Terça-feira, 1 de Maio de 2012
Casa do Concelho de Góis (IV) – Futuro de Esperança

Fernando J. Bandeira da Cunha (Dr.*)

 

Se a constituição da Casa do Concelho de Góis em 1954 foi fruto da necessidade da existência de um espaço de elaboração de ideias que contribuíssem para o desenvolvimento do Concelho de Góis, já a aquisição e modernização da sua sede e a construção do Colégio de Góis, tornaram esta instituição economicamente autónoma, constituindo-se os seus sócios como o bem mais precioso.

80 Anos de Regionalismo se passaram com amplas histórias de iniciativas próprias e de colaboração com as instituições públicas e privadas e com o poder

autárquico executivo, sempre como missão o desenvolvimento do Concelho de Góis, génese da constituição da C. C. Góis, e que continua bem plasmado nos seus Estatutos.

A melhor prova de vida da C. C. Góis são os milhares de intervenções sociais que permitem uma informação fundamental interventiva nos órgãos autárquicos dos anseios das populações, as centenas de construções feitas pelas Comissões de Melhoramentos alavancando as suas aldeias ao sabor da modernidade possível e as dezenas de iniciativas culturais anuais que permitem mostrar a todos os goienses em Lisboa e em Góis a qualidade da nossa cultura bem inserida nas nossas raízes.

Prémio de toda esta vivência e intervenção social foi a atribuição da Medalha de Mérito pela Câmara Municipal de Góis em 14/07/1992 pelo “reconhecimento da obra altamente valiosa que tem realizado no campo regionalista e que na prática se tem traduzido pela contribuição dada na melhoria das condições de vida e do progresso das nossas terras“. Em 2011 o reconhecimento como parceiro social da Câmara Municipal de Góis, pela sua Presidente Dra. Lurdes Castanheira, pelas suas intervenções sociais. Em Dezembro de 2011 a dedicação e o esforço gracioso desenvolvido por todos os seus elementos, foi a C. C. Góis premiada na Gala Gestos Solidários, realizada pela Câmara Municipal de Góis, com o Prémio “Causa Associativa”, pretendendo-se homenagear, neste prémio, todas as instituições de direito privado do concelho, “louvar a entrega e dedicação dos seus dirigentes nesta e noutras reconhecidas causas em prol do concelho de Góis e suas gentes em particular as Comissões de Melhoramentos”. Em 31/03/2012 em Assembleia Geral da C. C. Góis, sob proposta da Direção, secundada pelo Conselho Regional e Presidente da Mesa foi dado um passo decisivo na consolidação da modernidade democrática ao ser aprovado por unanimidade e aclamação a autorização á Direção de em período eleitoral autárquico permitir reuniões de esclarecimento político na C. C. Góis aos partidos concorrentes no Concelho de Góis. 

A C. C. Góis é de facto atualmente uma incubadora de ideias e sua concretização, onde em todas as reuniões se encontram goienses que, independentemente de estratos sociais, profissões, sectores políticos ou credos, investem parte do seu tempo de lazer e de família, graciosamente, para pensarem comum, em Góis.

Se o Regionalismo é o gosto pelo desenvolvimento de uma região, então as Comissões de Melhoramentos constituem-se como a consciência das suas populações, suas necessidades e anseios em torno do Conselho Regional da C. C. Góis mais vocacionado para intervir nos assuntos de natureza global regional influenciando o poder autárquico executivo com a missão de alavancar o desenvolvimento integrado do Concelho de Góis.

Sejam quais forem as eventuais mudanças estruturais autárquicas, acompanhando a evolução dos tempos, estamos em crer que as Comissões de Melhoramentos, terão um amplo, importantíssimo e renovado papel no futuro na captação de fluxos financeiros para as suas populações englobando o seu trabalho no papel cada vez mais federativo do Conselho Regional.

A chamada de jovens goienses (que não se reveem nas tradicionais instituições autárquicas) para este trabalho é fundamental, preparando o futuro, galvanizando vontades, direcionando sinergias, estudando soluções de futuro que despertem todos para uma evolução criadora de emprego, factor fundamental para a fixação de jovens.

Pretendeu o Conselho Regional da C. C. Góis em 2011 dar um sinal de orgulho no passado e de esperança no futuro ao negociar com a Câmara Municipal da Figueira da Foz a entrega ao Concelho de Góis do Brasão de Armas de D. Luís da Silveira (Senhor de Góis). Peça única esculpida em granito, doada ao Município da Figueira da Foz pelo então Presidente da Câmara de Góis, Dr. Rui Nogueira Ramos e à muitos anos identificada a sua localização no Museu Municipal, pelo Mestre João Alves Simões. Recebendo a anuência da Câmara Municipal da Figueira da Foz de imediato passámos este assunto á Presidente da Câmara de Góis que está encetando todos os esforços legais para que a entrega desta peça histórica seja uma realidade no imediato.

Porquê esta iniciativa? Tão só porque, segundo a história, foi D. Luís da Silveira (1481-1534), Senhor de Góis, que mais desenvolveu a Vila de Góis e seus lugares. Nascido na corte em Lisboa, após uma vida de dedicação e êxitos militares e diplomáticos ao serviço de D. Manuel e D. João III, decide a certa altura pedir a el-rei a sua vinda para a sua propriedade de Góis, onde inicia um período sem paralelo de grande desenvolvimento.

Por este e outros motivos tenho a ousadia de o apontar como o 1º Regionalista de Góis, pois nascido e criado em Lisboa, vivendo mundo fora, nunca se esqueceu das suas raízes (16 gerações) bem implantadas em Góis ao ponto de tudo prescindir em favor do desenvolvimento das terras de Góis.

 Orgulhosos do passado regional, com vontade férrea de construírem o seu futuro pelas suas próprias mãos e senhores da sua vontade, encontramos atualmente em Góis muitos jovens que, vão despontando socialmente como verdadeiros talentos jovens do concelho que nos permitem ter confiança no futuro. Casos do Gonçalo Bandeira e do Diogo Ventura no Enduro, da Margarida Sampaio, vencedora do concurso de Jovens Tradutores, do Francisco Mourão, no Festival da Canção RTP, dos Campeões de Judo etc, etc.

Os mais recentes sinais de confiança na juventude foram dados também na C. C. Góis nas iniciativas efectuadas no ano de 2011, onde participaram dezenas de jovens goienses, alguns pela primeira vez na Casa, onde com o entusiasmo ativamente participaram na tarde de “Teatro” englobados nos 3 Grupos de teatro do Concelho: Grupo Projeto Expandir Oportunidades (Góis), Teatro Íris - Grupo de Teatro Juvenil do Projeto Escolhas de Futuro (Góis) e o Grupo de Teatro Geração Varzeense (V. N. Ceira) e na tarde de “Cantares” englobados no Grupo de Violas e Cantares de Vila Nova do Ceira, Grupo Coral da Associação Educativa e Recreativa de Góis e no Grupo Musical Informáticos e Companhia de Lisboa.

De futuro, novas e fundamentais iniciativas serão programadas, sempre com o pensamento nas novas gerações, com a pretensão de dar a entender que o termo Regionalismo não tem a carga que muitos lhe querem dar, porque embora conscientes de um passado histórico de dificuldades superadas, em que todos nos revemos e orgulhamos, Regionalista é tão só todo aquele que ama uma região ao ponto de pretender participar e influenciar na sua evolução qualitativa, deixando ás gerações seguintes um Concelho de Góis melhor do que aquele que herdámos. Este o Regionalismo do presente. Este o Regionalismo do futuro


                                                                                                                                      (*) Farmacêutico

 

 

 

 



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Quinta-feira, 29 de Março de 2012
ADIBER convida...Casa Concelho de Gois...Lisboa

dia 31 de Março, pelas 17 horas na sede da Casa do Concelho de Góis


 
A União Progressiva da Freguesia do Colmeal recebeu da ADIBER a carta que a seguir se transcreve e que pelo interesse do assunto nela contido leva ao seu conhecimento, convidando-o também a participar nesta reunião.
 
“A ADIBER – Associação de Desenvolvimento Integrada da Beira Serra, é a Entidade Coordenadora Local no Concelho de Góis do Projecto Consolidar Laços, Disseminar Solidariedade”, aprovado no âmbito dos Contratos Locais de Desenvolvimento Social, o qual inclui no seu Plano de Acção um conjunto de acções a implementar com a finalidade de melhorar a qualidade de vida dos cidadãos, promover a sua inclusão social, numa intervenção multi-sectorial e integrada, através de acções a executar em parceria e que contribuam para combater a pobreza e exclusão social, permitindo fomentar dinâmicas e mobilização local.

Este Projecto prevê a realização de actividades ligadas ao Associativismo Activo, um novo paradigma com objectivos mais adequados à realidade actual e que promovam uma nova abordagem do Movimento Regionalista no processo do desenvolvimento do Concelho de Góis, enquadrando-se nestas iniciativas a realização do “Congresso Regionalista Goiense”, previsto para o próximo dia 10 de Junho, em Góis.

Neste sentido, irá decorrer uma reunião de trabalho no próximo dia 31 de Março, pelas 17 horas na sede da Casa do Concelho de Góis, em Lisboa, com o objectivo de reflectir, recolher sugestões e contributos para a organização desta iniciativa, bem como para debater outros assuntos de interesse para o Concelho, no âmbito do referido Projecto.

Face ao exposto, a ADIBER tem a honra de convidar V. Ex.ª e outros membros da Instituição que representa a participar na referida reunião, partilhando a vossa opinião sobre as temáticas em discussão.

Com os melhores cumprimentos,

Eduardo Miguel Duarte Ventura, Dr.”


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Quarta-feira, 28 de Março de 2012
Assembleia Geral da Casa do Concelho de Góis
 

 

 

 

Dia 31 de Março pelas 15,00 horas,

 

 da Casa do Concelho de Góis,

 

Rua de Sta Marta, 47 r/c em Lisboa,



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Fado 2012 - Reportagem
Foi no sábado 10 de Março que passei
à Casa do Concelho de Góis...
estava tudo tão mudado 
que vi por todo o lado
o que ali nos juntou para depois...
E quem ficou pela tardinha 
ouviu fado bem cantado,
petiscou e ainda riu, porque,à sua maneira,
recebe bem os seus amigos e convidados,
a gente da Roda Fundeira!!!!



E agora chega de versos, porque a senhora Dona Amália ainda pode zangar-se da minha apropriação da "Casa da Mariquinhas" (Vou dar de beber à dor). E avisa-se desde já quem tente cantá-lo que a métrica precisa de ser melhorada....

Mas o que interessa mesmo é que o nosso evento Fado 2012 foi um sucesso. Tivemos connosco 108 pessoas, dez das quais os artistas que nos embalaram e animaram com a sua voz, trazendo sentimentos ou emoções nas palavras, reflexões em verso acompanhadas à guitarra portuguesa e à viola.... sofridas ou bem-humoradas, mas sempre, sempre sentidas.

Decorámos a sala da Casa do Concelho de Góis, habituada a acolher os mais diversos desafios, para recriar (de um modo muito simples) o tema do fado, com guitarras e até xailes, gentilmente cedidos por Marília Rodrigues, que os manufactura com a garantia de serem peças únicas (mais informação em mr-xailes.blogspot.pt/)

Dos mais experientes, a quem a voz já prega partidas mas a alma se mostra nos olhos, aos estreantes, a quem o gosto por cantar venceu o receio e o nervoso miudinho da primeira vez, sem esquecer a "prata da casa", foi "ouvi-los" desfilar e encantar. À última hora pudemos ainda contar com a presença de Jaqueline Carvalho, que simpaticamente acedeu a um convite amigo de véspera, e nos cativou com a voz e a arte que vencem a Grande Noite do Fado...

E, nos intervalos, foram servidos os anunciados petiscos: salada fria de bacalhau (é um blog familiar, não posso escrever o nome porque é conhecido este petisco) enchidos variados, moelas, bifanas, caldo verde, pão, broa, queijo, vinho e sumos... tudo preparado pela dupla Antero Fonseca e João Henriques, e servido por uma vasta equipa empenhada em agradar. Estavam mesmo uma delícia! E para a despedida, adoçámos a boca com bolos variados, oferecidos pelas senhoras, que a tal nos vão já habituando.

Aqui ao lado está registado um dos poucos momentos em que a dupla de cozinheiros pode espreitar o espectáculo, tendo sido imediatamente "apanhados" pelo nossofotógrafo de serviço, o Paulo Coelho. Sim, meus amigos, quem esteve presente pode levar mais uma recordação para casa... Quero também agradecer ao Humberto pelas suas (belas) fotografias que me deixou incluir neste post.
E porque estes eventos só fazem sentido quando trazemos os nossos amigos, por vezes também eles nos preparam surpresas... e assim fomos presenteados com o Brasão de Odivelas, gentilmente oferecido pelo Sr. Victor Machado, Presidente da Junta de Freguesia de Odivelas e amigo de infância do nosso Rui Farlens. (49 anos.... Rui, 'tás crescido! heheheh!) Vejam o vídeo que logo me percebem..




Resta-me agradecer a todos os que ajudaram a tornar possível este evento, importante contributo para a angariação de fundos para a construção do Complexo de Lazer da Foz Palheiros. E muito obrigada a todos os que estiveram presentes, participaram, contribuiram e animaram esta festa.

Até à próxima!

http://www.roda-fundeira.blogspot.pt/

 



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Sábado, 24 de Março de 2012
Sobral, Saião e Salgado ...Casa do Concelho de Góis ...Fados

 Algumas actividades para o ano 2012

O grupo dos amigos do Sobral, Saião e Salgado, vai levar a efeito no ano de

 

 

2012, alguns eventos dos quais destacamos aqui várias iniciativas. Assim,


No dia 24 de Março, pelas 15,30 horas, será realizada a Assembleia Geral, na Casa do Concelho de Góis em Lisboa, para analisarem e votarem o relatório e as contas do exercício anterior e eleição dos novos corpos sociais para o corrente ano.


Também nesse mesmo dia e local, mas à noite, se realizará em colaboração com a Casa do Concelho de Góis, uma grandiosa sessão de fados. O grupo convida todos os amigos destas aldeias e amantes do fado a comparecer.



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Terça-feira, 6 de Março de 2012
Casa do Concelho de Góis (II) – Passado de Orgulho

 
  Fernando J. Bandeira da Cunha (Dr*)


Os movimentos de migração do século XX foram fundamentais para alguns concelhos do Pinhal Interior com particular relevância para concelhos mais fragilizados como era o caso de Góis. Concelho com escassos recursos naturais e de características serranas, saído de um período áureo do Volfrâmio, que se esfumou no pós guerra, com uma vida assente na agricultura, em solos pouco férteis, cedo na vida surge a vontade de melhorar as condições de vida. Essa melhoria não era satisfeita pelas deslocações sazonais á Estremadura e Alentejo para trabalhar na agricultura, com regresso no ano seguinte. Estes trabalhadores chamados de “ratinhos” ficam com a aspiração de ir mais além, para Lisboa, como um passo definitivo de melhoria de sua vida e da sua família. “Se a fome aperta, que remédio senão abalar” escreveu Miguel Torga, grande conhecedor dos movimentos migratórios da Beira.
A experiência na grande cidade, a formação académica adquirida e as viagens á “terra” em período de férias, fez crescer nestes homens e mulheres um maior amor pelas suas origens e a ânsia de transportar para ela os modos de vida aprendidos em Lisboa. Se o fluxo de migração, teve origem na pobreza e na falta de expectativas de futuro, já a possibilidade do Associativismo Regionalista tem origem numa vida melhor e consolidada em Lisboa permitindo que o seu pensamento se virasse para as origens, na ânsia de contribuir para a sua modernização.
     Para os goienses essa ânsia começa pela formação de uma Comissão Instaladora da Casa do Concelho de Góis impulsionada e formada por: Dr. Raul Baeta Henriques, Dr. Mário Nogueira Ramos, Francisco Barata Dinis e Ten. José Maria Gouveia, com o objectivo de se constituir a Casa de todos os goienses em Lisboa com as portas abertas a todos quantos a queiram visitar, dotada de secretaria, salão para assembleias gerais, salas para reuniões, bar, correio, telefone e biblioteca de apoio aos goienses a titulo individual e ás Comissões de Melhoramentos.
Para a história da C.C. Góis fica um 1º Período (1954-1959) que coincide com “O arranque” do projecto e que foi liderado pelas Presidências do Dr. Mário Nogueira Ramos (1954-1955) e Dr. José Maria Poiares (1956-1959) tendo a seu lado como Presidente da Assembleia Geral o Dr. Alfredo Simões Travassos (1954-1974), no Conselho Regional o Dr. Francisco Augusto Cortez (1954-1958) e no Conselho Fiscal, Francisco Barata Dias (1954-1955), Dr. Mário Nogueira Ramos (1956), Francisco Barata Dias (1957), Frederico Nogueira de Carvalho (1958) e Comandante José Maria Gouveia (1959).
Estes 5 anos ficam marcados pelos 200 associados logo no 1º ano e pela saída da Casa da Comarca de Arganil e entrada na Casa das Beiras onde provisoriamente ficaria a sede. Surge a primeira intervenção para o desenvolvimento de Góis conseguindo-se uma grande dinamização das carreiras rodoviárias que serviam o concelho. Factor marcante foi a inauguração em 17-02-1957 da sede própria na R. de Santa Marta, 47 em Lisboa.

