Terça-feira, 30 de Setembro de 2014

Góis --Lisboa....Juntas vêem à cidade

 

 

O Conselho Regional da Casa Concelho Góis Lisboa, informa que vai organizar uma Sessão Plenária com a presença dos senhores Presidentes das 4 Juntas de Freguesia do nosso Concelho, no próximo dia 11 de Outubro, pelas 14:30 horas, no Auditório da Casa do Concelho de Góis, na Rua de Santa Marta, 47, R/C, Dto, em Lisboa.

Convida-se todas  as Comissões /Associacões do concelho de Góis a estarem presentes, para em conjunto ,debater-se ideias ,problemas ,etc...

 

 

 

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Quinta-feira, 5 de Junho de 2014

SESSÃO SOLENE DO FORAL DE ALVARES (Lisboa )

Adriano Pacheco

 

Se no dia 4 de Maio as comemorações do quinto centenário do Foral da Herdade de Alvares foram a verdadeira festa do povo, que envolveu entusiasmo do mais genuíno e autêntico, que percorreu as ruas da Vila até ao sol-posto. No dia 31, no Fórum de Lisboa, as celebrações atingiram a mais elevada e solene festividade perante figuras públicas da nossa região e uma grande concentração de gente anónima vinda dos quatro cantos da Herdade, as quais foram obsequiadas com instalações condignas e equipamento bem adequado ao momento.

Abriu a sessão António Rui Dias, presidente da Comissão de Melhoramentos de Alvares que ao dar as boas vindas a todo o auditório, foi esclarecendo as motivações que ali o traziam e o orgulho que sentira em ter ajudado a promover o evento da publicação do livro do Foral da Herdade de Alvares. De seguida tomou a palavra o eng. João Baeta Henriques que viria a moderar a sessão, preenchida pelos dignos palestrantes: Doutor José Manuel Garcia, Prof.ª Regina Anacleto e pelo Mestre Silvestre Fonseca que preencheu um belo momento musical. O dr. José Manuel Garcia apresentou uma panorâmica das preocupações do Rei D. Manuel em apetrechar o seu reino com uma boa máquina administrativa, atribuindo forais às regiões necessitadas de desenvolvimento e de proteção, bem como pelo zelo da fazenda pública, com um conjunto de regras administrativas que lhe chamaram de Foral.

Da Prof.ª Regina Anacleto, oriunda de Arganil, com vasta obra publicada sobre o Mosteiro de Folques, tivemos o esclarecimento da forte ligação existente entre este Mosteiro e a Herdade de Alvares, não só por serem os senhorios dela, como também duma grande parte do território serrano. A sua abordagem ao tema, foi largamente aplaudida não só pelo belo sotaque beirão, mas também pelos largos e profundos conhecimentos que deixou naquele auditório. Para finalizar a primeira parte, tivemos um belo momento musical preenchido pelo virtuosismo vertido dos sons da guitarra clássica de Silvestre Fonseca, oriundo de Cortes de Alvares. 
A segunda parte foi preenchida por Nuno Barata-Figueira que se ocupou da genealogia das famílias da região deixando notas curiosas de interesse regional. Por sua vez o eng.º António da Fonseca, autor do livro o Foral, desenvolveu vários entendimentos sobre teorias já abordadas sobre a região, falou das dificuldades na recolha da documentação que está muito dispersa. Fechou a sessão o Prof. Doutor Carlos Poiares com uma brilhante análise às várias intervenções ocorridas, dando realce às reais potencialidades da região, aos belos momentos ali vividos que resultaram numa bela aprendizagem.

Por fim o moderador, não quis encerrar a sessão sem dar oportunidade a quem quisesse intervir dando a palavra a Luís Henriques de Alvares que quis agradecer o evento à comissão organizadora, pelo belo momento que ali tinha proporcionado, sendo logo secundado pelo dr. Amaro Rosa de Portela do Fojo que ao elogiar o evento lembrou que, com ele, outras portas podiam ser abertas e novos desenvolvimentos podiam surgir. O entusiasmo ficou no ar… 
Para terminar, a presidente da Camara M. de Góis, dr.ª Maria de Lurdes Castanheira, não quis deixar de agradecer e enaltecer o que ali se tinha passado, congratulando-se com o trabalho da comissão organizadora, com os homens da cultura da nossa região ali presentes, com a Casa do Concelho de Góis e seu Conselho Regional, reconhecendo os momentos de muita elevação que puderam ser vividos, proporcionados, nomeadamente pelos palestrantes convidados. 
Por momentos o nosso mundo ficou maior e mais luminoso…

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Quinta-feira, 29 de Maio de 2014

500 anos do Foral Alvares em LISBOA já este Sabado

Foto: Sábado dia 31 de Maio não falte!!

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Quinta-feira, 11 de Abril de 2013

Casa do Concelho de Góis-Conselho Regional

 

foto FACIG 2011


Balanço 2010-13

 

 

No momento que finalizámos o nosso primeiro mandato no Conselho Regional da Casa do Concelho de Gois, relembro que quando nos apresentámos a eleições em 2010, anunciámos um plano de trabalho para este mandato, num compromisso que não tenho memória de ter sido realizado antes. E é sobre esse compromisso, que pretendo, fazer um balanço do trabalho realizado.

 

 

Gostava de começar por relembrar os 3 grandes desafios que apresentámos no momento da nossa candidatura:

 

  • Ø Definir claramente qual o papel da Casa do Concelho de Gois, e do seu Conselho Regional, no Movimento Regionalista e no nosso Concelho.
  • Ø Divulgar Góis, nas suas diversas vertentes: a cultura, os costumes, a gastronomia, entre outros, bem como estreitar os laços de Góis com a comunidade goiense na Capital.
  • Ø Cativar a juventude para o regionalismo e para a Casa.

 

1)              No que respeita ao primeiro desafio, propusemos ser o representante das diversas Agremiações no tratamento das questões que afetassem o Concelho como um todo, papel que a própria Câmara Municipal reconheceu ao identificar a Casa do Concelho e o seu Conselho Regional como um parceiro social da autarquia, situação que até hoje nenhum presidente da Câmara tinha feito.

 

Nesse contexto e apesar de alguma desilusão pelo facto do Movimento Regionalista não ter aproveitado esta disponibilidade, encetámos uma serie de colóquios onde se debateram alguns dos diversos problemas que o nosso Concelho se debate, donde destacamos:

 

  • Uma sessão com a Sra. Presidente da Câmara onde se debateram os problemas das diversas Comissões e do Movimento Regionalista

 

  • Uma sessão onde se debateu o estado da saúde no Concelho, na qual contamos com a presença do Presidente e administrador do Conselho Clínico do Agrupamento de Centro de Saúde do Pinhal Interior Norte (Lousã), de um representante da medicina privada e da Presidente da Câmara

 

  • Um colóquio subordinado ao tema "A Qualidade de Vida dos Idosos em Góis",que contou com a presença de representantes das diversas organizações de serviço social e organismos de saúde (lares, farmácia, centro saúde, bombeiros) onde se debateram a Situação actual e Perspectivas de Evolução Futura, referente aos seguintes temas:
    • O Papel dos Técnicos de Saúde
    • A Assistência Social, Urgência, Ambulatória e Residencial

 

  • Uma sessão subordinada ao tema “A Gestão da Floresta no Concelho de Gois”, com o qual pretendemos falar sobre a gestão e prevenção da floresta.

Para debater este tema convidámos alguns especialistas nesta matéria, nomeadamente representantes da Associação Florestal de Góis, da ZIF do Sinhel, do Gabinete Técnico Florestal do Município de Góis e da Grupo Portucel Soporcel SA.

Com estas sessões pretendemos possibilitar a discussão sobre temas genéricos e transversais ao nosso Concelho, as quais permitiram debates bastantes interessantes.

  1. 2.   No que se refere ao segundo pilar, a divulgação de Gois, nas suas vertente cultural, realizamos diversas sessões:
  • Uma sessão sobre o panorama arqueológico do nosso Concelho subordinado ao tema “GUARDAR o PASSADO, OLHANDO O FUTURO”, que contou com a participação de técnicos especializados do IGESPAR, da Divisão Social, Cultural e Económica do Município de Góis, bem como o mestre João Simões.

Como resultado desta sessão, o Conselho Regional encetou uma cruzada que culminou com a possibilidade da Câmara Municipal recuperar para Gois o Brazão de D. Nuno da Silveira que estava há muitos anos no Museu da Figueira da Foz e que se encontra neste momento em Gois em reparação.

  • Trouxemos a esta Casa, diversos grupos de Gois, donde quero destacar:
    • Grupo Projecto Expandir Oportunidades de Góis
    • Grupo de Teatro Iris
    • Grupo de Teatro Geração Varzeense
    • Grupo de cantares e Violas de V. N. Ceira
    • Grupo Coral da AERG
    • Filarmónica de Gois
    • Escola de Concertinas e Instrumentos de Cordas

 

  • Organizámos também as sessões de lançamentos de livros dos nossos amigos Adriano Pacheco e Professora Dra Maria Beatriz Rocha-Trindade

 

  1. 3.   No que respeita ao terceiro grande desafio, o cativar a juventude para o Regionalismo e para a Casa, foi sem dúvida o desafio mais complexo que abraçamos.

Esta tem sido uma aposta na qual temos falhado em toda a linha, Temos tentado algumas soluções, mas não temos conseguido trazer a juventude à Casa, problema que na minha opinião, também se estende ao Regionalismo Goiense em geral, que excetuando poucos casos de sucesso, não tem conseguido rejuvenescer os seus quadros dirigentes.

Como referi no Congresso Regionalista ocorrido em Gois, “O Regionalismo estará a passar por uma crise de envelhecimento, a qual importa rapidamente curar”, sob pena de estarmos a andar em direção ao seu fim.

No final do ano passado demos o primeiro passo, naquele que pensamos ser um longo caminho que queremos percorrer e que pensamos levar a direção certa.

Fizemos uma sessão com a presença das Associações de Juventude do Concelho de Gois, onde debatemos a temática do afastamento dos jovens do regionalismo, esperando inverter esta situação no curto/médio prazo.

Seguidamente encerrámos o mandato trazendo a esta Casa a AERG, que nos mostrou todo um leque de opções culturais que movimenta, nomeadamente o judo, a escola de concertinas, o coro (em mais uma excelente demonstração de classe) e a banda filarmónica.

Com estas sessões tivemos a Casa cheia de jovens, sendo na nossa opinião o primeiro passo para cativar a juventude para esta causa.

Alem destes objetivos que nos propusemos, levámos a Casa a Gois estando presente nos dois últimos anos na FACIG com um stand próprio, bem como organizámos uma das nossas sessões em Gois, levando a Casa a Gois onde existia algum desconhecimento.

Também com estas organizações trouxemos a esta Casa muitos goienses que nunca aqui se tinham deslocado, e que hoje já sabem que existe um pedaço de Gois em Lisboa.

 

Hoje concluímos o nosso mandato, com a certeza do dever cumprido e de ter valido a pena o esforço desenvolvido para repor esta Casa no roteiro dos goienses e trazê-los de volta a casa.

E foi com esta sensação de dever cumprido que nos levou a aceitar o convite de nos recandidatarmos a um novo mandato.

Para este novo mandato, apresentámos apenas uma linha orientadora:

  • Continuar a desenvolver o trabalho no seguimento do que fizemos no mandato anterior

Para finalizar este balanço, não posso deixar de apresentar os meus agradecimentos:

  • À Senhora Presidente da Câmara que nos honrou com a sua presença na grande maioria das nossas organizações
  • Um agradecimento também por todo o apoio logístico que a Câmara Municipal de Gois sempre nos disponibilizou ao longo deste mandato
  • Um agradecimento aos diversos órgãos autárquicos, donde gostava de destacar o Sr. Presidente da Assembleia Municipal de Góis
  • Um agradecimento a todas as Comissões de Melhoramentos que ao longo destes anos sempre nos apoiaram e marcaram presença nas nossas organizações
  • Um agradecimento muito especial a todos os goienses, quer residentes em Lisboa quer em Gois, que nos honraram com a sua presença
  • Um agradecimento à Imprensa Regional que ao longo do mandato sempre divulgou o nosso trabalho
  • Um agradecimento a Direção da Casa do Concelho, que sempre esteve ao nosso lado e sempre nos apoiou nas nossas ideias
  • Por fim um agradecimento muito sentido a toda uma equipa, onde incluo os representantes da Direção, que ao longo destes anos num trabalho em equipa muitos vezes silencioso e pouco visível, possibilitou todo este resultado, mostrando que a resultado do trabalho de equipa é muito superior à soma da capacidade de trabalho dos seus elementos, pelo que é merecedor de todo o vosso reconhecimento.

                        Muito Obrigado

 

                       Luis Martins

                       Presidente do Conselho Regional da

                       Casa do Concelho de Gois

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Sexta-feira, 5 de Abril de 2013

Associação Educativa e Recreativa de Góis (Um ativo de excelência)

Organizado pelo Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis em parceria com a Associação Educativa e Recreativa de Góis, realizou-se a 23/02/2013, em Lisboa, no Auditório da Casa do Concelho de Góis a “Tarde Cultural da A.E.R.G. em Lisboa”.

Esta Tarde Cultural teve como objetivo a divulgação dos vários grupos a atuar na cultura goiense, que tanto tem contribuído para o ensino da música, canto e dança junto da sociedade goiense, bem como o fomento do desporto, nomeadamente do Futebol, que atualmente tem como expoente máximo o Judo, levando mais longe o nome de Góis em Portugal.

Se entendemos que num Concelho de pequena dimensão, a Câmara Municipal de Góis seja a maior empregadora do concelho de Góis, é sempre motivo de orgulho que a Associação Educativa e Recreativa desse mesmo concelho movimente e coordene mais pessoas ainda, nos campos da cultura e do desporto.

A A.E.R.G. foi fundada em 01/09/1939, tendo hoje á frente dos seus destinos uma Direção de 11 elementos dirigidos por Rui Sampaio, que têm contribuído nos últimos anos para o alargamento das modalidades ativas, tanto em quantidade de participantes, como em qualidade de trabalho realizado, visível nos prémios que tem granjeado por todo o País, fruto de outros tantos campeões formados em Góis, levando consigo país fora o nome de Góis e da qualidade do seu trabalho. Senão vejamos:

Filarmónica de Góis: Talvez a mais visível embaixadora de Góis no campo musical, completou 79 anos de vida e desde 1933 em atividade ininterrupta. Integra cerca de 38 executantes em atividade, tendo na sua escola de música o seu principal municiador de futuro. O segredo da sua qualidade musical situa-se no trabalho de 16 anos exercido pelo seu líder, o Maestro Paulo Alexandre Nereu Monteiro.

Orquestra Ligeira: Fundada a 19/03/2005 no seio da Filarmónica, por jovens executantes, tem dignificado a sua imagem pelo brilhantismo de execução de um reportório mais jovem, atual e divertido.

Secção de Futebol: Em atividade desde 1982 mantem no corrente ano 4 equipas nos escalões de Infantis (23 atletas), Iniciados (23 atletas e 4 elementos da equipa técnica), Juniores (18 atletas e 5 elementos da equipa técnica) e Seniores (21 atletas e 4 elementos da equipa técnica), somando cerca de 85 atletas, agora super-motivados pela qualidade das suas novas instalações no renovado Campo Municipal Eng.º Augusto Nogueira Pereira. Presidida por João Manuel Rosa Simões e uma equipa diretiva de mais 10 elementos, tem esta secção representado Góis com qualidade, nos vários Campeonatos Regionais onde se insere.

Secção de Judo: Criada em 2009 mantem 60 atletas em atividade nos vários escalões e a participação em mais de 23 eventos desportivos em 2012. Orientados tecnicamente no Pavilhão Municipal pelo Mestre Raul Valente, salienta-se nestes escassos anos a formação de alguns Campeões Nacionais e a organização de vários estágios e torneios, localmente, fruto da qualidade das instalações para a prática da modalidade.

Secção de Concertinas e Instrumentos de Corda: Envolve a formação de 41 alunos dos 8 aos 73 anos de idade sob a orientação do Prof. José Carlos Cardona (Concertinas) e Prof. Tiago Mateus (Instrumentos de Corda) nas instalações da Casa do Povo. Participaram no ano transato em 33 eventos culturais apresentando a sua qualidade de execução.

