Quarta-feira, 30 de Maio de 2012

I Almoço convívio-Esc.Prep.D. Luis da Silveira

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Segunda-feira, 28 de Maio de 2012

Requalificação da Praça da República. Góis

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PuraPoesia | arquitectura, planeamento & design

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A Praça da República conjuntamente com a Rua Conselheiro Dias Ferreira constituem uma referência histórica e cultural da Vila de Góis, encerrando memórias coletivas de valor para a identidade histórica e cultural da vila. Funcionando sempre como um espaço central, inicialmente sem pavimento (Séc. XIX), sendo posteriormente pavimentada com calçada à antiga portuguesa e calçada de granito, com o passar do tempo, viu introduzir-se novos elementos como uma fonte/candeeiro em ferro fundido e umas bombas de gasolina, entretanto retirados. O objetivo central da proposta consiste em transformar a Praça da República num espaço de referência, multifacetado, sustentável, marcante e moderno, que possibilite o lazer, o convívio e a estadia, por parte dos habitantes e visitantes de Góis. Conjuntamente com a Praça pretende-se transformar a Rua Conselheiro Dias Ferreira numa das mais importantes frentes comerciais do centro histórico de Góis, melhorando a dimensão dos passeios e a qualidade dos pavimentos. Em traços gerais pretende-se construir uma escadaria/esplanada junto ao antigo hospital de Góis, onde para além da plantação de uma oliveira, em frente à antiga Capela, se propõe a instalação de cinco jatos de água sincronizados e iluminados durante a noite. Relativamente ao estacionamento automóvel serão mantidos 6 lugares para automóveis ligeiros, 3 lugares para táxis e 1 lugar para pessoas com mobilidade condicionada. Apesar de não estar incluída na proposta deverá ser considerada a instalação de parquímetro nesta zona por forma a condicionar ainda mais a presença do automóvel neste “hall de entrada” da Vila de Góis. Na Rua Conselheiro Dias Ferreira, devido à pequena dimensão da estrada e dos passeios pedonais, é proposto a transformação da estrada para apenas um sentido de trânsito automóvel alternado, devendo ser colocados, dois semáforos de sinalização - um na praça e outro na Ponte Real, na margem esquerda do Rio Ceira. O mobiliário urbano existente deverá ser substituído por uma nova coleção com elementos homogéneos e de linhas mais contemporâneas, trazendo desta forma uma maior harmonia e contemporaneidade ao espaço. A rede de iluminação pública deverá ser substituída por uma nova, com menores exigências em consumos energéticos e maior qualidade estética. São igualmente propostos alguns projetores de pavimento para iluminação da fachada principal do antigo hospital de Góis e da fonte temática.A Praça da República conjuntamente com a Rua Conselheiro Dias Ferreira constituem uma referência histórica e cultural da Vila de Góis, encerrando memórias coletivas de valor para a identidade histórica e cultural da vila. Funcionando sempre como um espaço central, inicialmente sem pavimento (Séc. XIX), sendo posteriormente pavimentada com calçada à antiga portuguesa e calçada de granito, com o passar do tempo, viu introduzir-se novos elementos como uma fonte/candeeiro em ferro fundido e umas bombas de gasolina, entretanto retirados. O objetivo central da proposta consiste em transformar a Praça da República num espaço de referência, multifacetado, sustentável, marcante e moderno, que possibilite o lazer, o convívio e a estadia, por parte dos habitantes e visitantes de Góis. Conjuntamente com a Praça pretende-se transformar a Rua Conselheiro Dias Ferreira numa das mais importantes frentes comerciais do centro histórico de Góis, melhorando a dimensão dos passeios e a qualidade dos pavimentos. Em traços gerais pretende-se construir uma escadaria/esplanada junto ao antigo hospital de Góis, onde para além da plantação de uma oliveira, em frente à antiga Capela, se propõe a instalação de cinco jatos de água sincronizados e iluminados durante a noite. Relativamente ao estacionamento automóvel serão mantidos 6 lugares para automóveis ligeiros, 3 lugares para táxis e 1 lugar para pessoas com mobilidade condicionada. Apesar de não estar incluída na proposta deverá ser considerada a instalação de parquímetro nesta zona por forma a condicionar ainda mais a presença do automóvel neste “hall de entrada” da Vila de Góis. Na Rua Conselheiro Dias Ferreira, devido à pequena dimensão da estrada e dos passeios pedonais, é proposto a transformação da estrada para apenas um sentido de trânsito automóvel alternado, devendo ser colocados, dois semáforos de sinalização - um na praça e outro na Ponte Real, na margem esquerda do Rio Ceira. O mobiliário urbano existente deverá ser substituído por uma nova coleção com elementos homogéneos e de linhas mais contemporâneas, trazendo desta forma uma maior harmonia e contemporaneidade ao espaço. A rede de iluminação pública deverá ser substituída por uma nova, com menores exigências em consumos energéticos e maior qualidade estética. São igualmente propostos alguns projetores de pavimento para iluminação da fachada principal do antigo hospital de Góis e da fonte temática.

