No próximo dia 28 de Novembro, pelas 16:00, ocorrerá no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, o lançamento do meu segundo livro de poesia, sob a chancela da Temas Originais. Este lançamento terá a particularidade de ser feito em simultâneo com idêntico passo do livro de contos, de uma autora amiga que admiro pela sua escrita, "Traços do Destino", de Vera Sousa Silva.
O livro da Vera será apresentado por outro grande poeta, Carlos Teixeira Luís, um autor de grande sensibilidade, que tenho, igualmente, por amigo. Quanto ao prefácio da sua obra é escrito por um grande poeta e, também, bom amigo, Vítor Cintra.
O meu livro que conta com um prefácio escrito por Sónia Salvador, uma jovem jornalista que domina as palavras a preceito, o que fará elevar a obra a um outro patamar, terá a sua apresentação a cargo de uma outra jovem de grandes qualidades, tendo em conta a sua ávida preseverança de vida, na perspectiva de alcançar seus sonhos, Catarina Boavida.
Se puder, apareça!
Poderá usufruir de uma bela tarde na companhia das nossas palavras e das nossas pessoas.
Obrigado.
Aldeias do Xisto participam no Projecto Territórios Sustentáveis
23.11.2009 a 29.11.2009
A Semana do Consumo Responsável, que decorre entre 23 e 29 de Novembro, contará a participação das Aldeias do Xisto. O destaque vai para o dia 23 de Novembro, na Universidade Lusíada, em Lisboa, que será aberto ao público com com diversas iniciativas, entre elas exposições, exibições de filmes e acções de formação.
Estas iniciativas visam contribuir, de forma concertada, para a mudança dos padrões de consumo da sociedade portuguesa e, desta forma, para um desenvolvimento sustentável global.
De referir que as Lojas Aldeias do Xisto têm obtido um grande sucesso na promoção de uma região e dos seus produtos locais. Este é, antes de mais, um projecto de desenvolvimento social amplo e notório que, no caso das Lojas, se rege pela Carta de Princípios. É desta forma que se seguem os princípios do comércio justo.
O projecto Territórios Sustentáveis, é coordenado pela Cores do Globo, em parceria com o ISU e a Quercus e com o apoio do IPAD - Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento. Este é um projecto que trata as questões da sustentabilidade e do consumo, nas suas várias vertentes: ambiental, social e económica.
na tomada de posse dos membros eleitos para a Câmara e Assembleia Municipal de Góis, estivemos representados pelo Dr. António Bandeira Bento, nosso presidente da assembleia-geral.
A Direcção aprovou um voto de felicitações a todos os empossados, com o desejo de bom trabalho para o sucesso em prol do concelho de Góis, voto extensivo ao nosso sócio Casimiro Alves Vicente, reeleito para presidente da freguesia do Cadafaz.
Corrida de Aventura:
atendendo ao pedido formulado pela Federação Portuguesa de Orientação, e no âmbito do Campeonato do Mundo de Corridas de Aventura, foi cedido o campo de futebol Cassiano Antunes Bandeira, para no dia 10 de Novembro ser utilizado como zona de transição de orientação pedestre, para orientação em BTT.
Orçamentos:
foram analisados alguns orçamentos de obras a realizar, como sejam a colocação de caleiras que faltam na cobertura da Casa de Convívio, alargamento do Largo do Lavadouro e arranjo das escadas de acesso ao mesmo, construção de uma arrecadação para lenha e utensílios junto à churrasqueira.
Almoço de aniversário da CME:
a realizar na Casa do Concelho de Góis, em Lisboa, no dia 6 de Dezembro, onde serão entregues os emblemas de 25 e 50 anos de associados. Apelamos aos nossos sócios, amigos e familiares, que se inscrevam, para juntos festejarmos esta data, em que também haverá animação musical.
As marcações podem ser efectuadas através dos seguintes contacos:
Avelino Martins - 213427152,965751117,
Luís Filipe - 93 61 60 381,
Manuela Batista - 9192 29833
Festa de Natal:
na Casa de Convívio do Esporão, no dia 19 de Dezembro onde serão entregues prendas
às crianças, assim como será servido um lanche a todos os presentes.
Casal do Esporão:
mantidas conversações recentes com o represenda Soporcel/Portucel, para acertos finais relativos ao contracto referente aos terrenos agora entregues, para a sua administração,
e que mereceu a nossa aprovação.
Jogos Tradicionais:
por lapso, o nome dos vencedores da taça da sueca festa de S. Miguel, não foi enviado correctamente para publicação, pelo qual pedimos desculpas. Assim sendo, repomos a verdade: Joaquim Carlos e Fernando Casimiro.
Votos de agradecimento:
ao Sr. José Girão Vitorino, que durante a sua permanência à frente da Câmara Municipal de Góis, sempre nos recebeu com toda a solicitude, ouvindo os nossos pedidos e procurando resolver os problemas que fomos apresentando, a bem do povo do Esporão.
Fazemos votos que a sua saúde se restabeleça rapidamente.
Também agradecemos a todas as empresas, entidades e a todos em geral, que de
alguma forma colaboraram na Festa de S. Miguel.
Voto de felicitações:
aos sócios Patrícia Alexandra Simões Adão e Luís Miguel Nunes Martins pelo nascimento
da sua filha Bárbara.
Corpos Gerentes:
vamos entrar no ano em que haverá eleições para novos corpos gerentes da Comissão, pelo que se apela aos nossos sócios que apresentem listas concorrentes na próxima assembleia-geral.
Este poste de iluminação precisa de uma lâmpada nova.
Quando este poste funcionava,a dificuldade em descer os degraus das duas escadas laterais,era já deficitária pela fraca iluminação,veja-se agora sem luz alguma,é um autentico precipício e a segurança das pessoas que vivem junto a este Largo!...
É escuro como breu!...será necessário que haja algum acidente grave, provocando vitimas?
Para que os serviços competentes despertem para este assunto?
Senhores da Edil, da E.D.P. ou lá quem tem a seu cargo estes serviços, que são também de segurança pública,se por mero acaso visitarem este espaço façam o favor de tomarem as devidas providências.
As gentes da aldeia do Esporão já fizeram diversos pedidos, a resposta é que pode demorar dez dias a substituição da lâmpada,já vamos com 60 (SESSENTA DIAS,È MUITO TEMPO)
Por ventura os nossos impostos e taxas cobradas não chegam para pagar a colocação de uma simples lâmpada!?...
Se há reparos bons captados pela objectiva,não será este o caso, pois é muito triste e mau este reparo de hoje.
De 27 de Novembro a 6 de Janeiro, poderá fazer as suas compras de Natal numa Loja Aldeias do Xisto em pleno Chiado, em Lisboa. Uma iniciativa da Associação de Valorização do Chiado, a que as Aldeias do Xisto e a sua Loja de Lisboa se associaram.
Num espaço próprio, na rua Garret, poderá encontrar o que a Região Centro tem de melhor para oferecer, através dos produtos seleccionados das Lojas Aldeias do Xisto.
Venha descobrir a magia de produtos artesanais genuínos, mas também a criatividade de consagrados artistas e designers nacionais e internacionais.
Ofereça uma prenda de Natal única e diferenciadora.
O programa do Natal no Chiado, conta, além do alargamento conjunto de horários nos estabelecimentos comerciais desta zona, também com alguns eventos de animação.
Num universo de cerca de sete dezenas de confrarias gastronómicas surgiu ontem, em Cadafaz, aquela que pretende divulgar o "casamento perfeito" entre os sabores do cabrito e da castanha.
Com tantas confrarias gastronómicas a nascer todos os anos em Portugal, pelo menos até ontem, ainda não tinha surgido uma para, expressamente, defender os valores culinários da castanha e das suas diversas aplicações na cozinha. Sendo uma semente (que germina dentro do ouriço, fruto do castanheiro), a castanha tornou-se uma marca do Outono em Portugal, cujo momento alto é o Dia de São Martinho, que se celebra amanhã. Nem de propósito, para assinalar a data,teve ontem lugar a assinatura de constituição formal da Confraria do Cabrito e da Castanha da Serra do Ceira.
Por iniciativa de Casimiro Vicente, presidente da Junta de Freguesia de Cadafaz, concelho de Góis, a ideia de constituir esta instituição é um projecto que tem vindo a "cozer em banho- –maria há quatro anos". Juntando os dois ingredientes na mesma refeição, o objectivo é apresentar o cabrito como prato principal e as castanhas como sobremesa.