Coro Misto: Com 2 anos de existência, mas devidamente consolidado, o Coro Misto da A.E.R.G. integra 36 coralistas dirigidos superiormente pelo Prof. Dr. Avelino Rodrigues Correia. A qualidade evidenciada nas várias atuações efetuadas tem contribuído para a sua imagem de excelência.

Todos os tempos são tempos de mudança e se, desde 1939 se foram perdendo algumas secções, recordo o Grupo Coreográfico e o Rancho Folclórico, é certo que em 74 anos de atividade em prol da cultura e do desporto em Góis, contam-se por muitas centenas os goienses envolvidos com a “sua” A.E.R.G. e muitos mais partilhando dos seus espetáculos.

A Tarde Cultural da A.E.R.G. em Lisboa foi das tardes mais concorridas e com maior afluência da Casa do Concelho de Góis. Momentos de envolvimento cultural e de mostra desportiva que captaram os goienses em Lisboa desde o primeiro minuto.

É comum dizer-se que o futuro é o que todos quisermos, mas, estou em crer que mantendo a mesma filosofia diretiva, a mesma motivação, mesma excelência e a próxima mudança para as modernas instalações da futura Casa da Cultura, a A.E.R.G continuará sendo um ativo de excelência do panorama cultural e desportivo de Góis

Fernando Cunha

in Varzeense

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Quinta-feira, 4 de Abril de 2013

À volta dos Penedos- Povorais

          Comissão de Melhoramentos de Povorais

 



No passado dia 17 do mês de Março de 2013, realizou-se a Assembleia Geral Ordinária da Comissão de Melhoramentos de Povorais, na Casa do Concelho de Góis, pelas 15H30 horas, presidida pelo Sr. Daniel Lopes de Carvalho e pela Sra. Gina Pimentel, secretariado pela Sra. Elisabete de Carvalho Pinto, onde contou com uma boa presença de associados, tendo a seguinte ordem de trabalhos:

 

1 – Análise e votação do Relatório e Contas e Parecer do Conselho Fiscal;

 

2 – Eleição dos novos corpos gerentes da C.M. P. para o biénio 2013-2015;

 

3 – Assunto de interesses para os Povorais;

 

Aberta a assembleia pelo Presidente da mesa, foi posto á discussão o 1º ponto de ordem de trabalhos, dando a palavra à Direcção e de seguida intervieram alguns associados sobre a matéria, tendo sido posto á votação que foi aprovado por unanimidade.

De seguida, foi lido o Parecer do Conselho Fiscal, que foi colocado à votação, onde foi também aprovado por unanimidade.

Do relatório consta a proposta de votos de agradecimentos às seguintes entidades e conterrâneos:

·     Câmara Municipal de Góis

     Junta de Freguesia de Góis

      A Comarca de Arganil

     O Varzeense

      O Jornal de Arganil

        Voto pesar pelos sócios e Conterrâneos falecidos.

 

Passou-se ao segundo ponto da ordem de trabalhos, “Eleição dos novos Corpos Gerentes“.

 

Foi apresentada uma única lista para o biénio 2013/2015, que, após ter sido colocada à votação,

foi aprovada por maioria.

 

 

 Lista dos Corpos Gerentes eleitos:

 

 

Assembleia-geral

 

Presidente – Fernando Carlos Cerqueira Pinto

Vice-Presidente – Anselmo Carvalho Baeta

Secretário – Elisabete Jesus Lopes Carvalho Pinto

 


Direcção

 

Presidente – Paulo Alexandre dos Santos Henriques

Vice-Presidente – Mário Luís Domingos Barata

Tesoureiro -  Rui Manuel Henriques Alves

1º Secretário -  Marco Paulo Pereira Sousa

2º Secretário – Fernando Barata Henriques

1º Vogal – José Manuel Batista

2º Vogal – Mária de Fátima Alves Henriques

Suplente – Anselmo Miguel Figueira Baeta

 


Conselho Fiscal

 

Presidente -  José Gentil Henriques Pimentel

Secretário -  José das Neves Gonçalves

Relator -  Daniel Lopes de Carvalho


 De seguida fizeram-se algumas considerações gerais acerca da nossa  Aldeia

e por fim o Presidente da Mesa agradeceu o modo como a Assembleia tinha decorrido,

dando-a por terminada.

 

No final os novos Corpos Gerentes tomaram posse para o novo mandato.

 


in

http://povorais.blogs.sapo.pt/

publicado por penedo às 23:45

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ELEIÇÕES NA CASA DO CONCELHO DE GOIS

 

 

Adriano Pacheco

 

No dia 16 de Março teve lugar na Casa do Concelho a Assembleia Geral para eleição de corpos gerentes, aprovação do relatório e contas

, tendo tudo decorrendo dentro da habitual normalidade. Foi uma assembleia em moldes tradicionais, apenas concorreu uma só lista como

já era previsível. Porém, houve oportunidade para algumas intervenções curiosas no seu conteúdo, bem delineadas na forma, mas com conclusões inquietantes, seguindo linhas de rumo de outrora com sugestões que julgávamos já fora de prazo. Deste modo, pensamos

que ainda estamos muito longe da tal renovação de mentalidades desejada, quando ainda se pensa em leilões e campeonatos de sueca.

Contudo, outras houveram plenas de interesse com visões abrangentes, envolvidas de nova roupagem como as intervenções do Dr. Carlos Poiares e do Dr. Luís Martins por nos apontarem novos rumos, entre as quais destacamos a do presidente do Conselho Regional-CR pela sua pertinente atualidade, pormenorizando as atividades desenvolvidas por este Órgão durante o seu último mandato:

Começou por distinguir três grandes desafios, a saber: definir o papel da Casa do Concelho dentro do regionalismo;

divulgar Góis nas suas diversas vertentes; cativar a juventude para o regionalismo e para a Casa.

No que diz respeito ao primeiro ponto destacamos, entre os vários eventos ocorridos, “o facto da Camara Municipal de Góis ter reconhecido a Casa do Concelho e o seu Conselho Regional como parceiro social da autarquia, situação que até hoje nenhum outro presidente da Camara o tinha feito.”

No segundo ponto sublinhamos, entre outros eventos, a sessão sobre o panorama arqueológico do nosso concelho subordinado ao tema “Guardar o Passado Olhando o Futuro” que despoletou no seio do CR a ideia de encetar démarches junto da Camara da Figueira da Foz com vista à Camara de Góis vir a poder recuperar o Brazão de D. Nuno da Silveira que estava há muitos anos no Museu da Figueira da Foz. Julgamos ter sido um importante contributo que a Camara Municipal de Góis veio a reconhecer.

No terceiro ponto enfatizamos “o cativar a juventude para o regionalismo” dado que se trata do ponto de maior importância, não só pela sua pertinente atualidade, como por sentirmos que é talvez o assunto que nos suscita maior acuidade face ao envelhecimento da população serrana e consequentemente dos corpos gerentes das coletividades. Neste ponto o presidente do CR dá realce aos dois eventos promovidos com a juventude goiense onde estiveram muitos jovens e nos foi dado a conhecer as suas qualidades, bem como as suas qualificações.

Era aqui que queríamos chegar para podermos acrescentar que a Casa tudo tem feito -não sei se da melhor maneira-, para chegarmos aos jovens e aos mais maduros. Já os tivermos connosco e deles ouvirmos as suas dificuldades, onde lhes foi apontado o caminho a seguir, necessitam apenas, de vontade, iniciativa e de coragem. Porém, entendemos que cabe a eles chegarem-se à frente e assumirem as suas responsabilidades enquanto cidadãos.

Aos veteranos é-lhes pedido um abrir de portas a quem se dispuser a servir, a facultarem todos os conhecimentos de que dispõem e darem todo o apoio a quem vem por bem. Todos sabemos o que são os conflitos geracionais, se não soubermos que todos temos de facilitar e encorajar daqui a uma década ainda estaremos a falar das mesmas dificuldades.

Não esgotarmos a análise à intervenção do Dr Luís Martins, nem era esse o propósito desta abordagem, dado que ela será publicada na integra e ficará à disposição dos leitores.

 

publicado por penedo às 18:44

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Quinta-feira, 21 de Março de 2013

GRANDE FESTIVAL NA CASA DO C. DE GÓIS

 

Adriano Pacheco

 

 

Grande tarde cultural na Casa do Concelho de Góis, apresentada pela Associação Educativa e Recreativa de Góis –AERG através de quatro das suas várias secções, promovida pelo Conselho Regional da Casa Concelhia e apoiada pela Câmara Municipal com os meios de transporte que pôs à disposição. Logo de início exibiram-se os executantes da secção do Judo com belas demonstrações da sua arte, desde os juvenis aos seniores onde se encontrava o Bernardo, um vice-campeão, orientados pelo Mestre Raul Valente que assim mostrou belo e profícuo trabalho de dedicação e esforço.

Seguiu-se depois o grupo de concertinas, com elementos representantes dos vários escalões etários que executaram, com o som vibrante deste instrumento, vários números musicais privilegiando o folclore português de todos bem conhecido, em detrimento do típico folclore serrano, o que de certo modo causou alguma estranheza… foi pena.

Atuou depois o grupo coral misto, com trinta elementos agrupados em vários naipes de vozes bem definidos, com bela apresentação, bem afinado, cantando vários números da música ligeira portuguesa, superiormente dirigido pelo Maestro Avelino Correia. Trata-se de facto dum grupo bem composto, com várias vozes, fazendo-se ouvir com muito agrado ao nível de qualquer coro de nomeada que temos ouvido. Bem sabemos que os seus elementos são todos amadores, como a maioria destes grupos, mas não entendemos por que existe apenas para consumo interno e sem qualquer visibilidade.

Por fim evoluiu a Filarmónica Goiense com um bom número de executantes em instrumentos de sopro, que atuaram em pequenos grupos separados, segundo as peças que iam tocando, um dos quais o malabarista em bondós e por fim a filarmónica no seu todo. Ouviu-se assim boa música de belas peças que ajudaram a criar o ambiente agradável que se viveu no auditório da Casa do Concelho de Góis, durante uma bela tarde cultural, com três ou quatro horas de música.

Ainda que todas as seções se exibissem dentro do seu melhor, não podemos deixar de realçar o nível superior do grupo coral que bem se podia mostrar em outro palco do país sem qualquer complexo de inferioridade, antes pelo contrário, mostrou bem a sua afinação enquadrada com as várias vozes e na sua bela postura. Bem sabemos que os elementos fazem deste trabalho o seu hobby, mas voltamos a frisar que não compreendemos porque existe apenas para consumo dentro de portas, ficando assim a dúvida de que a sua qualidade seja devidamente apreciada. Falta-lhe apenas um palco, uma montra que lhe desse outra visibilidade. Se fosse uma equipa de futebol com este nível, claro que a sua projeção seria outra!...

Gostaríamos de destacar aqui e chamar a atenção para o grande trabalho sociocultural levado a cabo pelos Secionistas, Mestres e Maestros dentro duma Associação que luta com as dificuldades inerentes, num tempo em que a cultura, a nível nacional, não é uma das prioridades das entidades governamentais. Ficando deste modo invisível o esforço e o alto contributo cultural que esta coletividade presta à sociedade em geral e em particular à goiense, trabalho esse que só o tempo nos dará conta. Sobressai aqui a grande capacidade organizativa e disciplinar do presidente da AERG, Rui Sampaio que, sem exibicionismos nem jactâncias, vai dando o melhor de si colaborando e administrando esta enorme coletividade.

xPor fim ouvimos os agradecimentos do Dr. Luís Martins por parte do Concelho Regional, o vice- presidente da Câmara Municipal Dr. José Rodrigues, presidente da Assembleia Municipal, o próprio presidente da AERG, Rui Sampaio e do presidente da Casa, José Santos, que elogiou o belo espetáculo que tínhamos assistido, destacando o número de jovens executantes e pediu ao Rui Sampaio que continuasse com a sua meritória missão, acabando por lhe fazer entrega de pequenas lembranças.

A tarde terminou com um abundante lanche para todos os que ali se encontravam.

 

 

 

 

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Terça-feira, 5 de Março de 2013

Comissão de Melhoramentos de Povorais

 

 

 

 

 

ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

 

Convocatória

 

De harmonia com os estatutos, no seu art.7º, desta Comissão de Melhoramentos, convoco todos os associados para Assembleia-Geral Ordinária, a realizar a 17 de Março de 2013 pelas 15,30 horas, na Rua de Sta. Marta, nº 47 R/C, em Lisboa, com a seguinte Ordem de Trabalhos.

 

 

  1.  Apreciação e votação do Relatório e contas da Direcção, e parecer do Conselho Fiscal

 

  1. Eleição dos Corpos Gerentes para o biénio 2013-2015

 

  1. Assuntos de interesse para os Povorais

 

Não havendo número suficiente para Assembleia se realizar à hora marcada,

a mesma funcionará uma hora depois com qualquer número de sócios.

 

 

 

                                                         O Presidente da Assembleia – Geral

 

                                                                   Daniel Lopes de Carvalho


in facebook

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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2013

Tarde Cultural da A.E.R.G. na Casa do Concelho de Góis

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Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2013

Tarde Cultural da A.E.R.G. na Casa do Concelho de Góis

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Segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2013

Tarde Cultural da A.E.R.G. na Casa do Concelho de Góis

 
AERGois

O Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis em parceria com a Associação Educativa e Recreativa de Góis, informa que vai organizar a “Tarde Cultural da A.E.R.G.”, a decorrer a 23 de Fevereiro, pelas 14:30 horas, no Auditório da Casa do Concelho de Góis, na Rua de Santa Marta, 47, r/c, Dto, em Lisboa.

A Tarde Cultural a cargo da Associação Educativa e Recreativa de Góis (instituição fundada a 1/9/1939), tem como objetivo a divulgação dos vários grupos a atuar na cultura goiense, que tanto tem contribuído para o ensino da música, canto e dança junto da sociedade goiense, bem como o fomento do desporto, nomeadamente do Futebol, que atualmente tem como expoente máximo o Judo, levando mais longe o nome de Góis, em Portugal e na Europa.

Programa:

14,30 – Abertura (Dr. Luis Martins – Presidente do Conselho Regional da C.C.G.)
14,45 – Apresentação (Rui Sampaio – Presidente da A.E.R.G.)
15,00 – Atuação das secções:
- Secção de Judo (demonstração)
- Escola de Concertinas e Instrumentos de Cordas
- Coro Misto
- Filarmónica
18,00 – Fecho (José Dias Santos – Presidente da C.C.G.)

Convidamos todas as Comissões de Melhoramentos do Concelho de Góis, goienses, sócios da Casa e amigos a brindarem-nos com a vossa presença participativa para uma tarde bem-disposta.
Contamos convosco.

O Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis

Cumprimentos,
Luis Martins
Presidente do Conselho Regional da
Casa do Concelho de Gois
publicado por penedo às 23:48

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Domingo, 20 de Janeiro de 2013

OS JOVENS E O REGIONALISMO

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    Adriano Pacheco

 

O evento recentemente ocorrido na Casa do C. de Góis veio, novamente, avivar este tema que de vez em quando salta para a ordem do dia, onde são aflorados as mais diversas vertentes, ainda que um pouco pela rama, segundo a sensibilidade e o ponto de vista de cada um. Esta agitação mostra como o assunto é pertinente e ocupa a mente dos civicamente mais conscientes. Na verdade, trata-se duma matéria da maior relevância para a região, tendo em conta o passado histórico do regionalismo e o contributo que tem dado no que diz respeito à defesa do bem-estar das populações. É claro que “hoje faz sentido discutir-se o regionalismo.”

 

Acontece que a sociedade na sua padronização e composição se vai alterando constantemente para outros padrões de “modernidade”, donde não podemos isentar-nos de responsabilidades pelo facto de hoje nos confrontarmos com a falta de rejuvenescimento das direcções das colectividades, bem como pelos antigos processos de actuação e pelas prioridades estabelecidas que chegam a ser confrangedoras pela ausência de inovação e de pontos de vista alargados.

 

Aos veteranos de todos os tempos, não se lhes pode negar o enorme mérito pelo seu largo contributo no desempenho das suas funções, numa época de grandes dificuldades, enormes carências e de realidades cheias de obstáculos. Nunca lhes seremos suficientemente gratos, mas chegou a hora da sua passagem do testemunho. Chegámos ao fim dum ciclo, a vida é assim… feita de mudança!

