Domingo, 20 de Janeiro de 2013

OS JOVENS E O REGIONALISMO

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    Adriano Pacheco

 

O evento recentemente ocorrido na Casa do C. de Góis veio, novamente, avivar este tema que de vez em quando salta para a ordem do dia, onde são aflorados as mais diversas vertentes, ainda que um pouco pela rama, segundo a sensibilidade e o ponto de vista de cada um. Esta agitação mostra como o assunto é pertinente e ocupa a mente dos civicamente mais conscientes. Na verdade, trata-se duma matéria da maior relevância para a região, tendo em conta o passado histórico do regionalismo e o contributo que tem dado no que diz respeito à defesa do bem-estar das populações. É claro que “hoje faz sentido discutir-se o regionalismo.”

 

Acontece que a sociedade na sua padronização e composição se vai alterando constantemente para outros padrões de “modernidade”, donde não podemos isentar-nos de responsabilidades pelo facto de hoje nos confrontarmos com a falta de rejuvenescimento das direcções das colectividades, bem como pelos antigos processos de actuação e pelas prioridades estabelecidas que chegam a ser confrangedoras pela ausência de inovação e de pontos de vista alargados.

 

Aos veteranos de todos os tempos, não se lhes pode negar o enorme mérito pelo seu largo contributo no desempenho das suas funções, numa época de grandes dificuldades, enormes carências e de realidades cheias de obstáculos. Nunca lhes seremos suficientemente gratos, mas chegou a hora da sua passagem do testemunho. Chegámos ao fim dum ciclo, a vida é assim… feita de mudança!

 

Aos jovens, deve ser-lhes franqueadas as portas da liderança das colectividades, não como meros colaboradores como tem vindo a verificar-se, mas sim pela assumpção das responsabilidades do caminho que querem trilhar, com iniciativas que julgarem necessárias. Aqui o paternalismo é completamente dispensável, deve ser-lhes propiciado todo o espaço possível para voarem, porque “asas” já sabemos que eles têm. Eles não necessitam de seguirem as pisadas de ninguém, nem de utilizarem modelos obsoletos, precisam sim “de se chegarem à frente” e de assumirem as suas responsabilidades. O regionalismo aguarda a sua chegada.

 

No reino do regionalismo, há que assumi-lo, nem tudo vai bem, com excepção de duas ou três colectividades. E quem não quiser assumir esta gritante realidade resvala para a mistificação do que está aos olhos de todos, dando cobertura “AO MAIS DO MESMO”. Podemos lamentar o despovoamento que nos confrange, podemos aceitar o envelhecimento da população como inevitabilidade, mas não podemos dissimular uma realidade que aos poucos se vai degradando. Enfrentar esta situação é postura sensata a pôr em prática.

 

 

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Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2013

Góis: Juventude de Excelência

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fernando J. Bandeira da Cunha (Dr.*)

 


 

Organizado pelo Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis em parceria com as Associações de Juventude de Alvares, Colmeal e Góis, realizou-se a 8 de Dezembro de 2012, em Lisboa, o Seminário subordinado ao tema a “Juventude do Concelho de Góis”.

Participaram ativamente no Painel A (O afastamento dos jovens do associativismo), moderado pelo Dr. Luis Martins, Luísa Baeta (Ass. Jovens da Freguesia de Alvares), Fábio Brito (Ass. Juventude de Góis e AERG), Jorge Fonte (Comissão de Juventude do Colmeal), Joaquim Mateus (Ass. Jovens da Freguesia de Alvares e Comissão de Melhoramentos de Cortes) e Nuno Alves (Presidente da Ass. de Juventude de Góis).

Todos os presentes retiveram na sua memória a alegria e motivação colocadas nas diversas apresentações destes líderes que representam os Jovens do Concelho de Góis. Para o futuro ficou um Auditório jovem, cheio de motivação e de querer que a sua vida pessoal e profissional possa ser exercida no Concelho ou, a não ser possível, o desejo de se manterem ligados a ele e poderem trabalhar em prol do futuro e da qualidade de vida dos goienses, com os sonhos próprios da juventude e do querer colocá-los em prática rapidamente. O Auditório respirou orgulho do tanto já conseguido até agora.

Como conclusão deste painel fica a ideia de que todos os atores do Regionalismo Goiense e em particular as Comissões de Melhoramentos têm de assumir de vez a consciência de que a rotatividade de gerações nos seus Corpos Sociais são o principal factor do sucesso futuro e de obtenção de novas e melhores ideias.