Rebanho comunitário
fornecerá a carne
O projecto pretende ser muito mais abrangente. A aposta passa pela constituição de um rebanho comunitário de gado caprino jovem que será pastoreado de acordo com novas técnicas, utilizando vedações amovíveis que preservam as diversas parcelas de pasto que vão sendo ocupadas sucessivamente ao longo de 40 hectares de um terreno já sinalizado na freguesia. Será garantia de proveniência da carne, mesmo que ainda não tenha sido possível obter a certificação do cabrito da região, processo despoletado há dois anos pela Associação de Desenvolvimento Integrado da Beira Serra (Adiber), com sede em Góis. "Até agora ainda não houve qualquer resposta a esta pretensão", lamentou a presidente da autarquia, Lurdes Castanheira. "A proveniência da carne do cabrito será um ponto fundamental para a confraria; não se pode fazer com cabritos vendidos na Makro, por muito boa que seja a sua qualidade", refere a autarca, defendendo "a necessidade de reinvestir na caprinicultura, o que vai promover novos postos de trabalho e, até, ocupação dos terrenos da serra como forma de controlar os incêndios florestais".
É com imenso gosto e estima que a Comissão de Melhoramentos dos Povorais, vem por este meio, como têm sido nosso timbre, promover nova iniciativa de confraternização entre todos os nossos amigos.
Neste sentido, informamos que no próximo dia 14 de Novembro de 2009 pelas 16 horas vamos efectuar um belo "Magusto" , na residência do nossa associada D. Lucilia Henriques Alves sita na:
Rua da Figueira Lote 87 – Casal do Bispo 1675 – 852 Famões.
Teremos castanha da nossa terra e não faltará a gostosa Água-pé.
Contamos consigo e com os vossos amigos para um belo convivo.
Sem mais de momento, subscrevemo-nos com saudações regionalistas,
O incêndio que hoje de madrugada atingiu uma colectividade em Lisboa ficou extinto cerca das 09:00, disse à Lusa o comandante do Regimento dos Sapadores Bombeiros de Lisboa. De acordo com o comandante dos bombeiros, o incêndio "destruiu por completo" a cozinha e o bar da Casa da Comarca de Arganil, situada na Rua da Fé, 23, em Lisboa.
A colectividade está situada num primeiro andar de um prédio de dois pisos, mas, de acordo com o comandante dos Sapadores, o fogo nunca esteve na iminência de alastrar a outras habitações.
Face ao recente anuncio, por parte do Sr. Secretário de Estado das Obras Publicas, de que a adjudicação da Concessão do Pinhal Interior irá ocorrer muito em breve, expresso a minha congratulação por estar a ser dado mais um importante passo no sentido da concretização de uma obra imprescindível para que se abram novas perspectivas para o desenvolvimento do Concelho de Arganil e de toda a Região do Pinhal.
Com efeito, a inclusão nesta Concessão do novo traçado da E.N. 342 entre Lousã – Góis – Arganil – Coja – IC6, é mais um sinal evidente de que os compromissos assumidos pelo Dr. Paulo Campos, estão a ser cumpridos e a demonstração clara de que o Governo do PS, quer continuar a deixar uma marca de solidariedade e de promoção da coesão territorial do País, ao dar um significativo contributo para acabar com o isolamento a que este território estava condenado há muitos anos.
Saúdo o Sr. Secretário de Estado das Obras Publicas pela sua coragem em assumir como prioritária a concretização deste importante investimento, anseio antigo destas populações, fundamental para a afirmação do potencial económico e social deste Território, para o que igualmente contribuem as obras de continuação do IC6 até Oliveira do Hospital, fazendo-nos sentir que também somos cidadãos de pleno direito deste País.
Entretanto encontra-se em discussão publica o Estudo de Avaliação do Impacto Ambiental do novo traçado da EN 342 que pela sua importância deve merecer a melhor das atenções de todos os Arganilenses, já que terá de ser definido o corredor principal deste traçado junto à Vila de Arganil, entre as várias opções que estão em proposta.
É tempo de castanha e mel. E o mel é do Joaquim, puro, amarelinho.
No passado fim-de-semana andei a apanhar castanhas com os meus tios. Não havia frio, nem um ventinho a correr. Apenas o ar quente, deste Outubro estranho.
Lá partimos depois de almoço, pela graça de procurar castanhas entre ouriços (que picam, ai se picam). Os castanheiros, de altura média, lá estavam á nossa espera. As castanhas também, que sorte. Mas aqui e ali encontrámos vestígios de cascas… os animais também gostam!
Contou-me a minha tia que antigamente a minha avó e os seus irmão herdaram alguns “soitos” (soutos). Resultava que, por serem vários os filhos, tinham que dividir os terrenos entre si.
Assim lá iam buscar o seu “quinhão” ao Soito Enladeirado e ao Soito do Munho.
Sendo, como sabem, os nossos terrenos inclinados (lá está a razão do nome do primeiro ser enladeirado), tinham que haver estratégias para a retenção do fruto.
Assim criavam-se “combaros” na ladeira e quando caíam as castanhas ficavam ali presas. A terra por baixo das árvores era limpa, e raspada, de forma a facilitar a apanha. E eram criados aquelas pequenas “barragens” de forma a reter ouriços e castanhas. Fim da história… Bem fim da história não! Trouxemos algumas castanhas, valeu a experiência e … esperamos os próximos capítulos.
Ou seja, castanha assada, sopa de castanhas… hummmmm!
Com a apresentação do livro “80 anos ao Serviço do Regionalismo”, da autoria de Adriano Pacheco, a Sociedade de Melhoramentos de Roda Cimeira deu por encerrada a comemoração de oito décadas de história.
O evento realizou-se na Casa de Convívio da aldeia, no passado dia 31, véspera de comemorar 81 anos, tendo sido a ocasião foi aproveitada para a atribuição de diplomas de sócio honorário e benemérito a figuras que se distinguiram em prol do desenvolvimento de Roda Cimeira.
Durante a cerimónia, o presidente da direcção, Jaime Carmo, recordou o passado da colectividade, a mais antiga do concelho de Góis, e os seus dirigentes, pois foi graças ao seu trabalho que o nome da aldeia se tornou mais conhecido. Os momentos principais da sua história, disse ficarão inscritos na memória graças ao trabalho de pesquisa e recolha de Adriano Pacheco por isso, concluiu, “o livro é pequeno mas é grande – tem 80 anos”.
Em nome da Assembleia Municipal de Góis, falou Jaime Garcia, por impedimento do presidente daquele órgão autárquico. Realçou que as atribuições do Regionalismo do novo século não lhe retiram a importância – além de promoverem acções de âmbito cultural e recreativo, são os interlocutores entre as povoações e as autarquias e, no caso de Góis em que a desertificação alastra, compete-lhes, ao lado do poder local, ajudar a “manter o laço efectivo com as populações”.
O autor Adriano Pacheco, já com inúmeras obras de ficção publicadas, falou sobre o trabalho de investigação desenvolvido e agora reunido nesta publicação, “valeu a pena as horas despendidas”, concluiu. O que o incentivou a realizar a pesquisa e a escrever os seus resultados, disse Adriano Pacheco, foi o sentir a necessidade de contribuir para que a história não caia no esquecimento “traduzida em palavras e símbolos, para a posteridade” pois ela revela uma luta, como os seus desânimos e conquistas, afirmou.
Também a Presidente da Câmara Municipal de Góis, Lurdes Castanheira, teceu elogios ao trabalho do autor, “é o testemunho que as pessoas sabem honrar os que trabalham e têm memória”. Recordou o seu percurso pessoal que lhe deu um conhecimento desta aldeia, “Na roda Cimeira ainda há abandono e estas aldeias não podem ficar abandonadas”, concluiu e afirmou o seu desejo que o serviço social ali seja retomado.
De seguida, o presidente da direcção apresentou as pessoas que foram nomeadas para a qualidade de sócios honorários e beneméritos pela Assembleia Geral, depois de proposta da direcção. “Há dez anos que não se atribuíam estes títulos”, confirmou, “pelo que estava no momento de realçar os que merecem”, marcando a intenção com entrega de diplomas.
Assim indicou para sócios honorários: João Lopes Simões, Acácio Baeta Henriques, Jaime de Almeida, Artur Vítor, Jaime Barata, Armando Barata Simões, João Maurício Henriques, João Lopes Cascalheiro, Libânio Simões de Oliveira, Salvador Nobre.