 

Aos jovens, deve ser-lhes franqueadas as portas da liderança das colectividades, não como meros colaboradores como tem vindo a verificar-se, mas sim pela assumpção das responsabilidades do caminho que querem trilhar, com iniciativas que julgarem necessárias. Aqui o paternalismo é completamente dispensável, deve ser-lhes propiciado todo o espaço possível para voarem, porque “asas” já sabemos que eles têm. Eles não necessitam de seguirem as pisadas de ninguém, nem de utilizarem modelos obsoletos, precisam sim “de se chegarem à frente” e de assumirem as suas responsabilidades. O regionalismo aguarda a sua chegada.

 

No reino do regionalismo, há que assumi-lo, nem tudo vai bem, com excepção de duas ou três colectividades. E quem não quiser assumir esta gritante realidade resvala para a mistificação do que está aos olhos de todos, dando cobertura “AO MAIS DO MESMO”. Podemos lamentar o despovoamento que nos confrange, podemos aceitar o envelhecimento da população como inevitabilidade, mas não podemos dissimular uma realidade que aos poucos se vai degradando. Enfrentar esta situação é postura sensata a pôr em prática.

 

 

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Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2013

Góis: Juventude de Excelência

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fernando J. Bandeira da Cunha (Dr.*)

 


 

Organizado pelo Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis em parceria com as Associações de Juventude de Alvares, Colmeal e Góis, realizou-se a 8 de Dezembro de 2012, em Lisboa, o Seminário subordinado ao tema a “Juventude do Concelho de Góis”.

Participaram ativamente no Painel A (O afastamento dos jovens do associativismo), moderado pelo Dr. Luis Martins, Luísa Baeta (Ass. Jovens da Freguesia de Alvares), Fábio Brito (Ass. Juventude de Góis e AERG), Jorge Fonte (Comissão de Juventude do Colmeal), Joaquim Mateus (Ass. Jovens da Freguesia de Alvares e Comissão de Melhoramentos de Cortes) e Nuno Alves (Presidente da Ass. de Juventude de Góis).

Todos os presentes retiveram na sua memória a alegria e motivação colocadas nas diversas apresentações destes líderes que representam os Jovens do Concelho de Góis. Para o futuro ficou um Auditório jovem, cheio de motivação e de querer que a sua vida pessoal e profissional possa ser exercida no Concelho ou, a não ser possível, o desejo de se manterem ligados a ele e poderem trabalhar em prol do futuro e da qualidade de vida dos goienses, com os sonhos próprios da juventude e do querer colocá-los em prática rapidamente. O Auditório respirou orgulho do tanto já conseguido até agora.

Como conclusão deste painel fica a ideia de que todos os atores do Regionalismo Goiense e em particular as Comissões de Melhoramentos têm de assumir de vez a consciência de que a rotatividade de gerações nos seus Corpos Sociais são o principal factor do sucesso futuro e de obtenção de novas e melhores ideias.

Todos aqueles que se reveem na principal conclusão de que as ideias dos jovens quase nunca são bem recebidas nas Comissões, são os principais atores da escassez de jovens no Regionalismo Goiense.

Se ser Regionalista (ver dicionário) é gostar/amar uma determinada região, então todos somos de uma forma ou outra Regionalistas. Os que ficarão relembrados no futuro da memória Goiense serão todos aqueles que adquirirem a consciência que poderão contribuir mais e melhor para a modernização da sua região, ouvindo os jovens, captando a sua motivação, dando condições para a concretização de ideias, em suma mudar o paradigma do Regionalismo, mudando mentalidades e formas de atuação e execução.

Se o futuro são os jovens, o futuro do Regionalismo Goiense são os jovens goienses que pululam nas Associações de Juventude onde já tarimbaram a sua experiência, agora prontos para refrescar o Regionalismo a caminho da modernidade global.

A fusão de Juntas de Freguesia (e não o seu desaparecimento como muitos enganadoramente apregoam), farão com que as Comissões de Melhoramentos assumam um papel muito mais decisivo, na concretização das ambições das suas populações, porque mais próximos destas, titulares da sua consciência, serão parceiros fundamentais de um executivo Autárquico empenhado em execuções que contribuam para a qualidade da vida goiense. Este o Regionalismo do século XXI que urge colocar urgentemente em prática.

A qualidade geracional desponta em Góis em vários sectores da sociedade, foi a principal conclusão do Painel B (Jovens com valor), com a participação de Diogo Ventura (Campeão Nacional de Enduro), André Paiva (Atleta Surdolímpico de Alta Competição), Fábio Brito (Prémio Marketeer Nacional) e António José Gil (Núcleo Estudantes da Univ. Beira Interior, Ass. Juventude de Góis, Filarmónica da AERG, Bombeiros, Ass. Compartes do Cadafaz, Ass. Melhoramentos da Cabreira). Não puderam comparecer por motivos pessoais e profissionais, Margarida Sampaio (Prémio Nacional Jovem Tradutora) e Ricardo Ventura (Prémio Nacional de Arquitetura).

Sentiu-se neste painel o orgulho em ter singrado a nível nacional e em tão diversificados sectores profissionais, sendo jovens do interior da Beira Serra e, a vontade de se identificarem com a sua região, sempre com a camisola de Góis “vestida” orgulhosos das suas origens, como fator decisivo de pujança e carácter.

A presença da Presidente da Câmara de Góis, Dra. Lurdes Castanheira, do Presidente da ADIBER, Dr. Miguel Ventura e da Diretora do Centro de Emprego e Formação Profissional do Pinhal Interior Norte, Dra. Fernanda Dias foram uma mais-valia para este Seminário. Tiveram a oportunidade de tomar conhecimento global, da realidade jovem do Concelho de Góis e do muito que existe para fazer em termos de apoios, formação e empregabilidade para que esta geração de excelência fique definitivamente a criar valor no Concelho de Góis.


                                                                                                                                                     (*) Farmacêutico

 

in varzeense

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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2013

Os Talentos e o Regionalismo!...

     
Reportando-me ao tema que li no blogue Penedos de Góis, artigo de autoria do Sr.Adriano Pacheco,texto que gostei de ler e no qual salientaria os parágrafos,segundo,terceiro e quarto.


Na realidade tem este novo e renovado Conselho Regional da Casa Concelhia de Góis,vindo a fazer e a trazer à Capital,iniciativas e eventos  de realçar e cujo êxito é meritório, durante o ano que ora findou.
Muita coisa do meu ponto de vista podia aqui apontar,para futuras iniciativas do CR,Conselho Regional, mas estou em crer que os "novos talentos"sabem de certo encontrar o devido entrosamento com o regionalismo que se quer de futuro e para o futuro.
Não tenho dúvida alguma que nós, o Zé Povinho,valoriza-mos os nossos jovens  talentos, mas a montra a ser feita, deveria se-la no próprio Concelho,em local apropriado,(biblioteca municipal,
Associação de Góis, ou outro local emblemático da capital do Ceira ),tendo como data o feriado do Concelho por exemplo.
Para melhor e maior dimensão,bastava que entre as Comissões e Ligas de Melhoramentos,ouve-se maior e melhor interligação entre elas e a edilidade, que  fossem reconhecidas com o estatuto de parceiros sociais e culturais e usufruíssem de um tratamento mais activo e responsável dos poderes instituídos e não como meros agentes passivos os quais recebem por vezes "algumas migalhas monetárias", sem que lhes sejam pedidas também, qualquer responsabilidade ou contra partida sobre o emprego das ditas.
Salvo algumas ocasiões o Órgão Regionalismo ou Regionalista,não lhe tem sido dado o devido valor,senão em circunstâncias análogas como no referido evento, aonde lhe é reconhecido e valorizado «como património cultural riquíssimo da nossa região».
O tempo do fontanário,do lavadouro,dos arruamentos...benfeitorías e conquistas realizadas há muito, com muito empenho e sacrifício dos ditos Veteranos e suas populações,quando o poder autárquico de então era de uma fachada, servindo muitas vezes para atestar o estado de pobreza dos seus fregueses.
Não passou assim tanto sobre o mesmo, porque todo esse património precisa de cuidados de conservação, manutenção e preservação periódicas,restituindo-lhes o valor intrínseco para a razão que foram criados, o abastecimento de águas,um bem precioso que em algumas aldeias do Concelho está furtado o seu uso e utilidade. Obras que foram custeadas pela acção popular e que hoje os serviços municipais e camarários lhes tem vedado a usufruição de pleno direito, daquilo que é do Povo e foi feito pelo Povo.Mas não deixa de ser verdade que alguns Veteranos agarrados ainda ao passado,têm ajudado ao definhar do Regionalismo. Buscam por vezes os jovens só para preencher os lugares dos corpos dirigentes das comissões, mas na prática e na realidade cortam-lhes o asseço à responsabilização dos cargos para que foram eleitos continuando teimosamente a ser omnipresentes.
Quanto ao tempo..."só tem tempo, quem não tem tempo" é uma verdade sim, pena é, que muitas vezes se tenha que dar o tempo por mal empregue e perdido,perante a percistência da dita uni-pessoalidade de alguns dirigentes, e não abrindo mão muitas vezes aos mais jovens.
Hoje na era da Internet, a falta de utilização dos meios de comunicação existentes não se coadunam,para uma maior celeridade dos problemas e maior comunicação entre as comunidades em moldes mais acessíveis e funcionais, como por exemplo em vídeo-conferência,mensagens que opinem situações,ou  um outro.Aqui também as populações em conjunto, ou a nível individual podiam ser mais participativas com as suas Comissões transmitindo as carências e os seus anseios, de forma construtiva.
"Talvez seja  a incapacidade de enxergar!"
Quanto ao regionalismo à distância,estarei em condições de afirmar, que ainda com moldes um pouco convencionias, isto na década de oitenta,uma secção na qual eu estive integrado, composta por jovens;participou,apresentou,realizou inúmeras actividades,levando até à aldeia os projectos aprovados em Lisboa,um conjunto de talentos sim,que deixaram obra feita!
O Regionalismo precisa sim de se modernizar,criando consensos e aberturas ás inovações sem que tenha que enaltecer e promover os talentos,podendo estes até criarem  crivos, sem os querer. O que é necessário é congregar vontades, ideias novas e quem goste de partilhar e participar livremente sem constrangimentos ou imposições de qualquer espécie,mas dentro das normas cívicas,apelando ao voluntariádo e participação activa das populações,incumbindo-as de pequenos trabalhos comunitários,aonde cada um se sinta que é útil e é bem vinda a sua participação,e boa vontade.
Talvez um caminho a seguir entre outros, seria as Comissões,Ligas e Uniões,criarem entre elas elos de convergência,como ex:agrupamentos por zonas ou freguesias,definindo os rumos  a seguir,determinado prioridades,com mais espírito colectivo e abrangente e menos bairrismo,
cujas decisões seriam então apresentadas ao CR  e este ser a entidade que avalizava as mesmas, estabelecendo prioridades, e não o compadrio ou qualquer espécie de favoritismo,levando-as ás entidades competentes.
Há um longo caminho a percorrer,o fosso existente é grande sim,se o Regionalismo quer sobreviver,tem que trilhar outros campos, tais como;no social,cultural,ambiental,paisagistico,
laboral,desportivo,criar melhores acessibilidades nas vias de transporte e no voluntariádo social aos mais carenciados.
Julgo que é preciso estimular a juventude dando-lhes a oportunidade de participar na construção de algo novo,mostrando cada um, as suas capacidades o seu valor e talento,no meio em que estão inseridos,pois assim se contrói uma nova sociedade.
Tentar encontrar culpados é fácil, difícil será ultrapassar  os erros cometidos nas últimas três décadas,no entanto, os Veteranos pela obra feita merecem um aplauso!

A desmotivação de algumas pessoas, é criada por erros que persistem,e sendo assim, mais nada  nos resta por vezes,que fechar um ciclo de permanência,no seio de Regionalismo.

Adriano R.Filipe

in

http://lugarvelhosobreiras.blogspot.pt/

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Terça-feira, 1 de Janeiro de 2013

OS TALENTOS E O REGIONALISMO


Adriano Pacheco

 

Grande encontro com os jovens goienses, promovido pelo Conselho Regional da Casa do Conselho de Góis (CR) evento que, desde algum tempo, estava nas cogitações deste órgão regional e que, por esta ou aquela dificuldade, não tinha sido encontrado “o fio à meada” para que fosse feito o seu caminho. Depois de vários contactos desenvolvidos por um membro do CR com dirigentes das Associações do concelho, foi encontrada a possibilidade, o ambiente e contexto adequados para que o evento tivesse o seu desfecho. Ainda que não tivesse sido atingido o objectivo congeminado, encontraram-se porém outras janelas igualmente importantes, que podem futuramente serem utilizadas para novos rasgos.

 

Desta feita houve oportunidade para dar a conhecer jovens talentosos e campeões nacionais nas áreas do atletismo e do motocross, Enduro, que a todos os goienses encheram de orgulho com as suas capacidades de entrega ao desporto e à música sem descurarem o ensino académico. Assim nos foi relatado pelo presidente da Associação Nuno Alves, atletas Diogo Ventura no Enduro e André Paiva no Atletismos de Surdolímpicos. Deste modo foi constatado que, por desconhecimento, não valorizamos devidamente os nossos jovens campeões, ou porque eles não se mostram, se calhar também não lhes é dada a montra indicada para serem conhecidos os seus feitos.

 

O principal objectivo do evento, era (e é) conhecer as razões pelas quais, levaram os jovens ao afastamento do regionalismo, desiderato que permanece no espírito do CR como grande preocupação, para conseguir alcançar o antídoto indicado para colmatar esta lacuna que aos veteranos passou despercebido ao longo destas décadas. Quem sabe se por sua própria incapacidade de enxergar, ou ver mais longe o caminho do futuro?

 

Não fora duas excelentes intervenções (Jorge Fontes do Colmeal, e de António José Gil da Cabreira) e tudo ficaria no MAIS DO MESMO, tal como no reino dos céus, entre Deus com os anjos, que é como quem diz sem uma pista que nos levasse a uma conclusão consistente! De facto nem tudo está bem no regionalismo, antes pelo contrário. É verdade que “só tem tempo quem não tem tempo”, mas há que inovar e criar condições para atrair jovens, e isso não se vê em todas as colectividades, salvam-se duas ou três!

 

Jorge Fontes, deixou-nos o relato da iniciativa dos jovens do Colmeal que se organizaram em Comissão na Capital, ligada à União Progressiva do Colmeal através do slogan “regionalismo à distância” que demonstra bem a imensa força de quem se quer colocar como alternativa ao modelo tradicional demasiado gasto, levando a outros patamares os seus efeitos. A outra intervenção, rica em conhecimentos e boas práticas, veio de António Gil da Cabreira que nos falou da sua experiência como militante do regionalismo no qual se foi adoptando a “táctica da tartaruga” seguida pelos jovens seus companheiros.

 

Na verdade, com as suas práticas, os veteranos do interregno geracional dos anos sessenta fim de século, em conjunto com as grandes mudanças comportamentais ocorridas na sociedade, foram gerando constrangimentos que deram este resultado com que hoje nos deparamos e tentamos corrigir.

 

Por último tivemos a apreciação da Dr.ª Lurdes Castanheira, edil da Câmara que, com desassombro, tocou em vários pontos importantes que raramente são abordados em público, dizendo que “ai do autarca que não valorize o regionalismo património cultural riquíssimo da nossa região”, pelo seu contributo e pela sua histórica afirmação. Hoje não deve ser preocupação prioritária da Câmara o arranjo do lavadouro ou do fontanário, mas sim criar condições para a fixação dos jovens e seu crescimento dentro do espaço concelhio. Esta apreciação vinda do seu olhar de lince, resulta dos muitos anos de traquejo e conhecimento da estrutura social do Concelho.

 

Ainda falaram depois o Dr. Miguel Ventura como presidente da ADIBER e a Dr.ª Fernanda Maria do Instituto de Formação e Emprego de Arganil, dizendo do seu contentamento por ter assistido a tal evento que envolveu jovens com valor.