 

 

 

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Domingo, 27 de Maio de 2012

aigra nova

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Quinta-feira, 24 de Maio de 2012

“O Moço de Esquina” – 26 de Maio , Casa Concelho de Gois

 O livro "O Moço de Esquina" de Adriano Pacheco  será apresentado no dia 26 na Casa do Concelho de Góis.  15 h.

 

                                              

    fotos adriano.jpg   ccgois  azuleijo.JPG   

     Adriano Pacheco

 

São tantos beirões que deixaram as suas aldeias em busca duma vida melhor, tantos que ainda hoje não sabemos, nem fazemos ideia, de quantos foram e para onde foram mourejar, na esperança de erguerem uma vida digna, feita de trabalho, talvez aventura, com sucesso ou insucesso. Supostamente fazendo tudo aquilo que mais ninguém queria fazer, para sustentarem a sua família e arranjarem o “pé-de-meia” para acautelarem um futuro incerto.

 

Somos tantos os desenraizados que ao longo dos tempos se foram adaptando aos novos hábitos das regiões de acolhimento, num propósito de serem assimilados e de vencerem dificuldades que a vida lhes ia colocando no caminho, sempre com a melhor dos desempenhos e coragem perante adversidades que iam surgindo. Somos tantos que ainda estatística nenhuma, ou estudo, falou de nós como se fossemos mais uns tantos nesta terra de ninguém.

 

Continuamos a ser muitos os que agora habitam espaços citadinos, ou labutam na lezíria do Ribatejo, quem sabe se na planície do Alentejo, sentindo-se mais de lá do que de cá. De tal sorte, que sobre esta diáspora pouco conhecida, fora dos grandes estudos sociológicos que nos diga, tanto quanto possível, quantos deixaram a sua aldeia serrana, para onde foram, o que fizeram e o que são hoje nessa terra onde se encontrem. Somos tantos que mal poderemos fazer uma ideia, para já não falar dos descendentes de segundas e terceiras gerações. Mas estes, certamente, poderão ser encontrados nas universidades, nas autarquias, nas grandes empresas e até mesmo no seio dos governantes. O beirão é assim…

 

Curiosamente, ou talvez não, nos vários ramos de negócio e nas velhas profissões populares, típicas duma cidade milenar como Lisboa, ainda é possível encontrar-se resquícios bem vivos da passagem de conterrâneos que fizeram vida digna de registo nesta cidade: foram eles estivadores, bagageiros, marçanos, almeidas, engraxadores, cauteleiros, taxistas etc. Sobre os quais já se escreveu abundantemente ao longo destes anos de aprendiz de escriba.