Foram nomeados sócios beneméritos: António Neves Barata Lima, que foi proprietário de um moinho que muito trabalhou para a povoação e que a direcção da Sociedade gostaria de ver restaurado; o casal, Engº António Moreira Padrão e a srª D. Beatriz Rebelo Moreira Padrão, pois foi graças à doação de um terreno que se pode ter hoje, junto à Ribeira de Sinhel, uma piscina com amplo espaço de lazer.
A vila de Góis acolhe mais uma vez, no dia 1 de Novembro, a Feira dos Santos do Mel e da Castanha, iniciativa que se inicia pelas 7 horas prolongando-se até às 18 horas, no Parque de Lazer do Baião.
Este certame visa promover os produtos locais e regionais, com destaque para o Mel com DOP [Denominação de Origem Protegida] - Mel da Serra da Lousã e os frutos secos, sendo que a organização irá promover durante este dia o concurso de Doces/Bolos [confeccionados à base de mel e ou frutos secos], bem como o II Concurso de “Mel da Serra da Lousã”.
A Feira contará com a animação dos Ranchos Folclóricos “As Sachadeiras da Várzea” e “Rancho Folclórico Serra do Ceira”, o “Grupo de Concertinas de Góis” e a realização do VII Torneio da Malha Inter-Colectividades, culminando com o Tradicional Magusto. in www.rcarganil.com
Os Penedos de Góis são uma serra escarpada, em plena Serra da Lousã, que formou desníveis únicos, com quedas de água e ribeiras impetuosas. Um local deslumbrante com miradouros sobre a paisagem beirã. Trata-se portanto de um caminhada de ascensão, por encostas inóspitas e de declives acentuados, ao ponto mais alto do concelho de Góis (1048m), pelo que se exige alguma resistência por parte dos participantes.
Local de encontro: Esporão (Góis), junto às bombas de gasolina, às 9h30. Duração: cerca de 4/5h. Preço: 10€/pax Inclui guias e seguro.
Para inscrições e informações:
Bairro de S. Paulo, 2, 3330-304 GÓIS
tel / fax 235 778 938
telem 966 217 787
mail geral@transserrano.com
Uma estória sobre um tema que nunca referi. Novas tecnologias e os seus imbróglios.
Vamos para a Serra da Lousã. Mais propriamente para Cerdeira. Foi em Setembro. Parece uma cantiga, mas não. Já partilhei por aqui diversos momentos com fotos e estórias. Todos os anos, desde a existência de telélés nas nossas mãos, que esta estória se repete. Este ano duplicou por causa dum computador de colinho, ou seja, um portátil, ou seja um laptop.
É quase impossível aceder a uma qualquer rede de telemóvel. Mesmo assim, para o laptop, disseram-nos ser a TMN um pouco mais ampla na sua emissão. Por isso, dirigi-mo-nos a uma loja em Góis para confirmar o que nos tinham dito: a TMN é a rede que melhor se apanha para estas bandas. Mas só cá por baixo, lá em cima não vai conseguir.
Estamos na Beira Baixa, Concelho de Góis, a cerca de 800 m de altitude. A meio do País. Estamos numa encosta, em frente a um Penedo a 1048m de altitude. Por detrás do Penedo, situa-se o Trevim a 1205m de altitude e tem nas suas imediações uma pista de aviação utilizada de Verão para combate aos fogos florestais e uma bela vista sobre a vila da Lousã e sobre o *meu* calhau.
Nem o laptop, oferta de aniversário de Marido este ano ;) nem o telemóvel de novíssima geração, na apregoada e actualíssima era das comunicações funcionam. Levei-o comigo, qual cachopa feliz pela prenda, mas apenas me serviu de máquina de escrever e de álbum fotográfico. É ridículo, é uma brincadeira. Só pode ser. É ausente qualquer ponto de cobertura de Internet.
Leio: é preciso reforçar a importância das novas tecnologias para combater as assimetrias regionais ... Wi-Fi com inauguração e tudo, mas Só em Góis!? Imagino-me na casinha, no cimo da Serra. Marido! Leva-me a Góis. Vou estar um bocadinho na NET. E lá vou eu carregada com o laptop, de carro com motorista que eu não tenho carta de condução, fazer mais de duas dezenas de quilómetros (há o ir e o regressar) para usufruir da Wi-Fi desde que tenha acesso wireless, que deve ter por ser recente, não sei e demonstro a minha ignorância. Vai decerto haver um banco para me sentar, lá no Largo. Ponho o portátil ao colo e abro o browser. Depois escrevo não sei o quê e o login é coimbradigital@ptwifi.pt, a password é hotspot, mas isto depois hei-de aprender. Mando o motorista às favas e fico ali, se tiver sorte e for uma das 22 que acede. E já está. Fácil, né? E os Magalhães senhores, e os Magalhães? Depois volto para casa, no carro com motorista.
Voltando aos telélés, só posso sorrir, se não dá mesmo vontade de chorar por sentir uma raiva desgraçada a brotar-me do peito. É complicado sabem? Quando a noite vem e não pensamos sair de casa, está na hora de ouvir a voz da família que não está connosco. Como não temos a PT instalada na casa da Serra - só para férias? era só o que faltava, paga-se um balúrdio - então comunicamos como? Através da rede móvel. Claro. E pego no telélé que esteve a carregar mudo e quedo. Como sou uma pequena dada a raivas mas ocasionais e rápidas - só de pensar sorrio - tenho de sair para a rua. Imaginem-me no pátio lá de casa, ou a andar rua acima rua abaixo com o telélé na mão e braço no ar, dando uma volta lenta de 360 graus, umas vezes apontando o Penedo, outras a Pena, outras o Vale Torto, outras para a Póvoa e outras ainda a Estrada de Santiago ou Via Láctea. Parece que estou a calcular a latitude e a longitude do lugar ou a tentar contactar a mãe do E.T., mas não. Só ando à procura da rede da TMN para ligar cá para dentro do Planeta Terra. Ah e caminho sem poder olhar o que piso que pode acontecer ser um sapinho-príncipe, uma aranha, um grilo, uma(s) caganita(s) de cabra, eu sei lá mais o quê. E as melgas e outros sanguinários insectos noctívagos? É cada baba. E depois, se aparecem um ou dois risquinhos azuis já dá para ligar, aqui tem, grito, que bom, mas logo que baixo o braço, lá se vão. E se não se vão toda a gente do Lugar ouve o que dizemos, porque o altifalante tem de estar ligado "Olá, tudo bem?" ... um atraso de vida, como diz a minha santinha. Só assistindo às cenas.
Chateia-me ter concluído só em Góis conseguir ligar-me à NET, quando estou no cimo da Serra. E a caminho, enquanto a descemos ir fazendo telefonemas mas com algum receio de na curva seguinte, a chamada cair e eu ficar a falar para o boneco. Já aconteceu.
Mas está tudo bem. Temos Sol em Outubro, temos água nas torneiras, não temos guerras nem outras coisitas más.
Meus senhores das redes móveis TMN, Vodafone e Optimus, dá para espalhar mais antenas pelas franjas da Serra da Lousã?
O Penedo imforma os seus visitantes, que desde sábado passado a estrada que dá acesso aos Penedos de Gois na zona compreendida entre " a Casa do Guarda (Espinho) e os Aguchos ,entroncamento de estradas para o S.António da Neve,os Povorais e os Penedos se encontra alcatroada, com um tapete novo, sendo assim possivel transitar ,com melhor acesso a estes locais.
Lurdes Castanheira (PS) foi eleita hoje para a presidência da Câmara Municipal de Góis, sucedendo ao seu camarada José Girão Vitorino. Os três primeiros candidatos a vereadores pelo PSD tinham sido autarcas eleitos pelo PS.
Lurdes Castanheira passa a ser, assim, a segunda mulher presidente de Câmara
no distrito de Coimbra, a outra é a social-democrata Fátima Ramos em Miranda do Corvo.
Maria de Lurdes de Oliveira Castanheira – PS
Diamantino Jorge Simões Garcia – PSD
José Alberto Domingos Rodrigues – PS
Maria Helena Antunes Barata Moniz – PSD
Mário Barata Garcia – PS
As alterações ao código da estrada abaixo identificadas entraram em vigor. Por isso, a partir deste fim-de-semana, há que parar em todos os STOP, nada de andar de trotinete em cima dos passeios, e retirar a placa de 'procuro novo dono' do automóvel. Atenção ao pagamento imediato das coimas (bem como das atrasadas).