 

 

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Sábado, 1 de Dezembro de 2012

A Casa do Concelho de Góis acolhe a Juventude

 


 ccgois  azuleijo.JPG  

 

 

O Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis em parceria com a Associação de Juventude de Góis, Alvares e Colmeal, informa que vai organizar o Seminário

“A Juventude do Concelho de Góis” a decorrer a 8 de Dezembro, pelas 14:30 horas, no Auditório da Casa do Concelho de Góis, na Rua de Santa Marta, 47, r/c, Dto, em Lisboa.

O Seminário tem como objectivo estabelecer uma ligação entre a juventude e o regionalismo, e como estratégia dar a conhecer a existência de jovens de excelência em Góis, cujo trabalho, dedicação e qualidade resultaram em sucesso reconhecido em Góis, em Portugal e na Europa.

 

Programa:

 

14,30 – Abertura

14,45 – Painel A:

                           “O afastamento dos jovens do associativismo

 

* Luísa Baeta, Associação de Jovens da Freguesia de Alvares –

“Actividades Realizadas e Projetos para o Futuro”


* Fábio Brito. Associação de Juventude de Góis e AERG –

“O Associativismo em Góis”


* Jorge Fonte, Comissão de Juventude do Colmeal –

“Longe/perto das nossas raízes”


* Joaquim Mateus, Associação de Jovens da Freguesia de Alvares/Cortes –

“Ligação Regionalismo/Associativismo Juvenil/Actividade Profissional”


* Nuno Alves, Presidente da Associação de Juventude de Góis –

“A Juventude”


16,15 – Debate

 

16,45 – Painel B:

                              “Jovens com Valor

 

* Ricardo Ventura, Arquiteto Paisagista -

“A experiência de um Jovem a exercer a sua atividade profissional em Góis.


* Diogo Ventura, Campeão Nacional de Enduro -

“Um Campeão do Interior”


* André Paiva, Atleta de Alta Competição –

“A minha participação nos Surdolímpicos”


* Margarida Sampaio, Vencedora do concurso nacional de Jovens Tradutores –   “A minha viagem”


18,00 – Debate

18,30 – Fecho

 

Convidamos, desde já, todas as Comissões de Melhoramentos do Concelho de Góis, Goienses, sócios da Casa, amigos e todos os jovens a brindarem-nos com a vossa presença participativa, em particular no amplo debate final.

Contamos convosco.

 

                       O Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis

 

 

 

 

 

 

 

 

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Quarta-feira, 29 de Agosto de 2012

A FACIG E A FESTA DE ALVARES

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    Adriano Pacheco

 

Compromissos anteriormente assumidos, levaram-nos a uma breve passagem pela linda capital do Ceira, junto à margem deste rio, onde se encontrava instalada a FACIG, exposição que se vem desenvolvendo com stands vários, alguns dos quais representantes de empresas comerciais, instituições e colectividades regionalistas, que mostram bem a dinâmica sócio-económica que este certame vem ampliando numa zona bem necessitada. Pese embora o grande impacto desta feira, ela ainda não foi devidamente compreendida pelo tecido empresarial da região, ou a sua dimensão ainda não provocou o salto necessário.

 

A Casa do Concelho de Góis, com sede em Lisboa, pela segunda vez, fez-se representar dando ênfase ao tema: “profissões populares desenvolvidas por gentes goienses na cidade de Lisboa”, onde criaram o seu espaço, deram o seu contributo, marcando a história da sociedade lisboeta. Junto dos apetrechos inerentes às profissões encontravam-se também obras literárias de escritores desta região, nomeadamente “O Moço de Esquina”, recentemente publicado na Casa concelhia. Assim vai dando conta do seu propósito.

 

Como não podia deixar de ser, acompanharmos de perto, os festejos da Vila de Alvares, não só para matar saudades, mas também para sentir as mudanças comportamentais dum povo que se manifesta em momentos de euforia, ou se pelo contrário continua alimentando tradições ancestrais para dar brilho a algo que lhe é intrínseco. Cedo nos apercebemos de que o momento não era o mais indicado para avaliar essa eventual mudança, uma vez que vivemos um tempo de “vacas magras”, se é que elas alguma vez foram gordas para estas bandas. Contudo, já não existe, obrigatoriamente no menu, a celebre sopa de grão-de-bico ( vide livro “A Vila do Burel”) o que não deixa de ser uma alteração, para o bem e para o mal.

 

De louvar o empenhamento e a coragem dos Mordomos da Festa ao conseguirem mobilizar e dinamizar todos os recursos ao seu alcance, usando de alguma criatividade e imaginação para levarem a cabo a sua missão, coisa que não é fácil nos tempos que decorrem. Que o digam aqueles que já por lá passaram e que se esfolaram a contar os tostões para pagarem a todos (rigorosamente a todos) aqueles que prestaram um pequeno e leve serviço.

 

Estes eventos, como outros desenvolvidos em aldeias de magros recursos, são sempre um enorme desafio para quem abraça esta missão. Importa por isso seguir uma política de contenção de custos. Desconhecendo o resultado contabilístico do evento, deseja-se que ele seja favorável a quem tanto se esforçou, porque se assim não for, para além do seu enorme trabalho, ainda têm de pôr dinheiro do seu bolso (?)

 

Trabalhos à parte, temos de dizer que as festas nas aldeias têm o grande mérito de contribuírem para o reencontro dos conterrâneos no local onde nasceram e viveram os primeiros anos de vida, recordando com saudade os seus tempos de meninice com todas as traquinices que lhes eram próprias. Têm também a grande virtude de virem dar ânimo às aldeias que se encontram deprimidas, transmitindo-lhe novo folgo de vida, maior movimento que é o que necessitam. Importante é lembrar que este pormenor não pode passar despercebido às autoridades deste Concelho.

A lástima reside apenas na particularidade de que as pessoas se deslocam às suas aldeias apenas em dias festivos, o que é muito pouco e… uma enorme pena!..

publicado por penedo às 09:48

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Sexta-feira, 27 de Julho de 2012

Casa do Concelho de Góis na FACIG

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Casa do Concelho de Góis na FACIG

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Sexta-feira, 1 de Junho de 2012

Encontro Regionalista Goiense

publicado por penedo às 17:47

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Terça-feira, 1 de Maio de 2012

Casa do Concelho de Góis (IV) – Futuro de Esperança

Fernando J. Bandeira da Cunha (Dr.*)

 

Se a constituição da Casa do Concelho de Góis em 1954 foi fruto da necessidade da existência de um espaço de elaboração de ideias que contribuíssem para o desenvolvimento do Concelho de Góis, já a aquisição e modernização da sua sede e a construção do Colégio de Góis, tornaram esta instituição economicamente autónoma, constituindo-se os seus sócios como o bem mais precioso.

80 Anos de Regionalismo se passaram com amplas histórias de iniciativas próprias e de colaboração com as instituições públicas e privadas e com o poder

autárquico executivo, sempre como missão o desenvolvimento do Concelho de Góis, génese da constituição da C. C. Góis, e que continua bem plasmado nos seus Estatutos.

A melhor prova de vida da C. C. Góis são os milhares de intervenções sociais que permitem uma informação fundamental interventiva nos órgãos autárquicos dos anseios das populações, as centenas de construções feitas pelas Comissões de Melhoramentos alavancando as suas aldeias ao sabor da modernidade possível e as dezenas de iniciativas culturais anuais que permitem mostrar a todos os goienses em Lisboa e em Góis a qualidade da nossa cultura bem inserida nas nossas raízes.

Prémio de toda esta vivência e intervenção social foi a atribuição da Medalha de Mérito pela Câmara Municipal de Góis em 14/07/1992 pelo “reconhecimento da obra altamente valiosa que tem realizado no campo regionalista e que na prática se tem traduzido pela contribuição dada na melhoria das condições de vida e do progresso das nossas terras“. Em 2011 o reconhecimento como parceiro social da Câmara Municipal de Góis, pela sua Presidente Dra. Lurdes Castanheira, pelas suas intervenções sociais. Em Dezembro de 2011 a dedicação e o esforço gracioso desenvolvido por todos os seus elementos, foi a C. C. Góis premiada na Gala Gestos Solidários, realizada pela Câmara Municipal de Góis, com o Prémio “Causa Associativa”, pretendendo-se homenagear, neste prémio, todas as instituições de direito privado do concelho, “louvar a entrega e dedicação dos seus dirigentes nesta e noutras reconhecidas causas em prol do concelho de Góis e suas gentes em particular as Comissões de Melhoramentos”. Em 31/03/2012 em Assembleia Geral da C. C. Góis, sob proposta da Direção, secundada pelo Conselho Regional e Presidente da Mesa foi dado um passo decisivo na consolidação da modernidade democrática ao ser aprovado por unanimidade e aclamação a autorização á Direção de em período eleitoral autárquico permitir reuniões de esclarecimento político na C. C. Góis aos partidos concorrentes no Concelho de Góis. 

A C. C. Góis é de facto atualmente uma incubadora de ideias e sua concretização, onde em todas as reuniões se encontram goienses que, independentemente de estratos sociais, profissões, sectores políticos ou credos, investem parte do seu tempo de lazer e de família, graciosamente, para pensarem comum, em Góis.

Se o Regionalismo é o gosto pelo desenvolvimento de uma região, então as Comissões de Melhoramentos constituem-se como a consciência das suas populações, suas necessidades e anseios em torno do Conselho Regional da C. C. Góis mais vocacionado para intervir nos assuntos de natureza global regional influenciando o poder autárquico executivo com a missão de alavancar o desenvolvimento integrado do Concelho de Góis.

Sejam quais forem as eventuais mudanças estruturais autárquicas, acompanhando a evolução dos tempos, estamos em crer que as Comissões de Melhoramentos, terão um amplo, importantíssimo e renovado papel no futuro na captação de fluxos financeiros para as suas populações englobando o seu trabalho no papel cada vez mais federativo do Conselho Regional.

A chamada de jovens goienses (que não se reveem nas tradicionais instituições autárquicas) para este trabalho é fundamental, preparando o futuro, galvanizando vontades, direcionando sinergias, estudando soluções de futuro que despertem todos para uma evolução criadora de emprego, factor fundamental para a fixação de jovens.

Pretendeu o Conselho Regional da C. C. Góis em 2011 dar um sinal de orgulho no passado e de esperança no futuro ao negociar com a Câmara Municipal da Figueira da Foz a entrega ao Concelho de Góis do Brasão de Armas de D. Luís da Silveira (Senhor de Góis). Peça única esculpida em granito, doada ao Município da Figueira da Foz pelo então Presidente da Câmara de Góis, Dr. Rui Nogueira Ramos e à muitos anos identificada a sua localização no Museu Municipal, pelo Mestre João Alves Simões. Recebendo a anuência da Câmara Municipal da Figueira da Foz de imediato passámos este assunto á Presidente da Câmara de Góis que está encetando todos os esforços legais para que a entrega desta peça histórica seja uma realidade no imediato.

Porquê esta iniciativa? Tão só porque, segundo a história, foi D. Luís da Silveira (1481-1534), Senhor de Góis, que mais desenvolveu a Vila de Góis e seus lugares. Nascido na corte em Lisboa, após uma vida de dedicação e êxitos militares e diplomáticos ao serviço de D. Manuel e D. João III, decide a certa altura pedir a el-rei a sua vinda para a sua propriedade de Góis, onde inicia um período sem paralelo de grande desenvolvimento.

Por este e outros motivos tenho a ousadia de o apontar como o 1º Regionalista de Góis, pois nascido e criado em Lisboa, vivendo mundo fora, nunca se esqueceu das suas raízes (16 gerações) bem implantadas em Góis ao ponto de tudo prescindir em favor do desenvolvimento das terras de Góis.

 Orgulhosos do passado regional, com vontade férrea de construírem o seu futuro pelas suas próprias mãos e senhores da sua vontade, encontramos atualmente em Góis muitos jovens que, vão despontando socialmente como verdadeiros talentos jovens do concelho que nos permitem ter confiança no futuro. Casos do Gonçalo Bandeira e do Diogo Ventura no Enduro, da Margarida Sampaio, vencedora do concurso de Jovens Tradutores, do Francisco Mourão, no Festival da Canção RTP, dos Campeões de Judo etc, etc.

Os mais recentes sinais de confiança na juventude foram dados também na C. C. Góis nas iniciativas efectuadas no ano de 2011, onde participaram dezenas de jovens goienses, alguns pela primeira vez na Casa, onde com o entusiasmo ativamente participaram na tarde de “Teatro” englobados nos 3 Grupos de teatro do Concelho: Grupo Projeto Expandir Oportunidades (Góis), Teatro Íris - Grupo de Teatro Juvenil do Projeto Escolhas de Futuro (Góis) e o Grupo de Teatro Geração Varzeense (V. N. Ceira) e na tarde de “Cantares” englobados no Grupo de Violas e Cantares de Vila Nova do Ceira, Grupo Coral da Associação Educativa e Recreativa de Góis e no Grupo Musical Informáticos e Companhia de Lisboa.

De futuro, novas e fundamentais iniciativas serão programadas, sempre com o pensamento nas novas gerações, com a pretensão de dar a entender que o termo Regionalismo não tem a carga que muitos lhe querem dar, porque embora conscientes de um passado histórico de dificuldades superadas, em que todos nos revemos e orgulhamos, Regionalista é tão só todo aquele que ama uma região ao ponto de pretender participar e influenciar na sua evolução qualitativa, deixando ás gerações seguintes um Concelho de Góis melhor do que aquele que herdámos. Este o Regionalismo do presente. Este o Regionalismo do futuro


                                                                                                                                      (*) Farmacêutico

 

 

 

 

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Quinta-feira, 29 de Março de 2012

ADIBER convida...Casa Concelho de Gois...Lisboa

dia 31 de Março, pelas 17 horas na sede da Casa do Concelho de Góis


 
A União Progressiva da Freguesia do Colmeal recebeu da ADIBER a carta que a seguir se transcreve e que pelo interesse do assunto nela contido leva ao seu conhecimento, convidando-o também a participar nesta reunião.
 
“A ADIBER – Associação de Desenvolvimento Integrada da Beira Serra, é a Entidade Coordenadora Local no Concelho de Góis do Projecto Consolidar Laços, Disseminar Solidariedade”, aprovado no âmbito dos Contratos Locais de Desenvolvimento Social, o qual inclui no seu Plano de Acção um conjunto de acções a implementar com a finalidade de melhorar a qualidade de vida dos cidadãos, promover a sua inclusão social, numa intervenção multi-sectorial e integrada, através de acções a executar em parceria e que contribuam para combater a pobreza e exclusão social, permitindo fomentar dinâmicas e mobilização local.

Este Projecto prevê a realização de actividades ligadas ao Associativismo Activo, um novo paradigma com objectivos mais adequados à realidade actual e que promovam uma nova abordagem do Movimento Regionalista no processo do desenvolvimento do Concelho de Góis, enquadrando-se nestas iniciativas a realização do “Congresso Regionalista Goiense”, previsto para o próximo dia 10 de Junho, em Góis.

Neste sentido, irá decorrer uma reunião de trabalho no próximo dia 31 de Março, pelas 17 horas na sede da Casa do Concelho de Góis, em Lisboa, com o objectivo de reflectir, recolher sugestões e contributos para a organização desta iniciativa, bem como para debater outros assuntos de interesse para o Concelho, no âmbito do referido Projecto.

Face ao exposto, a ADIBER tem a honra de convidar V. Ex.ª e outros membros da Instituição que representa a participar na referida reunião, partilhando a vossa opinião sobre as temáticas em discussão.

Com os melhores cumprimentos,

Eduardo Miguel Duarte Ventura, Dr.”
publicado por penedo às 18:45

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Quarta-feira, 28 de Março de 2012

Assembleia Geral da Casa do Concelho de Góis

 

 

 

 

Dia 31 de Março pelas 15,00 horas,

 

 da Casa do Concelho de Góis,

 

Rua de Sta Marta, 47 r/c em Lisboa,

publicado por penedo às 23:04

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Fado 2012 - Reportagem

Foi no sábado 10 de Março que passei
à Casa do Concelho de Góis...
estava tudo tão mudado 
que vi por todo o lado
o que ali nos juntou para depois...
E quem ficou pela tardinha 
ouviu fado bem cantado,
petiscou e ainda riu, porque,à sua maneira,
recebe bem os seus amigos e convidados,
a gente da Roda Fundeira!!!!