 



 

 

 

 

 

O 2º Período (1960-1962) passa-se “Em velocidade de cruzeiro” sob as Presidências do Comandante José Maria Gouveia (1960) e Eng. Leonel Martins Gonçalves (1961-1962), com o Dr. Alfredo Simões Travassos na Presidência da Assembleia Geral (1954-1974), o Eng. Carlos Baeta Neves (1959-1973) no Conselho Regional e o Dr. José Maria Poiares (1960-1978) no Conselho Fiscal.
Nestes 2 anos surge a criação da Secção Feminina e da Secção Cultural-Desportiva e a assistência social a goienses em dificuldades. A sede da C.C. Góis é amplamente aproveitada para animações culturais e de convívio entre goienses e não goienses. Surge a primeira revisão dos Estatutos e a primeira tentativa da criação do primeiro hospital, dedicando a C.C.Góis, já nessa altura, grande atenção na área da saúde.
O 3º Período (1963-1974) fica marcado pela construção do “Colégio” de Góis, propriedade da C. C. Góis, sob as Presidências de Fernando Almeida Carneiro (1963-1969), Armando Gualter C. Nogueira (1970-1971) e Eng. José Rui Neves Cortez (1972-1974), com o Dr. Alfredo Simões Travassos (1954-1974) na Presidência da Assembleia Geral, o Eng. Manuel Nogueira Ramos (1974-1978) no Conselho Regional e o Dr. José Maria Poiares (1960-1978) no Conselho Fiscal.
Estes 11 anos ficam marcados pelo esforço de construção do Colégio de Góis, um projecto do Engº Rui Cortez que obteve o apoio fundamental do Comendador Augusto Rodrigues. A inauguração do Colégio em 19-10-1969, a cedência gratuita ao Estado e a liquidação total dos encargos financeiros constituem um marco para todos os goienses e uma obra fundamental que ainda hoje constitui um pilar financeiro importante da C.C.Góis.
O 4º Período (1975-1981) surge com as “Águas agitadas” do 25 de Abril de 1974 e com o período do PREC, sob as Presidências de Silvano Baptista de Almeida (1977-1978) e Dr. José Maria Poiares (1979-1981), com o Eng. Carlos Baeta Neves (1975-1978) e Dr. Alfredo Simões Travassos (1979-1981) na Presidência da Assembleia Geral, o Eng. Carlos Baeta Neves (1979-1983) no Conselho Regional e Frederico Nogueira de Carvalho (1979-2000) no Conselho Fiscal.
Neste anos de agitação social a C.C.Góis assiste a grandes lutas internas pela sua gestão e direcção. Sobrevive, reestruturando-se e reorganizando-se num novo modelo de gestão oficializado pela alteração, actualização e blindagem dos seus Estatutos. Como principal aspecto positivo desta época destaca-se a importante aquisição das instalações da sede em 1979, ano das suas Bodas de Prata da Casa.
O 5º Período (1982-2009) surge como “Consolidação” dos objectivos da Casa do Concelho de Góis consolidando a pacificação da sua gestão sob as Presidências de José de Matos Cruz (1982-2000) e José Dias Santos (2001-2012), com o Dr. José Dias dos Santos Pais (1982-1983), Eng. Carlos Baeta Neves (1984-1987), Eng. Manuel Nogueira Ramos (1988-2000) e Prof. Dr. Carlos Alberto Silva Poiares (2001-2011) na Presidência da Assembleia Geral, o Eng. Manuel Nogueira Ramos (1984-1987), Prof. Dr. Carlos Alberto Silva Poiares (1988-2000), Eng. João Nogueira Ramos (2001-2006) e José Matos Cruz (2007-2008) no Conselho Regional e António Lopes Machado (2001-2008) no Conselho Fiscal.
São os anos marcados pelas obras de beneficiação e remodelação da sede, inauguradas em 26-11-1988, pela participação nos Jogos Tradicionais de Lisboa e pelo equilíbrio financeiro. As contribuições para o desenvolvimento do Concelho de Góis desde 1954 a 2009 foram premiadas com a Entrega da Medalha de Mérito do Concelho concedida pela Câmara Municipal de Góis.
O 6º Período (2010-2012) surge como o “Novo paradigma” numa vontade férrea de modernização da C.C. Góis sob a Presidência de José Dias Santos (2001-2012), com o Prof. Dr. Carlos Alberto Poiares (2001-2012) na Presidência da Assembleia Geral, o Dr. Luís Filipe Martins (2010-2012) no Conselho Regional e António Lopes Machado (2001-2012) no Conselho Fiscal.
Este período em curso tem-se pautado por um concreto aumento do dinamismo das acções na Casa, sempre difícil após as excelentes acções comemorativas dos 80 anos do Regionalismo Goiense, pelo reconhecimento da Autarquia como parceiros sociais e por um esforço de integração nas novas tecnologias (internet wireless, site, mail, facebook com 638 amigos), como factor fundamental de captar juventude interessada em promover ideias e acções concretas em prol de uma região, o Concelho de Góis.
Se o Regionalismo é o gosto pelo desenvolvimento de uma região, então a Casa do Concelho de Góis é uma incubadora de ideias e sua concretização, onde em todas as reuniões se encontram goienses que, independentemente de estratos sociais, profissões, sectores políticos ou credos, investem parte do seu tempo para pensarem comum, em Góis.

(Fonte: “Memórias e Esperanças”, João Nogueira Ramos, 2004, A Vila do Burel, Adriano Pacheco, 2010)

                                                                                                                                      (*) Farmacêutico



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Domingo, 4 de Março de 2012
tarde de fados e petiscos na Casa Concelho Góis


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Quinta-feira, 1 de Março de 2012
ENCONTRO DE TUNAS ACADÉMICAS na Casa do Concelho de Gois


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Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012
Casa do Concelho de Góis (I) – A essência do Regionalismo


  Fernando J. Bandeira da Cunha (Dr*)

O êxito que constituiu a presença (pela primeira vez) da Casa do Concelho de Góis, com stand próprio, na FACIG 2011 em Góis, teve também a virtude de concluirmos que várias gerações desconhecem a história do Regionalismo no Concelho de Góis e também as migrações que levaram á constituição da Casa do Concelho de Góis em Lisboa.
Antes da criação da Casa do Concelho no ano de 1954 já a história do Regionalismo Goiense se escrevia com a constituição de várias Comissões de Melhoramentos e nas dificuldades do fluxo migratório para Lisboa.
     A primeira Comissão de Melhoramentos de Góis fica para a história como sendo a Comissão de Melhoramentos de Roda Cimeira fundada em 1923, oficialmente constituída em 1928 como Sociedade de Melhoramentos de Roda Cimeira. Fruto das primeiras necessidades que conduziram ás migrações da população da freguesia de Alvares para Lisboa, mas também do apelo da terra de nascimento e do sonho da sua modernização. Homens e mulheres sentiram que se deveriam reunir e juntar esforços para que a sua terra tivesse para os que teimaram em ficar e para os que dela nunca se esqueceram, maior qualidade de habitabilidade numa zona de
pinhal interior onde as vias de comunicação eram o bem mais escasso, mas essencial para o comércio, cultura e modernidade.
A migração para Lisboa tem o seu inicio, se bem que incipiente nos finais dos anos 20 (Ditadura Militar), atingindo o seu pico nos anos 40 e 50, em pleno Estado Novo Salazarista, com o empobrecimento (a bem do País) e a ausência de expectativas das populações do pinhal interior, onde se situa Góis. Não é pois de estranhar a ânsia do Associativismo Regionalista, um arrojo para a época, só possível pela forma estatutária com que se objectivava a dedicação desta gente á sua terra de origem, motivo de sonhos, em transportar para ela vivências, qualidades e modos de vida que sentiram com a sua presença vivida e esforçada em Lisboa.
Se no inicio nada foi fácil, muitos vivendo colectivamente nas Casas de Malta e abraçando trabalhos ditos menores como, varredores (almeidas), engraxadores, barbeiros, estivadores, aguadeiros, limpa-chaminés e moços de esquina, após a fase de instalação e consolidação surge a preocupação académica como factor de acesso a uma vida melhor no comércio ou na pequena industria.
Foi assim que se constituíram pequenos e depois grandes empresários nos ramos de pastelaria, mercearia, drogaria, armazéns de géneros alimentares, actividade gráfica e mais tarde, restaurantes e cervejarias.
Homens de experiência feitos muitos ficaram na capital outros mudaram-se para a “terra”, agora já com outros meios, conhecimentos e formação, montaram comércios e empresas que ainda hoje perduram em mãos familiares, ou não, de segunda ou terceiras gerações.
Se o fluxo de migração, teve origem na pobreza e na falta de expectativas de futuro, já a possibilidade do Associativismo Regionalista tem origem numa vida melhor e consolidada em Lisboa permitindo que o seu pensamento se virasse para as origens, na ânsia de contribuir para a sua modernização.
Nascem assim todos os anos Comissões de Melhoramentos constituídas por residentes locais e por goienses em Lisboa: Freguesia de Alvares: Sociedade de Melhoramentos de Roda Cimeira (1928), Sociedade de Melhoramentos de Amioso Cimeiro (1929), Comissão de Melhoramentos de Cortes (1930), Comissão de Melhoramentos de Relva da Mó (1933), Comissão de Melhoramentos de Roda Fundeira (1934), Comissão de Melhoramentos de Amioso Fundeiro e Lomba (1935), Liga de Melhoramentos de Chã de Alvares (1937), União Progressiva de Amioso do Senhor (1941), Comissão de Melhoramentos do Povo de Amieiros (1944), Comissão de Melhoramentos de Mega Cimeira (1946), Liga de Melhoramentos da Telhada (1946), Comissão de Melhoramentos de Alvares (1947), Comissão de Melhoramentos de Obrais (1950), Comissão de Melhoramentos de Simantorta (1950), Comissão de Melhoramentos de Algares (1951), Comissão de Melhoramentos de Amiosinho (1953) e Sociedade de Melhoramentos de Casal Novo (1953); Freguesia do Cadafaz: Liga de Melhoramentos da Freguesia de Cadafaz (1932) e Comissão de Melhoramentos da Cabreira (1953); Freguesia do Colmeal: União Progressiva da Freguesia do Colmeal (1931), Comissão de Melhoramentos de Ádela (1936), Comissão de Melhoramentos de Malhada e Casais (1953) e Comissão de Melhoramentos de Soito (1954); Freguesia de V.N. Ceira: Comissão de Lisboa de Propaganda e Melhoramentos em Vila Nova do Ceira (1931) e Freguesia de Góis: Sociedade de Iniciativas e Propaganda de Góis (1929), Associação de Melhoramentos e Assistência de Ponte do Sotam (1931) e  Liga de Melhoramentos da Folgosa (1950), Comissão de Melhoramentos de Cerdeira de Góis (1952), Comissão de Melhoramentos de Ribeira Cimeira e Fundeira (1952), Comissão de Melhoramentos de Ladeiras de Góis (1953), União Regionalista das Povoações do Sotam (1953) e Comissão de Melhoramentos de Piães (1954).
Surge assim em 1954 a necessidade de uma estrutura de apoio em Lisboa, concretizada na fundação da Casa do Concelho de Góis, que teve a sua primeira Assembleia Geral em 4 de Dezembro de 1954 de aprovação dos estatutos e corpos sociais. De imediato a Casa do Concelho de Góis em Lisboa, além de servir de espaço de convívio dos goienses residentes em Lisboa, torna-se espaço de apoio e de colaboração das Comissões de Melhoramentos, onde, por vezes pela noite dentro, se sonhava, se discutia e planeava formas de suprir carências com o objectivo de modernizar o Concelho de Góis.
Como o poder local, na época com escassos meios distribuídos pelo poder central e com pouco poder executivo, via no associativismo regionalista um importante apoio de ideias concretizadoras, fomenta o continuo aparecimento de Comissões de Melhoramentos que se foram multiplicando até aos nossos dias: Na Freguesia de Alvares: União Progressiva de Milreu e Povoações Limítrofes (1956), Comissão de Melhoramentos de Estevianas (1978), Comissão de Progresso Amigos da Coelhosa (1983) e Comissão Os Amigos de Fonte Limpa (1985); Freguesia de Cadafaz: Comissão de Melhoramentos de Candosa (1955), Grupo dos Amigos de Capelo (1960), União Recreativa do Cadafaz (1962), Grupo “A Bem da Sandinha” (1962), Liga dos Amigos de Mestras (1966), Comissão de Melhoramentos de Corterredor (1975) e Comissão de Melhoramentos e Preservação do Tarrastal (1999); Freguesia de Colmeal: Liga dos Amigos de Aldeia Velha e Casais (1964), União e Progresso do Carvalhal (1970), Grupo de Amigos do Sobral, Saião e Salgado (1977) e Associação Amigos do Açor( 2002) Freguesia de V. N. Ceira: Associação dos Amigos da Várzea Pequena (1978); Freguesia de Góis: Comissão de Melhoramentos do Esporão (1955), Comissão de Melhoramentos de Povorais (1956), Comissão de Melhoramentos do Vale Torto (1957), Liga dos Amigos de Bordeiro (1960), Comissão de Melhoramentos da Póvoa de Góis (1974), Comissão de Melhoramentos do Vale do Ceira-Costa de Góis (1979), Comissão de Melhoramentos das Luzendas e Casalinhos (1985), Comissão de Melhoramentos de Casêlhos e Portelas (1994), Associação de Moradores, Naturais, Descendentes e Amigos de Carcavelos (1995), Associação de Melhoramentos das Aigras, Comareira e Cerejeira
(1996), Associação de Melhoramentos de Vale de Godinho (1999), Comissão de Melhoramentos da Pena (2000), Associação Desportiva, Recreativa, Cultural, Juvenil e de Solidariedade Social dos Amigos de Vale de Moreiro e Manjão (2002) e a Associação dos Naturais e Amigos do Liboreiro (2003) que até hoje mantém o estatuto da mais recente Comissão de Melhoramentos do Concelho de Góis. Mais conhecida por ANALIB esta Comissão é a primeira do século XXI a fazer apelo no seu nome a todos os naturais do Liboreiro (independentemente da sua residência) e a todos os seus amigos.    
Estas últimas Comissões formadas no séculos XXI, nada têm a ver com os fluxos migratórios do passado mas sim pela possibilidade de obterem mais facilmente apoios financeiros para agregados populacionais onde faltem ainda estruturas básicas ou culturais para um mínimo de qualidade de vida.
Com as mudanças estruturais autárquicas que se avizinham, para concretização em 2012, com as fusões entre freguesias e o desaparecimento de algumas, contribuindo para um certo centralismo do poder autárquico a nível do Município, estamos em crer que as Comissões de Melhoramentos, titulares da consciência das suas populações, terão um amplo e importante papel no futuro na captação de fluxos financeiros para as suas populações.

(Fontes: “Memórias e Esperanças”, João Nogueira Ramos, 2004; Dez Reis de Gente, Adriano Pacheco, 2007; “sites”, Comissões de Melhoramentos)
                                                                                                                                                 
(*) Farmacêutico



publicado por penedo às 00:44
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Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012
Freguesia do Colmeal - Reforma da Administração Local

 

 

 

 

No passado sábado, dia 11 de Fevereiro, as colectividades regionalistas da freguesia do Colmeal responderam afirmativamente ao convite formulado pelo seu Presidente da Junta e comparecerem na Casa do Concelho de Góis para, em conjunto, se analisar a proposta de Reforma da Administração Local.
Carlos da Conceição de Jesus, presidente da Junta de Freguesia do Colmeal, acompanhado de José Brás Victor, secretário da mesma Junta e de Manuel Martins dos Santos, deputado na Assembleia Municipal de Góis, antes de iniciar a sua intervenção, propôs um minuto de silêncio em memória de Manuel Simões Júnior, grande regionalista e que havia falecido na véspera.
Foi pelo senhor presidente da Junta de Freguesia feita uma apresentação dos pontos mais importantes e também dos que mais polémica e preocupações poderão causar e que constam do denominado Documento Verde da Reforma da Administração Local.
Analisada igualmente a proposta de lei, que se encontra ainda em versão de trabalho, mas que é considerada mais gravosa que o referido documento verde.
Os dirigentes presentes, que representavam todas as associações regionalistas da freguesia, nas suas várias intervenções foram esclarecendo algumas situações e manifestaram a sua enorme preocupação quanto ao desfecho de todo este processo.
A solidariedade colectiva existe e é evidente na firme defesa da manutenção da nossa freguesia. Não só pela acção das colectividades regionalistas, mas também pelo trabalho já desenvolvido e a desenvolver pela Junta de Freguesia e pela Assembleia de Freguesia do Colmeal.
A união dos Colmealenses é fundamental em todo este processo.
A. Domingos Santos
Fotos de Francisco Silva
in
http://upfc-colmeal-gois.blogspot.com


publicado por penedo às 22:07
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Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012
Á Volta dos Penedos......Roda Fundeira.