VELOCIDADE
Sempre que exista grande intensidade de trânsito, o condutor deve circular com velocidade especialmente moderada. Caso não o faça cometerá uma contra-ordenação grave. ( Art.ºs 25.º e 145.º )
A velocidade mínima nas auto-estradas passa de 40 para 50 km/h . (Art.º 27.º )
A sanção pelo excesso de velocidade é agravada e distinta quando ocorra dentro ou fora da localidade.
Assim:
Automóveis ligeiros, motociclos
Excesso de velocidade Coima Contra-Ordenação
Dentro das localidades
Até 20 km/h60 a 300 eurosLeve
20 a 40 km/h120 a 600 eurosGrave
40 a 60 km/h300 a 1.500 eurosMuito Grave
Mais de 60 km/h500 a 2.500 eurosMuito Grave
Fora
das
LocalidadesAté 30 km/h60 a 300 eurosLeve
30 a 60 km/h120 a 600 eurosGrave
60 a 80 km/h300 a 1.500 eurosMuito Grave
Mais de 80 km/h500 a 2.500 eurosMuito Grave
Automóveis pesados
Excesso de velocidade Coima Contra-Ordenação
Dentro
das
Localidades
Até 10 km/h60 a 300 eurosLeve
10 a 20 km/h120 a 600 eurosGrave
20 a 40 km/h300 a 1.500 eurosMuito Grave
Mais de 40 km/h500 a 2.500 eurosMuito Grave
Fora
das
Localidades
Até 20 km/h60 a 300 eurosLeve
20 a 40 km/h120 a 600 eurosGrave
40 a 60 km/h300 a 1.500 eurosMuito Grave
Mais de 60 km/h500 a 2.500 eurosMuito Gra
PLACAS COLOCADAS NO EIXO DA FAIXA DE RODAGEM
Para efeitos de mudança de direcção deixa de existir o conceito de placa de forma triangular. Assim, qualquer placa situada no eixo da faixa de rodagem deve ser contornada pela direita. Contudo, se estas se encontrarem numa via de sentido único, ou na parte da faixa de rodagem afecta a um só sentido, podem ser contornadas pela esquerda ou pela direita, conforme for mais conveniente. ( Art.º 16.º )
ROTUNDAS
Nas rotundas, situadas dentro ou fora das localidades, o condutor deve escolher a via de trânsito mais conveniente ao seu destino. ( Art.º 14.º )
Os condutores de veículos a motor que pretendam entrar numa rotunda passam a ter de ceder a passagem aos condutores de velocípedes, de veículos de tracção animal e de animais que nela circulem. ( Art.ºs 31.º e 32.º )
Os condutores que circulam nas rotundas deixam de estar obrigados a ceder passagem aos eléctricos que nelas pretendam entrar. ( Art.º 32.º )
Passa a ser proibido parar ou estacionar menos de 5 metros , para um e outro lado, das rotundas e no interior das mesmas. ( Art.º 49.º )
ULTRAPASSAGEM
A ultrapassagem de veículo pelo lado direito passa a ser sancionada com coima de 250 a 1.250 euros. ( Art.º 36.º )
PARAGEM E ESTACIONAMENTO
Passa a ser proibido parar e estacionar a menos de 25 metros antes e 5 metros depois dos sinais de paragem dos veículos de transporte colectivo de passageiros - autocarros. ( Art.º 49.º )
Passa a ser proibido parar e estacionar a menos de 6 metros antes dos sinais de paragem dos veículos de transporte colectivo de passageiros que circulem sobre carris - eléctricos. ( Art.º 49.º )
O estacionamento de veículos ostentando qualquer informação com vista à sua transacção (ex: vende-se, procuro novo dono, n.º de telemóvel, entre outros), é proibido e considerado abusivo, pelo que este será rebocado. ( Art.ºs 50.º e 163.º )
A paragem e o estacionamento nas passagens assinaladas para a travessia de peões (passadeiras) passa a ser considerado contra-ordenação grave. ( Art.º 145.º )
TRANSPORTE DE CRIANÇAS
As crianças com menos de 12 anos de idade e menos de 150 cm de altura devem ser transportadas sempre no banco de trás e são obrigadas a utilizar sistemas de retenção adequados ao seu tamanho e peso - cadeirinhas. ( Art.º 55.º )
É permitido o transporte de crianças com menos de 3 anos no banco da frente desde que se utilize sistema de retenção virado para a retaguarda e o airbag do lado do passageiro se encontre desactivado. ( Art.º 55.º )
Nos automóveis que não estejam equipados com cintos de segurança é proibido o transporte de crianças com menos de 3 anos. ( Art.º 55.º )
A infracção a qualquer das disposições referidas nos pontos anteriores é sancionada com coima de 120 a 600 euros por cada criança transportada indevidamente. ( Art.º 55.º )
O transporte de menores ou ininputáveis sem cinto de segurança passa a ser considerado contra-ordenação grave. ( Art.º 145.º )
ARREMESSO DE OBJECTOS PARA O EXTERIOR DO VEÍCULO
O arremesso de qualquer objecto para o exterior do veículo passa a ser sancionado com coima de 60 a 300 euros. ( Art.º 79.º ) - Atenção às beatas, charutos e outros cigarros que devem ser apagados nos respectivos cinzeiros dos carros
TROTINETAS COM MOTOR
Os condutores de trotinetas com motor, um brinquedo que hoje se adquire em qualquer supermercado, têm de usar capacete devidamente ajustado e apertado. ( Art.º 82.º )
O trânsito destes veículos não é equiparado ao trânsito de peões, pelo que não podem circular nos passeios. ( Art.º 104.º )
Para as restantes disposições do Código da Estrada, estes veículos são equiparados a velocípedes. (Art.º 112.º )
USO DE TELEMÓVEL DURANTE A CONDUÇÃO
A utilização de telemóvel durante a condução, só é permitida se for utilizado auricular ou sistema alta voz que não implique manuseamento continuado. A infracção a esta disposição é sancionada com coima de 120 a 600 euros e passa a ser considerada contra-ordenação grave. ( Art.ºs 84.º e 145.º )
TRIÂNGULO DE PRÉ-SINALIZAÇÃO E COLETE RETRORREFLECTOR
Passa a ser obrigatório colocar o triângulo de pré-sinalização de perigo (a pelo menos 30 metros do veículo, de forma a ser visível a, pelo menos, 100 metros ) sempre que o veículo fique imobilizado na faixa de rodagem ou na berma ou nestas tenha deixado cair carga. ( Art.º 88.º )
Todos os veículos a motor (excepto os de 2 ou 3 rodas, os motocultivadores e os quadriciclos sem caixa) têm de estar equipados com um colecte retrorreflector, de modelo aprovado. ( Art.º 88.º )
Nas situações em que é obrigatório o uso do sinal de pré-sinalização de perigo, quem proceder à sua colocação, à reparação do veículo ou à remoção da carga deve utilizar colete retrorreflector. A não utilização do colete é sancionada com coima de 120 a 600 euros. ( Art.º 88.º )
OUTRAS ALTERAÇÕES
Não parar perante o sinal de STOP, ou perante a luz vermelha de regulação do trânsito ou o desrespeito da obrigação de parar imposta pelos agentes fiscalizadores ou reguladores do trânsito, passa a ser considerada contra-ordenação muito grave. ( Art.º 146.º )
Pisar ou transpor uma linha longitudinal contínua que separa os sentidos de trânsito passa a ser considerada contra-ordenação muito grave. ( Art.º 146.º )
A condução sob influência do álcool, considerada em relatório médico, passa a ser considerada contra-ordenação muito grave. ( Art.º 146.º )
CLASSIFICAÇÃO DE VEÍCULOS
Passa a haver as categorias de triciclos e de velocípedes com motor. Para efeitos de circulação, os velocípedes com motor são equiparados a velocípedes. ( Art.ºs 107.º e 112.º )
Os quadriciclos passam a ser distinguidos entre ligeiros e pesados. A condução destes veículos passa a ficar dependente da titularidade de carta de condução. ( Art.º.s 107.º e 123.º )
TRANSFORMAÇÃO DE VEÍCULOS (TUNING)
É proibido o trânsito de veículos sem os sistemas, componentes ou acessórios com que foi aprovado, que utilize sistemas, componentes ou acessórios não aprovados, que tenha sido objecto de transformação não aprovada. As autoridades de fiscalização do trânsito, ou seus agentes, podem proceder à apreensão do veículo até que este seja aprovado em inspecção extraordinária, sendo o proprietário sancionado com coima de 250 a 1.250 euros. (Art.ºs 114.º, 115.º e 162.º )
INSPECÇÕES
Passam a realizar-se inspecções para verificação das características após acidente e inspecções na via pública para verificação das condições de manutenção. ( Art.º 116.º
REGIME PROBATÓRIO DA CARTA DE CONDUÇÃO
A carta de condução, emitida a favor de quem não se encontrava habilitado, passa a ser provisória pelo período de três anos. ( Art.º 122.º )
Acresce que os titulares de carta de condução das subcategorias A1 e/ou B1 voltam a estar sujeitos ao regime probatório quando obtiverem as categorias A e/ou B. Ou seja, nestas situações, a carta de condução é provisória duas vezes. ( Art.º 122.º )
A carta de condução provisória caduca se o seu titular for condenado pela prática de um crime rodoviário, de uma contra-ordenação muito grave ou de duas contra-ordenações graves. ( Art.º 130.º )
Os veículos conduzidos por titulares de carta de condução provisória têm de ostentar à retaguarda um dístico ('ovo estrelado') de modelo a definir em regulamento. ( Art.º 122.º )
SUBCATEGORIAS DE VEÍCULOS
São criadas as subcategorias B1, C1, C1+E, D1 e D1+E. Trata-se de veículos da mesma espécie, mas de dimensões mais reduzidas. ( Art.º 123.º )
Não existe precedência de habilitações, ou seja, não é necessário estar habilitado para a subcategoria C1 para obter a categoria C.