E agora chega de versos, porque a senhora Dona Amália ainda pode zangar-se da minha apropriação da "Casa da Mariquinhas" (Vou dar de beber à dor). E avisa-se desde já quem tente cantá-lo que a métrica precisa de ser melhorada....

Mas o que interessa mesmo é que o nosso evento Fado 2012 foi um sucesso. Tivemos connosco 108 pessoas, dez das quais os artistas que nos embalaram e animaram com a sua voz, trazendo sentimentos ou emoções nas palavras, reflexões em verso acompanhadas à guitarra portuguesa e à viola.... sofridas ou bem-humoradas, mas sempre, sempre sentidas.

Decorámos a sala da Casa do Concelho de Góis, habituada a acolher os mais diversos desafios, para recriar (de um modo muito simples) o tema do fado, com guitarras e até xailes, gentilmente cedidos por Marília Rodrigues, que os manufactura com a garantia de serem peças únicas (mais informação em mr-xailes.blogspot.pt/)

Dos mais experientes, a quem a voz já prega partidas mas a alma se mostra nos olhos, aos estreantes, a quem o gosto por cantar venceu o receio e o nervoso miudinho da primeira vez, sem esquecer a "prata da casa", foi "ouvi-los" desfilar e encantar. À última hora pudemos ainda contar com a presença de Jaqueline Carvalho, que simpaticamente acedeu a um convite amigo de véspera, e nos cativou com a voz e a arte que vencem a Grande Noite do Fado...

E, nos intervalos, foram servidos os anunciados petiscos: salada fria de bacalhau (é um blog familiar, não posso escrever o nome porque é conhecido este petisco) enchidos variados, moelas, bifanas, caldo verde, pão, broa, queijo, vinho e sumos... tudo preparado pela dupla Antero Fonseca e João Henriques, e servido por uma vasta equipa empenhada em agradar. Estavam mesmo uma delícia! E para a despedida, adoçámos a boca com bolos variados, oferecidos pelas senhoras, que a tal nos vão já habituando.

Aqui ao lado está registado um dos poucos momentos em que a dupla de cozinheiros pode espreitar o espectáculo, tendo sido imediatamente "apanhados" pelo nossofotógrafo de serviço, o Paulo Coelho. Sim, meus amigos, quem esteve presente pode levar mais uma recordação para casa... Quero também agradecer ao Humberto pelas suas (belas) fotografias que me deixou incluir neste post.
E porque estes eventos só fazem sentido quando trazemos os nossos amigos, por vezes também eles nos preparam surpresas... e assim fomos presenteados com o Brasão de Odivelas, gentilmente oferecido pelo Sr. Victor Machado, Presidente da Junta de Freguesia de Odivelas e amigo de infância do nosso Rui Farlens. (49 anos.... Rui, 'tás crescido! heheheh!) Vejam o vídeo que logo me percebem..




Resta-me agradecer a todos os que ajudaram a tornar possível este evento, importante contributo para a angariação de fundos para a construção do Complexo de Lazer da Foz Palheiros. E muito obrigada a todos os que estiveram presentes, participaram, contribuiram e animaram esta festa.

Até à próxima!

http://www.roda-fundeira.blogspot.pt/

 

publicado por penedo às 22:55

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Sábado, 24 de Março de 2012

Sobral, Saião e Salgado ...Casa do Concelho de Góis ...Fados

 Algumas actividades para o ano 2012

O grupo dos amigos do Sobral, Saião e Salgado, vai levar a efeito no ano de

 

 

2012, alguns eventos dos quais destacamos aqui várias iniciativas. Assim,


No dia 24 de Março, pelas 15,30 horas, será realizada a Assembleia Geral, na Casa do Concelho de Góis em Lisboa, para analisarem e votarem o relatório e as contas do exercício anterior e eleição dos novos corpos sociais para o corrente ano.


Também nesse mesmo dia e local, mas à noite, se realizará em colaboração com a Casa do Concelho de Góis, uma grandiosa sessão de fados. O grupo convida todos os amigos destas aldeias e amantes do fado a comparecer.

publicado por penedo às 00:15

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Terça-feira, 6 de Março de 2012

Casa do Concelho de Góis (II) – Passado de Orgulho

 
  Fernando J. Bandeira da Cunha (Dr*)


Os movimentos de migração do século XX foram fundamentais para alguns concelhos do Pinhal Interior com particular relevância para concelhos mais fragilizados como era o caso de Góis. Concelho com escassos recursos naturais e de características serranas, saído de um período áureo do Volfrâmio, que se esfumou no pós guerra, com uma vida assente na agricultura, em solos pouco férteis, cedo na vida surge a vontade de melhorar as condições de vida. Essa melhoria não era satisfeita pelas deslocações sazonais á Estremadura e Alentejo para trabalhar na agricultura, com regresso no ano seguinte. Estes trabalhadores chamados de “ratinhos” ficam com a aspiração de ir mais além, para Lisboa, como um passo definitivo de melhoria de sua vida e da sua família. “Se a fome aperta, que remédio senão abalar” escreveu Miguel Torga, grande conhecedor dos movimentos migratórios da Beira.
A experiência na grande cidade, a formação académica adquirida e as viagens á “terra” em período de férias, fez crescer nestes homens e mulheres um maior amor pelas suas origens e a ânsia de transportar para ela os modos de vida aprendidos em Lisboa. Se o fluxo de migração, teve origem na pobreza e na falta de expectativas de futuro, já a possibilidade do Associativismo Regionalista tem origem numa vida melhor e consolidada em Lisboa permitindo que o seu pensamento se virasse para as origens, na ânsia de contribuir para a sua modernização.
     Para os goienses essa ânsia começa pela formação de uma Comissão Instaladora da Casa do Concelho de Góis impulsionada e formada por: Dr. Raul Baeta Henriques, Dr. Mário Nogueira Ramos, Francisco Barata Dinis e Ten. José Maria Gouveia, com o objectivo de se constituir a Casa de todos os goienses em Lisboa com as portas abertas a todos quantos a queiram visitar, dotada de secretaria, salão para assembleias gerais, salas para reuniões, bar, correio, telefone e biblioteca de apoio aos goienses a titulo individual e ás Comissões de Melhoramentos.
Para a história da C.C. Góis fica um 1º Período (1954-1959) que coincide com “O arranque” do projecto e que foi liderado pelas Presidências do Dr. Mário Nogueira Ramos (1954-1955) e Dr. José Maria Poiares (1956-1959) tendo a seu lado como Presidente da Assembleia Geral o Dr. Alfredo Simões Travassos (1954-1974), no Conselho Regional o Dr. Francisco Augusto Cortez (1954-1958) e no Conselho Fiscal, Francisco Barata Dias (1954-1955), Dr. Mário Nogueira Ramos (1956), Francisco Barata Dias (1957), Frederico Nogueira de Carvalho (1958) e Comandante José Maria Gouveia (1959).
Estes 5 anos ficam marcados pelos 200 associados logo no 1º ano e pela saída da Casa da Comarca de Arganil e entrada na Casa das Beiras onde provisoriamente ficaria a sede. Surge a primeira intervenção para o desenvolvimento de Góis conseguindo-se uma grande dinamização das carreiras rodoviárias que serviam o concelho. Factor marcante foi a inauguração em 17-02-1957 da sede própria na R. de Santa Marta, 47 em Lisboa.

 



 

 

 

 

 

O 2º Período (1960-1962) passa-se “Em velocidade de cruzeiro” sob as Presidências do Comandante José Maria Gouveia (1960) e Eng. Leonel Martins Gonçalves (1961-1962), com o Dr. Alfredo Simões Travassos na Presidência da Assembleia Geral (1954-1974), o Eng. Carlos Baeta Neves (1959-1973) no Conselho Regional e o Dr. José Maria Poiares (1960-1978) no Conselho Fiscal.
Nestes 2 anos surge a criação da Secção Feminina e da Secção Cultural-Desportiva e a assistência social a goienses em dificuldades. A sede da C.C. Góis é amplamente aproveitada para animações culturais e de convívio entre goienses e não goienses. Surge a primeira revisão dos Estatutos e a primeira tentativa da criação do primeiro hospital, dedicando a C.C.Góis, já nessa altura, grande atenção na área da saúde.
O 3º Período (1963-1974) fica marcado pela construção do “Colégio” de Góis, propriedade da C. C. Góis, sob as Presidências de Fernando Almeida Carneiro (1963-1969), Armando Gualter C. Nogueira (1970-1971) e Eng. José Rui Neves Cortez (1972-1974), com o Dr. Alfredo Simões Travassos (1954-1974) na Presidência da Assembleia Geral, o Eng. Manuel Nogueira Ramos (1974-1978) no Conselho Regional e o Dr. José Maria Poiares (1960-1978) no Conselho Fiscal.
Estes 11 anos ficam marcados pelo esforço de construção do Colégio de Góis, um projecto do Engº Rui Cortez que obteve o apoio fundamental do Comendador Augusto Rodrigues. A inauguração do Colégio em 19-10-1969, a cedência gratuita ao Estado e a liquidação total dos encargos financeiros constituem um marco para todos os goienses e uma obra fundamental que ainda hoje constitui um pilar financeiro importante da C.C.Góis.
O 4º Período (1975-1981) surge com as “Águas agitadas” do 25 de Abril de 1974 e com o período do PREC, sob as Presidências de Silvano Baptista de Almeida (1977-1978) e Dr. José Maria Poiares (1979-1981), com o Eng. Carlos Baeta Neves (1975-1978) e Dr. Alfredo Simões Travassos (1979-1981) na Presidência da Assembleia Geral, o Eng. Carlos Baeta Neves (1979-1983) no Conselho Regional e Frederico Nogueira de Carvalho (1979-2000) no Conselho Fiscal.
Neste anos de agitação social a C.C.Góis assiste a grandes lutas internas pela sua gestão e direcção. Sobrevive, reestruturando-se e reorganizando-se num novo modelo de gestão oficializado pela alteração, actualização e blindagem dos seus Estatutos. Como principal aspecto positivo desta época destaca-se a importante aquisição das instalações da sede em 1979, ano das suas Bodas de Prata da Casa.
O 5º Período (1982-2009) surge como “Consolidação” dos objectivos da Casa do Concelho de Góis consolidando a pacificação da sua gestão sob as Presidências de José de Matos Cruz (1982-2000) e José Dias Santos (2001-2012), com o Dr. José Dias dos Santos Pais (1982-1983), Eng. Carlos Baeta Neves (1984-1987), Eng. Manuel Nogueira Ramos (1988-2000) e Prof. Dr. Carlos Alberto Silva Poiares (2001-2011) na Presidência da Assembleia Geral, o Eng. Manuel Nogueira Ramos (1984-1987), Prof. Dr. Carlos Alberto Silva Poiares (1988-2000), Eng. João Nogueira Ramos (2001-2006) e José Matos Cruz (2007-2008) no Conselho Regional e António Lopes Machado (2001-2008) no Conselho Fiscal.
São os anos marcados pelas obras de beneficiação e remodelação da sede, inauguradas em 26-11-1988, pela participação nos Jogos Tradicionais de Lisboa e pelo equilíbrio financeiro. As contribuições para o desenvolvimento do Concelho de Góis desde 1954 a 2009 foram premiadas com a Entrega da Medalha de Mérito do Concelho concedida pela Câmara Municipal de Góis.
O 6º Período (2010-2012) surge como o “Novo paradigma” numa vontade férrea de modernização da C.C. Góis sob a Presidência de José Dias Santos (2001-2012), com o Prof. Dr. Carlos Alberto Poiares (2001-2012) na Presidência da Assembleia Geral, o Dr. Luís Filipe Martins (2010-2012) no Conselho Regional e António Lopes Machado (2001-2012) no Conselho Fiscal.
Este período em curso tem-se pautado por um concreto aumento do dinamismo das acções na Casa, sempre difícil após as excelentes acções comemorativas dos 80 anos do Regionalismo Goiense, pelo reconhecimento da Autarquia como parceiros sociais e por um esforço de integração nas novas tecnologias (internet wireless, site, mail, facebook com 638 amigos), como factor fundamental de captar juventude interessada em promover ideias e acções concretas em prol de uma região, o Concelho de Góis.
Se o Regionalismo é o gosto pelo desenvolvimento de uma região, então a Casa do Concelho de Góis é uma incubadora de ideias e sua concretização, onde em todas as reuniões se encontram goienses que, independentemente de estratos sociais, profissões, sectores políticos ou credos, investem parte do seu tempo para pensarem comum, em Góis.

(Fonte: “Memórias e Esperanças”, João Nogueira Ramos, 2004, A Vila do Burel, Adriano Pacheco, 2010)

                                                                                                                                      (*) Farmacêutico

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Domingo, 4 de Março de 2012

tarde de fados e petiscos na Casa Concelho Góis

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Quinta-feira, 1 de Março de 2012

ENCONTRO DE TUNAS ACADÉMICAS na Casa do Concelho de Gois

publicado por penedo às 23:58

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Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012

Casa do Concelho de Góis (I) – A essência do Regionalismo


  Fernando J. Bandeira da Cunha (Dr*)