Assembleia Geral 28 de Janeiro de 2012

 
Começo este post deixando o reconhecimento devido a quem se deslocou à Casa do Concelho de Góis para a Assembleia Geral
da Comissão de Melhoramentos de Roda Fundeira. O nosso muito obrigada pelo vosso sentido de cidadania.
Ao longo da reunião, foi apresentado resumidamente o trabalho desenvolvido ao longo do mandato da última Direcção,
desde o esforço por apostar nos "novos" meios de comunicação, à reunião de documentos oficiais sobre o património da
Comissão, dos eventos realizados ao longo dos dois anos, aos projectos de futuro. Foi dado grande realce ao
Complexo de Lazer da Foz Palheiros por ser o projecto que implica grande investimento quer financeiro,
quer emocional por parte dos rodafundeirenses, constatando-se que têm estado a aderir à campanha de angariação de fundos.
No entanto, a verba necessária é muito elevada, havendo a necessidade de se expandir as iniciativas.
O relatório e contas foram aprovados por unanimidade e foi eleita a única lista colocada a sufrágio, sendo os corpos sociais
 para o biénio 2012-2013:
 
ASSEMBLEIA GERAL 
 
Presidente: Fernando Saúl Rodrigues Neves
Vice-Presidente: José Carlos Lopes Coelho
Secretária: Cristina Isabel Henriques Coelho

DIRECÇÃO
Presidente: Rui Manuel Tomás Henriques Neves
Vice-Presidente: João Manuel Afonso da Silva
Secretário: Paulo Manuel Mateus Coelho
Tesoureiro: António Joaquim Coelho
1º Vogal: Ilda Maria Neves Barata
2º Vogal: Antero Lopes Fonseca
CONSELHO FISCAL
Presidente: José Carlos Mateus Coelho
1º Secretário: Rui Manuel Moreira Saraiva Farlens
2º Secretário: José Manuel Coelho Caetano

 


DELEGAÇÃO RODA FUNDEIRA

António Manuel Alves Lomba
Carlos Simões Lopes
Paulo Alexandre Mateus Silva
Apresentados os objectivos do seu trabalho, foi agradecida a confiança depositada e também anunciados os próximos passos. A meta é ambiciosa...mas a determinação é equivalente!
 
Foram ainda ouvidas palavras da Assembleia sobre outros assuntos como a Capela Velha ou a toponímia, foram relembrados os sócios que já não estão connosco e anunciada a renumeração dos ainda no activo.
 
Foi, de facto, uma reunião em que o trabalho esteve presente - o do passado, o de futuro, a vontade de o fazer e o apoio dos sócios. Afinal os Rodafundeirenses sempre se uniram para o bem da sua aldeia...
 
Um abraço.


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Segunda-feira, 21 de Novembro de 2011
À Volta dos Penedos....Duas gerações

 




No recente almoço de aniversário da União duas gerações do regionalismo confirmaram que este movimento está vivo e terá os seus continuadores. José Dias Santos e Nuno Miguel Santos, presidentes da Casa do Concelho de Góis e da Comissão de Melhoramentos de Malhada e Casais, com percursos naturalmente diferentes marcados pela idade que os separa, são a prova provada de que o regionalismo está actuante e a integrar camadas mais jovens.
Sobral, Saião e Salgado, Ádela, Soito, Açor, Aldeia Velha e Casais, que também integram um número considerável de jovens, delegaram em Nuno Santos as felicitações à aniversariante.
Fotos de Francisco Silva
in
http://upfc-colmeal-gois.blogspot.com/


publicado por penedo às 16:33
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Sexta-feira, 18 de Novembro de 2011
Gois

 

 Camara Municipal  Góis

 

       Grandes Opções do Plano económico para 2012 

 

 

 

Em 2009 o executivo iniciou um processo de consulta ás colectividades,ás intituições de domínio publico e privado, ao tecido empresarial e á população em geral, no sentido de participarem activamente na construção de tão importante documento,orientador de toda  acção governativa.

 

Essa experiencia contribuíu,por um lado,para melhor reconhecer algumas dificuldades, nomeadamente, a diversidade de interesses e expectativas, e por outro, aumentou, auxiliou na definição das prioridades para o nosso território.......(.....).....nesse sentido e tendo  em conta a tradição associativa  concelhia realiza-se no próximo

dia 19 de Novembro na Casa do Concelho de Gois pelas 15 horas, uma

reunião  de   trabalho sobre  o referido plano

 

 

in 

Comarca de Arganil

 



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1º TORNEIO FUTSAL INTER-CASAS REGIONAIS

 

Casa Concelho Pampilhosa da Serra - Campeã no torneio de futsal

 


   Comarca de Arganil

 

   Casa do Concelho de Góis 


   Casa daComarca da Sertã

 

 +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

A Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra realizou um torneio de futsal

 

entre as Casas Regionais da região do Pinhal Interior, sediadas na grande Lisboa.

 


com a participação de


Casa Concelho Pampilhosa da Serra

 

Casa da Comarca de Arganil


Casa do Concelho de Góis


Casa da Comarca da Sertã

 

 Resultados:

 

 

Casa da Comarca da Sertã- 1 x Casa do Concelho de Góis- 9

 

C Comarca  Arganil 1 - x  - C C Pampilhosa da Serra -10

 

CC Pampilhosa da Serra -12 x - C C Sertã- 4

 

C Concelho de Góis -2 - C Comarca  Arganil -8

 

Casa Comarca Sertã -2 x Casa Comarca de Arganil -5

Casa do Concelho de Góis -    x -  CC Pampilhosa da Serra -



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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2011
“A Qualidade de Vida dos Idosos em Góis”

 

Adriano Pacheco

 

Mais uma extraordinária palestra levada a efeito pelo Conselho Regional {CR} da Casa do Concelho de Góis, sobre a qualidade de vida do idoso, nas suas mais variadas vertentes que o conceito pode suscitar. Para o efeito, foram convidados e se fizeram representar técnicos da estrutura médica, de acção social, dos bombeiros, assim como dirigentes dos lares em funcionamento no espaço concelhio. Estes representantes foram agrupados em dois paneis, a saber: painel A composto pela Enf.ª Chefe Isabel Afonso, Dr.ª Ana Coroa, Dr. José Coroa e Dr. Carlos Poiares. Painel B. Dr.ª Maria Luísa, provedor. José Serra, Nuno Tavares, Comandante. Francisco Dias e a Dr.ª Maria de Lurdes Castanheira, Presidente da Câmara Municipal de Góis.

 

O Dr. Fernando Cunha vice-presidente do CR foi o moderador do painel A que, depois de fazer a apresentação dos oradores, começou por dar a conhecer o tempo de intervenção que cada um dispunha, dando de imediato a palavra à Enf.ª Chefe Isabel Afonso, representante do Centro de Saúde de Góis bem como da estrutura médica e de enfermagem de todo o Concelho, começando por mencionar o efectivo médico (quatro clínicos) e o efectivo de enfermagem de seis enfermeiros para a área de actuação do Centro de Saúde e das Extensões, dando relevo ao Serviço de Atendimento Permanente em 24 horas {SAP}.

 

Enfatizou o género de trabalho nas intervenções prestadas, que se agrupam em prevenção, tratamento e reabilitação em consultas diárias no Centro e nos internados. Resumindo que o número de consultas efectuadas no ano de 20010 foi de 15.647, para as quais não se cansou de referir o número reduzido de efectivos que o Centro dispõe para a cobertura do vasto território concelhio, sublinhando ainda que todo este volume de trabalho se agrava, em tempo de férias, tendo em conta a consequente diminuição dos técnicos de saúde. Com esta explanação de trabalho ficámos com a noção de quão difícil será gerir situações de emergência, ou duma hipotética epidemia no Concelho

 

Seguiu-se depois a intervenção dos Dr/s. José Coroa e Ana Coroa que representavam o sector farmacêutico, instalado em Góis, Alvares e Cortes, pormenorizando a assistência e o apoio que prestam à população idosa, nomeadamente na entrega de medicamentos ao domicilio, na facilitação do pagamento dos mesmos e nas recomendações da sua dosagem. Ficou muito claro que estes técnicos têm uma tal proximidade da população que lhes permite o conhecimento real das suas grandes dificuldades, não deixando de ser um sector comercial, prestam também um inestimável serviço social que muitas vezes passa despercebido.

 

Coube ao Dr. Carlos Poiares, na qualidade de psicólogo, fechar o tempo de intervenções largamente excedido por deste painel. No entanto, na soberba abordagem deste goiense conhecedor profundo das dificuldades desta gente e do seu estado de envelhecimento, foi realçado o isolamento das aldeias e a solidão das gentes como o pior dos males duma região montanhosa que caminha, a passos largos, para a desertificação total.

 

Dado o adiantado da hora, foram apenas permitidas duas ou três intervenções da plateia, o que foi pena. Uma de Adriano Pacheco questionando a incrível ausência de médicos em Alvares (três meses no Verão) com todas as consequências que daí possam advir. Outra da parte do Dr. Miguel Ventura, em nome da ADIBER, que anunciou uma iniciativa em marcha, por parte desta instituição, para implementar um serviço médico ambulatório, prestado por uma Unidade Móvel.

 

Seguiu-se o painel B moderado pelo presidente do CR, Dr. Luís Martins, que fez a apresentação dos palestrantes e de seguida deu a palavra ao comandante dos Bombeiros que fez a abordagem ao reduzido efectivo que dispõe para a extensa área do concelho, Dando ênfase ao alto serviço prestado pela secção de Alvares, devida à sua implantação em ponto estratégico, que serve atempadamente a parte sul do Concelho. Fez depois menção à redução de número de fogos florestais, relativamente aos anos transactos, não obstante as actuais carências de meios humanos e de logística.

 

A Santa Casa de Misericórdia fez-se representar pelo seu Provedor, Sr. José Serra, que depois de dar a conhecer a estrutura da instituição, deu a palavra à Dr.ª Dalila Neves que pormenorizou todo o campo de actuação desta instituição, o qual vai desde o apoio ao Lar Rocha Barros, à alimentação dos utentes do Centro Dia e ao serviço de apoio domiciliário aos utentes que dele carecem. Sobre o funcionamento, capacidade e algumas dificuldades experimentadas por este lar falou a Dr.ª Maria Luísa, sobre o Lar S. Mateus em Alvares o Sr. Nuno Tavares deu conta da sua estrutura e das dificuldades encontradas em tudo semelhantes às mencionadas.

 

Por último a Sr.ª Presidente da Câmara, Dr.ª Maria de Lurdes Castanheira, tomou a palavra para agradecer à Casa do Concelho de Góis na pessoa do seu presidente e ao Concelho Regional pelo seu enorme contributo que tem dado com as iniciativas culturais e divulgação do nosso concelho e das suas gentes, sentindo-se orgulhosa por tal feito que não vislumbra semelhante trabalho noutras casas congéneres. Agradeceu também a todos quantos vieram dar a seu contributo, nomeadamente ao Dr. Carlos Poiares e às Comissões de Melhoramentos.

 

Do que nos foi dado perceber, a palestra foi muito elucidativa, mas demasiadamente longa que daria bem para duas sessões do género e, neste caso, possibilitaria outras intervenções que são sempre achegas válidas, contribuindo assim para uma melhor eficácia dos serviços. Ficou também claro que o Concelho de Góis está bem servido de estruturas médico-sociais, contudo o seu funcionamento no terreno peca por insuficientes meios humanos, atendendo à sua grande dispersão e aos difíceis acessos numa região muito montanhosa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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“A Qualidade de Vida dos Idosos em Góis”

Palavras para quê, mais uma inciativa ,

 

Casa do Concelho de Góis

 

 



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Quinta-feira, 13 de Outubro de 2011
“A Qualidade de Vida dos Idosos em Góis”

 

 

 

Casa do Concelho de Góis


Associação Regionalista de Melhoramentos, Propaganda, Cultura e Assistência


Freguesias: Alvares – Cadafaz – Colmeal – Góis – Vila Nova do Ceira

 

 

******************************************************************************

 

 

De acordo com o plano de actividades proposto para o ano de 2011, vai o Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis


realizar no próximo dia 22 de Outubro pelas 15:00 horas, na sua sede, sita na Rua de Santa Marta 47, R/C Dto. em Lisboa,

um dia dedicado à

 

 

 

“A Qualidade de Vida dos Idosos em Góis”

                                           

   Programa:


Painel A:

                             O Papel dos Técnicos de Saúde


              O Estado da Arte e Perspectivas de Evolução Futura

 

  

 

      Dr. José Coroa e Dra Ana Coroa, Farmacêuticos, Farmácia Coroa, Góis; Farmácia da Serra, Alvares e Cortes Pharma, Cortes.

 

      Enfa. Isabel Afonso, Enfermeira, Centro de Saúde, Góis

 

      Prof. Carlos Poiares, Psicologia Forense, Universidade Lusófona, Lisboa

 

 

Painel B:


                Assistência Social, Urgência, Ambulatória e Residencial


                Situação actual e Perspectivas de Evolução Futura

 

      Comandante Francisco Dias, Bombeiros Voluntários, Góis

 

      José Serra, Provedor, Santa Casa da Misericórdia, Góis

 

      Maria Luísa, Direcção Lar de Idosos, Centro Social Rocha Barros

 

      Dra. Lurdes Castanheira, Presidente, Câmara Municipal Góis

 

 

Convidamos desde já todos os Goienses a estarem presentes, pois pretendemos com esta sessão proporcionar uma visão global

 

sobre aassistência aos idosos no Concelho de Góis, carências sentidas e perspectivas de melhoria da qualidade de vida no futuro.

 

 

                                                                                                                                            O Conselho Regional



publicado por penedo às 21:49
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Quarta-feira, 15 de Junho de 2011
GRANDE TARDE MUSICAL Na Casa do Concelho de Góis

 

 

 

 

Por Adriano Pacheco

 

Grande momento musical ocorreu na Casa do Concelho de Góis na tarde de 21 de Maio, integrado no programa cultural do Conselho Regional do corrente ano. Este evento encheu literalmente o salão de festas onde era possível encontrar-se gente de todo o Concelho. Tomaram parte nesta tarde cultural dois grupos musicais do Concelho de Gois que se transportaram com a colaboração da Câmara e o grupo musical Informáticos e Companhia de Lisboa.

 

Pelo género das actuações, torna-se sintomático que, o Conselho Regional, aos poucos e poucos vai mudando o paradigma do regionalismo com registos doutro tipo de manifestações culturais, que vão dando um colorido bem ao jeito da actualidade, sem, contudo, perder a sonoridade das suas origens. Na própria assistência era possível encontrar-se beirões de cá e beirões de lá, todos irmanados e absorvidos pelos sons, acompanhados do sentimento de saudade. Uns evoluindo com música tradicional portuguesa, outros em coros de música mais erudita, muito bem trabalhada, de fazer inveja aos coros já consagrados. Assim, sim!

 

Com o seu largo reportório, abriu o sarau musical o Grupo de Violas e Cantares de Vila Nova do Ceira, fundado em 23 de Junho de 1996, que a todos maravilhou com números de música popular portuguesa, executada por oito instrumentos de corda, um acordeão, tambor e ferrinhos. Grupo que, desde alguns anos a esta parte, está a cargo de Clara Nunes, deficiente motor, que faz a recolha e orienta os ensaios musicais do grupo com uma dedicação digna de nota.

 

Seguiu-se depois a actuação do Grupo Coral da AERG – Associação Educativa e Recreativa de Góis, a sua mais recente actividade que deu os seus primeiros passos em Outubro de 2010, à frente da qual está o Maestro Prof. Doutor Avelino Correia que se desloca de Coimbra a Góis, todas as semanas, onde vai ensaiar o grupo. Manda a verdade que se diga que não se trata dum grupo de curiosos, pela sua cuidada e requintada indumentária com rostos risonhos dos seus elementos, pela postura exemplar do Maestro e pela qualidade de música que emitem.

 

Para quem entende, nota bem que os naipes de vozes estão bem distribuídos, cada um sabe a função que executa e os tempos que deve preencher. Ao nosso nível, não sei se haverá melhor, pois a sonoridade atinge índices de boa perfeição. A música tem destas coisas, exige sempre excelência na execução para ouvidos bem apurados e sensibilidades despertas. Basta que o silêncio se faça sentir.

 

Por último exibiu-se o Grupo Musical Informáticos e Companhia, grupo apoiado pelo Grupo Desportivo e Cultural da Companhia de Seguros Fidelidade Mundial Bonança que se formou em Dezembro de 2008. Depois de algo clássico assentou arraiais este pequeno grupo com seis ou sete elementos e apenas uma viola que a todos trouxe boa disposição, graças à actuação de um destacado elemento, bastante divertido, que a todos contagiou com a sua boa disposição.