REQUISITOS PARA OBTENÇÃO DE CARTA DE CONDUÇÃO
Aos candidatos a condutores passa a ser exigido que saibam ler e escrever. (Art.º 126.º )
NOVOS EXAMES
Os condutores detectados a circularem em contramão nas auto-estradas ou vias equiparadas, bem como aqueles que sejam considerados dependentes de álcool ou drogas, serão submetidos a novos exames - médicos, psicológicos ou de condução. ( Art.º 129.º )
SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL
A circulação de veículo sem seguro de responsabilidade civil passa a ser sancionada com coima de 500 a 2.500 euros e a ser considerada contra-ordenação grave (aplicada ao proprietário do veículo). O veículo é apreendido pelas autoridades de fiscalização do trânsito ou seus agentes. ( Art.ºs 145.º, 150.º e 162.º )
PAGAMENTO VOLUNTÁRIO DA COIMA
O pagamento voluntário da coima passa a ser efectuado no acto da verificação da contra-ordenação, ou seja, o condutor terá de pagar a coima (pelo valor mínimo) ao agente que detecta a infracção e levanta o auto. ( Art.º 173.º )
Se o condutor não pretender efectuar o pagamento voluntário imediato da coima, deve prestar depósito, também imediatamente, de valor igual ao mínimo da coima prevista para a contra-ordenação praticada. Esse valor será devolvido se não houver lugar a condenação. ( Art.º 173.º )
Se o infractor não pagar a coima no momento, ou se não efectuar o depósito referido, o agente de autoridade apreende o título de condução, ou os títulos de identificação do veículo e de registo de propriedade, e emite uma guia de substituição, válida pelo tempo julgado necessário, e renovável até à conclusão do processo. Quando efectuar o pagamento, os documentos serão devolvidos ao condutor.
Esclarecimento da Ex-DGV:
Tendo em conta as disposições aplicáveis do Código da Estrada, na redacção que lhe foi conferida pelo Decreto-Lei nº 44/2005, de 23 de Fevereiro, constantes dos artºs 13º, nº 1; 14º, nºs 1 a 3; 15º, nº 1; 16º, nº 1; 21º; 25º; 31º, nº 1, c) e 43º e as definições referidas no artº 1º do mesmo Código, na circulação em rotundas os condutores devem adoptar o seguinte comportamento:
1- O condutor que pretende tomar a primeira saída da rotunda deve:
Ocupar, dentro da rotunda, a via da direita, sinalizando antecipadamente quando pretende sair.
2 - Se pretender tomar qualquer das outras saídas deve:
Ocupar, dentro da rotunda, a via de trânsito mais adequada em função da saída que vai utilizar (2ª saída = 2ª via; 3ª saída= 3ª via);
Aproximar-se progressivamente da via da direita;
Fazer sinal para a direita depois de passar a saída imediatamente anterior à que pretende uitilizar;
Mudar para a via de trânsito da direita antes da saída, sinalizando antecipadamente quando for sair.
Olá, boa tarde. Estou de visita a este sítio e assustei-me com o conteúdo dos comentários. Não podemos aceitar, jamais, que um parque eólico seja construído no nosso Penedo. Não sou contra os parques eólicos e por muito necessária que seja a implementação de energias renováveis, no nosso Penedo NÃO! À volta dele, há muito espaço. Para Norte, Sul e Nascente já existem eólicas. Para Poente, é só subir a estrada da Pena para as Aigras e Trevim e vão lá ver o espaço aberto que existe. E com maior altitude. Vão lá e estudem os acessos. Por favor, deixem o nosso calhau em paz. É isso que ele nos transmite - Paz.
Saudações amigas.
De Alberto Manuel Henriques Barata a 4 de Outubro de 2009 às 11:16
Sobre o tema, que se prende com a possibilidade de instalar EÓLICAS no penedo, entendo possuir alguma legitimidade e autoridade moral, para manifestar a minha opinião sobre este assunto.
De facto, tendo nascido na Póvoa da Cerdeira, a primeira visão que retive na minha mente, após os meus olhos terem passado a visionar tudo o que se encontrava ao meu redor foi, como é óbvio, o penedo.
Por outro lado, com 13 e 14 anos de idade, quantas vezes, bem cedo pela manhã, eu subi o penedo, passando pelo Vale Torto, Povorais até à Oitava, fazendo o mesmo percurso de forma inversa ao entardecer.
Nessa época participei também, na reflorestação de toda a zona, que envolve o penedo, após o mesmo ter sido objecto de incêndio no Verão de 1964.
Posto isto, entendo que se praticará um crime de natureza ambiental se, eventualmente, procederem à instalação de EÓLICAS no penedo de Góis.
Contudo, caso existam cidadãos disponíveis para trabalharem, eu acredito que sim, no sentido de evitarem a prática de tal crime, então há que encarar esta temática de forma séria.
Assim, primacialmente, é preciso saber qual a entidade ou entidades, poder central, ou poder local, com competência para decidirem sobre esta matéria.
Qual o papel a desempenhar pelas Organizações não governamentais de natureza ambiental, no sentido de se evitar o cometimento de mais um monstruoso atentado ambiental.
Embora longe do penedo, manter-me-ei atento ao desenrolar dos acontecimentos e sempre disponível para participar nas diligências necessárias e adequadas, conducentes à preservação do nosso penedo.
Este é um assunto muito mais importante que a maioria das pessoas possa imaginar.
1º Vejamos: se essas empresas efectivamente trazem alguma compensação monetária ao erário municipal, têm que me provar isso muito bem. Já temos parque eólicos a trabalhar à muitos anos e só vejo o erário a diminuir. Posso perguntar: onde está essa mais-valia?
2º jamais em tempo algum poderemos permitir a vandalização do maior monumento do nosso concelho.
Por mim, bem como toda a minha família, corroboramos a posição do anónimo de 30 Setembro, 2009 21:47, e sempre são mais uns cadáveres que terão que transpor.
Defenderei o penedo até com a vida de for necessário.
30 Setembro, 2009 23:43
Anónimo disse...
Apoiado!
Não permitiremos que isto aconteça.
Que levem os parques eólicos para o Rabadão que há lá muito espaço.
30 Setembro, 2009 23:52
Anónimo disse...
Esta informação merece ser esmiuçada.
A Câmara Municipal de Góis garantiu-me que não iria autorizar aerogeradores na cumeada dos Penedos de Góis, o que contradiz em absoluto o que é dito no "post". Alguém pode adiantar mais informações sobre este assunto?
Penso que as candidaturas aos órgãos autárquicos deveriam pronunciar-se, sem ambiguidades, sobre a seguinte questão: São a favor ou contra a implantação de um parque eólico num local proposto (por unanimidade) pela Assembleia Municipal de Góis a Monumento Natural Nacional?