O êxito que constituiu a presença (pela primeira vez) da Casa do Concelho de Góis, com stand próprio, na FACIG 2011 em Góis, teve também a virtude de concluirmos que várias gerações desconhecem a história do Regionalismo no Concelho de Góis e também as migrações que levaram á constituição da Casa do Concelho de Góis em Lisboa.
Antes da criação da Casa do Concelho no ano de 1954 já a história do Regionalismo Goiense se escrevia com a constituição de várias Comissões de Melhoramentos e nas dificuldades do fluxo migratório para Lisboa.
     A primeira Comissão de Melhoramentos de Góis fica para a história como sendo a Comissão de Melhoramentos de Roda Cimeira fundada em 1923, oficialmente constituída em 1928 como Sociedade de Melhoramentos de Roda Cimeira. Fruto das primeiras necessidades que conduziram ás migrações da população da freguesia de Alvares para Lisboa, mas também do apelo da terra de nascimento e do sonho da sua modernização. Homens e mulheres sentiram que se deveriam reunir e juntar esforços para que a sua terra tivesse para os que teimaram em ficar e para os que dela nunca se esqueceram, maior qualidade de habitabilidade numa zona de
pinhal interior onde as vias de comunicação eram o bem mais escasso, mas essencial para o comércio, cultura e modernidade.
A migração para Lisboa tem o seu inicio, se bem que incipiente nos finais dos anos 20 (Ditadura Militar), atingindo o seu pico nos anos 40 e 50, em pleno Estado Novo Salazarista, com o empobrecimento (a bem do País) e a ausência de expectativas das populações do pinhal interior, onde se situa Góis. Não é pois de estranhar a ânsia do Associativismo Regionalista, um arrojo para a época, só possível pela forma estatutária com que se objectivava a dedicação desta gente á sua terra de origem, motivo de sonhos, em transportar para ela vivências, qualidades e modos de vida que sentiram com a sua presença vivida e esforçada em Lisboa.
Se no inicio nada foi fácil, muitos vivendo colectivamente nas Casas de Malta e abraçando trabalhos ditos menores como, varredores (almeidas), engraxadores, barbeiros, estivadores, aguadeiros, limpa-chaminés e moços de esquina, após a fase de instalação e consolidação surge a preocupação académica como factor de acesso a uma vida melhor no comércio ou na pequena industria.
Foi assim que se constituíram pequenos e depois grandes empresários nos ramos de pastelaria, mercearia, drogaria, armazéns de géneros alimentares, actividade gráfica e mais tarde, restaurantes e cervejarias.
Homens de experiência feitos muitos ficaram na capital outros mudaram-se para a “terra”, agora já com outros meios, conhecimentos e formação, montaram comércios e empresas que ainda hoje perduram em mãos familiares, ou não, de segunda ou terceiras gerações.
Se o fluxo de migração, teve origem na pobreza e na falta de expectativas de futuro, já a possibilidade do Associativismo Regionalista tem origem numa vida melhor e consolidada em Lisboa permitindo que o seu pensamento se virasse para as origens, na ânsia de contribuir para a sua modernização.
Nascem assim todos os anos Comissões de Melhoramentos constituídas por residentes locais e por goienses em Lisboa: Freguesia de Alvares: Sociedade de Melhoramentos de Roda Cimeira (1928), Sociedade de Melhoramentos de Amioso Cimeiro (1929), Comissão de Melhoramentos de Cortes (1930), Comissão de Melhoramentos de Relva da Mó (1933), Comissão de Melhoramentos de Roda Fundeira (1934), Comissão de Melhoramentos de Amioso Fundeiro e Lomba (1935), Liga de Melhoramentos de Chã de Alvares (1937), União Progressiva de Amioso do Senhor (1941), Comissão de Melhoramentos do Povo de Amieiros (1944), Comissão de Melhoramentos de Mega Cimeira (1946), Liga de Melhoramentos da Telhada (1946), Comissão de Melhoramentos de Alvares (1947), Comissão de Melhoramentos de Obrais (1950), Comissão de Melhoramentos de Simantorta (1950), Comissão de Melhoramentos de Algares (1951), Comissão de Melhoramentos de Amiosinho (1953) e Sociedade de Melhoramentos de Casal Novo (1953); Freguesia do Cadafaz: Liga de Melhoramentos da Freguesia de Cadafaz (1932) e Comissão de Melhoramentos da Cabreira (1953); Freguesia do Colmeal: União Progressiva da Freguesia do Colmeal (1931), Comissão de Melhoramentos de Ádela (1936), Comissão de Melhoramentos de Malhada e Casais (1953) e Comissão de Melhoramentos de Soito (1954); Freguesia de V.N. Ceira: Comissão de Lisboa de Propaganda e Melhoramentos em Vila Nova do Ceira (1931) e Freguesia de Góis: Sociedade de Iniciativas e Propaganda de Góis (1929), Associação de Melhoramentos e Assistência de Ponte do Sotam (1931) e  Liga de Melhoramentos da Folgosa (1950), Comissão de Melhoramentos de Cerdeira de Góis (1952), Comissão de Melhoramentos de Ribeira Cimeira e Fundeira (1952), Comissão de Melhoramentos de Ladeiras de Góis (1953), União Regionalista das Povoações do Sotam (1953) e Comissão de Melhoramentos de Piães (1954).
Surge assim em 1954 a necessidade de uma estrutura de apoio em Lisboa, concretizada na fundação da Casa do Concelho de Góis, que teve a sua primeira Assembleia Geral em 4 de Dezembro de 1954 de aprovação dos estatutos e corpos sociais. De imediato a Casa do Concelho de Góis em Lisboa, além de servir de espaço de convívio dos goienses residentes em Lisboa, torna-se espaço de apoio e de colaboração das Comissões de Melhoramentos, onde, por vezes pela noite dentro, se sonhava, se discutia e planeava formas de suprir carências com o objectivo de modernizar o Concelho de Góis.
Como o poder local, na época com escassos meios distribuídos pelo poder central e com pouco poder executivo, via no associativismo regionalista um importante apoio de ideias concretizadoras, fomenta o continuo aparecimento de Comissões de Melhoramentos que se foram multiplicando até aos nossos dias: Na Freguesia de Alvares: União Progressiva de Milreu e Povoações Limítrofes (1956), Comissão de Melhoramentos de Estevianas (1978), Comissão de Progresso Amigos da Coelhosa (1983) e Comissão Os Amigos de Fonte Limpa (1985); Freguesia de Cadafaz: Comissão de Melhoramentos de Candosa (1955), Grupo dos Amigos de Capelo (1960), União Recreativa do Cadafaz (1962), Grupo “A Bem da Sandinha” (1962), Liga dos Amigos de Mestras (1966), Comissão de Melhoramentos de Corterredor (1975) e Comissão de Melhoramentos e Preservação do Tarrastal (1999); Freguesia de Colmeal: Liga dos Amigos de Aldeia Velha e Casais (1964), União e Progresso do Carvalhal (1970), Grupo de Amigos do Sobral, Saião e Salgado (1977) e Associação Amigos do Açor( 2002) Freguesia de V. N. Ceira: Associação dos Amigos da Várzea Pequena (1978); Freguesia de Góis: Comissão de Melhoramentos do Esporão (1955), Comissão de Melhoramentos de Povorais (1956), Comissão de Melhoramentos do Vale Torto (1957), Liga dos Amigos de Bordeiro (1960), Comissão de Melhoramentos da Póvoa de Góis (1974), Comissão de Melhoramentos do Vale do Ceira-Costa de Góis (1979), Comissão de Melhoramentos das Luzendas e Casalinhos (1985), Comissão de Melhoramentos de Casêlhos e Portelas (1994), Associação de Moradores, Naturais, Descendentes e Amigos de Carcavelos (1995), Associação de Melhoramentos das Aigras, Comareira e Cerejeira
(1996), Associação de Melhoramentos de Vale de Godinho (1999), Comissão de Melhoramentos da Pena (2000), Associação Desportiva, Recreativa, Cultural, Juvenil e de Solidariedade Social dos Amigos de Vale de Moreiro e Manjão (2002) e a Associação dos Naturais e Amigos do Liboreiro (2003) que até hoje mantém o estatuto da mais recente Comissão de Melhoramentos do Concelho de Góis. Mais conhecida por ANALIB esta Comissão é a primeira do século XXI a fazer apelo no seu nome a todos os naturais do Liboreiro (independentemente da sua residência) e a todos os seus amigos.    
Estas últimas Comissões formadas no séculos XXI, nada têm a ver com os fluxos migratórios do passado mas sim pela possibilidade de obterem mais facilmente apoios financeiros para agregados populacionais onde faltem ainda estruturas básicas ou culturais para um mínimo de qualidade de vida.
Com as mudanças estruturais autárquicas que se avizinham, para concretização em 2012, com as fusões entre freguesias e o desaparecimento de algumas, contribuindo para um certo centralismo do poder autárquico a nível do Município, estamos em crer que as Comissões de Melhoramentos, titulares da consciência das suas populações, terão um amplo e importante papel no futuro na captação de fluxos financeiros para as suas populações.

(Fontes: “Memórias e Esperanças”, João Nogueira Ramos, 2004; Dez Reis de Gente, Adriano Pacheco, 2007; “sites”, Comissões de Melhoramentos)
                                                                                                                                                 
(*) Farmacêutico

publicado por penedo às 00:44

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Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012

Freguesia do Colmeal - Reforma da Administração Local

 

 

 

 

No passado sábado, dia 11 de Fevereiro, as colectividades regionalistas da freguesia do Colmeal responderam afirmativamente ao convite formulado pelo seu Presidente da Junta e comparecerem na Casa do Concelho de Góis para, em conjunto, se analisar a proposta de Reforma da Administração Local.
Carlos da Conceição de Jesus, presidente da Junta de Freguesia do Colmeal, acompanhado de José Brás Victor, secretário da mesma Junta e de Manuel Martins dos Santos, deputado na Assembleia Municipal de Góis, antes de iniciar a sua intervenção, propôs um minuto de silêncio em memória de Manuel Simões Júnior, grande regionalista e que havia falecido na véspera.
Foi pelo senhor presidente da Junta de Freguesia feita uma apresentação dos pontos mais importantes e também dos que mais polémica e preocupações poderão causar e que constam do denominado Documento Verde da Reforma da Administração Local.
Analisada igualmente a proposta de lei, que se encontra ainda em versão de trabalho, mas que é considerada mais gravosa que o referido documento verde.
Os dirigentes presentes, que representavam todas as associações regionalistas da freguesia, nas suas várias intervenções foram esclarecendo algumas situações e manifestaram a sua enorme preocupação quanto ao desfecho de todo este processo.
A solidariedade colectiva existe e é evidente na firme defesa da manutenção da nossa freguesia. Não só pela acção das colectividades regionalistas, mas também pelo trabalho já desenvolvido e a desenvolver pela Junta de Freguesia e pela Assembleia de Freguesia do Colmeal.
A união dos Colmealenses é fundamental em todo este processo.
A. Domingos Santos
Fotos de Francisco Silva
in
http://upfc-colmeal-gois.blogspot.com
publicado por penedo às 22:07

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Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012

Á Volta dos Penedos......Roda Fundeira.

Assembleia Geral 28 de Janeiro de 2012

 
Começo este post deixando o reconhecimento devido a quem se deslocou à Casa do Concelho de Góis para a Assembleia Geral
da Comissão de Melhoramentos de Roda Fundeira. O nosso muito obrigada pelo vosso sentido de cidadania.
Ao longo da reunião, foi apresentado resumidamente o trabalho desenvolvido ao longo do mandato da última Direcção,
desde o esforço por apostar nos "novos" meios de comunicação, à reunião de documentos oficiais sobre o património da
Comissão, dos eventos realizados ao longo dos dois anos, aos projectos de futuro. Foi dado grande realce ao
Complexo de Lazer da Foz Palheiros por ser o projecto que implica grande investimento quer financeiro,
quer emocional por parte dos rodafundeirenses, constatando-se que têm estado a aderir à campanha de angariação de fundos.
No entanto, a verba necessária é muito elevada, havendo a necessidade de se expandir as iniciativas.
O relatório e contas foram aprovados por unanimidade e foi eleita a única lista colocada a sufrágio, sendo os corpos sociais
 para o biénio 2012-2013:
 
ASSEMBLEIA GERAL 
 
Presidente: Fernando Saúl Rodrigues Neves
Vice-Presidente: José Carlos Lopes Coelho
Secretária: Cristina Isabel Henriques Coelho

DIRECÇÃO
Presidente: Rui Manuel Tomás Henriques Neves
Vice-Presidente: João Manuel Afonso da Silva
Secretário: Paulo Manuel Mateus Coelho
Tesoureiro: António Joaquim Coelho
1º Vogal: Ilda Maria Neves Barata
2º Vogal: Antero Lopes Fonseca
CONSELHO FISCAL
Presidente: José Carlos Mateus Coelho
1º Secretário: Rui Manuel Moreira Saraiva Farlens
2º Secretário: José Manuel Coelho Caetano

 


DELEGAÇÃO RODA FUNDEIRA

António Manuel Alves Lomba
Carlos Simões Lopes
Paulo Alexandre Mateus Silva
Apresentados os objectivos do seu trabalho, foi agradecida a confiança depositada e também anunciados os próximos passos. A meta é ambiciosa...mas a determinação é equivalente!
 
Foram ainda ouvidas palavras da Assembleia sobre outros assuntos como a Capela Velha ou a toponímia, foram relembrados os sócios que já não estão connosco e anunciada a renumeração dos ainda no activo.
 
Foi, de facto, uma reunião em que o trabalho esteve presente - o do passado, o de futuro, a vontade de o fazer e o apoio dos sócios. Afinal os Rodafundeirenses sempre se uniram para o bem da sua aldeia...
 
Um abraço.
publicado por penedo às 19:09

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Segunda-feira, 21 de Novembro de 2011

À Volta dos Penedos....Duas gerações

 




No recente almoço de aniversário da União duas gerações do regionalismo confirmaram que este movimento está vivo e terá os seus continuadores. José Dias Santos e Nuno Miguel Santos, presidentes da Casa do Concelho de Góis e da Comissão de Melhoramentos de Malhada e Casais, com percursos naturalmente diferentes marcados pela idade que os separa, são a prova provada de que o regionalismo está actuante e a integrar camadas mais jovens.
Sobral, Saião e Salgado, Ádela, Soito, Açor, Aldeia Velha e Casais, que também integram um número considerável de jovens, delegaram em Nuno Santos as felicitações à aniversariante.
Fotos de Francisco Silva
in
http://upfc-colmeal-gois.blogspot.com/
publicado por penedo às 16:33

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Sexta-feira, 18 de Novembro de 2011

Gois

 

 Camara Municipal  Góis

 

       Grandes Opções do Plano económico para 2012 

 

 

 

Em 2009 o executivo iniciou um processo de consulta ás colectividades,ás intituições de domínio publico e privado, ao tecido empresarial e á população em geral, no sentido de participarem activamente na construção de tão importante documento,orientador de toda  acção governativa.

 

Essa experiencia contribuíu,por um lado,para melhor reconhecer algumas dificuldades, nomeadamente, a diversidade de interesses e expectativas, e por outro, aumentou, auxiliou na definição das prioridades para o nosso território.......(.....).....nesse sentido e tendo  em conta a tradição associativa  concelhia realiza-se no próximo

dia 19 de Novembro na Casa do Concelho de Gois pelas 15 horas, uma

reunião  de   trabalho sobre  o referido plano

 

 

in 

Comarca de Arganil

 

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1º TORNEIO FUTSAL INTER-CASAS REGIONAIS

 

Casa Concelho Pampilhosa da Serra - Campeã no torneio de futsal

 


   Comarca de Arganil

 

   Casa do Concelho de Góis 


   Casa daComarca da Sertã

 

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A Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra realizou um torneio de futsal

 

entre as Casas Regionais da região do Pinhal Interior, sediadas na grande Lisboa.

 


com a participação de


Casa Concelho Pampilhosa da Serra

 

Casa da Comarca de Arganil


Casa do Concelho de Góis


Casa da Comarca da Sertã

 

 Resultados:

 

 

Casa da Comarca da Sertã- 1 x Casa do Concelho de Góis- 9

 

C Comarca  Arganil 1 - x  - C C Pampilhosa da Serra -10

 

CC Pampilhosa da Serra -12 x - C C Sertã- 4

 

C Concelho de Góis -2 - C Comarca  Arganil -8

 

Casa Comarca Sertã -2 x Casa Comarca de Arganil -5

Casa do Concelho de Góis -    x -  CC Pampilhosa da Serra -

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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2011

“A Qualidade de Vida dos Idosos em Góis”

 

Adriano Pacheco

 

Mais uma extraordinária palestra levada a efeito pelo Conselho Regional {CR} da Casa do Concelho de Góis, sobre a qualidade de vida do idoso, nas suas mais variadas vertentes que o conceito pode suscitar. Para o efeito, foram convidados e se fizeram representar técnicos da estrutura médica, de acção social, dos bombeiros, assim como dirigentes dos lares em funcionamento no espaço concelhio. Estes representantes foram agrupados em dois paneis, a saber: painel A composto pela Enf.ª Chefe Isabel Afonso, Dr.ª Ana Coroa, Dr. José Coroa e Dr. Carlos Poiares. Painel B. Dr.ª Maria Luísa, provedor. José Serra, Nuno Tavares, Comandante. Francisco Dias e a Dr.ª Maria de Lurdes Castanheira, Presidente da Câmara Municipal de Góis.

 

O Dr. Fernando Cunha vice-presidente do CR foi o moderador do painel A que, depois de fazer a apresentação dos oradores, começou por dar a conhecer o tempo de intervenção que cada um dispunha, dando de imediato a palavra à Enf.ª Chefe Isabel Afonso, representante do Centro de Saúde de Góis bem como da estrutura médica e de enfermagem de todo o Concelho, começando por mencionar o efectivo médico (quatro clínicos) e o efectivo de enfermagem de seis enfermeiros para a área de actuação do Centro de Saúde e das Extensões, dando relevo ao Serviço de Atendimento Permanente em 24 horas {SAP}.

 

Enfatizou o género de trabalho nas intervenções prestadas, que se agrupam em prevenção, tratamento e reabilitação em consultas diárias no Centro e nos internados. Resumindo que o número de consultas efectuadas no ano de 20010 foi de 15.647, para as quais não se cansou de referir o número reduzido de efectivos que o Centro dispõe para a cobertura do vasto território concelhio, sublinhando ainda que todo este volume de trabalho se agrava, em tempo de férias, tendo em conta a consequente diminuição dos técnicos de saúde. Com esta explanação de trabalho ficámos com a noção de quão difícil será gerir situações de emergência, ou duma hipotética epidemia no Concelho

 

Seguiu-se depois a intervenção dos Dr/s. José Coroa e Ana Coroa que representavam o sector farmacêutico, instalado em Góis, Alvares e Cortes, pormenorizando a assistência e o apoio que prestam à população idosa, nomeadamente na entrega de medicamentos ao domicilio, na facilitação do pagamento dos mesmos e nas recomendações da sua dosagem. Ficou muito claro que estes técnicos têm uma tal proximidade da população que lhes permite o conhecimento real das suas grandes dificuldades, não deixando de ser um sector comercial, prestam também um inestimável serviço social que muitas vezes passa despercebido.

 

Coube ao Dr. Carlos Poiares, na qualidade de psicólogo, fechar o tempo de intervenções largamente excedido por deste painel. No entanto, na soberba abordagem deste goiense conhecedor profundo das dificuldades desta gente e do seu estado de envelhecimento, foi realçado o isolamento das aldeias e a solidão das gentes como o pior dos males duma região montanhosa que caminha, a passos largos, para a desertificação total.

