lisboa e para o país, Alberto Hélder ainda guarda dezenas de envelopes com curiosas inscrições. Havia pessoas que não escreviam o endereço completo da empresa. “‘Casa dos Fardamentos, Lisboa’. Só. Iam lá parar. ‘Ao sr. Alberto que trata das guias das costureiras’. Ia para o Rodrigues e Rodrigues”, conta Hélder, que também chegou à firma em tenra idade e, hoje, não se cansa de repetir que esta foi para si “uma escola de vida”.

Tinha 14 anos e costumava ir a casa de Augusto vender frutas e legumes. “A minha mãe para sobreviver e dar de comer a três galifões tinha que ir à praça da Ribeira de madrugada comprar hortaliça e fruta e vender à porta aos vizinhos”. Um dia, o comendador perguntou-lhe se queria ir trabalhar para a Rodrigues e Rodrigues. “Ganhava 150 escudos nessa altura. ‘Ah eu duplico-te isso’. E foi assim que o Alberto Hélder foi trabalhar no dia a seguir para o Rodrigues & Rodrigues como telefonista.”

Dos 73 anos que Alberto tem hoje, 31 foram passados naquele prédio de esquina entre a Rua Nova do Carvalho e a Travessa dos Remolares. “Assisti à evolução até ao pico e depois, infelizmente, também assisti à queda”, recorda o agora diretor do museu da Associação de Futebol de Lisboa. O posto de telefonista que ocupava dava-lhe um contacto privilegiado com Augusto Rodrigues, ou “patrão Augusto”, como lhe chamavam os empregados. “O comendador era uma pessoa muito aguerrida, muito comerciante, com sentido de responsabilidade, mas sempre com um faro que era uma coisa assustadora.”

Naquela altura, 1956, “o império já estava montado”, mas havia de crescer muito mais. A Rodrigues & Rodrigues era “fornecedora do Estado, de autarquias e das principais empresas comerciais e industriais do país”, entre elas os Correios e todos os serviços imagináveis, lê-se na brochura de homenagem a Augusto. Pouco tempo depois, com o rebentar da Guerra Colonial, é também esta empresa que vai estar na linha da frente. “O que acontecia era: concursos públicos, propostas e adjudicações. É evidente que quando uma empresa tem uma determinada dimensão, consegue oferecer um preço muito mais convidativo do que outras entidades”, afirma António Domingos, sobrinho de Augusto Rodrigues, que deste apenas herdou um apelido.

Alberto Hélder tem, no entanto, outra explicação. “Tinha um poder muito grande, principalmente junto das pessoas que tinham poder decisório neste país” e, assim, conseguia ganhar inúmeros concursos para fornecimento do Estado. “Como é que isso funcionava? De uma maneira simples, mas que hoje era logo apelidado de suborno. Ele todas as semanas arranjava [faz um gesto com as mãos para indicar grandeza] peixe, pescadas, garoupas, santolas, lagostas e fazia o oferecimento a essa gentinha toda. Quando ia para os concursos, ganhava praticamente tudo.”

Uma vez, a conversar com um trabalhador antigo da casa, em que ele, a dado passo, a falar sobre o meu tio, dizia assim: ‘Este homem [e olhava para a fotografia que estava na sala do refeitório], este homem obrigou-me a trabalhar às vezes...não havia horas nem fins-de-semana. Comeu-me a carne.’ E de repente pára, olhou para a fotografia e diz: ‘Mas foi mais que meu pai’. E caem-lhe duas lágrimas dos olhos.
António Domingos

O dia e a noite de uma zona de má fama

António Domingos é naturalmente cauteloso a falar deste assunto, preferindo antes destacar as saudades que tem do tio Augusto, que morreu quando António tinha 19 anos. “Nunca tive ídolos na minha vida, mas tive referências – e uma delas é o meu tio”, começa por dizer o agora consultor financeiro, surpreso pelo contacto do Observador.