Jaime Manuel F. Pinto
30 Setembro, 2009 23:52
Anónimo disse...
Caros concidadãos:
Para que se saiba, já há alguns anos que, ilegalmente, o executivo municipal de então autorizou a exploração duma pedreira nos Penedos de Góis. A muito custo, um conjunto de valorosos e corajosos Cidadãos, conseguiram forçar o seu encerramento.
Atá à presente data, a cicatriz dessa exploração continua aberta, e o local tornou-se num vazadouro de todo o tipo de lixo. Até aos dias de hoje, o responsável por tal autorização, ilegal, não foi punido pela justiça porque não lhe foi movida qualquer acção judicial, ou outra de base popular.
Caros concidadãos: é tempo de se cerrarem fileiras na defesa de tão raro e valioso património Municipal e Nacional. Estejamos atentos a negocitadas, sejam elas da Junta, dos Compartes ou da Câmara.
Desta vez, caros Concidadãos, que não fiquem impunes os culpados.
TÊM QUE PAGAR!
01 Outubro, 2009 09:19
Anónimo disse...
A ser verdade esta noticia, isso torna-se um atentado para o concelho de Góis.
Não vamos permitir que isso aconteça. Os Penedos são das paisagens mais BELAS que Góis tem.
Vamos (Sr. Politicos) é criar condiçoes dignas, para que os turisticas que nos visitam tenham maravilhas para ver. e não meia duzia de torres que desvirtua a paisagem.
Elas são importantes para o desenvolvimento, mas instaladas noutro Local apropiado, é coisa que não falta em Góis.
01 Outubro, 2009 10:08
Anónimo disse...
Muito bem,vamos exclarecer esta situação.
Anos já passaram e um Pres.Camara de Gois foi até Inglaterra de passeio,mais sua companheira ao abrigo de uma firma que queria montar um Parque eólico,lembram-se disto ?
02 Outubro, 2009 10:24
Anónimo disse...
Caros Goienses interessados por este assunto,
Como os esclarecimentos dignos de crédito têm sido poucos e os boatos muitos, informo que coloquei às duas principais candidaturas à Câmara M Góis a seguinte questão:
A V/ candidatura, caso ganhe as eleições e conquiste a presidência da Câmara Municipal de Góis, irá opor-se, ou não, à instalação de um parque eólico nas cumeadas dos Penedos de Góis?
Estou plenamente de acordo que se deve impedir tamanha afronta ao património. Pois se me é permitido sugiro que se faça um abaixo assinado a nível de todo Concelho, tendo as Ligas e as Comissões de Melhoramentos um papel importante, assim como o Concelho Regional da casa de Góis, para uma maior mobilização do povo góiense e não só. Fazer exposição ao poder local, Governador Civil de Coimbra e até levar o mesmo à nova assembleia da republica recentemente eleita.
A.Filpe
Infelizmente, não é só essa antena que irá estar no futuro nos nossos Penedos de Góis.
Segundo consta, foi dado parecer positivo para a instalação de Antenas Eólicas nos Penedos de Góis, por parte, Junta de Freguesia de Góis, e ainda mais grave, por parte da Câmara Municipal de Góis, em plena campanha autarquica.
Aguarda-se só o final das eleições para sua formalização.
Dever-se-á a todo o custo impedir mais este atentado no nosso património natural.
FP
Dia 25 (sexta-feira) 19:00 - Abertura do bar e quermesse ao som da aparelhagem sonora
22:00 - Actuação do duo "Tema" de Cantanhede
Dia 26 (sábado) 11:30 - Celebração da missa, na capela de S. Miguel
13:00 - Almoço de convívio
15:30 - Actuação do Rancho Juvenil da Casa do Povo de Arganil
16:30 - Jogos tradicionais
22:00 - Actuação do conjunto musical "Brinco'Baile" de Vila Nova de Paiva
Durante a noite será efectuado o sorteio das rifas.
O almoço constará de várias entradas e aperitivos, sopa de legumes, lombo de porco assado com guarnição, vinhos, água e sumos, sobremesas, café e digestivos.
O preço é de 14 euros.
Inscrições/contactos:
Olinda - 91 644 44 55; Isabel - 235 772 274 ou 96 677 22 37; Manuela - 91 922 98 33; Celeste - 96 660 71 36
Ou junto de qualquer membro da Direcção ou da Equipa de Gestão. in Jornal de Arganil, de 3/09/2009
Dia 1 - Sábado 9h - Abertura do Som Musical
15h - Abertura da Quermesse
15h - Gincana com Jogos Tradicionais
18h - Missa na nossa Capela, em honra da Nossa Sr.ª dos Milagres, seguida de procissão em volta da aldeia com cortejo de ofertas e leilão.
22h - Início do Baile com o conjunto "Os Bacanos"
Dia 2 - Domingo
9h - Reabertura do Som Musical
15h - Reabertura da Quermesse
15h - Torneio de Sueca e Dominó
22h - Início do Baile com o Conjunto "Psicose"
17.00 - Abertura da Festa com Aparelhagem Sonora Discosom de Mário Carvalho, de Vila Nova do Ceira;
20.00 - Abertura da Quermesse;
22.00 - Baile com o Grupo Musical Tema, de Cadima.
Dia 25 de Julho, Sábado:
10.00 - Abertura da Quermesse;
11.00 - Início dos Jogos Tradicionais;
15.00 - Missa na Casa de Convívio;
17.00 - Continuação dos Jogos Tradicionais;
22.00 - Baile com o Grupo Musical Big Banda, de Soure.
Dia 26 de Julho, Domingo:
13.00 - Almoço na Casa de Convívio com Ementa;
16.00 - Leilão de Ofertas;
17.00 - Entrega dos Prémios dos Jogos Tradicionais;
18.00 - Actuação dos Concertinistas Irmãos Baptista.
Para mais tarde recordar...
Encontro dos Povos Serranos da Serra da Lousa.
O convívio faz parte da festa no alto da serra...
in
http://www.youtube.com
JoaquimMartinsSilva
A Comissão de Melhoramentos dos Povorais e o Grupo Cultural e Recreativo dos Povorais informam os seus conterrâneos, sócios e amigos que foram informados pela Associação de Melhoramentos das Aigras, que a mesma não vai participar e organizar os XXXIV Jogos de Verão e os Jogos de Inverno.
A Comissão de Melhoramentos dos Povorais e o Grupo Cultural e Recreativo dos Povorais não podem deixar de lamentar tal atitude, uma vez que se trata dos XXXIV Jogos de Verão, iniciativa que nunca tinha sido interrompida ou cancelada.
Estes Jogos de Verão são um incentivo ao Regionalismo, à confraternização e a união entre as aldeias, e considerados como uma das melhores iniciativas levadas a cabo pelas aldeias participantes e que por diversas vezes foram elogiados pela Câmara Municipal de Góis e outras entidades.
Lamentando também a forma como a Comissão e o Grupo foram informados do cancelamento dos Jogos de Verão, com total desrespeito pelos regulamentos e pelas diversas povoações participantes, uma vez que a mesma foi feita por carta e com a agravante de ter sido efectivada a 18 de Maio passado, é deixado em aberto se alguma das povoações pretende assumir a realização dos Jogos, que para o efeito deve ser convocada uma reunião de delegados.
A Comissão de Melhoramentos dos Povorais e o Grupo Cultural e Recreativo dos Povorais lamentam ser os portadores de tal informação, mas até à data não foi verificado qualquer notícia na imprensa regional sobre o assunto. comissão de melhoramentos dos povorais,
Muito boa tarde.
Não o conheço mas desde já fica aqui os meus votos de parabéns pelo magnifico trabalho que tem feito neste seu blogue.
Devo ser de uma geração mais recente mas ficou e ficará para sempre na minha memória os tempos que passei nos anos que participei nos jogos de verão.
Era uma maneira de criar novos laços de amizade e só tenho pena que a minha aldeia que tanto admiro se tenha retirado,
e o motivo não ter sido por causa dos jovens que durante os jogos de futebol, onde se aquecia um bocadinho mais o ambiente.
Mas tive o previlegio que era só durante o jogo porque fiz muitos amigos.
De novo o meu muito obrigado e já agora sou um filho da CERDEIRA.
O postal diz tudo... recordação de Santo António da Neve, penso que de 1968... Foi enviado ao João Simões, quando se encontrava na tropa em África, pela familia.