 

Dado o adiantado da hora, foram apenas permitidas duas ou três intervenções da plateia, o que foi pena. Uma de Adriano Pacheco questionando a incrível ausência de médicos em Alvares (três meses no Verão) com todas as consequências que daí possam advir. Outra da parte do Dr. Miguel Ventura, em nome da ADIBER, que anunciou uma iniciativa em marcha, por parte desta instituição, para implementar um serviço médico ambulatório, prestado por uma Unidade Móvel.

 

Seguiu-se o painel B moderado pelo presidente do CR, Dr. Luís Martins, que fez a apresentação dos palestrantes e de seguida deu a palavra ao comandante dos Bombeiros que fez a abordagem ao reduzido efectivo que dispõe para a extensa área do concelho, Dando ênfase ao alto serviço prestado pela secção de Alvares, devida à sua implantação em ponto estratégico, que serve atempadamente a parte sul do Concelho. Fez depois menção à redução de número de fogos florestais, relativamente aos anos transactos, não obstante as actuais carências de meios humanos e de logística.

 

A Santa Casa de Misericórdia fez-se representar pelo seu Provedor, Sr. José Serra, que depois de dar a conhecer a estrutura da instituição, deu a palavra à Dr.ª Dalila Neves que pormenorizou todo o campo de actuação desta instituição, o qual vai desde o apoio ao Lar Rocha Barros, à alimentação dos utentes do Centro Dia e ao serviço de apoio domiciliário aos utentes que dele carecem. Sobre o funcionamento, capacidade e algumas dificuldades experimentadas por este lar falou a Dr.ª Maria Luísa, sobre o Lar S. Mateus em Alvares o Sr. Nuno Tavares deu conta da sua estrutura e das dificuldades encontradas em tudo semelhantes às mencionadas.

 

Por último a Sr.ª Presidente da Câmara, Dr.ª Maria de Lurdes Castanheira, tomou a palavra para agradecer à Casa do Concelho de Góis na pessoa do seu presidente e ao Concelho Regional pelo seu enorme contributo que tem dado com as iniciativas culturais e divulgação do nosso concelho e das suas gentes, sentindo-se orgulhosa por tal feito que não vislumbra semelhante trabalho noutras casas congéneres. Agradeceu também a todos quantos vieram dar a seu contributo, nomeadamente ao Dr. Carlos Poiares e às Comissões de Melhoramentos.

 

Do que nos foi dado perceber, a palestra foi muito elucidativa, mas demasiadamente longa que daria bem para duas sessões do género e, neste caso, possibilitaria outras intervenções que são sempre achegas válidas, contribuindo assim para uma melhor eficácia dos serviços. Ficou também claro que o Concelho de Góis está bem servido de estruturas médico-sociais, contudo o seu funcionamento no terreno peca por insuficientes meios humanos, atendendo à sua grande dispersão e aos difíceis acessos numa região muito montanhosa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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“A Qualidade de Vida dos Idosos em Góis”

Palavras para quê, mais uma inciativa ,

 

Casa do Concelho de Góis

 

 

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Quinta-feira, 13 de Outubro de 2011

“A Qualidade de Vida dos Idosos em Góis”

 

 

 

Casa do Concelho de Góis


Associação Regionalista de Melhoramentos, Propaganda, Cultura e Assistência


Freguesias: Alvares – Cadafaz – Colmeal – Góis – Vila Nova do Ceira

 

 

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De acordo com o plano de actividades proposto para o ano de 2011, vai o Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis


realizar no próximo dia 22 de Outubro pelas 15:00 horas, na sua sede, sita na Rua de Santa Marta 47, R/C Dto. em Lisboa,

um dia dedicado à

 

 

 

“A Qualidade de Vida dos Idosos em Góis”

                                           

   Programa:


Painel A:

                             O Papel dos Técnicos de Saúde


              O Estado da Arte e Perspectivas de Evolução Futura

 

  

 

      Dr. José Coroa e Dra Ana Coroa, Farmacêuticos, Farmácia Coroa, Góis; Farmácia da Serra, Alvares e Cortes Pharma, Cortes.

 

      Enfa. Isabel Afonso, Enfermeira, Centro de Saúde, Góis

 

      Prof. Carlos Poiares, Psicologia Forense, Universidade Lusófona, Lisboa

 

 

Painel B:


                Assistência Social, Urgência, Ambulatória e Residencial


                Situação actual e Perspectivas de Evolução Futura

 

      Comandante Francisco Dias, Bombeiros Voluntários, Góis

 

      José Serra, Provedor, Santa Casa da Misericórdia, Góis

 

      Maria Luísa, Direcção Lar de Idosos, Centro Social Rocha Barros

 

      Dra. Lurdes Castanheira, Presidente, Câmara Municipal Góis

 

 

Convidamos desde já todos os Goienses a estarem presentes, pois pretendemos com esta sessão proporcionar uma visão global

 

sobre aassistência aos idosos no Concelho de Góis, carências sentidas e perspectivas de melhoria da qualidade de vida no futuro.

 

 

                                                                                                                                            O Conselho Regional

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Quarta-feira, 15 de Junho de 2011

GRANDE TARDE MUSICAL Na Casa do Concelho de Góis

 

 

 

 

Por Adriano Pacheco

 

Grande momento musical ocorreu na Casa do Concelho de Góis na tarde de 21 de Maio, integrado no programa cultural do Conselho Regional do corrente ano. Este evento encheu literalmente o salão de festas onde era possível encontrar-se gente de todo o Concelho. Tomaram parte nesta tarde cultural dois grupos musicais do Concelho de Gois que se transportaram com a colaboração da Câmara e o grupo musical Informáticos e Companhia de Lisboa.

 

Pelo género das actuações, torna-se sintomático que, o Conselho Regional, aos poucos e poucos vai mudando o paradigma do regionalismo com registos doutro tipo de manifestações culturais, que vão dando um colorido bem ao jeito da actualidade, sem, contudo, perder a sonoridade das suas origens. Na própria assistência era possível encontrar-se beirões de cá e beirões de lá, todos irmanados e absorvidos pelos sons, acompanhados do sentimento de saudade. Uns evoluindo com música tradicional portuguesa, outros em coros de música mais erudita, muito bem trabalhada, de fazer inveja aos coros já consagrados. Assim, sim!

 

Com o seu largo reportório, abriu o sarau musical o Grupo de Violas e Cantares de Vila Nova do Ceira, fundado em 23 de Junho de 1996, que a todos maravilhou com números de música popular portuguesa, executada por oito instrumentos de corda, um acordeão, tambor e ferrinhos. Grupo que, desde alguns anos a esta parte, está a cargo de Clara Nunes, deficiente motor, que faz a recolha e orienta os ensaios musicais do grupo com uma dedicação digna de nota.

 

Seguiu-se depois a actuação do Grupo Coral da AERG – Associação Educativa e Recreativa de Góis, a sua mais recente actividade que deu os seus primeiros passos em Outubro de 2010, à frente da qual está o Maestro Prof. Doutor Avelino Correia que se desloca de Coimbra a Góis, todas as semanas, onde vai ensaiar o grupo. Manda a verdade que se diga que não se trata dum grupo de curiosos, pela sua cuidada e requintada indumentária com rostos risonhos dos seus elementos, pela postura exemplar do Maestro e pela qualidade de música que emitem.

 

Para quem entende, nota bem que os naipes de vozes estão bem distribuídos, cada um sabe a função que executa e os tempos que deve preencher. Ao nosso nível, não sei se haverá melhor, pois a sonoridade atinge índices de boa perfeição. A música tem destas coisas, exige sempre excelência na execução para ouvidos bem apurados e sensibilidades despertas. Basta que o silêncio se faça sentir.

 

Por último exibiu-se o Grupo Musical Informáticos e Companhia, grupo apoiado pelo Grupo Desportivo e Cultural da Companhia de Seguros Fidelidade Mundial Bonança que se formou em Dezembro de 2008. Depois de algo clássico assentou arraiais este pequeno grupo com seis ou sete elementos e apenas uma viola que a todos trouxe boa disposição, graças à actuação de um destacado elemento, bastante divertido, que a todos contagiou com a sua boa disposição.

 

No final destes momentos inesquecíveis, houve palavras de agradecimento e gestos de simpatia para com os grupos musicais, por parte do presidente da Casa José Dias, acompanhados dos parabéns da Dr.ª Maria de Lurdes Castanheira, presidente da Câmara Municipal de Góis que se mostrou satisfeita e orgulhosa pelo que viu e ouviu.

 

 

 

 

 

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Quinta-feira, 26 de Maio de 2011

CANTARES DO CONCELHO E...DA CIDADE 2

 

 

 

O adeus a finalizar

Seguiu-se a entrega de recordações aos Grupos, bem como os discursos do Dr.Luís Martins, Presidente do Conselho Regional,da senhora Presidente da Câmara Municipal de Góis ,Drª Maria de Lurdes Castanheira,e do Presidente da Casa Concelhia Sr.José Dias.

A Casa do Concelho de Góis está de parabéns,assim como o seu Conselho Regional , por mais esta iniciativa.Tarde de convívio entre a vasta colónia de Góienses, que se deslocou à Rua de Stª.Marta em Lisboa.O Conselho Regional tem vindo a trazer à casa desde que foi constituído uma forte actividade com diversas sessões culturais e outras de interesse para as Gentes de Góis.Muitas outras estão já agendadas, com muita actualidade para os tempos que correm e nos afecta a todos,principalmente os mais idosos.Espera-se que estas iniciativas venham a congregar vontades e esforços,para que no futuro haja menos desertificação do Concelho basta para isso que a participação Civil dê o seu contributo, para que muitas situações que existem e afligem as populações,nomeadamente nos transportes,na assistência à 3ªidade,na saúde,no saneamento básico,nas águas,etc...possam ter o seu corolário com êxito

 

 

. Fotos e texto de A.R.Filipe

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“Cantares do Concelho e da… Cidade”. na Casa do Concelho de Gois

Grupo de Violas e Cantares de Vila Nova de Ceira

 

 

 

 

Grupo Coral da AER Góis

 

 

 

 

Grupo Musical Informáticos e Companhia de Lisboa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

com o apoio:

 

Camara Municipal de Gois

Bombeiros Voluntáios de Gois

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Terça-feira, 17 de Maio de 2011

Cantares do Concelho e... da Cidade

 

 

 

 

 

Cortejo de Oferendas / Comissões de Melhoramentos

Ás  ASSOCIAÇÕES REGIONALISTAS

 
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Góis vai realizar na Casa do Concelho de Góis, no próximo dia 21de Maio de 2011

na nossa sede social e, após o evento "Cantares do Concelho e... da Cidade", uma reunião com as Comissões de Melhoramentos sediadas
nestaCasa Regional.
Para que esta reunião tenha o sucesso garantido, contamos com a vossa presença.

                                                                               A Direcção


Casa do Concelho de Góis
Rua de Santa Marta, n.º 47, r/c Dto.
1150-293 LISBOA


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Segunda-feira, 16 de Maio de 2011

Tarde Coral na CASA DO CONCELHO DE GOIS

 

 

 

 

 

 

De acordo com o plano de actividades apresentado para o ano de 2011, vai o Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis,

em parceria com a Direcção, realizar, na sua sede, sita na Rua de Santa Marta 47, r/c Dto. em Lisboa,

no próximo dia 21/Maio, pelas 15 horas um dia dedicado à musica com o tema “Cantares do Concelho e da… Cidade”.

 

O programa consta das seguintes actuações:

 

15.oo h – Actuação do Grupo de Violas e Cantares de Vila Nova de Ceira

 

16.oo h – Actuação do Grupo Coral da AER Góis

 

17.oo h – Actuação do Grupo Musical" Informáticos & Companhia " de Lisboa.

 

Pretendemos com esta sessão proporcionar a todos os Goienses, poderem apreciar e conhecer o que se vai fazendo no nosso Concelho bem como passar uma tarde agradável com cantares portugueses, possibilitando uma troca agradável entre o que se faz em Góis e o que faz em Lisboa.

 

Convidamos desde já todos os Goienses a estarem presentes, na expectativa de termos uma tarde bem passada que ficará na nossa memória para sempre.

 

 

                                                                                                                                    O Conselho Regional

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Domingo, 17 de Abril de 2011

“A SERRA E A CIDADE” NA CASA DO CONCELHO DE GÓIS

 

Adriano Pacheco

 

 

 


 

A SERRA E A CIDADE -  O TRIÂNGULO DOURADO DO REGIONALISMO

 

Dentro do programa estabelecido para o corrente ano, divulgado pelo Conselho Regional na imprensa local, a Casa do Concelho de Góis levou a efeito no dia dois de Abril, a sessão de lançamento do livro “A Serra e a Cidade”, de autoria da Prof. Dr.ª Maria Beatriz Rocha-Trindade, onde o tema do regionalismo da Beira Serra é tratado e desenvolvido de forma abrangente pelas mãos de quem investigou e estudo o assunto, numa visão singular, própria de quem o distanciamento permitiu alcançar.

 

Numa tarde enevoada, algo cinzenta, pouco propícia ao veraneio, a sessão evoluiu perante boa assistência, atendo a que o livro já tinha sido apresentado noutras Casas Regionais, bem como na Vila de Góis, não sendo por isso propriamente uma novidade. Contudo, a cerimónia não deixou de ter o brilho dos momentos altos da divulgação desta causa, na presença de tão ilustre protagonista no seio dos goienses. Neste cenário tiveram lugar as palavras emocionadas do presidente José Dias Santos, as boas-vindas a todos os presentes e o profundo agradecimento à autora; palavras bem reveladoras desse estado d’alma que se sentia na Casa.

 

A apresentação da obra, já analisada e conhecida do grande público, esteve a cargo do sr. Eng.º João Nogueira Ramos, que começou por se interrogar “sobre a mais valia de mais um livro sobre este tema”; encontrando depois a resposta numa abordagem que classificou de diferente, “num olhar de fora para dentro”, beneficiada pelo distanciamento que permitiu à autora uma análise desapaixonada, “sem o paternalismo e saudosismo” próprios dos beirões ligados às suas aldeias, os quais, de forma parcial, têm vindo a tratar (?)

 

Derivou depois a sua apreciação para a problemática da Regionalização, no sentido de reorganização administrativa do território, dando relevo às consequências que daí podem advir pelo baixo índice populacional, (como um aparte um pouco fora de contexto), já que a apreciação se cingia ao regionalismo como sentimento de apego à terra natal, nas suas mais empenhadas formas de valorização da Beira Serra, com o propósito de avivar a luz dos lugares de pertença, onde gravitam as memórias mais remotas e marcantes da infância. Enfim…

 

Mais à frente, o apresentador da obra, depois de tecer alguns elogios, evocou uma frase do livro que considerou interessante: “Os regionalistas da serra construíram e deram à luz uma forma modelar de iniciativa civil,”(…) abdicando da parte final da frase que diz o seguinte: “sem por isso menosprezar o poder do Estado: não são súbditos ou servos – são parceiros de direito pleno” pag.138. Não querendo evidenciar o nosso espanto, julgamos que esta falha não terá sido por descuido, nem por dificuldades de comunicação (o que também foi patente), mas sim por maneira própria e controversa de ver as coisas. (!)

 

Seguiu-se depois a exposição da Prof. Maria Beatriz da Rocha-Trindade que agradeceu o carinho de todos e as palavras elogiosas dos oradores, enchendo de brilho a sala com a sua enorme simpatia e boa disposição, quando deu a conhecer, com eloquência, os vários recantos por onde passou, e a feliz oportunidade que teve em conhecer a nossa região.

Elucidou depois, todos os pormenores das várias fotos e o simbolismo que elas representam, razão pela qual ali foram inseridas, com a ajuda e sensibilidade de fotógrafo Jorge Barros. Mais à frente fez referência às profissões actualmente desaparecidas, que os beirões vieram a desempenhar na Capital, bem como ao processo migratório que então ocorreu.

 

Se “A Serra e a Cidade” não fosse tão tocante e tão encorajador para os beirões, bastaria a sua idiossincrasia, forma excelente de comunicar e maneira afável de se aproximar das gentes, qualidades próprias de alguém que sabe e gosta de estar entre o povo e não se limita a emitir opinião e a despejar conhecimento.