Todos aqueles que se reveem na principal conclusão de que as ideias dos jovens quase nunca são bem recebidas nas Comissões, são os principais atores da escassez de jovens no Regionalismo Goiense.

Se ser Regionalista (ver dicionário) é gostar/amar uma determinada região, então todos somos de uma forma ou outra Regionalistas. Os que ficarão relembrados no futuro da memória Goiense serão todos aqueles que adquirirem a consciência que poderão contribuir mais e melhor para a modernização da sua região, ouvindo os jovens, captando a sua motivação, dando condições para a concretização de ideias, em suma mudar o paradigma do Regionalismo, mudando mentalidades e formas de atuação e execução.

Se o futuro são os jovens, o futuro do Regionalismo Goiense são os jovens goienses que pululam nas Associações de Juventude onde já tarimbaram a sua experiência, agora prontos para refrescar o Regionalismo a caminho da modernidade global.

A fusão de Juntas de Freguesia (e não o seu desaparecimento como muitos enganadoramente apregoam), farão com que as Comissões de Melhoramentos assumam um papel muito mais decisivo, na concretização das ambições das suas populações, porque mais próximos destas, titulares da sua consciência, serão parceiros fundamentais de um executivo Autárquico empenhado em execuções que contribuam para a qualidade da vida goiense. Este o Regionalismo do século XXI que urge colocar urgentemente em prática.

A qualidade geracional desponta em Góis em vários sectores da sociedade, foi a principal conclusão do Painel B (Jovens com valor), com a participação de Diogo Ventura (Campeão Nacional de Enduro), André Paiva (Atleta Surdolímpico de Alta Competição), Fábio Brito (Prémio Marketeer Nacional) e António José Gil (Núcleo Estudantes da Univ. Beira Interior, Ass. Juventude de Góis, Filarmónica da AERG, Bombeiros, Ass. Compartes do Cadafaz, Ass. Melhoramentos da Cabreira). Não puderam comparecer por motivos pessoais e profissionais, Margarida Sampaio (Prémio Nacional Jovem Tradutora) e Ricardo Ventura (Prémio Nacional de Arquitetura).

Sentiu-se neste painel o orgulho em ter singrado a nível nacional e em tão diversificados sectores profissionais, sendo jovens do interior da Beira Serra e, a vontade de se identificarem com a sua região, sempre com a camisola de Góis “vestida” orgulhosos das suas origens, como fator decisivo de pujança e carácter.

A presença da Presidente da Câmara de Góis, Dra. Lurdes Castanheira, do Presidente da ADIBER, Dr. Miguel Ventura e da Diretora do Centro de Emprego e Formação Profissional do Pinhal Interior Norte, Dra. Fernanda Dias foram uma mais-valia para este Seminário. Tiveram a oportunidade de tomar conhecimento global, da realidade jovem do Concelho de Góis e do muito que existe para fazer em termos de apoios, formação e empregabilidade para que esta geração de excelência fique definitivamente a criar valor no Concelho de Góis.


                                                                                                                                                     (*) Farmacêutico

 

in varzeense

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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2013

Os Talentos e o Regionalismo!...

     
Reportando-me ao tema que li no blogue Penedos de Góis, artigo de autoria do Sr.Adriano Pacheco,texto que gostei de ler e no qual salientaria os parágrafos,segundo,terceiro e quarto.