 

No final destes momentos inesquecíveis, houve palavras de agradecimento e gestos de simpatia para com os grupos musicais, por parte do presidente da Casa José Dias, acompanhados dos parabéns da Dr.ª Maria de Lurdes Castanheira, presidente da Câmara Municipal de Góis que se mostrou satisfeita e orgulhosa pelo que viu e ouviu.

 

 

 

 

 



publicado por penedo às 10:57
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Quinta-feira, 26 de Maio de 2011
CANTARES DO CONCELHO E...DA CIDADE 2

 

 

 

O adeus a finalizar

Seguiu-se a entrega de recordações aos Grupos, bem como os discursos do Dr.Luís Martins, Presidente do Conselho Regional,da senhora Presidente da Câmara Municipal de Góis ,Drª Maria de Lurdes Castanheira,e do Presidente da Casa Concelhia Sr.José Dias.

A Casa do Concelho de Góis está de parabéns,assim como o seu Conselho Regional , por mais esta iniciativa.Tarde de convívio entre a vasta colónia de Góienses, que se deslocou à Rua de Stª.Marta em Lisboa.O Conselho Regional tem vindo a trazer à casa desde que foi constituído uma forte actividade com diversas sessões culturais e outras de interesse para as Gentes de Góis.Muitas outras estão já agendadas, com muita actualidade para os tempos que correm e nos afecta a todos,principalmente os mais idosos.Espera-se que estas iniciativas venham a congregar vontades e esforços,para que no futuro haja menos desertificação do Concelho basta para isso que a participação Civil dê o seu contributo, para que muitas situações que existem e afligem as populações,nomeadamente nos transportes,na assistência à 3ªidade,na saúde,no saneamento básico,nas águas,etc...possam ter o seu corolário com êxito

 

 

. Fotos e texto de A.R.Filipe



publicado por penedo às 10:52
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“Cantares do Concelho e da… Cidade”. na Casa do Concelho de Gois

Grupo de Violas e Cantares de Vila Nova de Ceira

 

 

 

 

Grupo Coral da AER Góis

 

 

 

 

Grupo Musical Informáticos e Companhia de Lisboa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

com o apoio:

 

Camara Municipal de Gois

Bombeiros Voluntáios de Gois



publicado por penedo às 10:52
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Terça-feira, 17 de Maio de 2011
Cantares do Concelho e... da Cidade

 

 

 

 

 

Cortejo de Oferendas / Comissões de Melhoramentos

Ás  ASSOCIAÇÕES REGIONALISTAS

 
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Góis vai realizar na Casa do Concelho de Góis, no próximo dia 21de Maio de 2011

na nossa sede social e, após o evento "Cantares do Concelho e... da Cidade", uma reunião com as Comissões de Melhoramentos sediadas
nestaCasa Regional.
Para que esta reunião tenha o sucesso garantido, contamos com a vossa presença.

                                                                               A Direcção


Casa do Concelho de Góis
Rua de Santa Marta, n.º 47, r/c Dto.
1150-293 LISBOA




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Segunda-feira, 16 de Maio de 2011
Tarde Coral na CASA DO CONCELHO DE GOIS

 

 

 

 

 

 

De acordo com o plano de actividades apresentado para o ano de 2011, vai o Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis,

em parceria com a Direcção, realizar, na sua sede, sita na Rua de Santa Marta 47, r/c Dto. em Lisboa,

no próximo dia 21/Maio, pelas 15 horas um dia dedicado à musica com o tema “Cantares do Concelho e da… Cidade”.

 

O programa consta das seguintes actuações:

 

15.oo h – Actuação do Grupo de Violas e Cantares de Vila Nova de Ceira

 

16.oo h – Actuação do Grupo Coral da AER Góis

 

17.oo h – Actuação do Grupo Musical" Informáticos & Companhia " de Lisboa.

 

Pretendemos com esta sessão proporcionar a todos os Goienses, poderem apreciar e conhecer o que se vai fazendo no nosso Concelho bem como passar uma tarde agradável com cantares portugueses, possibilitando uma troca agradável entre o que se faz em Góis e o que faz em Lisboa.

 

Convidamos desde já todos os Goienses a estarem presentes, na expectativa de termos uma tarde bem passada que ficará na nossa memória para sempre.

 

 

                                                                                                                                    O Conselho Regional



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Domingo, 17 de Abril de 2011
“A SERRA E A CIDADE” NA CASA DO CONCELHO DE GÓIS

 

Adriano Pacheco

 

 

 


 

A SERRA E A CIDADE -  O TRIÂNGULO DOURADO DO REGIONALISMO

 

Dentro do programa estabelecido para o corrente ano, divulgado pelo Conselho Regional na imprensa local, a Casa do Concelho de Góis levou a efeito no dia dois de Abril, a sessão de lançamento do livro “A Serra e a Cidade”, de autoria da Prof. Dr.ª Maria Beatriz Rocha-Trindade, onde o tema do regionalismo da Beira Serra é tratado e desenvolvido de forma abrangente pelas mãos de quem investigou e estudo o assunto, numa visão singular, própria de quem o distanciamento permitiu alcançar.

 

Numa tarde enevoada, algo cinzenta, pouco propícia ao veraneio, a sessão evoluiu perante boa assistência, atendo a que o livro já tinha sido apresentado noutras Casas Regionais, bem como na Vila de Góis, não sendo por isso propriamente uma novidade. Contudo, a cerimónia não deixou de ter o brilho dos momentos altos da divulgação desta causa, na presença de tão ilustre protagonista no seio dos goienses. Neste cenário tiveram lugar as palavras emocionadas do presidente José Dias Santos, as boas-vindas a todos os presentes e o profundo agradecimento à autora; palavras bem reveladoras desse estado d’alma que se sentia na Casa.

 

A apresentação da obra, já analisada e conhecida do grande público, esteve a cargo do sr. Eng.º João Nogueira Ramos, que começou por se interrogar “sobre a mais valia de mais um livro sobre este tema”; encontrando depois a resposta numa abordagem que classificou de diferente, “num olhar de fora para dentro”, beneficiada pelo distanciamento que permitiu à autora uma análise desapaixonada, “sem o paternalismo e saudosismo” próprios dos beirões ligados às suas aldeias, os quais, de forma parcial, têm vindo a tratar (?)

 

Derivou depois a sua apreciação para a problemática da Regionalização, no sentido de reorganização administrativa do território, dando relevo às consequências que daí podem advir pelo baixo índice populacional, (como um aparte um pouco fora de contexto), já que a apreciação se cingia ao regionalismo como sentimento de apego à terra natal, nas suas mais empenhadas formas de valorização da Beira Serra, com o propósito de avivar a luz dos lugares de pertença, onde gravitam as memórias mais remotas e marcantes da infância. Enfim…

 

Mais à frente, o apresentador da obra, depois de tecer alguns elogios, evocou uma frase do livro que considerou interessante: “Os regionalistas da serra construíram e deram à luz uma forma modelar de iniciativa civil,”(…) abdicando da parte final da frase que diz o seguinte: “sem por isso menosprezar o poder do Estado: não são súbditos ou servos – são parceiros de direito pleno” pag.138. Não querendo evidenciar o nosso espanto, julgamos que esta falha não terá sido por descuido, nem por dificuldades de comunicação (o que também foi patente), mas sim por maneira própria e controversa de ver as coisas. (!)

 

Seguiu-se depois a exposição da Prof. Maria Beatriz da Rocha-Trindade que agradeceu o carinho de todos e as palavras elogiosas dos oradores, enchendo de brilho a sala com a sua enorme simpatia e boa disposição, quando deu a conhecer, com eloquência, os vários recantos por onde passou, e a feliz oportunidade que teve em conhecer a nossa região.

Elucidou depois, todos os pormenores das várias fotos e o simbolismo que elas representam, razão pela qual ali foram inseridas, com a ajuda e sensibilidade de fotógrafo Jorge Barros. Mais à frente fez referência às profissões actualmente desaparecidas, que os beirões vieram a desempenhar na Capital, bem como ao processo migratório que então ocorreu.

 

Se “A Serra e a Cidade” não fosse tão tocante e tão encorajador para os beirões, bastaria a sua idiossincrasia, forma excelente de comunicar e maneira afável de se aproximar das gentes, qualidades próprias de alguém que sabe e gosta de estar entre o povo e não se limita a emitir opinião e a despejar conhecimento.

 

Para terminar falou a Dr.ª Maria de Lurdes Castanheira, digna Presidente da Câmara Municipal de Góis, que deixou palavras de agradecimento à Casa pelo convite, aos diversos representantes das colectividades e o enorme respeito e consideração pela Prof. Dr.ª Maria Beatriz Rocha-Trindade pelo seu belo trabalho de investigação que fez sobre a nossa região. Congratulou-se também por ter assistido a este belo evento cultural.

 

 



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Sexta-feira, 8 de Abril de 2011
Casa do Concelho de Góis

Assembleia Geral
Casa do Concelho de Góis prestou contas


 

A Casa do Concelho de Góis, apresentou o seu relatório e contas na sua
assembleia-geral realizada no passado sábado, dia 26.


Presidiu o dr. Carlos Poiares, secretariado por Henrique Brás Mendes e Rui Manuel Alves.

Lida e aprovada ,a acta, a direcção, presidido por,1 por José Dias apresentou o seu relatório e contas. Aludindo às festas das Comissões de Melhoramentos ali realizadas, à cultura, promovendo-se acontecimentos de carácter cultural, colectividades, casas congéneres e associados, com quem colaboraram, quotização, infra-estruturas e representações e um aspecto mais alargado, referia-se ao Conselho Regional, que teve urna intensa actividade.

Dos votos finais, além dos agradecimentos à Câmara pela presença da sua presidente nos vários actos realizados, apresentavam-se votos pelas melhoras do director António Martins Pires e pelas do sócio n.º 1 e antigo presidente, Armando Gualter de Campos Nogueira. E um voto de pesar pelos associados e amigos que faleceram e que foi guardado de pé.

O presidente do Conselho Regional, Dr. Luís Filipe Martins, deu conta do que foi a sua actividade

durante o ano, e do programa que está previsto para o próximo mês de Maio, com a participação

do

 Grupo de Cantares de Vila Nova do Ceira,

 

Grupo Coral da Associação Educativa e Recreativa de Góis e

 

 Grupo da Caixa de Seguros.

Também no próximo sábado, à tarde, será apresentado o livro "A Serra e a Cidade" - Triângulo Dourado do Regionalismo", da Prof.ª Doutora Maria Beatriz Rocha-Trindade.

Entre as diversas trocas de impressões que se seguiram, constou um voto de protesto contra o encerramento do SAP de Góis.

Sobre as contas verificou-se que apenas se tinha recebido no fim do ano as rendas do edifício do antigo colégio, dos meses de Janeiro e Fevereiro, num total de 997,60 euros.

A quotização rendeu 2.610 euros: que se gastaram em restauro e pinturas da sede 1.505,24 euros, e que em donativos e representações se despenderam 297 euros, enquanto telefones, correio, electricidade, água, importou em 1.661,31 euros. Em caixa e depositado, a
Casa dispões de 24.761,46 euros.

O Conselho Fiscal, a que preside António Lopes Machado, apresentou o seu relatório, que realçava a acção do Conselho Regional, a presença na sede em ocasiões de debates do interesse para o concelho, da presidente da Câmara, Dr.ª Maria de Lurdes Castanheira e que
as rendas da ADIBER, de Março a Dezembro, na importância de 4.988 euros, se encontravam por pagar em 31-12-2010.

Propunha-se um voto de agradecimento ao associado Manuel Barata Dinis, que continua a encarregar-se, graciosamente, dos serviços contabilísticos, voto de louvor à Direcção, de agradecimento ao Conselho Regional e de melhoras ao antigo presidente Armando Gualter de
Campos Nogueira.

Depois de aprovados todos os documentos e votos apresentados. o sr. Américo Simões apresentou um voto de regozijo pelo reaparecimento de"A Comarca de Arganil", ao que o Dr. Carlos Poiares acrescentou um voto de felicidades e bons serviços ao seu director, encerrando-se seguidamente a sessão.

ANTONIO LOPES MACHADO


in A Comarca de Arganil, 07/04/2011



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Segunda-feira, 28 de Março de 2011
CASA DO CONCELHO DE GOIS

 

CONSELHO REGIONAL

                                                     Noticias

 

De acordo com o plano de actividades para o ano de 2011, vai o Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis, em parceria com a Direcção, realizar duas sessões, nos próximos meses de Abril e Maio, na sua sede, sita na Rua de Santa Marta 47, r/c dto em Lisboa.

 

Dia 2/Abril, pelas 15 horas

 

 

A SERRA E A CIDADE -  O TRIÂNGULO DOURADO DO REGIONALISMO

 

- sessão de apresentação do livro "A Serra e a Cidade - O Triângulo Dourado do Regionalismo”, da autoria da Professora Doutora Maria Beatriz Rocha-Trindade. Este livro retrata o denominado “triangulo dourado do regionalismo”, referentes aos concelhos de Arganil, Góis e Pampilhosa da Serra, não só nos seus aspectos demográficos e geográficos como também retratando a vida das nossas gentes e o nascimento e consolidação do movimento regionalista que tem ocupado em Lisboa os naturais das nossa comarca, ou seja dos referidos Concelhos. Na certeza de ser um marco histórico importante que devemos deixar aos nossos descendentes, convidamos desde já os representantes de todas as Colectividades Regionalistas, bem como todos os Goienses em geral, a estarem presentes neste acontecimento cultural que honra o nosso Concelho e a nossa Casa.

 

• Dia 21/Maio, pelas 15 horas

– Dia dedicado à musica com o tema “Cantares do Concelho e da… Cidade”, para o que convidámos o Grupo de Cordas e Cantares de Vila Nova de Ceira, o Grupo Coral da AER Góis e Grupo Musical Informáticos e Companhia. Pretendemos com esta sessão proporcionar a todos os goienses poderem apreciar e conhecer o que se vai fazendo no nosso concelho bem como passar uma tarde agradável com cantares portugueses, possibilitando uma troca agradável entre o que se faz em Góis e o que faz em Lisboa. Convidamos desde já todos os Goienses a estarem presentes, na expectativa de teremos uma tarde bem passada que ficará na nossa memória para sempre.

 

2º semestre

– Debate sobre o tema “A Qualidade de Vida dos Idosos em Góis”, onde se pretende debater com as presenças de representantes do Sectores médico, Farmacêutico, Social, Apoio em Urgências e transportes e Politico que acções dirigidas ao idoso estão ou poderão a ser desenvolvidas e qual o papel que as Comissões de melhoramentos poderão desempenhar.

 

– Debate sobre o tema “A Juventude e o Regionalismo”, onde se pretende debater com as presenças de profissionais ligados à temática da Juventude e da experiencia de alguns jovens ligados ou não ao regionalismo, quais as motivações, ou falta delas, que levam os jovens a não se envolver nas acções de âmbito regionalista. Este debate terá por objectivo, analisar as causas que tem provocado algum afastamento da juventude ao regionalismo, quais as alterações e caminhos que devem ser seguidos para captar a Juventude e o respectivo rejuvenescimento das nossa colectividades. Este debate será aberto não só aos representantes de todas as Colectividades Regionalistas filiadas nesta Casa, como de todos os Goienses em geral, pelo que convidamos desde já todos os Goienses a estarem presentes, na expectativa de termos um debate construtivo sobre um tema que nos deve preocupar a todos nós.

 

O Conselho Regional com estas sessões pretende dar continuidade ao seu plano de acções possibilitando quer o debate dos problemas existentes no nosso Conselho, quer divulgando o que se vai fazendo em termos culturais.

 

                                                                                                                               O Conselho Regional

 

                                                                                                                                       Luis Martins 




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Sexta-feira, 25 de Março de 2011
Casa do Concelho de Góis

 

 

 

Assembleia Geral Ordinária

 

 

Dia 26 de Março, pelas 15,00 horas

 

Sábado 

Ordem de Trabalhos:

  

1º.-- Apreciação, discussão e votação do Relatório e Contas e

      Parecer do Concelho Fiscal respeitantes ao ano de 2010

 

             2º.—Apresentação de qualquer outro assunto de carácter Associativo

                                                                            e Regionalista



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Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2011
Casa Concelho de Gois

 

CONSELHO REGIONAL


 

 

CONVOCATÓRIA


 

 

 Ao abrigo das disposições legais e estatutárias aplicáveis, convoco o Conselho Regional para reunir em sessão ordinária,

 

a realizar no dia 26 de Fevereiro de 2011 pelas 15,00 horas, na sede da Casa do Concelho de Góis,

 

sita na Rua de Sta Marta, 47 r/c em Lisboa, com a seguinte

 

Ordem de Trabalhos :


 

 

1. Retrospectiva do ano 2010


 

2. Proposta para o ano de 2011


 

a. Organização de um Seminário sobre o envolvimento da juventude no Regionalismo


b. Possíveis realizações em Góis


c. Outras realizações na Casa


 

3. Outros assuntos do interesse regional do Concelho de Góis.

 

 

 

 

Lisboa, 27 de Janeiro de 2011.