Organizar as memórias na cabeça não é tarefa fácil e as histórias vão-lhe saltando na boca como cerejas. Se Alberto fala de Augusto em Lisboa, António consegue falar de Augusto na terra natal, Góis, onde teve uma casa paredes meias com os Paços Novos, monumento quinhentista, o mais importante património arquitectónico daquela vila. “O meu tio chegava a Góis. Chegava a Góis como um anónimo normal, [tanto] quanto ele podia ser anónimo na terra dele, que não poderia ser. Ora bem, entrava em casa, daí a um bocado estavam-lhe a bater à porta. E quem era? Era a banda que ia tocar uma música de boas-vindas. Eu acho isto… não é tanto de bajulação… acho isto quase ternurento.”

augusto_ambulancia

Andreia Reisinho Costa/Observador

 

A admiração goiense não era despropositada. Naquela vila, Augusto Rodrigues foi o responsável por algumas das mais importantes obras sociais. “Ao ser-lhe solicitada ajuda para uma instituição local de caridade, a Sopa dos Pobres de Góis, cedeu-lhe de pronto um edifício que aí mandara fazer no valor de 300 contos e além disso enviava anualmente avultada quantia”, escreve Raul de Carvalho, que salienta também que o comendador foi responsável pela “construção de um bairro de casas para pobres” que ainda existe, além de ter oferecido uma ambulância – a primeira daquele concelho – aos bombeiros locais e de ter patrocinado a fundação do colégio da terra. Góis retribuiu-lhe, dando o nome de Augusto a uma das principais artérias da terra.

augusto-mapa-770

 

augusto_casa

Andreia Reisinho Costa/Observador

 

Caridoso, sim, calculista, também. Nascido num meio humilde e sem grande instrução, Augusto soube movimentar-se nos meandros do Estado Novo para obter o que queria e não se coibiu de alargar o negócio a outras áreas. Além das lojas, tinha também muitas casas nas imediações do Cais do Sodré que arrendava aos empregados, tinha o Café Nacional da Rua 1º de dezembro e era sócio de uma barbearia e alguns bares: o Lusitano, o Atlântico, o Americano e um outro, de cujo nome nem Alberto nem António se conseguem lembrar. Quase todos esses bares eram frequentados por marinheiros e prostitutas, que na altura abundavam na zona. E a biografia oficial é omissa neste ponto: “No decurso do tempo, mais para proporcionar a outros o ensejo de se tornarem independentes do que no propósito de aumentar os seus rendimentos, Augusto Luís Rodrigues investiu grandes capitais e pôs a sua experiência comercial ao serviço de outros estabelecimentos de géneros diferentes daquele em que sempre trabalhou.”

António Domingos, que começou a carreira na loja do tio, mas já depois da morte deste, lembra-se de como “aquela zona tinha uma conotação muito negativa”, mas desvaloriza os interesses que Augusto tinha na indústria noturna. Alberto Hélder e Manuel Ferreira, por seu turno, lembram-se de como as raparigas se metiam com eles, quando ainda eram novos, uns e outros, e os aliciavam a passarem uma hora com elas. Ambos garantem que nunca aceitaram o convite, mas não foi por falta de sítio: mesmo por cima de uma das lojas da Rodrigues & Rodrigues havia uma casa de passe.

augusto_concelho

Andreia Reisinho Costa/Observador

 

Uma gestão inovadora

Em 1969, Augusto Rodrigues tinha 74 anos. Ainda assim, a sua morte, a 23 de dezembro, apanhou toda a gente de surpresa. À data, a Rodrigues & Rodrigues era das poucas empresas nacionais que pagava a semana inglesa, dava subsídio de Natal e ainda um cabaz de produtos pelas festas. O pessoal, recorda Alberto, ficou a pensar se a morte do patrão significaria o não-pagamento do subsídio e do cabaz. Não significou, mas a Rodrigues & Rodrigues não seria mais a mesma.