Na realidade tem este novo e renovado Conselho Regional da Casa Concelhia de Góis,vindo a fazer e a trazer à Capital,iniciativas e eventos  de realçar e cujo êxito é meritório, durante o ano que ora findou.
Muita coisa do meu ponto de vista podia aqui apontar,para futuras iniciativas do CR,Conselho Regional, mas estou em crer que os "novos talentos"sabem de certo encontrar o devido entrosamento com o regionalismo que se quer de futuro e para o futuro.
Não tenho dúvida alguma que nós, o Zé Povinho,valoriza-mos os nossos jovens  talentos, mas a montra a ser feita, deveria se-la no próprio Concelho,em local apropriado,(biblioteca municipal,
Associação de Góis, ou outro local emblemático da capital do Ceira ),tendo como data o feriado do Concelho por exemplo.
Para melhor e maior dimensão,bastava que entre as Comissões e Ligas de Melhoramentos,ouve-se maior e melhor interligação entre elas e a edilidade, que  fossem reconhecidas com o estatuto de parceiros sociais e culturais e usufruíssem de um tratamento mais activo e responsável dos poderes instituídos e não como meros agentes passivos os quais recebem por vezes "algumas migalhas monetárias", sem que lhes sejam pedidas também, qualquer responsabilidade ou contra partida sobre o emprego das ditas.
Salvo algumas ocasiões o Órgão Regionalismo ou Regionalista,não lhe tem sido dado o devido valor,senão em circunstâncias análogas como no referido evento, aonde lhe é reconhecido e valorizado «como património cultural riquíssimo da nossa região».
O tempo do fontanário,do lavadouro,dos arruamentos...benfeitorías e conquistas realizadas há muito, com muito empenho e sacrifício dos ditos Veteranos e suas populações,quando o poder autárquico de então era de uma fachada, servindo muitas vezes para atestar o estado de pobreza dos seus fregueses.
Não passou assim tanto sobre o mesmo, porque todo esse património precisa de cuidados de conservação, manutenção e preservação periódicas,restituindo-lhes o valor intrínseco para a razão que foram criados, o abastecimento de águas,um bem precioso que em algumas aldeias do Concelho está furtado o seu uso e utilidade. Obras que foram custeadas pela acção popular e que hoje os serviços municipais e camarários lhes tem vedado a usufruição de pleno direito, daquilo que é do Povo e foi feito pelo Povo.Mas não deixa de ser verdade que alguns Veteranos agarrados ainda ao passado,têm ajudado ao definhar do Regionalismo. Buscam por vezes os jovens só para preencher os lugares dos corpos dirigentes das comissões, mas na prática e na realidade cortam-lhes o asseço à responsabilização dos cargos para que foram eleitos continuando teimosamente a ser omnipresentes.
Quanto ao tempo..."só tem tempo, quem não tem tempo" é uma verdade sim, pena é, que muitas vezes se tenha que dar o tempo por mal empregue e perdido,perante a percistência da dita uni-pessoalidade de alguns dirigentes, e não abrindo mão muitas vezes aos mais jovens.
Hoje na era da Internet, a falta de utilização dos meios de comunicação existentes não se coadunam,para uma maior celeridade dos problemas e maior comunicação entre as comunidades em moldes mais acessíveis e funcionais, como por exemplo em vídeo-conferência,mensagens que opinem situações,ou  um outro.Aqui também as populações em conjunto, ou a nível individual podiam ser mais participativas com as suas Comissões transmitindo as carências e os seus anseios, de forma construtiva.
"Talvez seja  a incapacidade de enxergar!"
Quanto ao regionalismo à distância,estarei em condições de afirmar, que ainda com moldes um pouco convencionias, isto na década de oitenta,uma secção na qual eu estive integrado, composta por jovens;participou,apresentou,realizou inúmeras actividades,levando até à aldeia os projectos aprovados em Lisboa,um conjunto de talentos sim,que deixaram obra feita!
O Regionalismo precisa sim de se modernizar,criando consensos e aberturas ás inovações sem que tenha que enaltecer e promover os talentos,podendo estes até criarem  crivos, sem os querer. O que é necessário é congregar vontades, ideias novas e quem goste de partilhar e participar livremente sem constrangimentos ou imposições de qualquer espécie,mas dentro das normas cívicas,apelando ao voluntariádo e participação activa das populações,incumbindo-as de pequenos trabalhos comunitários,aonde cada um se sinta que é útil e é bem vinda a sua participação,e boa vontade.
Talvez um caminho a seguir entre outros, seria as Comissões,Ligas e Uniões,criarem entre elas elos de convergência,como ex:agrupamentos por zonas ou freguesias,definindo os rumos  a seguir,determinado prioridades,com mais espírito colectivo e abrangente e menos bairrismo,
cujas decisões seriam então apresentadas ao CR  e este ser a entidade que avalizava as mesmas, estabelecendo prioridades, e não o compadrio ou qualquer espécie de favoritismo,levando-as ás entidades competentes.
Há um longo caminho a percorrer,o fosso existente é grande sim,se o Regionalismo quer sobreviver,tem que trilhar outros campos, tais como;no social,cultural,ambiental,paisagistico,
laboral,desportivo,criar melhores acessibilidades nas vias de transporte e no voluntariádo social aos mais carenciados.
Julgo que é preciso estimular a juventude dando-lhes a oportunidade de participar na construção de algo novo,mostrando cada um, as suas capacidades o seu valor e talento,no meio em que estão inseridos,pois assim se contrói uma nova sociedade.
Tentar encontrar culpados é fácil, difícil será ultrapassar  os erros cometidos nas últimas três décadas,no entanto, os Veteranos pela obra feita merecem um aplauso!