 

O Presidente do Conselho Regional,

Dr. Luís Filipe Martins



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Sexta-feira, 17 de Dezembro de 2010
CASA DO CONCELHO DE GÓIS

 

 

ANÁLISE SOBRE O ANO CULTURAL


DA CASA DO CONCELHO DE GÓIS


P’lo Conselho Regional

 

Adriano Pacheco

 

Terminado este ciclo de manifestações culturais, no presente ano, de iniciativa do Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis, é tempo de se fazer uma análise sobre o trabalho produzido e dos resultados culturais alcançados, partindo do princípio que, aquilo que foi feito, pode sempre parecer pouco, face aos anseios e perspectivas dos elementos que se propuseram trazer à “cena” qualquer coisa mais. Mas são apenas desejos que, por variadíssimas razões, nem sempre alcançam a sua realização.

 

Apesar disso e modéstia à parte, entendemos que este ano foi um tempo de grande dinamismo por parte do Conselho Regional, que realizou meia dúzia de reuniões e vários contactos para levar a efeito quatro eventos culturais de interesse regional: como sejam a palestra sobre a Saúde no Concelho, suas insuficiências e carências; a temática importante da arqueologia do território concelhio, que tão esquecida tem andada das preocupações dos munícipes.

 

Promoveu-se também a mobilização entusiástica dos jovens goienses para uma representação teatral na cidade que tão boa impressão deixou. Por último, deu-se relevo ao plenário das colectividades, sobre regionalismo, onde foram debatidos vários problemas locais de incidência camarária, perante a presença da Senhora Presidente Dr. Maria de Lurdes Castanheira, num diálogo franco e aberto pouco usual. Pois os problemas sempre existiram, mas a boa vontade para encontrar soluções só agora vai aparecendo.

 

Neste contexto, a senhora Presidente não deixou de reconhecer às colectividades trabalho profícuo de entreajuda importante, razão pela qual não quis deixar de aceitar o Movimento Regionalista, através da Casa, como um válido parceiro social. Foi a primeira vez que um autarca disse isto de viva voz e com toda a frontalidade! Não podemos deixar de registar, com agrado, tal reconhecimento.

 

Com estas actividades pretendemos, não só fazer regressar os goienses à sua Casa, da qual têm andado arredados, como também de dar a conhecer ao Concelho de Góis da existência desta Casa em Lisboa, proporcionando-lhes a vivência do que, nestes campos, se faz pelo Concelho e precisa de ser divulgado para ser apreciado.

 

Nas décadas mais recentes, não temos memória de uma actividade tão intensa e frutuosa no âmbito cultural, desenvolvida nesta Casa, o que não quer dizer que não seja possível fazer-se mais e melhor, basta lembrarmos o desenvolvimento sócio-económico que esta colónia beirã incrementou na Cidade de Lisboa, numa época em que dispunha de infra-estruturas antiquadas e pouco funcionais, o que lhe trazia necessidade de muita mão-de-obra barata para suprir tal lacuna. Agora, é o tempo da autarquia lisbonense reconhecer o préstimo que este povo deu à cidade.

 

Esta sugestão pode ser encarada quando a Casa conseguir pôr em marcha um evento tal, que suscite a presença dum representante da autarquia lisbonenses, a qual terá de ter em conta a existência da Casa do Concelho de Góis. Colectividade que deve merecer o reconhecimento da parte da edilidade lisbonense, ao ponto de a distinguir com estatuto próprio. Não creio que, com isto, tenhamos “lançado uma lança em Africa”, mas pelo menos tentamos lembrar que ainda estamos vivos, já que outras casas regionais o fizeram e com êxito.

 

Não ganhamos nada em continuarmos mudos e calados dentro da nossa concha, sem que ninguém dê conta da nossa existência. O Presidente da Autarquia de Lisboa e o Presidente da Junta da Freguesia local têm de saber que nós existimos, trabalhamos na cidade, pagamos os nossos impostos e ainda promovemos eventos culturais que só enriquecem a Cidade.

 

 

 


 

 

 

Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis,

debate entre cooperação  das associações regionalistas

e a Câmara Municipal de Góis

 

 





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O QUE NÃO SE DISSE DO “TEATRO DO CONCELHO DE GÓIS”

 

Texto de Adriano Pacheco

 

Fotos de Adriano Filipe

 

Já foram tornados públicos, os vários contornos destacáveis do evento cultural levado a efeito pelo Conselho Regional da Casa do C. de Góis, através de reportagens oportunas, cuja informação se ficou apenas por aí, como é próprio deste modelo de comunicação escrita. A reportagem é isto mesmo: informação em cima da hora com dados concretos, cenários e cores, actores e falas, ou, noutra situação, discursos e seus conteúdos, atitudes relevantes que acrescentem algo de novo ao leitor interessado.

 

A sua função é, na verdade, descrever o evento de forma objectiva e clara, segundo os factos ocorridos, dando relevância aos aspectos que valoriza por parecerem importantes e inovadores. A narração destes factos, depende muito da sensibilidade do repórter e não dum sistemático recurso à “chapa cinco”, isto é, ao estereótipo enfadonho que lhe dá o aspecto de lenga-lenga já gasto. Como se tem visto.

 

Ora como se pode imaginar, o evento do “teatro do concelho vem à cidade”, foi muito mais do que isso e mexeu com vários sectores. Obrigou a um trabalho de organização, planeamento e preparação, onde estiveram envolvidas várias entidades do Concelho e da Casa (Câmara Municipal, Adiber, Grupo G. Varzeense e Conselho Regional). Várias pessoas foram chamadas a darem a sua colaboração: desde os jovens actores, formadores e dirigentes dos grupos, ajudantes, pessoal da Casa passando pelos elementos do Conselho Regional, para que o evento corresse da melhor maneira. Trata-se dum trabalho colectivo e voluntarioso, mas submerso e sem qualquer visibilidade, quase ignorado, que a reportagem não pode atender quando é superficial.

 

Por outro lado não realça a parte importante da questão. Aliás, o aspecto mais frutuoso e relevante no campo social, o que é pena! Está em causa o empenhamento dos jovens actores e dos seus dedicados dirigentes. Num trabalho de base importante que se está a desenvolver no Concelho de Góis, na área da cultura -nomeadamente do teatro-, que traz consigo efeitos extremamente positivos em várias vertentes, que só mais tarde serão visíveis. Importa aqui perceber que se estão a formar cidadãos de corpo inteiro, desviando-os dos maus caminhos, dando-lhes uma visão mais consciente da comunidade em que estão inseridos, criando-lhes laços fortes à região, que mais tarde virão a dar frutos.

 

Esta é a vertente que a reportagem não pode contemplar quando se perde em circunstancialismos publicitários. Em contra-partida, o artigo de opinião tem todo um vasto campo para dar relevo ao trabalho duro e invisível que se desenvolveu dentro da comunidade, revelando o que de positivo se vai fazendo na região, em troca de pequenos, mas estimulantes incentivos, que se ficam pela possibilidade de viajar e conhecer pessoas, num meio diferente mas repleto de afinidades.

 

A lástima ficou-se pela falta da cereja no cimo do bolo, que seria a presença do actor Ruy de Carvalho como estava previsto, falta não ponderada e que deixou uma certa frustração a bailar no espírito destes jovens, que jamais esqueceriam tal evento. Mas, certamente, que outras oportunidades irão surgir.

 

 

 



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Quinta-feira, 25 de Novembro de 2010
“O Teatro do Concelho vem á Cidade…




ADRIANO FILIPE (FOTOS)
ADRIANO PACHECO

P'LO CONSELHO REGIONAL (TEXTO)

Durante toda a tarde formos presenteados com uma bela encenação apresentada por jovens actores amadores Lutando contra as dificuldades criadas pelo clima de manifestações de rua anunciadas e contra o condicionamento de trânsito nas vias da cidade, impostas pelas autoridades que tinham a seu cargo a segurança da cimeira da NATO, o Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis conseguiu organizar e levar a efeito a sessão de teatro já anunciada, e acolher com dignidade todos os conterrâneos que nos quiseram brindar com a sua presença: uns deslocando-se da cidade e arredores, como puderam, outros vindos de Góis, logo pela manhã, transportados no autocarro cedido pela Câmara Municipal

Com a chegada dos convidados a Casa do Concelho de Góis ficou repleta. Repleta de conterrâneos agrupados em crianças, jovens e adultos actores, ensaia dores, autarcas e cidadãos comuns que tiveram oportunidade de assistirem a uma bela e divertida tarde de teatro, onde evoluíram três grupos amadores de teatro. Eram eles: Grupo Expandir Oportunidades de Góis que representou "Mulher Moderna": Teatro Íris - Grupo de Teatro Juvenil do Projecto Escolhas do Futuro que interpretou "Revolution Party e Sem Título", orientados pela Dr." Rita Miguel. Por fim o Grupo de Teatro Geração Varzeense de iniciativa de Clara Nunes, que apresentou" Um Sonho Lindo e Os Surdos" de Maria da Graça.

Antes do início da sessão teatral, presidente do Conselho Regional, DI', Luís Martins, deu as boas vindas e agradeceu a presença de todos, relevando a disponibilidade e o entusiasmo dos jovens actores desta arte, cuja ocupação os retira dI' outros caminhos menus próprios.

Agradeceu de igual modo aos autarcas, entre os quais destacou a Senhora Presidente Drs. Maria de Lurdes Castanheira pela boa colaboração que tem desenvolvido nos eventos realizados nesta Casa durante o corrente ano.

Durante toda a tarde fomos presenteados com uma bela encenação apresentada por jovens actores amadores, com actuações muito interessantes e dignas de registo: sem "gafes" e com oportunas "buchas" pelo meio; com tempos de marcação próprios e intervenções adequadas; desenvolvendo temas da actualidade com incidências claras no quotidiano. Foi de facto uma bela sessão para quem gosta de teatro, que só não foi excepcional pela ausência do actor Ruy de Carvalho que, por motivos imprevistos e de última hora, não pode estar presente. Esta falta pesou imenso no entusiasmo dos jovens e defraudou bastante as suas expectativas. Contudo, o teatro não deixou de subir ao palco e de ser visto pelos goienses com todo interesse durante hora e meia, num belo espectáculo onde uma grande ovação se fez explodir.

Já na fase final, todos os grupos em conjunto não quiseram deixar de agradecer a maneira como foram recebidos e o prazer que sentiram em terem actuado numa Casa que também é deles. Foi uma gentileza que o presidente do Conselho Regional não quis deixar de retribuir, bem como à senhora Presidente da Câmara, dando-lhe a conhecer parte do programa para o próximo ano, no qual incluiu o propósito de deslocar o Conselho Regional à Vila de Góis, para uma sessão de interesse regional ainda em estudo.

De seguida e para encerrar a sessão, a senhora Presidente da Câmara manifestou a sua alegria em presenciar aquele belo espectáculo, apresentado com a prata da casa, razão pela qual se sentia muito orgulhosa. Não quis terminar sem dar os parabéns ao presidente da Casa pelo bom acolhimento e ao presidente do Conselho Regional pelo belo trabalho que tem vindo a desenvolver com o qual se sente inteiramente solidária e disposta a colaborar naquilo que a Câmara Municipal puder ajudar. E a tarde cultural terminou com um beberete.


in Jornal de Arganil, 25/11/2010



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Segunda-feira, 22 de Novembro de 2010
“O Teatro do Concelho vem á Cidade…

A CASA DO CONCELHO DE GÓIS ENCHEU!!...
Para verem os Grupos de Teatro Amador do Concelho de Góis.
Foi para mim muito gratificante assistir a este conjunto de representações teatrais,
espectáculo cheio de graça,arrancando risos e aplausos da assistência, cuja sala estava muito composta.


O Presidente do Conselho Regional da Casa,Dr. Luís Martins abriu a sessão apresentando as boas vindas a todos os presentes, agradecendo a presença da Autarquia na pessoa de sua Presidente Drª.Maria de Lurdes Castanheira e de mais elementos,assim como aos grupos de teatro,à Direcção da Casa e a todos os convidados. Foi pena não ser possível a presença do convidado Actor Sr. Rui de Carvalho,por motivos de última hora,mas delegando na sua filha a apresentação das desculpas pelo facto,de não poder estar presente,desejando aos grupos as maiores felicidades, incitando-os a continuarem com esta nobre arte de representar. Deu inicio ao espectáculo o Grupo Projecto Expandir Oportunidades de Góis,na encenação "Mulher Moderna" focando muito bem o desempenho da Mulher no contexto na vida da sociedade dita moderna,mas cujo papel na mesma, está ainda,longe de ter aquilo a que muitas têm direito.A sátira entre as quatros mulheres "a conservadora, a doméstica e as outras duas senhoras executivas",tiveram um bom momento de opinião. Seguiu-se, o Grupo Teatro Juvenil do Projecto Escolhas do Futuro,representando dois quadros; I-"Sem Título" ,II-"Revolution Party". Muita graça,juventude, espírito critico sobre a actualidade e não só, boa imaginação como a brincar se fala de coisas sérias.
A reunião militar,discussão para o problema da "senha,a escolha da flor para o cano da espingarda da revolution,o transporte, o local da mesma ,etc..etc...A cantiga de Góis Vila "libertadora",gostei da versão!Depois de um curto intervalo,entrou em cena o Grupo de Teatro Geração Varzeense,também com dois quadros muito engraçados:Em "Os Surdos"-Dialogo entre um casal de Velhotes surdos com bom trocadilho de palavras e deixas, alguma malandrice pelo meio,coisas e manias de Velhotes."Um Sonho Lindo"-Ultima representação,também muito engraçada, com uma avó idosa com problemas "gastro -intestinais",um neto muito atrevido e uma beldade de criada muito eficiente nas limpezas e no trato ao neto. As análises vieram trazer toda a verdade ao meio familiar. Para finalizar foi entregue aos grupos presentes lembranças pelos Directores da Casa do Concelho, na foto o Presidente Sr.José Dias.Terminando este grande encontro de Goienses na sua Casa ,tomou a palavra a Srª.Presidente da Câmara,tecendo excelentes considerações a todos os grupos,pelo trabalho desenvolvido e apresentado´

fotos e texto de A.R.Filipe

 

http://lugarvelhosobreiras.blogspot.com/

 

 



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Terça-feira, 16 de Novembro de 2010
“O Teatro do Concelho vem á Cidade…”
  • “O Teatro do Concelho vem á Cidade…”
  • 20 Novembro, pelas 15 horas

Casa do Concelho de Gois

Rua de S.Marta 47 R/c  Lisboa

  • com as actuações do
  • Grupo de Teatro Geração Varzeense
  • Teatro-Iris-Grupo de Teatro juvenil do projecto escolhas  de futuro

  • Projecto expandir oportunidades (Góis).

 

com a presença do actor Sr. Ruy de Carvalho

Ruy de Carvalho

 

Pretendemos com esta sessão proporcionar a todos os goienses poderem apreciar o teatro que se faz no nosso concelho

e possibilitar aos nossos actores uma experiencia nova e poderem partilhar com figuras consagradas algum conhecimento.

Convidamos desde já todos os Goienses a estarem presentes, na expectativa de teremos uma tarde de teatro bem passada

que ficará na memória para sempre.

 

 

O Conselho Regional com estas sessões pretende dar continuidade ao seu plano de acções possibilitando quer o debate dos problemas existentes no nosso Concelho, quer divulgando o que se vai fazendo em termos culturais.

 

O Conselho Regional



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Encontro sobre arqueologia - "Guardar o passado olhando o futuro"

 

 

 

Henrique Miguel Mendes


Presidiu a mesa neste evento, o Dr. Luís Filipe Martins, presidente do Conselho Regional desta Casa e foram convidados a intervir nesta sessão a Srª. Dr.ª Ana Sá, técnica da Câmara Municipal de Góis; o Mestre João Simões, mestre em história contemporânea e, a Sr", Dr.ª Helena Moura, técnica do IGESPAR.

Como primeira interveniente, a Dr." Ana Sá fez a sua apresentação dizendo que devemos estimar e proteger a nossa terra, aceitá-la como é, para que os nossos filhos melhor a recebam. Esclareceu os presentes que o património cultural, são testemunhos com valor de
civilização e cultura e, portadores de interesse cultural relevante. Por isso devem ser objecto de especial protecção e valorização. Apresentou um mapa que destacava o limite do centro histórico de Góis e respectivas áreas de salvaguarda do património classificado, nomeando, a Ponte Real, os Paços do Concelho, a Capela do Mártir e a Igreja Matriz. O antigo hospital também foi referenciado assim como algumas riquezas culturais e arqueológicas de Góis: o
tecto dos Paços do Concelho, a estátua orante de D. Luís da Silveira, o Solar Beirão da Quinta da Capela e a Pedra Letreira. Como técnica da Câmara Municipal, lembrou o Professor Doutor João de Castro Nunes e o Mestre João Alves Simões como primeiros e principais activistas da
arqueológica em Góis.

Apresentou algumas das intervenções arqueológicas realizadas pelo município mostrando a imagem de uma coluna em pedra que foi encontrada recentemente no decorrer das obras nos Paços do Concelho.
Terminou fazendo uma retrospectiva sobre o antigo hospital de Góis.