 

Para terminar falou a Dr.ª Maria de Lurdes Castanheira, digna Presidente da Câmara Municipal de Góis, que deixou palavras de agradecimento à Casa pelo convite, aos diversos representantes das colectividades e o enorme respeito e consideração pela Prof. Dr.ª Maria Beatriz Rocha-Trindade pelo seu belo trabalho de investigação que fez sobre a nossa região. Congratulou-se também por ter assistido a este belo evento cultural.

 

 

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Sexta-feira, 8 de Abril de 2011

Casa do Concelho de Góis

Assembleia Geral
Casa do Concelho de Góis prestou contas


 

A Casa do Concelho de Góis, apresentou o seu relatório e contas na sua
assembleia-geral realizada no passado sábado, dia 26.


Presidiu o dr. Carlos Poiares, secretariado por Henrique Brás Mendes e Rui Manuel Alves.

Lida e aprovada ,a acta, a direcção, presidido por,1 por José Dias apresentou o seu relatório e contas. Aludindo às festas das Comissões de Melhoramentos ali realizadas, à cultura, promovendo-se acontecimentos de carácter cultural, colectividades, casas congéneres e associados, com quem colaboraram, quotização, infra-estruturas e representações e um aspecto mais alargado, referia-se ao Conselho Regional, que teve urna intensa actividade.

Dos votos finais, além dos agradecimentos à Câmara pela presença da sua presidente nos vários actos realizados, apresentavam-se votos pelas melhoras do director António Martins Pires e pelas do sócio n.º 1 e antigo presidente, Armando Gualter de Campos Nogueira. E um voto de pesar pelos associados e amigos que faleceram e que foi guardado de pé.

O presidente do Conselho Regional, Dr. Luís Filipe Martins, deu conta do que foi a sua actividade

durante o ano, e do programa que está previsto para o próximo mês de Maio, com a participação

do

 Grupo de Cantares de Vila Nova do Ceira,

 

Grupo Coral da Associação Educativa e Recreativa de Góis e

 

 Grupo da Caixa de Seguros.

Também no próximo sábado, à tarde, será apresentado o livro "A Serra e a Cidade" - Triângulo Dourado do Regionalismo", da Prof.ª Doutora Maria Beatriz Rocha-Trindade.

Entre as diversas trocas de impressões que se seguiram, constou um voto de protesto contra o encerramento do SAP de Góis.

Sobre as contas verificou-se que apenas se tinha recebido no fim do ano as rendas do edifício do antigo colégio, dos meses de Janeiro e Fevereiro, num total de 997,60 euros.

A quotização rendeu 2.610 euros: que se gastaram em restauro e pinturas da sede 1.505,24 euros, e que em donativos e representações se despenderam 297 euros, enquanto telefones, correio, electricidade, água, importou em 1.661,31 euros. Em caixa e depositado, a
Casa dispões de 24.761,46 euros.

O Conselho Fiscal, a que preside António Lopes Machado, apresentou o seu relatório, que realçava a acção do Conselho Regional, a presença na sede em ocasiões de debates do interesse para o concelho, da presidente da Câmara, Dr.ª Maria de Lurdes Castanheira e que
as rendas da ADIBER, de Março a Dezembro, na importância de 4.988 euros, se encontravam por pagar em 31-12-2010.

Propunha-se um voto de agradecimento ao associado Manuel Barata Dinis, que continua a encarregar-se, graciosamente, dos serviços contabilísticos, voto de louvor à Direcção, de agradecimento ao Conselho Regional e de melhoras ao antigo presidente Armando Gualter de
Campos Nogueira.

Depois de aprovados todos os documentos e votos apresentados. o sr. Américo Simões apresentou um voto de regozijo pelo reaparecimento de"A Comarca de Arganil", ao que o Dr. Carlos Poiares acrescentou um voto de felicidades e bons serviços ao seu director, encerrando-se seguidamente a sessão.

ANTONIO LOPES MACHADO


in A Comarca de Arganil, 07/04/2011

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Segunda-feira, 28 de Março de 2011

CASA DO CONCELHO DE GOIS

 

CONSELHO REGIONAL

                                                     Noticias

 

De acordo com o plano de actividades para o ano de 2011, vai o Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis, em parceria com a Direcção, realizar duas sessões, nos próximos meses de Abril e Maio, na sua sede, sita na Rua de Santa Marta 47, r/c dto em Lisboa.

 

Dia 2/Abril, pelas 15 horas

 

 

A SERRA E A CIDADE -  O TRIÂNGULO DOURADO DO REGIONALISMO

 

- sessão de apresentação do livro "A Serra e a Cidade - O Triângulo Dourado do Regionalismo”, da autoria da Professora Doutora Maria Beatriz Rocha-Trindade. Este livro retrata o denominado “triangulo dourado do regionalismo”, referentes aos concelhos de Arganil, Góis e Pampilhosa da Serra, não só nos seus aspectos demográficos e geográficos como também retratando a vida das nossas gentes e o nascimento e consolidação do movimento regionalista que tem ocupado em Lisboa os naturais das nossa comarca, ou seja dos referidos Concelhos. Na certeza de ser um marco histórico importante que devemos deixar aos nossos descendentes, convidamos desde já os representantes de todas as Colectividades Regionalistas, bem como todos os Goienses em geral, a estarem presentes neste acontecimento cultural que honra o nosso Concelho e a nossa Casa.

 

• Dia 21/Maio, pelas 15 horas

– Dia dedicado à musica com o tema “Cantares do Concelho e da… Cidade”, para o que convidámos o Grupo de Cordas e Cantares de Vila Nova de Ceira, o Grupo Coral da AER Góis e Grupo Musical Informáticos e Companhia. Pretendemos com esta sessão proporcionar a todos os goienses poderem apreciar e conhecer o que se vai fazendo no nosso concelho bem como passar uma tarde agradável com cantares portugueses, possibilitando uma troca agradável entre o que se faz em Góis e o que faz em Lisboa. Convidamos desde já todos os Goienses a estarem presentes, na expectativa de teremos uma tarde bem passada que ficará na nossa memória para sempre.

 

2º semestre

– Debate sobre o tema “A Qualidade de Vida dos Idosos em Góis”, onde se pretende debater com as presenças de representantes do Sectores médico, Farmacêutico, Social, Apoio em Urgências e transportes e Politico que acções dirigidas ao idoso estão ou poderão a ser desenvolvidas e qual o papel que as Comissões de melhoramentos poderão desempenhar.

 

– Debate sobre o tema “A Juventude e o Regionalismo”, onde se pretende debater com as presenças de profissionais ligados à temática da Juventude e da experiencia de alguns jovens ligados ou não ao regionalismo, quais as motivações, ou falta delas, que levam os jovens a não se envolver nas acções de âmbito regionalista. Este debate terá por objectivo, analisar as causas que tem provocado algum afastamento da juventude ao regionalismo, quais as alterações e caminhos que devem ser seguidos para captar a Juventude e o respectivo rejuvenescimento das nossa colectividades. Este debate será aberto não só aos representantes de todas as Colectividades Regionalistas filiadas nesta Casa, como de todos os Goienses em geral, pelo que convidamos desde já todos os Goienses a estarem presentes, na expectativa de termos um debate construtivo sobre um tema que nos deve preocupar a todos nós.

 

O Conselho Regional com estas sessões pretende dar continuidade ao seu plano de acções possibilitando quer o debate dos problemas existentes no nosso Conselho, quer divulgando o que se vai fazendo em termos culturais.

 

                                                                                                                               O Conselho Regional

 

                                                                                                                                       Luis Martins 


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Sexta-feira, 25 de Março de 2011

Casa do Concelho de Góis

 

 

 

Assembleia Geral Ordinária

 

 

Dia 26 de Março, pelas 15,00 horas

 

Sábado 

Ordem de Trabalhos:

  

1º.-- Apreciação, discussão e votação do Relatório e Contas e

      Parecer do Concelho Fiscal respeitantes ao ano de 2010

 

             2º.—Apresentação de qualquer outro assunto de carácter Associativo

                                                                            e Regionalista

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Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2011

Casa Concelho de Gois

 

CONSELHO REGIONAL


 

 

CONVOCATÓRIA


 

 

 Ao abrigo das disposições legais e estatutárias aplicáveis, convoco o Conselho Regional para reunir em sessão ordinária,

 

a realizar no dia 26 de Fevereiro de 2011 pelas 15,00 horas, na sede da Casa do Concelho de Góis,

 

sita na Rua de Sta Marta, 47 r/c em Lisboa, com a seguinte

 

Ordem de Trabalhos :


 

 

1. Retrospectiva do ano 2010


 

2. Proposta para o ano de 2011


 

a. Organização de um Seminário sobre o envolvimento da juventude no Regionalismo


b. Possíveis realizações em Góis


c. Outras realizações na Casa


 

3. Outros assuntos do interesse regional do Concelho de Góis.

 

 

 

 

Lisboa, 27 de Janeiro de 2011.

 

O Presidente do Conselho Regional,

Dr. Luís Filipe Martins

publicado por penedo às 18:41

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Sexta-feira, 17 de Dezembro de 2010

CASA DO CONCELHO DE GÓIS

 

 

ANÁLISE SOBRE O ANO CULTURAL


DA CASA DO CONCELHO DE GÓIS


P’lo Conselho Regional

 

Adriano Pacheco

 

Terminado este ciclo de manifestações culturais, no presente ano, de iniciativa do Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis, é tempo de se fazer uma análise sobre o trabalho produzido e dos resultados culturais alcançados, partindo do princípio que, aquilo que foi feito, pode sempre parecer pouco, face aos anseios e perspectivas dos elementos que se propuseram trazer à “cena” qualquer coisa mais. Mas são apenas desejos que, por variadíssimas razões, nem sempre alcançam a sua realização.

 

Apesar disso e modéstia à parte, entendemos que este ano foi um tempo de grande dinamismo por parte do Conselho Regional, que realizou meia dúzia de reuniões e vários contactos para levar a efeito quatro eventos culturais de interesse regional: como sejam a palestra sobre a Saúde no Concelho, suas insuficiências e carências; a temática importante da arqueologia do território concelhio, que tão esquecida tem andada das preocupações dos munícipes.

 

Promoveu-se também a mobilização entusiástica dos jovens goienses para uma representação teatral na cidade que tão boa impressão deixou. Por último, deu-se relevo ao plenário das colectividades, sobre regionalismo, onde foram debatidos vários problemas locais de incidência camarária, perante a presença da Senhora Presidente Dr. Maria de Lurdes Castanheira, num diálogo franco e aberto pouco usual. Pois os problemas sempre existiram, mas a boa vontade para encontrar soluções só agora vai aparecendo.

 

Neste contexto, a senhora Presidente não deixou de reconhecer às colectividades trabalho profícuo de entreajuda importante, razão pela qual não quis deixar de aceitar o Movimento Regionalista, através da Casa, como um válido parceiro social. Foi a primeira vez que um autarca disse isto de viva voz e com toda a frontalidade! Não podemos deixar de registar, com agrado, tal reconhecimento.

 

Com estas actividades pretendemos, não só fazer regressar os goienses à sua Casa, da qual têm andado arredados, como também de dar a conhecer ao Concelho de Góis da existência desta Casa em Lisboa, proporcionando-lhes a vivência do que, nestes campos, se faz pelo Concelho e precisa de ser divulgado para ser apreciado.

 

Nas décadas mais recentes, não temos memória de uma actividade tão intensa e frutuosa no âmbito cultural, desenvolvida nesta Casa, o que não quer dizer que não seja possível fazer-se mais e melhor, basta lembrarmos o desenvolvimento sócio-económico que esta colónia beirã incrementou na Cidade de Lisboa, numa época em que dispunha de infra-estruturas antiquadas e pouco funcionais, o que lhe trazia necessidade de muita mão-de-obra barata para suprir tal lacuna. Agora, é o tempo da autarquia lisbonense reconhecer o préstimo que este povo deu à cidade.

 

Esta sugestão pode ser encarada quando a Casa conseguir pôr em marcha um evento tal, que suscite a presença dum representante da autarquia lisbonenses, a qual terá de ter em conta a existência da Casa do Concelho de Góis. Colectividade que deve merecer o reconhecimento da parte da edilidade lisbonense, ao ponto de a distinguir com estatuto próprio. Não creio que, com isto, tenhamos “lançado uma lança em Africa”, mas pelo menos tentamos lembrar que ainda estamos vivos, já que outras casas regionais o fizeram e com êxito.

 

Não ganhamos nada em continuarmos mudos e calados dentro da nossa concha, sem que ninguém dê conta da nossa existência. O Presidente da Autarquia de Lisboa e o Presidente da Junta da Freguesia local têm de saber que nós existimos, trabalhamos na cidade, pagamos os nossos impostos e ainda promovemos eventos culturais que só enriquecem a Cidade.

 

 

 


 

 

 

Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis,

debate entre cooperação  das associações regionalistas

e a Câmara Municipal de Góis

 

 



publicado por penedo às 19:17

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O QUE NÃO SE DISSE DO “TEATRO DO CONCELHO DE GÓIS”

 

Texto de Adriano Pacheco

 

Fotos de Adriano Filipe

 

Já foram tornados públicos, os vários contornos destacáveis do evento cultural levado a efeito pelo Conselho Regional da Casa do C. de Góis, através de reportagens oportunas, cuja informação se ficou apenas por aí, como é próprio deste modelo de comunicação escrita. A reportagem é isto mesmo: informação em cima da hora com dados concretos, cenários e cores, actores e falas, ou, noutra situação, discursos e seus conteúdos, atitudes relevantes que acrescentem algo de novo ao leitor interessado.

 

A sua função é, na verdade, descrever o evento de forma objectiva e clara, segundo os factos ocorridos, dando relevância aos aspectos que valoriza por parecerem importantes e inovadores. A narração destes factos, depende muito da sensibilidade do repórter e não dum sistemático recurso à “chapa cinco”, isto é, ao estereótipo enfadonho que lhe dá o aspecto de lenga-lenga já gasto. Como se tem visto.

 

Ora como se pode imaginar, o evento do “teatro do concelho vem à cidade”, foi muito mais do que isso e mexeu com vários sectores. Obrigou a um trabalho de organização, planeamento e preparação, onde estiveram envolvidas várias entidades do Concelho e da Casa (Câmara Municipal, Adiber, Grupo G. Varzeense e Conselho Regional). Várias pessoas foram chamadas a darem a sua colaboração: desde os jovens actores, formadores e dirigentes dos grupos, ajudantes, pessoal da Casa passando pelos elementos do Conselho Regional, para que o evento corresse da melhor maneira. Trata-se dum trabalho colectivo e voluntarioso, mas submerso e sem qualquer visibilidade, quase ignorado, que a reportagem não pode atender quando é superficial.

 

Por outro lado não realça a parte importante da questão. Aliás, o aspecto mais frutuoso e relevante no campo social, o que é pena! Está em causa o empenhamento dos jovens actores e dos seus dedicados dirigentes. Num trabalho de base importante que se está a desenvolver no Concelho de Góis, na área da cultura -nomeadamente do teatro-, que traz consigo efeitos extremamente positivos em várias vertentes, que só mais tarde serão visíveis. Importa aqui perceber que se estão a formar cidadãos de corpo inteiro, desviando-os dos maus caminhos, dando-lhes uma visão mais consciente da comunidade em que estão inseridos, criando-lhes laços fortes à região, que mais tarde virão a dar frutos.

 

Esta é a vertente que a reportagem não pode contemplar quando se perde em circunstancialismos publicitários. Em contra-partida, o artigo de opinião tem todo um vasto campo para dar relevo ao trabalho duro e invisível que se desenvolveu dentro da comunidade, revelando o que de positivo se vai fazendo na região, em troca de pequenos, mas estimulantes incentivos, que se ficam pela possibilidade de viajar e conhecer pessoas, num meio diferente mas repleto de afinidades.

 

A lástima ficou-se pela falta da cereja no cimo do bolo, que seria a presença do actor Ruy de Carvalho como estava previsto, falta não ponderada e que deixou uma certa frustração a bailar no espírito destes jovens, que jamais esqueceriam tal evento. Mas, certamente, que outras oportunidades irão surgir.

 

 

 

publicado por penedo às 19:10

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