A desmotivação de algumas pessoas, é criada por erros que persistem,e sendo assim, mais nada  nos resta por vezes,que fechar um ciclo de permanência,no seio de Regionalismo.

Adriano R.Filipe

in

http://lugarvelhosobreiras.blogspot.pt/

publicado por penedo às 18:09

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Terça-feira, 1 de Janeiro de 2013

OS TALENTOS E O REGIONALISMO


Adriano Pacheco

 

Grande encontro com os jovens goienses, promovido pelo Conselho Regional da Casa do Conselho de Góis (CR) evento que, desde algum tempo, estava nas cogitações deste órgão regional e que, por esta ou aquela dificuldade, não tinha sido encontrado “o fio à meada” para que fosse feito o seu caminho. Depois de vários contactos desenvolvidos por um membro do CR com dirigentes das Associações do concelho, foi encontrada a possibilidade, o ambiente e contexto adequados para que o evento tivesse o seu desfecho. Ainda que não tivesse sido atingido o objectivo congeminado, encontraram-se porém outras janelas igualmente importantes, que podem futuramente serem utilizadas para novos rasgos.

 

Desta feita houve oportunidade para dar a conhecer jovens talentosos e campeões nacionais nas áreas do atletismo e do motocross, Enduro, que a todos os goienses encheram de orgulho com as suas capacidades de entrega ao desporto e à música sem descurarem o ensino académico. Assim nos foi relatado pelo presidente da Associação Nuno Alves, atletas Diogo Ventura no Enduro e André Paiva no Atletismos de Surdolímpicos. Deste modo foi constatado que, por desconhecimento, não valorizamos devidamente os nossos jovens campeões, ou porque eles não se mostram, se calhar também não lhes é dada a montra indicada para serem conhecidos os seus feitos.

 

O principal objectivo do evento, era (e é) conhecer as razões pelas quais, levaram os jovens ao afastamento do regionalismo, desiderato que permanece no espírito do CR como grande preocupação, para conseguir alcançar o antídoto indicado para colmatar esta lacuna que aos veteranos passou despercebido ao longo destas décadas. Quem sabe se por sua própria incapacidade de enxergar, ou ver mais longe o caminho do futuro?

 

Não fora duas excelentes intervenções (Jorge Fontes do Colmeal, e de António José Gil da Cabreira) e tudo ficaria no MAIS DO MESMO, tal como no reino dos céus, entre Deus com os anjos, que é como quem diz sem uma pista que nos levasse a uma conclusão consistente! De facto nem tudo está bem no regionalismo, antes pelo contrário. É verdade que “só tem tempo quem não tem tempo”, mas há que inovar e criar condições para atrair jovens, e isso não se vê em todas as colectividades, salvam-se duas ou três!

 

Jorge Fontes, deixou-nos o relato da iniciativa dos jovens do Colmeal que se organizaram em Comissão na Capital, ligada à União Progressiva do Colmeal através do slogan “regionalismo à distância” que demonstra bem a imensa força de quem se quer colocar como alternativa ao modelo tradicional demasiado gasto, levando a outros patamares os seus efeitos. A outra intervenção, rica em conhecimentos e boas práticas, veio de António Gil da Cabreira que nos falou da sua experiência como militante do regionalismo no qual se foi adoptando a “táctica da tartaruga” seguida pelos jovens seus companheiros.

 

Na verdade, com as suas práticas, os veteranos do interregno geracional dos anos sessenta fim de século, em conjunto com as grandes mudanças comportamentais ocorridas na sociedade, foram gerando constrangimentos que deram este resultado com que hoje nos deparamos e tentamos corrigir.

 

Por último tivemos a apreciação da Dr.ª Lurdes Castanheira, edil da Câmara que, com desassombro, tocou em vários pontos importantes que raramente são abordados em público, dizendo que “ai do autarca que não valorize o regionalismo património cultural riquíssimo da nossa região”, pelo seu contributo e pela sua histórica afirmação. Hoje não deve ser preocupação prioritária da Câmara o arranjo do lavadouro ou do fontanário, mas sim criar condições para a fixação dos jovens e seu crescimento dentro do espaço concelhio. Esta apreciação vinda do seu olhar de lince, resulta dos muitos anos de traquejo e conhecimento da estrutura social do Concelho.

 

Ainda falaram depois o Dr. Miguel Ventura como presidente da ADIBER e a Dr.ª Fernanda Maria do Instituto de Formação e Emprego de Arganil, dizendo do seu contentamento por ter assistido a tal evento que envolveu jovens com valor.

 

 

publicado por penedo às 23:15

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