Seguidamente, o Mestre João Simões interveio não querendo deixar de realçar que "a arte da pesquisa é uma paixão".

Com a sua habitual boa disposição, brindou todos os presentes com os vários diapositivos e algumas peças arqueológicas que trouxe, como é o caso da "trilobite" Numa apresentação maioritariamente composta por imagens, o Mestre João Simões mostrou uma interessante epígrafe datada do séc. XII. Falou dos Góis, dos Silveiras e dos Lemos. Deu-nos a conhecer uma pintura de D. Luís da Silve ira, uma fotografia do Rei D. Carlos tirada em Arganil datada de
1908 e outra do seu irmão, esta de 1906 e ainda, inúmeras imagens de colunas militares da mesma época que pisaram território goiense.

Terminou deixando um alerta para todos.

Referiu-se à Pedra de Armas de Diogo da Silveira, 2º Conde da Sortelha a qual está no Museu Municipal Dr. Santos Rocha na cidade da Figueira da Foz. Está na rua! Exposta a todas adversidades climatéricas.
Deixou uma mensagem urgente para que a dita pedra seja imediatamente levada para Góis.

A Dr.ª Helena Moura, na sua apresentação, explicou que desde o paleolítico que se processa a humanização da paisagem dando, entre outros, como exemplo, a arte sobre afloramentos rochosos, as construções em locais marcantes e a exploração e alteração das margens dos rios.

Referiu que quando, em 1952, o Professor Castro Nunes descobriu a Pedra Letreira; a arte rupestre ao ar livre, em afloramentos de xisto e granito, era ainda muito pouco conhecida adiantando a Pedra Riscada, posteriormente descoberta, veio trazer algum enquadramento a este tipo de manifestações arqueológicas. No seguimento da sua intervenção, a Dr.ª Helena Moura falou-nos de quando a humanidade passou a explorar e fundir os minérios (Idades do Cobre, do Bronze e do Ferro), de tempos medievais e do tempo do volfrâmio.
Também referiu que o espaço onde actualmente se ergue a capela de Nª Sr.ª da Candosa a memória das ocupações antigas conserva ainda alguns vestígios materiais da presença de povos romanizados e de um culto religioso de onde provém o nome. No século XVI construíram-se em Góis diversos monumentos que ainda hoje subsistem. Nessa altura,
em Góis foi erguido um hospital, que inicialmente terá tido as mesmas funções que os congéneres no foi especializando em tratamentos de doenças venéreas, sobretudo sífilis e constituí, hoje em dia, o lugar da esperança para parte importante das memórias de Góis e Goienses. Terminou deixando este repto.

Por fim, interveio a Dr.ª Maria de Lurdes Castanheira que agradeceu o convite para estar presente em mais uma iniciativa da Casa do Concelho de Góis e do Conselho Regional ma-nifestando a sua expectativa para outro tipo de sessões de interesse para Góis e para os goienses. Terminou mostrando o seu interesse pelo tema em discussão e afirmou ter to-
mado notas sobre alguns aspectos abordados.

Entre cada intervenção, o público teve a oportunidade de fazer perguntas relacionadas com arqueologia, desde interesses no passado das suas aldeias e quais são ideias e projectos para o futuro.

Para terminar a sessão, o Dr. Luís Filipe Martins, convidou os presentes a assistir à próxima iniciativa do Conselho Regional que terá lugar na Casa do Concelho de Góis no próximo dia 20 de Novembro e que será dedicada ao teatro. Neste evento, participam 3 grupos de teatro amador do concelho e teremos a presença do actor Ruy de Carvalho.
No final, foi oferecido um lanche



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Quinta-feira, 11 de Novembro de 2010
O TEATRO EM PORTUGAL - O Teatro de Amadores -

 

 

Por Adriano Pacheco

 

Sob este mesmo título, foi feita uma exposição no “I Congresso Sobre o Teatro de Amadores Em Portugal”, em Viana do Castelo, pelas mãos do nosso conterrâneo Dr. António Gomes Marques de Chã de Alvares, onde aborda com profundidade e conhecimento de causa esta temática. Trata-se duma exposição extensa de 12 páginas, desenvolvida em oito vastos capítulos.

 

O último capítulo foi reservado especificamente ao Teatro de Amadores, no qual o nosso conterrâneo exprime o seguinte: “Não posso finalizar esta minha comunicação sem falar de algo que me é muito caro, servindo-me de partes do que já, em tempos, escrevi sobre esta matéria. Falar de Teatro de Amadores (e não de Teatro Amador), ou seja, dos que por amor fazem teatro, pode remeter para a área da animação sociocultural e/ou para a da divulgação cultural descentralizada. Tempo houve em que o Teatro de Amadores tinha o respeito do País, dos meios intelectuais, do público em geral e dos meios de comunicação social. Depois do 25 de Abril conquistou mesmo o respeito do poder político, de quem obteve ajudas financeiras e alguns meios técnicos”.

Sentimos imenso orgulho em alguém, do nosso meio, que se debruça sobre este assunto cultural, com conhecimento de causa e desce à sua profundidade, denunciando as grandes dificuldades que estes grupos sentem para se poderem apresentar em público condignamente, roubando ao seu descanso todo o tempo necessário à preparação das peças. Pouca gente terá noção do entusiasmo e da entrega destes jovens à causa, tal como nos relata o nosso concidadão:

 

[…] “Na era cavaquista, cujos malefícios para o país a História há-de um dia registar, os apoios governamentais já não foram os mesmos, mas, verdade seja dita, a culpa não foi apenas do poder político. A estrutura montada, com as Associações Regionais, poderia resistir. No entanto, alguns dos grupos mais fortes e mais implantados tiveram a ilusão da profissionalização, a comunicação, televisão e imprensa escrita e falada, ajudou e os grupos foram ficando cada vez mais isolados. Hoje continuam a existir muitos grupos de teatro de amadores, mas não existe o movimento do teatro de amadores. Algumas Câmaras Municipais, não em todos os concelhos onde os grupos existem, vão apoiando e a imaginação dos seus elementos… faz o resto”.

 

Mais à frente o Dr. Gomes Marques lembra: “O historiador José Mattoso, numa entrevista à revista “Ler”, de Setembro/2010 que diz em determinado momento: Uma das coisas curiosas e surpreendentes foi descobrir que aos fins-de-semana é frequente encontrar […] pessoas que formam grupos para fazerem percursos pedestres ou que criam pequenos grupos de teatro. […] Eu interpreto isso como uma geração espontânea de sinais positivos, cujo resultado global é impossível de imaginar. Creio que as transformações sociais se dão por agregação de pequenos fenómenos. […] Mais à frente acrescenta José Mattoso: são esses pequenos grupos que têm uma atitude positiva diante do futuro e do mundo. Naturalmente é nisso que ponho a minha esperança cheia de interrogações. É esperança, não é expectativa. Era isso que eu gostava que se fortalecesse”.

“Compete-nos a nós ajudar a concretizar esta esperança do historiador. Organizar uma nova associação do teatro de amadores é dar também um importante contributo para a necessária alteração profunda de que nos fala José Mattoso.

Agora há que colher lições com a história recente do teatro de amadores e torná-lo de novo num movimento forte. O INATEL poderia ser, no momento, a organização que poderia dar um dos maiores impulsos para que as potencialidades que existem se transformassem e o desejado movimento ressurgisse.

Quantos dramas se vivem no seio das famílias e das comunidades que se poderiam evitar se aos jovens fossem dadas condições para desenvolverem uma actividade tão enriquecedora como é a do teatro de amadores?”

Esta é uma pequeníssima parte da grande abordagem que o nosso conterrâneo faz ao mundo do teatro de amadores, que nos transmite uma ideia bem clara desta nobre arte, através da qual os nossos jovens muito nos podem dar, quando estimulados para tal missão. Missão essa que teremos na Casa do Concelho de Góis, no próximo dia 20 do corrente mês.

 

 



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Sexta-feira, 5 de Novembro de 2010
GUARDAR O PASSADO, OLHANDO O FUTURO

 

Por Adriano Pacheco

 

Foi sobre este tema que se desenvolveu o caloroso debate, focado no património arqueológico do Concelho de Góis que o Concelho Regional proporcionou no dia 16 do corrente mês, na Casa concelhia, sob o olhar atento duma assistência, de sala cheia, que se tem vindo a interessar vivamente pelas iniciativas levadas a cabo por este Orgão Regional, cujo esforço vai no sentido de deixar a marca da sua maneira própria de olhar e sentir o regionalismo, tal como referiu o seu presidente Dr. Luís Martins que moderou o debate.

 

Esta sessão cultural honrou-nos particularmente, não apenas pelo interesse acrescido no desejo da descoberta do património arqueológico do Concelho de Góis, mas também pelo enriquecimento, ao pormenor, dos diversos pólos de interesse espalhados pelo território, onde as pedras falam de nós e, através delas, sentimos a presença energética dos nossos antepassados e das suas vivências como fonte abundante do Saber que devemos preservar e transmitir aos vindouros como um legado. Nada mais de verdadeiro existe neste Concelho que os vestígios de antiquíssima presença humana: quer eles estejam na Pedra Letreira, Riscada e nos Penedos de Góis; quer eles permaneçam na estatua orante da Igreja Matriz, no antigo Hospital de Góis ou mesmo na Ponte Real.

 

Na apresentação da arqueóloga Dr.ª Ana Sá que deu uma panorâmica geral do património concelhio, através da projecção de elucidativos acetatos que dizem bem do trabalho aturado que tem sido feito “ainda que de pequena visibilidade”, pretendeu-se elucidar que, “dar a conhecer através do passado, favorece melhor o entendimento dos lugares de pertença no futuro, onde podem permanecer ecos da nossa história. Sobre esta exposição foram várias as questões levantadas, denotando-se uma grande preocupação dos presentes pela preservação da Pedra Letreira, lugar de memória que a todos pertence, tal como a monumental erupção granítica dos chamados Penedos de Góis.

 

Seguiu-se depois a elucidativa exposição do Prof. João Simões, goiense de gema, que numa pormenorizada explicação a todos deu a conhecer onde se situavam as antigas fronteiras da Vila de Góis e onde se encontram as relíquias (brasão) do Concelho, bem como os vários efeitos rugosos que a Meseta Ibérica sofreu. Para lá dos achados que encontrou num vetusto pedregulho que fazem os seus encantos.

Por último falou a arqueóloga Dr.ª Maria Helena Moura, técnica do IPA e do IGESPAR na qualidade de profunda conhecedora da região, transmitindo a necessidade que há em preservar este rico e impar património que dá uma identidade própria a esta região serrana, cujo utilidade e conhecimento não se restringem apenas à própria região.

 

Na qualidade de presidente da Câmara e em representação da vereação, a Dr.ª Maria de Lurdes Castanheira manifestou a sua gratidão por ter sido convidada para esta sessão, donde, disse sair mais enriquecida e orgulhosa deste Concelho e das suas gentes, bem como mais disponível para ajudar a aprofundar esta área da cultura. Agradeceu também à Casa e ao Conselho Regional por este feliz evento.

Fechou a sessão o Dr. Luís Martins, agradecendo a comparência de toda a assistência.



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Quinta-feira, 21 de Outubro de 2010
O TEMPO, NO TEMPO

ATÉ QUE ENFIM!...É com muita satisfação que noto um despertar para o problema e situação do nosso património
arquitetónico,arqueológico entre outros,através do Conselho Regional, da Casa do Concelho de Góis.
Está o tema lançado caberá, a cada um, e a todos, dar mais atenção a estes assuntos,pois mais encontros de sensibilização deveriam existir,mesmo a nível das organizações Regionalistas.
Pois como penso, já o disse, o Regionalismo carece de modernidade neste e noutros aspectos da nossa sociedade.
Uma simples pedra,uma simples árvore ou outro objecto qualquer, pode ter um interesse, que à primeira vista,não nos dirá nada,mas em caso de dúvida o melhor é não destruir e se possível falar com alguém que possa ajudar.
Se uma ponte tem interesse patrimonial e histórico,como é o caso da ponte dita de real,mas que foi erguida no tempo de D.João III,( podemos chamá-la de Joanina?),também as pedras que erguem as casas em xisto,respectivamente as que em cima exponho nas fotos,têm a sua história, uma longa vida,que o Tempo não apagou a sua existência e que por vezes, o homem as destroí, ignorando a sua memória, o seu Tempo.
É pois chegado o Tempo!
Há quem na nossa aldeia se interesse por estes temas,que possui até conhecimentos,mais do que eu, que gosto de proteger,defender e admirar simplesmente, mas...mas, só sei que desta matéria nada sei.
Se por ventura o parágrafo anterior,for lido, por o aquele que sabe algo, pois que agarre este Tempo,e que volte ao espaço que encerrou e nele conte as histórias desse Tempo passado que é conhecedor.
O contributo que cada um possa dar, de um modo ou de outro, é de louvar,as sociedades são construidas com a participação de todos, mesmo que o Tempo seja cinzento na vida de cada um.
Ao contrário do que muita gente diz e pensa, sobre a nossa Juventude, eu acredito nela,pois estão mais despertos e propensos para estes assuntos.
texto e fotos de A.R.Filipe
 
 
 
 
 
 
 


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Terça-feira, 19 de Outubro de 2010
ARQUEOLOGIA NO CONCELHO DE GÓIS

CONSELHO REGIONAL DA CASA DO CONCELHO DE GÓIS



REALIZOU-SE O DEBATE
GUARDAR O PASSADO OLHANDO O FUTURO
ARQUEOLOGIA NO CONCELHO DE GÓIS
 
 

 

A Casa do Concelho de Góis, abriu mais uma vez as suas portas para a realização de um debate, sobre a Arqueologia no Concelho,iniciativa levada a efeito pelo Conselho Regional,a exemplos de outras já realizadas, com uma presença muito apreciada de Góienses,mostrando um interesse muito positivo por estas iniciativas,mas em especial relevo por esta, com intervenções muito elucidativas dos oradores presentes, cabendo a responsabilidade de demonstrar o que tem sido feito no campo da Arqueologia, frisando o que muito há ainda a fazer,mostrando caminhos para fins turísticos e de estudo, apelando á consciencialização de todos, para a defesa do património arqueológico,arquitetónico monumental,paisagístico,étenográfico, entre outros,tornando o Concelho mais rico e próspero com o desenvolvimento destas vertentes entre outras.Todas as intervenções tiveram um bom nível, em especial a do Mestre João Simões aonde a sua boa disposição foi notória, tornando o seu discurso animado e dispondo bem toda a assistência.Não posso deixar de apresentar os meus parabéns, ao Conselho Regional e á Direcção da Casa Concelhia,por mais esta abertura ao diálogo entre Góienses,e tão bem sucedida assembleia,que julgo ter tido um grande impacto na mesma,um bem haja a todos os intervenientes

 

Mesa constituída pelo Presidente do Conselho Regional.Dr. Lúis Martins,

ladeado pelo Mestre João Simões,Dr.ª Ana Sá, Arqueóloga e Dr.ªHelena Moura, Historiadora                                Dr.ª Ana Sá na sua intervenção

 

 

 

 

                                                                  Aspecto da assistência
 
 
 
 
                                                            Mestre João Simões
 
 
 
                                                             Dr.ª Helena Moura
 
 
 
 
 
                                          Dr.ªMaria de Lurdes Castanheira
 
A Senhora Presidente da Câmara Municipal de Góis, Dr:ªMaria de Lurdes Castanheira
ao fazer o seu discurso, aonde frisou a sua satisfação por este encontro, salientou que a edilidade dará sempre que possível apoio
na defesa dos diversos patrimónios existentes no Concelho,dentro das medidas de contenção.
 
 
fotos e texto de A.R.Filipe
 
http://lugarvelhosobreiras.blogspot.com/


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Sexta-feira, 15 de Outubro de 2010
Arqueologia do Concelho de Góis em Lisboa

 

 

 

CASA DO CONCELHO DE GÓIS

- CONSELHO REGIONAL

A Casa do Concelho de Góis tem o prazer de convidar V. Exa para estar presente no debate, organizado pelo seu Conselho Regional,

sobre o património arqueológico no Concelho de Góis, subordinado ao tema “Guardar o passado, olhando o futuro”.

O  qual terá lugar na  sua sede , sita na Rua de Santa Marta, n.º 47 r/c

em Lisboa, e terá o seguinte programa:


Arqueologia do Concelho de Góis

Guardar o Passado,Olhando o Futuro


15H00 Abertura

 

15H15    Património Cultural do Município de Góis

(Dr.ª Ana Sá)

15H45 Debate

 

16H00     Um olhar diferente sobre o Concelho e/ou a região de Góis

(Mestre João Simões)

16H30 Debate

 

16H45 Uma perspectiva sobre a transmissão da herança arqueológica:

o caso de Góis

(Dr.ª Helena Moura)

17H15 Debate

 

17H30 Encerramento

 

 

 

O Presidente do Conselho Regional

Dr. Luís Filipe Martins


 

 

Rua de Santa Marta, nº 47, r/c Dto 1150 – 293 LISBOA

Tel: 213 545 051

e-mail: casacgois@gmail.com



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Quarta-feira, 22 de Setembro de 2010
CASA DO CONCELHO DE GOIS


 

 

 


CONSELHO REGIONAL

No plano de actividades para o 2ª semestre de 2010, vai o Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis realizar duas sessões, nos próximos meses de Outubro e Novembro, na sua sede, sita na Rua de Santa Marta 47, r/c dto em Lisboa.