 

Porém, ainda nos falta falar da mais típica e popular profissão das ruas da cidade de Lisboa a quem lhe chamavam “moço de esquina”, ou “moço de fretes”, actividade credenciada pela Câmara desta cidade, que apenas requeria alguma força muscular, esperteza, matreirice e toda a disponibilidade para ajudar a resolver problemas surgidos à última hora. Dentro em breve teremos um trabalho sobre este tema.

O seu proverbial conhecimento sobre as ruas e becos da cidade e a sua reconhecida figura de boné e corda ao ombro, são símbolos próprios desta velha profissão que já não existe. Nada, nem ninguém, sabia mais sobre a sociedade citadina do que este homem dotado de grande afabilidade e de boa disposição. A sua prosápia era de tal maneira contagiante que não deixava ninguém indiferente, nem sem resposta.

 

Estes homens de baixa estatura e de boas cores, eram todos, ou quase todos, dos concelhos de Góis, Arganil e de Pampilhosa da Serra, tanto quanto nos é dado conhecer e a vida nos ensinou.

 

 

Moço de Esquina

 


publicado por penedo às 12:58

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Quarta-feira, 23 de Maio de 2012

Inauguração do Campo de Futebol (requalificação ) de Gois

 

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cm-gois.pt

publicado por penedo às 16:25

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Terça-feira, 22 de Maio de 2012

Moços de fretes

Rua do Diário de Notícias - (Início do século XX) Foto Alberto Carlos Lima (Moços de fretes jogando à moeda) in AFML

 

in

http://aps-ruasdelisboacomhistria.blogspot.pt/

publicado por penedo às 17:03

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Moços de Esquina

Gente de Ádela trabalhando no duro em Lisboa como Moços de Esquina


Esta foto foi tirada nos anos trinta do século passado numa rua de Lisboa.
Os homens da serra vinham para a capital em busca de alguns tostões que escasseavam na terra e para isso tinam de se sujeitar a trabalhos duros.
Na foto, da esquerda para a direita: António Lourenço, Manuel Fortunato e Armando Domingues.
publicado por penedo às 10:58

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Sexta-feira, 18 de Maio de 2012

Espaços Museológicos do Concelho de Gois

CMGois

 

 

A Comemoração do  Dia internacional dos Museus foi instituído em 1977 pelo ICOM – Conselho internacional de Museus, anualmente é atribuída uma temática universal às comemorações. Em 2012 o tema é Museus num Mundo em Mudança: Novos Desafios, Novas Inspirações.

 

No âmbito das Comemorações do dia em apreço,  o Município de Góis,  celebra  o dia 18 de maio de 2012, com uma nova edição, uma vez que nesta noite todos os Espaços Museológicos do Concelho estarão  estarão abertos e disponíveis para visita em horário alargado, das 21h às 24h.

 

Mais se informa V/ Exª que, no âmbito desta iniciativa o Município de Góis remeteu informação ao ICOM Internacional, promovendo assim a iniciativa, informação que poderá encontrar  em Francês e Inglês, disponível na página http://network.icom.museum/imd2012/jim-2012/activites-2012/europe/L/2.html

 

Para mais informações poderá contatar o Serviço de Turismo e Ação Cultural, através do contacto telefónico 235 770 113 e/ou endereço eletrónico turismo@cm-gois.pt.

publicado por penedo às 00:05

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Sexta-feira, 11 de Maio de 2012

Mostra da Beira Serra na Assembleia da Republica promovida pela ADIBER

 

 

Mostra da Beira Serra na Assembleia da Republica promovida pela ADIBER

- Presidentes das Câmaras Municipais com Vice-Presidente da AR e Deputados Mário Ruivo e Mauricio Marques

 

 

 

in Facebok

Miguel Ventura

publicado por penedo às 23:17

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Terça-feira, 1 de Maio de 2012

Casa do Concelho de Góis (IV) – Futuro de Esperança

Fernando J. Bandeira da Cunha (Dr.*)

 

Se a constituição da Casa do Concelho de Góis em 1954 foi fruto da necessidade da existência de um espaço de elaboração de ideias que contribuíssem para o desenvolvimento do Concelho de Góis, já a aquisição e modernização da sua sede e a construção do Colégio de Góis, tornaram esta instituição economicamente autónoma, constituindo-se os seus sócios como o bem mais precioso.