O projeto de criar um grande armazém com a dimensão de um Grandella ou um Chiado no Largo de São Paulo morreu. Morreu também o projeto de construir em Meleças um bairro para os trabalhadores da firma. Acabaram-se os 100 escudos anuais que o comendador dava a cada um dos polícias sinaleiros de Lisboa, mas o dinheiro não deixou de entrar nos cofres da Rua Nova do Carvalho. “Aquilo era uma casa muito rica, produtiva e que dava lucro. Era montanhas de dinheiro a entrar”, refere Alberto Hélder, que se recorda bem das filas que os clientes faziam na Rua Nova do Carvalho e paralelas para adquirir fardas e tecidos.

Quando acontecia alguma situação relacionada com a PIDE, ele tinha muito poder junto do Silva Pais, porque por vezes eu via lá as pessoas a chorar ‘o meu marido, o meu pai, o meu filho, não sei quê’ e então ‘oh Berto, liga aí para ali para o Silva Pais’, eu ligava, passado uns tempos passavam lá as pessoas ‘senhor comendador, muito obrigado’, sinal de que já tinham ultrapassado esta questão<br >
Alberto Hélder

Augusto morreu, ficaram quatro homens da sua confiança a dirigir a empresa. Depois, o 25 de abril veio e, com ele, o início da convulsão interna. Judite, viúva de Augusto, desinteressou-se da Rodrigues & Rodrigues e esta passou a ser propriedade dos trabalhadores. Uma novidade que requeria organização. “Aquilo foi um processo muito bem organizado, muito bem estruturado, era uma empresa já muito grande e impunha regras de gestão já muito trabalhadas e sofisticadas”, afirma António Domingos, que nessa altura assumiu maior protagonismo na firma, ao ser eleito primeiro para um departamento de reorganização interna e, mais tarde, para a gestão. “Havia de facto a ideia de que a empresa se devia adaptar aos novos tempos e com uma velocidade enorme. Foram tempos fabulosos, no bom e no mau, mas eram tempos muito rápidos, as coisas tinham uma rapidez enorme, era preciso adaptar as estruturas empresariais a isto”.

Ao mesmo tempo, a política entrava pela porta escancarada. Se Augusto Rodrigues tinha uma simpatia, ainda que não declarada, pelo antigo regime, os funcionários da firma que dirigia dividiam-se entre as ideologias socialista e comunista. “O projeto [de autogestão] era bonito”, conta Manuel Ferreira, que acredita que a ideia falhou pelas divisões partidárias. Durante uns anos, ele próprio chegou a pertencer à estrutura de gestão, “mas vi que aquilo não estava a dar e vim-me embora”, diz. “Era uma euforia muito grande, começou a haver muita falta de respeito, era difícil implementar as ordens”, conta. A dada altura, as próprias instalações da Rodrigues & Rodrigues eram usadas para comícios políticos. “A nostalgia maior que eu tenho é que podia ser uma grande empresa e foi destruída pelo partidarismo”, comenta Manuel, hoje dono de uma empresa especializada na venda de fardamentos para a construção civil.

O 25 de abril significou também o fim das encomendas estatais e do fornecimento de áreas estratégicas, como o Exército, que agora já não estava a combater em África e, portanto, já não precisava de equipamentos novos. “Quando circunstâncias exteriores à empresa alteram esses mercados, ou a empresa tem capacidade para se adaptar, substituindo esses mercados por outros, com alguma rapidez, ou então tem ali momentos de grande dificuldade”, comenta António Domingos, que entrou na empresa por insistência da tia Judite e saiu em 1983 para fundar diversas empresas de consultoria financeira.

O Rodrigues & Rodrigues nunca foi assaltado. Era uma zona muito crítica, onde passava muita gente. Nós íamos [fazer] os depósitos e levantamentos ao BNU, na Ribeira das Naus, com fortunas, embrulhadas em papel de jornal, e nunca nos aconteceu nada. Isto era um milagre.
Alberto Hélder

Lembra-te que és pó…

Não é certo quando a Rodrigues & Rodrigues acabou verdadeiramente. Nos anos 1990, algumas lojas na Rua Nova do Carvalho e redondezas passaram para empregados mais antigos e o império esfumou-se. Hoje, só há uma loja de fardas no Cais do Sodré, gerida pela filha de um ex-empregado da empresa-mãe.