Das povoações subiam a pé as familias, normalmente em grupo por aldeias (concelhos de Góis, Castanheira de Pera, Lousã). Levavam o farnel, que depois comiam nas encostas que rodeavam a Capela.
Iam também excursões em camionetas, como se vêem na fotografia/recordação. Hoje já lá vamos de carro, confortáveis. Mas a bem da verdade sabe bem comer lá o lanchinho.
Foi num dia tórrido de Verão que o "pequeno" Dr. José Faria foi a enterrar, pequeno em estatura mas enorme na bondade, enorme no sentido de estar e de ser na medicina, cuidou durante muitos anos de inúmeros doentes. Fazia amigos com facilidade e só esta terrível doença lhe retirou o que mais gostava - A VIDA.
Muitos Goienses assistiram ao funeral do até agora Director do Centro de Saúde, muitos colegas de longa data e profissionais que estão a trabalhar ou que já trabalharam ao seu lado no Centro Saúde, seus pacientes a quem dedicava sempre uma palavra de animo e de apoio na doença.
OBRIGADO POR TUDO DOUTOR FARIA, QUE A SUA MEMORIA PERDURE PARA SEMPRE E QUE GÓIS NÃO SE ESQUEÇA DE SI. Pedro Agostinho
À semelhança das festas das restantes freguesia do concelho, o evento foi um sucesso que encheu completamente a Casa de Concelho de conterrâneos e amigos de Góis.
Com dois autocarros, de dois andares, que se deslocaram do concelho e contando com aqueles que embora a morarem em Lisboa, não esquecem a sua terra Natal, a casa de Concelho, em Lisboa, recebeu um avultado número de presenças que partilharam saberes, experiências e recordações de Góis, numa festa que, para além de mostrar o artesanato, pintura e gastronomia local conseguiu animar todos com a sua boa música, tentando manter viva a chama do Regionalismo.
O evento, promovido pelo Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis, contou também com a organização da Junta de Freguesia de Góis na elaboração do programa que preencheu a animada tarde de Sábado.
O cenário era encantador, com as paredes preenchidas por belíssimas pinturas da autoria de: Sandra Gonçalves, Pedro Pinto, Manuel Rodrigues, Helena Bandeira (Lenita) e José Rocha Barros. Todos tiveram ainda a hipótese de apreciar e comprar produtos regionais de fabrico artesanal, elaborados pelos artesãos Olinda Tomás e José Joaquim Cerdeira.
Para dar início ao programa tomou a palavra o Dr. Luís Martins, presidente do Conselho Regional da Casa do Concelho que começou por agradecer a presença de todos, pedindo em seguida um minuto de silêncio pelo falecimento de mais um director da casa de Concelho: o saudoso Adelino Veiga, falecido no passado mês de Abril.
Fez um balanço das comemorações do 80.º aniversário do Regionalismo goiense, realizadas na Casa Concelhia e referiu que “nas cinco sessões comemorativas houve várias actuações no campo cultural”, acrescentando que se tentou “divulgar a nossa cultura, nos seus diversos âmbitos: a nível musical, folclore, gastronomia, artesanato,
pintura, escrita, etc.” e terminou agradecendo a todos os que colaboraram nos cinco eventos realizados.
Em representação da ADIBER, a Dr.ª Maria de Lurdes Castanheira agradeceu o convite, cumprimentou todos os presentes e manifestou o gosto com que a ADIBER sempre trabalhou com a Junta de Freguesia de Góis, que segundo acrescentou: tem à sua frente um presidente, Alberto Jorge Reis, que ao longo das últimas três décadas tem feito uma excelente gestão autárquica, elogiando também o trabalho dos que têm feito equipa com ele.
Lurdes Castanheira, saudou ainda a Casa do Concelho pelo evento realizado e pela forma como sempre souberam acolher os goienses e as suas instituições.
Neste “encontro de naturais e amigos da freguesia de Góis”, em seguida, tomou a palavra Graciano Rodrigues, em nome da Junta de Freguesia de Góis, que agradeceu a presença de todos e justificou a ausência da vereadora da cultura, Helena Moniz, que, conforme disse: “apesar de já estar em Lisboa teve que regressar a Góis de urgência, por motivo de falecimento de um familiar próximo”. Graciano acrescentou ainda o gosto que a vereadora teria em estar presente na festa da freguesia de Góis, muito em especial por ter sido a freguesia que a viu nascer e que escolheu para residir. A título de curiosidade Graciano lembrou ainda que Helena Moniz já foi presidente da Assembleia de Freguesia de Góis, cargo que desempenhou com todo o amor, disse.
Em nome da Junta de Freguesia, Graciano Rodrigues apresentou o programa a realizar ao longo da tarde.
Agradeceu aos pintores e artesãos que se disponibilizaram para expor os seus trabalhos e aos funcionários da Junta de Freguesia pela forma como colaboraram na realização da festa.
Fez ainda uma breve descrição das obras realizadas, nos últimos anos, pela Junta de Freguesia, evidenciando a vertente humana onde investiram fortemente no último mandato.
Em nome da Assembleia de Freguesia de Góis, Rui Miguel Catarino cumprimentou todos os presentes e passou a ler uma mensagem da presidente da Assembleia de Freguesia, Carla Sofia Moreira, na qual se notou nitidamente o amor que a Carla nutre pela sua terra e o gosto em dizer que é goiense, tentando transmitir aos presentes o “bichinho” de divulgar o concelho de Góis, no sentido de aproximar cada vez mais as pessoas da sua região, tentando colmatar a desertificação.
Seguiu-se o presidente da Direcção da Casa do Concelho, José Dias Santos, que, depois de cumprimentar a mesa, com uma saudação especial, dirigiu-se ao sócio número um da Casa de Concelho, Armando Gualter Nogueira. Agradeceu a presença de todas as pessoas que se deslocaram de Góis, para virem a uma casa que, conforme referiu: “é um cantinho de Góis em Lisboa”.
Em seguida, tomou a palavra o presidente da Assembleia Municipal de Góis, José António Pereira de Carvalho que começou por cumprimentar e saudar todos os goienses presentes, revendo entre eles “amigos de longa data, bem como todos aqueles que gostariam de estar presentes mas que o não puderam fazer pelos mais variados motivos”, disse, referindo também que se encerra com "Chave de Ouro" o ciclo de Festas das Freguesias do concelho.
Fez ainda referência às belezas naturais de Góis, aos muitos eventos ali realizados anualmente, assim como ao acolhimento dado a quem nos visita, “é terra de gente sã, ordeira e trabalhadora, sede das principais Entidades concelhias, como será o caso do Centro Social Rocha Barros, Santa Casa da Misericórdia de Góis, Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Góis, Associação Educativa e Recreativa de Góis, com as suas ramificações em sede de Banda e do Futebol, empresas de Faianças, de Alumínios, de Madeiras, entre muitas outras”, disse o edil aconselhando à visita de uma freguesia "Com Vida".
Fez também uma breve descrição do que foi apresentado ao longo das diversas festas das freguesias do concelho de Góis, afirmando que “por aqui foi apresentado o que de melhor existe na nossa região”.
Louvou o trabalho que a casa de Concelho de Góis tem desenvolvido, e mostrou-se convicto, que a Casa do Concelho deve ser encarada como um parceiro social, junto do poder local.
O presidente da Assembleia Municipal terminou com uma palavra de optimismo para os jovens, naturais ou oriundos do concelho de Góis, a quem saudou particularmente e incentivou a lutarem pelas suas convicções.
Marcaram também presença na mesa de abertura o sócio número um da Casa de Concelho, Armando Gualter Nogueira e o presidente da Junta de Freguesia de Góis, Alberto Jorge Reis.
Terminada a sessão de abertura, o programa continuou em torno do tema: “Desertificação - passado, presente e futuro”, que contou com uma apresentação de Graciano Rodrigues que
apresentou gráficos com o diagnóstico desde 1911 até 2001, do fenómeno da desertificação, nas diferentes freguesias do concelho de Góis.
Despovoamento e Regionalismo foi o tema abordado pelo Eng. João Nogueira Ramos, que fez uma abordagem dos diversos modos de povoar e despovoar, vendo o lado positivo do despovoamento que, no seu ponto de vista, acabou por também trazer coisas positivas para o concelho, reportando-se ainda para alguns factores que podem estar na origem do desenvolvimento de uma região.
Para fazer uma abordagem histórica de Góis e da sua génese, seguiu-se o Mestre João Simões que foi ao mais ínfimo do tema iniciando por apresentar como apareceu o planeta terra, falando dos mais remotos tempos da génese goiense e das diversas transformações até ao tempo actual.