80 Anos de Regionalismo se passaram com amplas histórias de iniciativas próprias e de colaboração com as instituições públicas e privadas e com o poder

autárquico executivo, sempre como missão o desenvolvimento do Concelho de Góis, génese da constituição da C. C. Góis, e que continua bem plasmado nos seus Estatutos.

A melhor prova de vida da C. C. Góis são os milhares de intervenções sociais que permitem uma informação fundamental interventiva nos órgãos autárquicos dos anseios das populações, as centenas de construções feitas pelas Comissões de Melhoramentos alavancando as suas aldeias ao sabor da modernidade possível e as dezenas de iniciativas culturais anuais que permitem mostrar a todos os goienses em Lisboa e em Góis a qualidade da nossa cultura bem inserida nas nossas raízes.

Prémio de toda esta vivência e intervenção social foi a atribuição da Medalha de Mérito pela Câmara Municipal de Góis em 14/07/1992 pelo “reconhecimento da obra altamente valiosa que tem realizado no campo regionalista e que na prática se tem traduzido pela contribuição dada na melhoria das condições de vida e do progresso das nossas terras“. Em 2011 o reconhecimento como parceiro social da Câmara Municipal de Góis, pela sua Presidente Dra. Lurdes Castanheira, pelas suas intervenções sociais. Em Dezembro de 2011 a dedicação e o esforço gracioso desenvolvido por todos os seus elementos, foi a C. C. Góis premiada na Gala Gestos Solidários, realizada pela Câmara Municipal de Góis, com o Prémio “Causa Associativa”, pretendendo-se homenagear, neste prémio, todas as instituições de direito privado do concelho, “louvar a entrega e dedicação dos seus dirigentes nesta e noutras reconhecidas causas em prol do concelho de Góis e suas gentes em particular as Comissões de Melhoramentos”. Em 31/03/2012 em Assembleia Geral da C. C. Góis, sob proposta da Direção, secundada pelo Conselho Regional e Presidente da Mesa foi dado um passo decisivo na consolidação da modernidade democrática ao ser aprovado por unanimidade e aclamação a autorização á Direção de em período eleitoral autárquico permitir reuniões de esclarecimento político na C. C. Góis aos partidos concorrentes no Concelho de Góis. 

A C. C. Góis é de facto atualmente uma incubadora de ideias e sua concretização, onde em todas as reuniões se encontram goienses que, independentemente de estratos sociais, profissões, sectores políticos ou credos, investem parte do seu tempo de lazer e de família, graciosamente, para pensarem comum, em Góis.

Se o Regionalismo é o gosto pelo desenvolvimento de uma região, então as Comissões de Melhoramentos constituem-se como a consciência das suas populações, suas necessidades e anseios em torno do Conselho Regional da C. C. Góis mais vocacionado para intervir nos assuntos de natureza global regional influenciando o poder autárquico executivo com a missão de alavancar o desenvolvimento integrado do Concelho de Góis.

Sejam quais forem as eventuais mudanças estruturais autárquicas, acompanhando a evolução dos tempos, estamos em crer que as Comissões de Melhoramentos, terão um amplo, importantíssimo e renovado papel no futuro na captação de fluxos financeiros para as suas populações englobando o seu trabalho no papel cada vez mais federativo do Conselho Regional.

A chamada de jovens goienses (que não se reveem nas tradicionais instituições autárquicas) para este trabalho é fundamental, preparando o futuro, galvanizando vontades, direcionando sinergias, estudando soluções de futuro que despertem todos para uma evolução criadora de emprego, factor fundamental para a fixação de jovens.