Augusto Luís Rodrigues, um dos primeiros imperadores do Cais do Sodré, foi também um dos maiores responsáveis pela colocação daquele bairro no mapa dos lisboetas e não só no século XX. Homem de convicções, reconhecido pelos empregados como bom patrão (que ainda assim não pagava bem às costureiras nem concordava que estas tivessem férias) e tenaz comerciante, Augusto parecia também reconhecer valor a quem o rodeava. “Ele gostava muito que nós trabalhássemos e havia gente lá que se dedicava ao trabalho com alma e coração: entrava muito cedo e saía muito tarde. Além de sair muito tarde, ainda tínhamos de fazer serão”, relata Alberto Hélder, que trabalhou a escassos metros do patrão durante anos. “As pessoas trabalhavam, sim senhor, mas ele respeitava o trabalho e pagava”, confirma o sobrinho. Isso traduzia-se não só nas regalias salariais pouco habituais para a época, mas também em pequenos gestos, como acatar sugestões de melhoramento do negócio, dar gorjetas inesperadas ou interceder por funcionários e familiares junto das autoridades, quando necessário.

Morreu em 1969. Dez anos antes, a placa que motivou este artigo foi descerrada. “A Augusto Rodrigues, homenagem dos seus empregados”, lê-se no robusto pedaço de pedra, colocado à vista do público a 6 de dezembro de 1959. O homem foi, a pedra ficou. Como testemunha do homem, mas não só. Como memória inapagável de um Cais do Sodré que já foi e não volta a ser.

augusto rodrigues,

Hugo Amaral/Observador

 

Texto: João Pedro Pincha

Fotografia: André Correia, Hugo Amaral, Arquivo Municipal de Lisboa, monografia “Concelhos de Portugal” e Ana Paulo Carvalho

Design: Andreia Reisinho Costa

O Observador agradece ao Prof. João Alves Simões, de Góis, pelo apoio prestado na elaboração desta reportagem

publicado por penedo às 20:08

link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 23 de Março de 2015

Colmeal....União prepara Assembleia-Geral..a 24/3

 

A Direcção da União Progressiva da Freguesia do Colmeal prepara-se para prestar contas aos seus sócios do que foi a sua actividade nos anos de 2013/2014.

A Assembleia-Geral, conforme Convocação já enviada aos associados, vai realizar-se no próximo dia 24 de Março na Casa do Concelho de Góis -  Rua de Santa Marta, 47 R/c Dtº,  em Lisboa, pelas 20 horas e 30 minutos.

 

É muito importante para todos nós, que continuamos apostados em manter viva a chama do regionalismo e a prosseguir esta tarefa tão nobre iniciada pelos nossos pais e avós há mais de oito décadas, podermos contar com a sua presença e intervenção nesta reunião magna.

 

A União Progressiva da Freguesia do Colmeal é a mais antiga associação regionalista da nova freguesia e uma das mais antigas do concelho de Góis, o que muito nos orgulha e nos trás responsabilidades acrescidas.

 

São fundamentais e muito importantes a sua presença e participação na eleição dos novos corpos sociais que irão assegurar a continuidade da sua/nossa associação regionalista para o próximo biénio.

 

Esperamos por si!

 

 

A Direcção

publicado por penedo às 15:58

link do post | comentar | favorito
|

Povorais ....29 Março

cmp.jpg

 

publicado por penedo às 14:59

link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 12 de Março de 2015

XIX FEIRA DO LIVRO

publicado por penedo às 21:32

link do post | comentar | favorito
|
Sábado, 7 de Março de 2015

Percursos Pedestres em GÓIS

 

A Rede de Percursos Pedestres do Concelho de Góis, está distribuída pelas quatro freguesias do Município, criando condições para palmilhar locais únicos, repletos do mais belo e rico património, promovendo o contacto com a natureza, num contexto de fruição sustentável.

A entidade promotora deste projecto é a empresa Trans Serrano – Aventura, Lazer e Turismo, Lda, sendo a Lousitânea a entidade executora dos percursos, em parceria com a Câmara Municipal de Góis e Juntas de Freguesia do concelho.