 

  • Dia 16/Outubro, pelas 15 horas - Debate subordinado ao tema “Guardar o passado, olhando o futuro”, onde se pretende debater a arqueologia do Concelho de Góis, com a presença confirmada dos oradores Prof. João Simões e Dra. Ana de Sá, aguardando-se a confirmação de outro orador convidado.

Este debate será aberto não só aos representantes de todas as Colectividades Regionalistas filiadas nesta Casa, como de todos os sócios da Casa e Goienses em geral.

 

Convidamos desde já todos os Goienses a estarem presentes, de forma a podermos debater abertamente um tema que nos parece ser do interesse de todos.

  • Dia 20/Novembro, pelas 15 horas Dia dedicado ao teatro com o tema “O Teatro do Concelho vem á Cidade…”, com as actuações do 
  • Grupo de Teatro de Vila Nova do Ceira
  • Teatro-Iris-Grupo de Teatro juvenil do projecto escolhas  de futuro
  • Projecto expandir oportunidades (Góis).

 

Está confirmada a presença do actor Sr. Ruy de Carvalho e aguardamos a confirmação da presença do encenador Sr. José Peixoto.

 

Pretendemos com esta sessão proporcionar a todos os goienses poderem apreciar o teatro que se faz no nosso concelho e possibilitar aos nossos actores uma experiencia nova e poderem partilhar com figuras consagradas algum conhecimento.

Convidamos desde já todos os Goienses a estarem presentes, na expectativa de teremos uma tarde de teatro bem passada que ficará na memória para sempre.

 

 

O Conselho Regional com estas sessões pretende dar continuidade ao seu plano de acções possibilitando quer o debate dos problemas existentes no nosso Conselho, quer divulgando o que se vai fazendo em termos culturais.

 

O Conselho Regional



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Terça-feira, 8 de Junho de 2010
Saúde do Concelho de Góis na Casa Regional


Tem de haver um olhar diferente para os concelhos e freguesias do interior

Saúde do Concelho de Góis na Casa Regional

Intervenções de profissionais e da Presidente da Câmara

 





A Casa estava razoavelmente cheia, apesar de àquela mesma hora, ali ao lado, no Marquês de Pombal e Avenida da Liberdade, uma multidão de muitos milhares de pessoas se preparassem para a manifestação organizada pela C.G.T.P

António Machado Lopes

A Casa do Concelho de Góis, através do seu Conselho Regional, ocupou-se no passado sábado do "estado da saúde no concelho", convidando pessoas conhecedoras do assunto, como o Dr. Figueiredo Fernandes, presidente do Conselho Clínico do Agrupamento de Centro de Saúde do Pinhal Interior Norte (Lousã); Dr. Avelino Pedroso, vogal do mesmo Conselho Clínico; Dr. Manuel Gama, clínico geral no sector privado no Concelho de Góis; e a Drª Maria de Lurdes Castanheira, presidente da Câmara Municipal de Góis.

A Casa estava razoavelmente cheia, apesar de àquela mesma hora, ali ao lado, no Marquês de Pombal e Avenida da Liberdade, uma multidão de muitos milhares de pessoas se preparassem para a manifestação organizada pela C.G.T.P contra as políticas do governo, designadamente subida de impostos. Mas os regionalistas interessam-se sobretudo por aquilo que às suas terras diz respeito e pela assistência à saúde nessa região do interior do País, que sempre foi uma preocupação dos rurais.

Constituída a mesa pelos referidos convidados e ainda pelo vice-presidente do Conselho Regional, Dr. Fernando Cunha, o presidente do mesmo Conselho Regional da Casa, Dr. Luís Martins, saudou e agradeceu a presença de convidados e explicou as razões e oportunidade
daquele encontro e aquilo que lhe estava inerente.

Interveio em primeiro lugar, o Dr. Figueiredo Fernandes, que começou por agradecer a presença da presidente da Câmara de Góis, cuja colaboração é muito importante para os profissionais de saúde. Analisou a importância do médico de família (ter um médico desde que se nasce até que se morre), e fez uma análise o mais completa possível sobre
a saúde e a medicina na área do Pinhal Interior Norte, que abrange oito Concelhos da Beira Serra, em que estão incluídos os da nossa antiga comarca. Enalteceu o que se tem conseguido após o 25 de Abril na área do serviço nacional de família com a participação do poder local.

O Dr. Avelino Pedroso, vice-presidente da Câmara de Arganil, ocupou-se de aspectos sociais e administrativos naquela área dos 8 concelhos, citando números e percentagens, salientando a baixa percentagem de natalidade que se tem verificado e um grande índice de envelhecimento que exige acrescidos cuidados de saúde. Citou diversos indicadores de saúde e recordou os avanços que se tem conseguido ao evitar mais mortalidade infantil, havendo todavia um longo caminho a percorrer no que se refere ao tratamento e utilização de esgotos e também no abastecimento de água. Citou números de - profissionais de saúde e unidades de internamento. De seguida interveio o Dr. Manuel Gama, que sublinhou que a medicina particular, que tem exercido nos concelhos de Góis e de Arganil, ainda é cara para os utentes que têm de pagar os exames necessários, acrescentando que nos devemos voltar mais para a acção da saúde preventiva.

A presidente da Câmara Municipal de Góis, Dr.ª Maria de Lurdes Castanheira, felicitou o Conselho Regional da Casa de Góis por esta iniciativa e saudou os presentes, designadamente os representantes das colectividades regionalistas, sempre interessados pelas coisas das suas terras e especialmente no que se refere à assistência na saúde. Enalteceu as intervenções dos médicos intervenientes e salientou o facto de termos em Góis, o Dr. Manuel Gama como médico residente.


Afirmou que a Câmara está sempre preocupada com a assistência à saúde no Concelho, aludindo à situação na área de cada uma das cinco freguesias.

O Dr. Figueiredo Fernandes manifestou a sua simpatia pela acção da presidente da Câmara de Góis e pelas palavras dirigidas ao Dr. Manuel Gama. Realçando os riscos e urgência quando se trata, por exemplo, de um A.V.C, e da importância que nisso têm as acessibilidades, citando a reconstrução da estrada 342, que é para nós mais urgente que o TGV". Concluiu apontando o avanço que se tem conseguido na diminuição das taxas de mortalidade infantil, assim como na mortalidade materna.

O Dr. Fernando Cunha, farmacêutico, fez algumas oportunas considerações sobre medicamentos, que também irão ficar mais caros com a subida dos impostos.

O tema mereceu o maior interesse dos presentes, havendo um período de perguntas, designadamente por parte do Dr. Álvaro Henriques de Almeida (Mega Cimeira), João Reis (Cortes) e Victor Marques (AIvares), a freguesia mais distante de Góis e muito ligada a Pedrogão Grande, e ainda de Victor Manuel Nogueira Dias (Vító)." que respondeu o Dr. Figueiredo Fernandes.

O presidente da direcção da Casa de Góis, José Dias, agradeceu por fim aos intervenientes neste debate, que despertou muito interesse e convidou-os para um beberete no Bar da Casa
.

 

in Jornal de Arganil, 3/06/2010



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Terça-feira, 25 de Maio de 2010
“O Estado da Saúde no Concelho de Góis”


 

 

 

nota :

A Dra Cláudia Sofia  Pinto justificou s sua ausência



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Sexta-feira, 21 de Maio de 2010
Casa do Concelho de Góis -O Texto e o Contexto


O Conselho Regional é um órgão social da Casa do Concelho de Góis que, ao longo da sua existência, tem sido posto em causa a utilidade da sua função, não como órgão consultivo como é evidente, mas como incongruente a sua alargada função de mediador e dinamizador de eventos culturais, no campo do regionalismo, imiscuindo-se de certo modo nas tarefas supostamente da Direcção. Este equívoco rebuscado faz parte dum velho entendimento.
- Este ponto de vista que até pode ser pertinente dentro de boa fé, já foi alvo de acesa controvérsia noutros tempos, mas a tradição e os estatutos falam por si sobre a função que está lá bem escarrapachada; seja ou não anacrónica, absurda ou lá o que quiserem. Acresce ainda que à falta doutra prova mais concludente, estão os eventos realizados nas come-morações do aniversário dos oitenta anos de regionalismo, as palestras de âmbito regional recentemente levadas a cabo onde estiveram representados os órgãos autárquicos e outras. que estão a caminho.

A acção desenvolvida por este órgão, dá-lhe a força dum motor dinamizador que imprime uma energia tal, que coloca a colectividade num ritmo que, nos tempos que decorrem, pode ser considerado como um movimento de novos tempos, ou de tempos rejuvenescidos, se não es- quecermos que ainda há bem pouco tempo era considerada como uma instituição envelhecida, apática e sem qualquer iniciativa digna desse nome.

Será bom não esquecer que, as pessoas que estão à frente dos destinos desta Casa, carregam este "fardo" há muitos anos por manifesta ausência de alguém que queira assumir este cargo que, em termos patrimoniais e simbólicos, representa uma fatia enorme dos valores históri- cos do Concelho de Góis. A generosidade, dedicação, entrega e a carolice passaram a ser valores raros, mas ainda se encontram patentes nesta Casa. Porém, tudo tem os seus limites e os tempos que decorrem são de grande exigência e não se compadecem com uma gestão rotineira cheia de boa-vontade. É preciso muito mais, acima de tudo, é preciso que os goienses se interessem por esta instituição.

É certo que para incutir um novo arejamento e calcorrear os caminhos da inovação está, em pleno funcionamento, o Conselho Regional que não se tem poupado a esforços para trilhar um caminho que nada mais é do que um processo de renovação e aprendizagem tão necessário à abertura de espírito. As tradições são importantes para nos falarem das nossas origens, mas "navegar é preciso"para que se possa enveredar, por outras vias do conhecimento, arejando mentalidades e procedimentos. É preciso que todos saibamos bem o que queremos desta instituição e não se enverede pelo "deixa andar" até que tudo caia de maduro.

Todos sabemos quão importante é dispormos deste espaço onde podemos encontrar-nos e discutirmos os nossos problemas, tal como aconteceu na última palestra com a Sr.ª Presidente da Câmara. Palestra que nos trouxe à evidência dificuldades de vária ordem, próprias dum território disperso e montanhoso como é o nosso Concelho, cuja solução não se encontra numa só directiva. Cada aldeia tem a sua especificidade própria.
Na dificuldade de acesso às redes de telecomunicações, encontrámos um dominador comum a todas as aldeias do Concelho - caso raro -, o qual poderá ter uma solução técnica abrangente, se o assunto for equacionado pela Câmara deforma a ser estudado e negociado globalmente com a entidade competente. Trata-se de um problema cuja solução passa por um novo enquadramento técnico.

Estamos a falar de problemas reais e prementes que afectam as populações que se sentem isoladas, para os quais será necessário não só boa vontade, mas também alguma capacidade técnica que envolva meios. Se assim forem encarados estamos certos que está aberto um novo ciclo de relacionamento entre o Movimento Regionalistas e a Câmara M. de Góis que nos apraz registar.

Entretanto, é necessário que "as colectividades se actualizem enveredando por um outro modelo de actuação" nos seus procedimentos, caminhando abertamente para um "regionalismo repensado, segundo palavras da Sr.ª Presidente de Câmara. Palavras que exprimiam vontade de encarar este movimento como um parceiro social virado para a entre- ajuda na vertente cultural.
Adriano Pacheco



publicado por penedo às 01:14
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Terça-feira, 18 de Maio de 2010
“O Estado da Saúde no Concelho de Góis”.

 

CASA DO CONCELHO DE GOIS


Vai o Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis realizar no próximo dia     29 de Maio pelas 15.30 horas, na sua sede, sita na Rua de Santa Marta 47, r/c Dto. em Lisboa, um debate sobre o tema “O Estado da Saúde no Concelho de Góis”.

Este debate conta, no seu painel de oradores, com as presenças já confirmadas de Srs. Drs Figueiredo Fernandes e Avelino Pedroso, respectivamente Presidente e Vogal do Conselho Clínico do Agrupamento de Centros de Saúde Pinhal Interior Norte, da Sra. Dra. Maria Lurdes Castanheira, Presidente da Câmara Municipal de Góis e do Dr. Manuel Gama, em representação da medicina privada do Concelho de Góis.

 

Ainda sem presença confirmada foi também convidada a Sra. Dra. Cláudia Sofia Martins Duarte Pinto, Coordenadora do Centro de Saúde de Góis

 

Este debate será aberto não só aos representantes de todas as Colectividades Regionalistas filiadas nesta Casa, como de todos os Goienses em geral, pelo que convidamos desde já todos a estarem presentes, de forma a podermos debater abertamente um tema que é do interesse de todos.

 

O Conselho Regional com estas sessões pretende dar continuidade ao seu plano de acções possibilitando o debate dos problemas existentes no nosso Conselho.

Em tempo oportuno apresentaremos o programa do 2º semestre de 2010.

 

O Conselho Regional



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Quarta-feira, 28 de Abril de 2010
CASA DO CONCELHO DE GÓIS

http://3.bp.blogspot.com/_LHOPdPOJS_g/S9mCK4gYcII/AAAAAAAAAXY/Xttsvpf1ATs/s1600/gois_logo.jpg

http://1.bp.blogspot.com/_LHOPdPOJS_g/S9mCKmOv09I/AAAAAAAAAXQ/98gvSC-wAhQ/s1600/CCgois-cm-24042010.JPG

 

- Conselho Regional -

 

Reuniu em plenário no passado dia 24, o Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis. A mesa foi composta pelo Presidente do Conselho Regional, Dr. Luís Filipe Martins; pela Presidente da Câmara Municipal de Góis, Dra. Maria de Lurdes Castanheira; pelo Presidente da Direcção da Casa do Concelho de Góis, Sr. José Dias Santos e pelo Secretário-Geral do Conselho Regional Sr. Adriano Pacheco.

Com um número bastante significativo de colectividades representadas iniciaram-se os trabalhos com o Sr. Presidente do Conselho Regional a agradecer as presenças dos representantes das agremiações presentes e da Sra. Presidente da Câmara Municipal de Góis. Fazendo uma pequena introdução sobre a ordem de trabalhos, e o modo como iria decorrer, prosseguiu com as suas palavras falando pelo Conselho a que preside, dizendo que sem querer ignorar o passado do Regionalismo, o qual é de uma riqueza inesquecível, é nosso propósito olhar para o futuro e analisar em pleno século XXI como deve ser o relacionamento entre o Movimento Regionalista, representado pelas diversas Comissões e Ligas de Melhoramentos e o Poder Autárquico, representando nesse dia pela Sra. Presidente da Câmara Municipal.

Hoje, continuou; o papel das Comissões de Melhoramentos, não pode e não deve ser o mesmo que foi na segunda metade do século XX. Grande parte do trabalho que as Comissões efectuaram compete ao Poder Local, entidade responsável por realizar as obras necessárias ao desenvolvimento das nossas gentes deixando uma questão. Será que com essa transferência de responsabilidade, se esgotou o papel das Comissões? …”Claramente que não, teremos é que encontrar novos desafios, para o que estamos hoje aqui…”

Descreveu de seguida as três grandes linhas orientadoras para o relacionamento entre as diversas Comissões e Ligas de Melhoramentos com o Poder Local.

Relativamente à primeira: “A representação da consciência das nossas gentes”, salientou que “… deve competir às Comissões, serem a consciência crítica da população da sua aldeia, exigindo junto do Poder Local, a efectivação concreta das necessidades básicas exigíveis para uma qualidade de vida a que temos direito, competindo-nos zelar pelo cumprimento, quer das promessas efectuadas, quer da realização das carências existentes nas nossas aldeias…”

“A descoberta de novos campos de actuação, por exemplo em termos culturais”, foi a segunda linha apresentada, referindo que “…compete às comissões poderem encontrar novos campos de actuação, onde possam trazer mais-valias aos moradores, possibilitando a abertura de novos horizontes quer no campo cultural, quer no campo de lazer, quer noutros campos a identificar, podendo nestes aspectos o Poder Local ajudar nesta procura de novos horizontes, partilhando conhecimentos, e novas ideias...”