Pretendeu o Conselho Regional da C. C. Góis em 2011 dar um sinal de orgulho no passado e de esperança no futuro ao negociar com a Câmara Municipal da Figueira da Foz a entrega ao Concelho de Góis do Brasão de Armas de D. Luís da Silveira (Senhor de Góis). Peça única esculpida em granito, doada ao Município da Figueira da Foz pelo então Presidente da Câmara de Góis, Dr. Rui Nogueira Ramos e à muitos anos identificada a sua localização no Museu Municipal, pelo Mestre João Alves Simões. Recebendo a anuência da Câmara Municipal da Figueira da Foz de imediato passámos este assunto á Presidente da Câmara de Góis que está encetando todos os esforços legais para que a entrega desta peça histórica seja uma realidade no imediato.

Porquê esta iniciativa? Tão só porque, segundo a história, foi D. Luís da Silveira (1481-1534), Senhor de Góis, que mais desenvolveu a Vila de Góis e seus lugares. Nascido na corte em Lisboa, após uma vida de dedicação e êxitos militares e diplomáticos ao serviço de D. Manuel e D. João III, decide a certa altura pedir a el-rei a sua vinda para a sua propriedade de Góis, onde inicia um período sem paralelo de grande desenvolvimento.

Por este e outros motivos tenho a ousadia de o apontar como o 1º Regionalista de Góis, pois nascido e criado em Lisboa, vivendo mundo fora, nunca se esqueceu das suas raízes (16 gerações) bem implantadas em Góis ao ponto de tudo prescindir em favor do desenvolvimento das terras de Góis.

 Orgulhosos do passado regional, com vontade férrea de construírem o seu futuro pelas suas próprias mãos e senhores da sua vontade, encontramos atualmente em Góis muitos jovens que, vão despontando socialmente como verdadeiros talentos jovens do concelho que nos permitem ter confiança no futuro. Casos do Gonçalo Bandeira e do Diogo Ventura no Enduro, da Margarida Sampaio, vencedora do concurso de Jovens Tradutores, do Francisco Mourão, no Festival da Canção RTP, dos Campeões de Judo etc, etc.

Os mais recentes sinais de confiança na juventude foram dados também na C. C. Góis nas iniciativas efectuadas no ano de 2011, onde participaram dezenas de jovens goienses, alguns pela primeira vez na Casa, onde com o entusiasmo ativamente participaram na tarde de “Teatro” englobados nos 3 Grupos de teatro do Concelho: Grupo Projeto Expandir Oportunidades (Góis), Teatro Íris - Grupo de Teatro Juvenil do Projeto Escolhas de Futuro (Góis) e o Grupo de Teatro Geração Varzeense (V. N. Ceira) e na tarde de “Cantares” englobados no Grupo de Violas e Cantares de Vila Nova do Ceira, Grupo Coral da Associação Educativa e Recreativa de Góis e no Grupo Musical Informáticos e Companhia de Lisboa.

De futuro, novas e fundamentais iniciativas serão programadas, sempre com o pensamento nas novas gerações, com a pretensão de dar a entender que o termo Regionalismo não tem a carga que muitos lhe querem dar, porque embora conscientes de um passado histórico de dificuldades superadas, em que todos nos revemos e orgulhamos, Regionalista é tão só todo aquele que ama uma região ao ponto de pretender participar e influenciar na sua evolução qualitativa, deixando ás gerações seguintes um Concelho de Góis melhor do que aquele que herdámos. Este o Regionalismo do presente. Este o Regionalismo do futuro


                                                                                                                                      (*) Farmacêutico

 

 

 

 

publicado por penedo às 11:06

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O Cheiro que a Rosa tem





Video oficial e promocional do nosso 1º CD "O cheiro que a rosa tem" realizado pela Sofia Nazare Lima

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publicado por penedo às 10:41

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