Esta rede ainda se encontra em construção, mas alguns percursos já estão completamente operáveis:

 

PR1 GOI – Caminho do Xisto das Aldeias de Góis – “Rota das Tradições do Xisto”

Percurso de pequena rota, circular, que dá a conhecer as quatro Aldeias do Xisto do concelho de Góis: Aigra Nova, Aigra Velha, Comareira e Pena. Um percurso místico, onde o Homem e a Natureza se adaptaram, requintando este território de paisagem e património únicos. Aproveite para visitar a Lojas das Aldeias do Xisto de Aigra Nova e o Ecomuseu Tradições do Xisto.

Para aceder ao folheto do PR1 GOI clique aqui!

 

PR2 GOI – Trilho dos Pisões

Percurso de pequena rota, circular com início na praia fluvial de Alvares. Depois de uma bela caminhada descubra os vários espaços a visitar antes de regressar a casa, como a casa do ferreiro ou a chaminé da antiga fábrica de lanifícios.

Para aceder ao folheto do PR2 GOI clique aqui!

PR3 GOI Trilho do Vale do Ceira I

Percurso de pequena rota, circular, convida a palmilhar caminhos rurais, tradicionais e de montanha. Tem início no Lagar da Cabreira, antigo lagar de varas que ainda se encontra operacional. Deslumbre-se com os caminhos antigos e as belas paisagens envolventes.

Para aceder ao folheto do PR3 GOI clique aqui!

 

PR4 GOI Trilho da Serra do Açor

Percurso de pequena rota, circular, com variante. A praia fluvial do Colmeal é o ponto de partida para um belo dia. As paisagens da Serra do Açor vão acompanhá-lo durante o percurso e decerto não as vai esquecer.

Para aceder ao folheto do PR4 GOI clique aqui!

 

PR5 GOI Trilho das Minas

Percurso de pequena rota, circular, leva-o por caminhos rurais, tradicionais e de montanha. Tem início na Vila de Góis, junto ao Posto de Turismo, situado no Largo Francisco Inácio Dias Nogueira. Venha conhecer os vestígios das antigas minas de volfrâmio deste concelho.

Para aceder ao folheto do PR5 GOI clique aqui!

 

PR7 GOI Trilho do Vale do Ceira II

Percurso de pequena rota, circular. O Rio Ceira é o guia desta caminhada. O Sr. José Cerdeira é um artesão local que decerto vai gostar de conhecer.

Para aceder ao folheto do PR7 GOI clique aqui!

 

PR8 GOI Trilho do Papel

Percurso de pequena rota, linear. A antiga fábrica de papel em Ponte de Sótão deu nome a este trilho, questione os habitantes desta aldeia sobre a história da fábrica. Ribeira Cimeira é a aldeia indicada para dar início a esta caminhada.

Para aceder ao folheto do PR8 GOI clique aqui!

 

PR9 GOI – Caminho do Xisto das Aldeias de Góis – “Trilho do Baile”

Percurso de pequena rota, circular e com variante. O início deste percurso é na Aldeia do Xisto de Aigra Velha, ao passar pelo Parque Florestal da Oitava poderá ter a sorte de observar veados. Conheça a aldeia localizada a maior altitude no concelho de Góis, e mais próxima dos Penedos de Góis, Povorais. Este era o caminho utilizado por quem gostava de bailaricos.

Para aceder ao folheto do PR9 GOI clique aqui!

 do site da Lousitânea

publicado por penedo às 12:00

link do post | comentar | favorito
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.posts recentes

. CASA do CONCELHO de GÓIS ...

. Esporão

. II Noite Musical Solidár...

. II Jantar Solidário da Ca...

. Visite em POVORAIS

. Á volta dos Penedos

. Seminário - EDUCAÇÃO EM G...

. Casa do concelho de Góis

. O DIA DA CHANFANA

. "Mostra de Chanfana do Co...

.links

.arquivos

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Junho 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

blogs SAPO