A terceira, e última linha: “A efectivação de parcerias com o Poder Local”, foi referenciada pelo Dr. Luís Filipe Martins como sendo, em seu entender, a mais importante para o debate, afirmando que “…devem as Comissões de Melhoramentos ser vistas pelo Poder Local como verdadeiros parceiros sociais, disponíveis para a efectivação de verdadeiras parcerias, tendo como objectivo a melhoria das condições de vida da nossa população…”

Recordou ainda que “…o passado das Comissões é uma garantia clara da qualidade do seu trabalho, sendo esta capacidade de trabalho uma riqueza que não deverá ser ignorada pelo Poder Local, devendo aproveitá-la como um factor “alavancador” para a concretização em parceria, de diversas realizações…”

Completou a sua introdução dizendo, como o tem relatado no passado recente, nos temas de carácter transversal ao nosso Concelho, de que são exemplos, entre outros, temas como a saúde e os transportes, a Casa concelhia deverá ser, em conjunto com as diversas Comissões de Melhoramentos, o referido parceiro social.

De seguida usou da palavra a Sra. Presidente da Câmara Municipal de Góis, Dra. Maria de Lurdes Castanheira, agradecendo o convite que lhe tinha sido endereçado, dando os parabéns por esta iniciativa e dizendo que deveria existir um modelo de colaboração e interacção entre a Casa do Concelho de Góis, as Comissões de Melhoramentos e a Câmara Municipal, devendo estes ser aceites como parceiros sociais da causa do desenvolvimento e interesse público. Referiu também que o poder local não se esgota na Câmara Municipal, na medida em que as Juntas de Freguesia também têm um papel de extrema importância neste campo. Informou que estava a ser preparado um endereço de correio electrónico específico com o objectivo de fazer a ligação entre a Câmara Municipal e o movimento regionalista. Anunciou que este endereço entrará em funcionamento no próximo dia 14 de Maio, sendo responsáveis da parte da Autarquia o seu Chefe de Gabinete e o Técnico de Informática. Disse ainda que está em elaboração um Regulamento de Apoio ao Associativismo a ser apresentado na Assembleia Municipal na sessão agendada para Junho e que nesse Regulamento estarão apresentados, não apenas os apoios a ser concedidos mas também estarão indicados os retornos que a Câmara Municipal pretende obter da parte dessas Associações. A Sra. Presidente da Câmara terminou dizendo que as colectividades não perderam a razão de existir. Pelo contrário, deveriam manter-se atentas às obras que ainda não tinham sido executadas ou que careciam de melhoramentos.

De seguida foi dada a palavra aos representantes das agremiações presentes, com o objectivo de, também eles, poderem apresentar as suas opiniões e ideias.

Assim, e por ordem de inscrição, Avelino Martins da Comissão de Melhoramentos do Esporão começou por dizer que as Comissões de Melhoramentos são as Juntas de Freguesia junto das populações, pois muitos dos encargos dos pequenos melhoramentos que são feitos, são suportados pelas Comissões de Melhoramentos. Fez ainda referência ao projecto antigo da construção da Residencial de Ferias que tinha sido protocolada com o Sindicato de Seguros, onde já tinham sido gastos muitos fundos e que até ao momento esse projecto não era ainda uma realidade. João Henriques da Comissão de Melhoramentos das Estevianas questionou se no Regulamento de Apoio ao Associativismo anunciado pela Sra. Presidente da Câmara Municipal estavam descritos os objectivos e as estratégias dos vários projectos que serão apresentados pois se antigamente o importante era a electricidade ou o tanque, hoje em dia as prioridades são outras e é necessário estar atento às mesmas. António Alves, da Liga dos Amigos da Fonte Limpa, teceu algumas considerações relativamente às dificuldades e obstáculos que muitas vezes são colocados a quem pretenda construir ou reconstruir alguma habitação na Fonte Limpa, pelo que deveria existir mais colaboração da parte da Autarquia para tentar solucionar estas questões. António Rui, da Comissão de Melhoramentos de Alvares recordou que existem problemas relacionados com a pouca adesão de jovens nos órgãos directivos das diversas Comissões. João Reis, da Comissão de Melhoramentos das Cortes, começou por dizer que desde 2001 têm olhado para o Regionalismo de uma forma um pouco “ortodoxa” tendo procedido ao lançamento de “Jornadas Culturais” e estava a ser desenvolvido um projecto, por uma animadora cultural, em parceria com a Comissão de Melhoramentos. Referiu ainda que a Freguesia de Alvares era a segunda maior em termos de área a nível nacional, com uma excelente exposição solar e que esta exposição deveria ser mais explorada e de forma rentável. Finalizou dizendo que o futuro era risonho. Que não são os subsídios que resolvem os problemas das Comissões. O importante entre apresentação dos projectos para poderem obter o respectivo acompanhamento. João Baeta, da Comissão de Melhoramentos do Amioso do Senhor, começou por dizer que era necessário manter, pelo menos, os actuais residentes nas aldeias e também referiu que se deveria olhar para a floresta com outra perspectiva uma vez que está em curso um projecto de constituição da ZIF da Ribeira do Sinhel. Hélder da Comissão de Melhoramentos da Simantorta, teceu algumas considerações, nomeadamente o facto de uma parte da estrada principal da Simantorta estar a abater, tornando-a um perigo para quem nela circula, assim como o facto de por vezes a água que corre nas torneiras não estar própria para consumo. António Domingos dos Santos, da União Progressiva da Freguesia do Colmeal, teceu alguns comentários relativamente a projectos que já tinham sido apresentados anteriormente, nomeadamente o abastecimento de água para o combate a incêndios e, outra necessidade já várias vezes apontada que é a da construção de um recinto para práticas desportivas. Da Comissão de Melhoramentos do Amiosinho, José Luis disse que era urgente entre todos, tentar fixar as pessoas nas aldeias, fazendo um esforço para que essas aldeias não percam as suas características, tentando que as construções existentes sejam e estejam recuperadas. António Marques da Comissão de Melhoramentos da Chã de Alvares sugeriu que existisse uma entreajuda entre as diversas Comissões do Concelho, dando como exemplo a área da saúde, actuando na prevenção através de acções de sensibilização por parte de organizações especializadas. António Bento, da Comissão de Melhoramentos do Esporão, proferiu algumas considerações sobre este debate, enaltecendo a presença da Dra. Maria de Lurdes Castanheira, sinal da existência de uma estratégia para o bom relacionamento entre as Comissões de Melhoramentos e a Câmara Municipal. José Batista da Comissão de Melhoramentos da Sandinha, apresentou algumas preocupações daquela localidade, nomeadamente sobre a estrada recentemente aberta pela Junta de Freguesia do Cadafaz e a falta de cobertura de redes de comunicação móveis e também da Portugal Telecom que raramente satisfaz os sandinhenses. Este problema, referiu, é geral em toda a freguesia do Cadafaz. Jaime Carmo da Sociedade de Melhoramentos de Roda Cimeira, fez referência às potencialidades turísticas na Freguesia de Alvares, dando como exemplo a Ribeira do Sinhel, que chegou a ser conhecida antigamente como a “Ribeira das Trutas” tal era a quantidade e qualidade das trutas existentes, onde recordou um episódio passado na sua juventude com um pescador que veio propositadamente de Chaves em busca das maravilhosas trutas. Apresentou ainda algumas preocupações, nomeadamente à desertificação que se tem verificado, à falta de comunicações em algumas zonas, equacionando a instalação de uma antena de telecomunicações e as muitas dificuldades no que diz respeito à rede viária.

A Sra. Presidente da Câmara Municipal respondeu a todas as questões feitas pelas Comissões e demonstrou claramente a sua preocupação com os assuntos que foram levados ao plenário. Sobre outros aspectos referidos disse que hoje existem outras formas de apoio através da apresentação de candidaturas de projectos em sede própria, nomeadamente o PRODER e o AGRIS, projectos esses que a Câmara Municipal poderá indicar a forma e os critérios para os obter. Terminou reafirmando o apoio da autarquia, quer a nível financeiro, quer a nível logístico dentro das possibilidades da mesma.

O Presidente do Conselho Regional encerrou os trabalhos, agradecendo novamente a presença da Sra. Presidente da Câmara Municipal de Góis assim como dos representantes das diversas Comissões de Melhoramentos, congratulando-se pela forma positiva e enriquecedora como tinha decorrido a sessão e, aproveitando para anunciar um evento a ter lugar na Casa do Concelho de Góis no próximo dia 29 de Maio subordinada ao tema “A Saúde no Concelho de Góis”.

 

O CONSELHO REGIONAL



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Terça-feira, 27 de Abril de 2010
“O Estado da Saúde no Concelho de Góis”

 

 

 

  

 

 Debate dia

 

               29 de Maio, pelas 15 horas

 

                                  na Casa do Concelho de Gois

 

com as presenças :

 

 

  Câmara Municipal de Góis,

 

 Serviços Prestadores de Saúde Publica

 

 Prestadores de Medicina Privada.


 

 


                               O Conselho Regional

 

 

 

brevemente mais informações



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Associativismo no Concelho de Góis

 

Todos reconhecemos as vantagens de trabalhar em equipa e alinhados com objectivos comuns.

Foi neste espírito que no último Sábado se realizou mais um Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis, em Lisboa, para debater o futuro da cooperação entre as associações regionalistas e a Câmara Municipal de Góis.
Estiveram presentes representantes de diversas colectividades e a actual presidente do município, Dra Maria de Lurdes Castanheira.



Existem cerca de 60 colectividades no concelho de Góis, que é constituído pelas freguesias de Alvares, Cadafaz, o nosso Colmeal, Góis e Vila Nova do Ceira, num universo de aproximadamente 4000 habitantes, distribuídos por 263 km2.

A melhoria das condições de vida nas aldeias continua a ser o desafio que se coloca às associações regionalistas, no entanto, o meio para o conseguir deverá ser adaptado aos tempos actuais.
Cada vez mais, as colectividades devem assumir o papel de parceiros sociais dos organismos Estatais, actuando em proximidade com as populações que representam. Cabe-lhes ainda uma maior dinamização cultural das suas aldeias para lá das tradicionais festas de Verão.


Por seu turno, o poder autárquico, deverá procurar alcançar um novo patamar de desenvolvimento na região, indo além das condições básicas oferecidas às populações.
Relativamente ao associativismo, foi apresentado pela presidente da CM Góis um conjunto de iniciativas por forma a aproximar os Paços do Concelho e as Colectividades. Existem actualmente na CM Góis uma estrutura de apoio ao associativismo e juventude, um canal de comunicação dedicado, e para breve está prevista a criação de um regulamento para as nossas actividades.

Falou-se também numa das maiores riquezas do concelho, a floresta, que poderia ser utilizada de forma mais rentável para fins produtivos. Está em curso no nosso concelho, a formação das ZIF - Zonas de Intervenção Florestal, que poderão ser o primeiro passo de uma estratégia de desenvolvimento sustentável.


Ficou marcada nova sessão para o próximo dia 29 de Maio de 2010, Sábado, para analisar a Saúde no Concelho de Góis, uma questão igualmente importante, considerando a composição etária das populações na nossa região.

Aproveite também para recordar como foram celebrados os 80 anos do Regionalismo no concelho de Góis, pela freguesia do Colmeal em Janeiro de 2009, clicando aqui.

Saudações Malhadenses!
in
http://malhadaecasais.blogspot.com/


publicado por penedo às 19:21
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Comissão de Melhoramentos de Roda Fundeira:

1934  -  75 ANOS  -  2009

CONVOCATÓRIA

Ao abrigo dos estatutos desta Comissão, vimos, pela presente, convocar todos os associados para uma Assembleia Geral Extraordinária, a realizar no dia 30 de Abril de 2010, Sexta-feira, pelas 21h00, na Casa do Conselho de Góis, em Lisboa, com um ponto único na ordem de trabalhos:
1. Eleição dos novos Corpos Sociais para o biénio 2010-2012.

Caso à hora marcada o número de associados não seja suficiente para perfazer o quórum, a reunião terá o seu início meia-hora mais tarde, às 21h30, com o número de associados que estiver presente. As listas constituídas deverão ser entregues à Mesa de Assembleia no início desta.

Relembra-se a todos os sócios que estamos perante um momento decisivo. É vital garantir a continuidade da Comissão de Melhoramentos ou corremos o risco de perder tudo o que a muito custo tem vindo a ser alcançado para e por todos nós.

Agradecemos desde já a sua presença e participação.
Lisboa, 31 de Março de 2010

O Presidente da Assembleia Geral
Fernando Saúl Rodrigues Neves

http://www.roda-fundeira.blogspot.com/




publicado por penedo às 10:50
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Quinta-feira, 22 de Abril de 2010
Casa do Concelho de Gois ...Sessão Plenária

 

 

 

Dia 24/Abril, pelas 15 horas

 

 

 

 

 

 

 

Sessão Plenária

 

com a presença da Sra. Dra. Maria Lurdes Castanheira, Dgma Presidente da Câmara Municipal de Góis, e com a presença dos Srs. Presidentes de todas as Colectividades Regionalistas filiadas nesta Casa, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

 

Ponto 1  

 

As Comissões de Melhoramentos e a Câmara Municipal, que futuro ?

 

Ponto 2

 

Outros assuntos do interesse para o Concelho de Góis.

Convidamos desde já todas as Colectividades do nosso Concelho

a marcarem presença nesta sessão.



publicado por penedo às 22:35
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casa concelho de gois

 

 

 

Cancelamento

 

do Debate sobre o tema “O Estado da Saúde no Concelho de Góis”,

 

do dia

 

15/Maio, pelas 15 horas

 

 

com as presenças  da Câmara Municipal de Góis, de Serviços Prestadores de Saúde Publica e

 

de Prestadores de Medicina Privada.


 

 

Em tempo oportuno imformaremos a nova data

 

 

O Conselho Regional



publicado por penedo às 22:30
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XIV FEIRA DO LIVRO

 

 

23 a 27 Abril | Góis | 2010

 

 


FeiraLivro

 

23 de Abril (6ª feira) Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor
Horário da Feira: 14h30 – 20h00

14h30

Sessão de Abertura da Feira com a presença do Governador Civil do Distrito de Coimbra, Dr. Henriques Fernandes.
Inauguração da Exposição «100 anos de República e de Associativismo Popular» | Casa do Artista
15h30
Apresentação do livro «Um Auto à República», com a presença da Escritora Cidália Fernandes | Tenda da Feira
Leitura encenada do livro «Um Auto à República», dinamizada pelo Projecto Escolhas | Tenda da Feira

24 de Abril (Sábado)
Horário da Feira: 10h00 – 20h00

16h00
Apresentação do livro «O Beco do Pânico», com a presença do Escritor Clóvis Levi, seguida de leitura encenada por alunos do curso de Teatro e Educação da Escola Superior de Educação de Coimbra | Tenda da Feira

25 de Abril (Domingo) Dia Nacional da Liberdade
Horário da Feira: 10h00 às 19h00


10h00

Recepção das entidades oficiais, convidados e público em geral, seguido de Hastear da Bandeira, com execução do Hino Nacional pela Banda Filarmónica da Associação Educativa e Recreativa de Góis | Jardins da Biblioteca Municipal de Góis «António Francisco Barata»
10h30
Sessão solene |Auditório da Biblioteca Municipal
11h45
Largada de balões «25 de Abril Sempre» | Jardins da Biblioteca Municipal


15h00
Animação de rua, pelo Grupo Marimbondo |Vila de Góis
15h30
O Fantástico Circo de uma Mala Só, pelo Grupo Marimbondo |Tenda da Feira
21h30
Espectáculo Instrumental e Poético, Tributo à Liberdade e à Democracia «Em Abril… Melodias Mil», pelo Grupo In-Ànima |Tenda da Feira


26 de Abril (2ª feira)
Horário: 09h30 às 19h00

09h30

Workshop de Arqueologia Experimental e Pré-História – dinamizado pela Dr.ª Maria Helena Moura e pelo Doutor Thierry Aubry (Arqueólogos do Instituto de Gestão Património Arquitectónico e Arqueológico, I. P.) | Auditório da Casa do Artista e Tenda da Feira
10h30
Workshop de Reciclagem «Passo a Passo Construímos um Livro…», dinamizado pelo Projecto Escolhas | Esplanada do Posto de Turismo

Hora do Conto «República e Republicanos», dinamizado pela Divisão Social, Cultural e Económica da Câmara Municipal | Tenda da Feira
14h00
Workshop de Reciclagem «Passo a Passo Construímos um Livro…», dinamizado pelo Projecto Escolhas | Tenda da Feira e Esplanada do Posto de Turismo

27 de Abril (3ª feira)
Horário: 09h30 às 19h00

09h30
Workshop de Reciclagem «Passo a Passo Construímos um Livro…», dinamizado pelo Projecto Escolhas |Esplanada do Posto de Turismo
Hora do Conto «República e Republicanos», dinamizado pela Divisão Social, Cultural e Económica da Câmara Municipal | Tenda da Feira
14h00
Workshop de Reciclagem «Passo a Passo Construímos um Livro…», dinamizado pelo Projecto Escolhas |Esplanada do Posto de Turismo

21h00
Espectáculo de Encerramento da Feira, pelo Grupo de Cantares Tradicionais de Vila Nova do Ceira | Tenda da Feira




Nota: Programa sujeito a alterações

A XIV Feira do Livro de Góis decorre no Largo Francisco Inácio Dias Nogueira


22-04-2010

in

http://www.cm-gois.pt/



publicado por penedo às 22:26
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