Fez também uma alusão ao pelourinho, incitando para que este volte a ser colocado e falou ainda do grande potencial que tem o concelho de Góis.
Com o tempo muito curto para conseguir transmitir todos os seus conhecimento, alusivos ao tema, o Mestre João Simões encerrou “com chave de ouro” disponibilizando-se para partilhar o seu saber com quem se manifestar interessado.
Finda a sessão, seguiu-se a actuação da Orquestra Ligeira da Associação Educativa e Recreativa de Góis “Force Band”, onde os mais jovens elemento da Filarmónica de Góis mostraram os seus maravilhosos dotes musicais com uma fabulosa interpretação, que encerrou ao som da marcha de Góis “O Ceira Corre...”
Para terminar, bem à moda de Góis e todos puderem dar um “pezinho de dança” e cantarem ao desafio, subiram ao palco os acordeonistas Acácio Daniel Bandeira, de Cortecega e Luciano Neves Martins, da Folgosa.
No final de todo o programa seguiu-se um jantar volante, onde não faltaram as iguarias regionais e o bom vinho de Góis.
Folheto informativo dá a conhecer Fauna e Flora de Góis
No âmbito das comemorações do Dia Mundial do Ambiente, a Câmara Municipal de Góis procedeu ao lançamento de um folheto informativo, denominado de “Fauna e Flora do concelho de Góis”, com o objectivo de dar a conhecer a diversidade, “guiando o visitante numa viagem pelos meandros da natureza” e “vislumbrando espécies fantásticas, de fauna e flora, com interesse científico”. Tratando-se de um terrritório de montanha, atravessado pelo Rio Ceira, este município possui “características idílicas”, albergando um grande número de vertebrados e plantas.
Na Flora, predominam os cogumelos silvestres, carvalho-vermelho, azevinho, castanheiro, narcisos, orquídeas, medronheiro, esteva e salgueiro. Quanto à Fauna, existem os corços, veados, javalis, águia-de-asa-redonda, coruja das torres, guarda-rios, raposas, lontras, gatos bravos, morcegos, coelhos bravos, cobras, ouriços cacheiros, rãs, cigarras, entre outras espécies. Para além de dar a conhecer a Fauna e Flora típícas deste concelho, o folheto informativo apresenta algumas regras de conduta, de modo a que as pessoas, habitantes e visitantes, mantenham e preservem a biodiversidade e a qualidade do território natural.
Na apresentação deste folheto, que teve lugar no Posto de Turismo de Góis, o vice-presidente da autarquia lembrou que o Dia Mundial do Ambiente começou a ser comemorado em 1972, referenciando que o lema deste ano diz que “o seu planeta precisa de si, una-se para combater as alterações climáticas”. “Em Góis, tem sido uma preocupação preservar o ambiente”, garantiu Diamantino Garcia, reforçando que neste concelho “ainda temos boa qualidade de ambiente”.
Explicando que a Câmara Municipal já criou alguns folhetos deste género, nomeadamente sobre a zona histórica de Góis, o vice-presidente agradeceu o empenho de todas as pessoas que colaboraram para realizar este trabalho sobre a Fauna e a Flora do concelho. “Este documento fala da Fauna e Flora, no sentido de nós, goienses, sentirmos orgulho naquilo que temos”, alegou, contando que “vi aqui coisas curiosas como uma cigarra que nós ouvimos durante o verão a cantar nas carvalhas ou nos sobreiros”.
“Temos também as lontras e uma série de espécies que estão a desaparecer do nosso planeta e que aqui em Góis ainda temos”, realçou Diamantino Garcia, apelando para que “todos juntos preservamos aquilo que temos”, até porque “não vale a pena pensarmos que um dia recuperamos aquilo que estragamos”. Defendendo que é necessário “pensar nas gerações futuras”, o vice-presidente da Câmara de Góis reforçou a necessidade de “passar a mensagem de que aquilo que temos é uma coisa preciosa e irreversível”.
Nesta ocasião, Diamantino Garcia, e tendo em conta que no ano passado o Dia Mundial do Ambiente foi dedicado à problemática das camadas do ozono, anunciou que “a última viatura que se comprou para a autarquia é uma viatura híbrida”, uma vez que “ajuda a preservar o ambiente”. “A ideia era mostrar à população que com estes pequenos gestos podemos preservar o planeta”, acrescentou, revelando que o folheto sobre a Fauna e Flora agora lançado está “aberto a críticas”. “Aqui fica mais este trabalho da Câmara Municipal, pensando que com este bocadinho contribuimos para preservar este planeta que temos”, finalizou.
Refira-se que o concelho de Góis tem uma vasta área inserida na Serra da Lousã, possuindo cerca de 4540 hectares do território integrado na Rede Natura 2000. Esta é uma rede europeia de sítios protegidos que tem como propósito assegurar a biodiversidade, conservando e estabelecendo habitats naturais, plantas e animais selvagens, de modo a manter as características típicas dos locais.
in www.rcarganil.com
É de referir que o Design e as Fotografias são da autoria de Luis Ferreira Fotografia
Espero que gostem
A COMARCA suspende a sua publicação a partir do presente número, informação esta de tremenda responsabilidade visto que, ininterruptamente, se vinha publicando desde 1 de Janeiro de 1901.
Explicações encontram-se dadas num “Esclarecimento” da Gerência da Empresa, hoje também, publicado.
De facto, quem é honesto, dificilmente consegue vencer as dificuldades. Entrámos em processo de insolvência pelos motivos explicados e já conhecidos. Todavia não conseguimos reunir as condições necessárias que permitam manter em publicação o jornal. Aguardamos agora a decisão judicial que decorre daquele processo no Tribunal de Arganil, para depois se ver o que será possível fazer-se. Simultaneamente encerram também as instalações comerciais.
Os últimos tempos têm sido difíceis de controlar e os problemas agravar-se-iam se não fossem, de imediato, estancados.
Só com boas palavras, as quais agradecemos, não conseguimos vencer as “crises” que nos afectam. Desculpem-nos a sinceridade.
Desde a impossibilidade de recurso ao crédito, aos cortes das comunicações telefónicas, de fax, de Internet, tudo nos tem sido feito e para cúmulo nunca ninguém apareceu como negligente ou culpado. Também os CTT nos recusaram o envio de uma emissão do jornal, porque, unilateralmente e sem qualquer aviso prévio, declinaram o contrato existente. E não havia pagamentos em atraso!
Assim não é possível resistir. Infelizmente parece ser o País que temos...
Aos assinantes, que já pagaram a assinatura para além do semestre em curso, as nossas desculpas e a esperança de poder ainda vir a compensá-los.
Despedimo-nos até... esperamos que relativamente breve.
Cancelamento dos XXXIV Jogos de Verão a realizar nas Aigras, Comareira e Cerejeira
A Comissão de Melhoramentos dos Povorais e o Grupo Cultural e Recreativo dos Povorais informam os seus conterrâneos, sócios e amigos que foram informados pela Associação de Melhoramentos das Aigras, que a mesma não vai participar e organizar os XXXIV Jogos de Verão e os Jogos de Inverno.
A Comissão de Melhoramentos dos Povorais e o Grupo Cultural e Recreativo dos Povorais não podem deixar de lamentar tal atitude, uma vez que se trata dos XXXIV Jogos de Verão, iniciativa que nunca tinha sido interrompida ou cancelada.
Estes Jogos de Verão são um incentivo ao Regionalismo, à confraternização e a união entre as aldeias, e considerados como uma das melhores iniciativas levadas a cabo pelas aldeias participantes e que por diversas vezes foram elogiados pela Câmara Municipal de Góis e outras entidades.
Lamentando também a forma como a Comissão e o Grupo foram informados do cancelamento dos Jogos de Verão, com total desrespeito pelos regulamentos e pelas diversas povoações participantes, uma vez que a mesma foi feita por carta e com a agravante de ter sido efectivada a 18 de Maio passado, é deixado em aberto se alguma das povoações pretende assumir a realização dos Jogos, que para o efeito deve ser convocada uma reunião de delegados.
A Comissão de Melhoramentos dos Povorais e o Grupo Cultural e Recreativo dos Povorais lamentam ser os portadores de tal informação, mas até à data não foi verificado qualquer notícia na imprensa regional sobre o assunto. in A Comarca de Arganil, de 27/05/2009