Terça-feira, 30 de Setembro de 2014

Góis --Lisboa....Juntas vêem à cidade

 

 

O Conselho Regional da Casa Concelho Góis Lisboa, informa que vai organizar uma Sessão Plenária com a presença dos senhores Presidentes das 4 Juntas de Freguesia do nosso Concelho, no próximo dia 11 de Outubro, pelas 14:30 horas, no Auditório da Casa do Concelho de Góis, na Rua de Santa Marta, 47, R/C, Dto, em Lisboa.

Convida-se todas  as Comissões /Associacões do concelho de Góis a estarem presentes, para em conjunto ,debater-se ideias ,problemas ,etc...

 

 

 

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Quarta-feira, 18 de Junho de 2014

Parque de Campismo de Góis

Foto: O Município de Góis informa todos/as os/as  campistas e/ou visitantes que o Parque Municipal de Campismo (PMC) de Góis irá reabrir no dia 18 de junho, mantendo-se o seu funcionamento até ao dia 21 de setembro.Neste sentido, mais se informa que, durante os próximos dias, o serviço de receção do PMC irá proceder à confirmação de reservas e/ou resposta aos pedidos de esclarecimento, por ordem de receção dos mesmos.Para mais informações poderá contactar o Posto de Turismo Municipal através do telef. 235 770 113, a receção do PMC através do telem. 962 048 255 ou dos seguintes email’s: parque.campismo@cm-gois.pt ou turismo@cm-gois.pt.

 

 

O Município de Góis informa todos/as os/as campistas e/ou visitantes que o Parque Municipal de Campismo (PMC) de Góis
irá reabrir no dia 18 de junho, mantendo-se o seu funcionamento até ao dia 21 de setembro.
Neste sentido, mais se informa que, durante os próximos dias, o serviço de receção do PMC
irá proceder à confirmação de reservas e/ou resposta aos pedidos de esclarecimento, por ordem de receção dos mesmos.

Para mais informações poderá contactar o Posto de Turismo Municipal através do telef. 235 770 113,
a receção do PMC através do telem. 962 048 255 ou dos seguintes email’s: parque.campismo@cm-gois.pt ou turismo@cm-gois.pt.

 

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Sexta-feira, 6 de Junho de 2014

PROGRAMAÇÃO CULTURAL DOS 900 ANOS DE GÓIS

publicado por penedo às 11:09

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Quinta-feira, 5 de Junho de 2014

SESSÃO SOLENE DO FORAL DE ALVARES (Lisboa )

Adriano Pacheco

 

Se no dia 4 de Maio as comemorações do quinto centenário do Foral da Herdade de Alvares foram a verdadeira festa do povo, que envolveu entusiasmo do mais genuíno e autêntico, que percorreu as ruas da Vila até ao sol-posto. No dia 31, no Fórum de Lisboa, as celebrações atingiram a mais elevada e solene festividade perante figuras públicas da nossa região e uma grande concentração de gente anónima vinda dos quatro cantos da Herdade, as quais foram obsequiadas com instalações condignas e equipamento bem adequado ao momento.

Abriu a sessão António Rui Dias, presidente da Comissão de Melhoramentos de Alvares que ao dar as boas vindas a todo o auditório, foi esclarecendo as motivações que ali o traziam e o orgulho que sentira em ter ajudado a promover o evento da publicação do livro do Foral da Herdade de Alvares. De seguida tomou a palavra o eng. João Baeta Henriques que viria a moderar a sessão, preenchida pelos dignos palestrantes: Doutor José Manuel Garcia, Prof.ª Regina Anacleto e pelo Mestre Silvestre Fonseca que preencheu um belo momento musical. O dr. José Manuel Garcia apresentou uma panorâmica das preocupações do Rei D. Manuel em apetrechar o seu reino com uma boa máquina administrativa, atribuindo forais às regiões necessitadas de desenvolvimento e de proteção, bem como pelo zelo da fazenda pública, com um conjunto de regras administrativas que lhe chamaram de Foral.

Da Prof.ª Regina Anacleto, oriunda de Arganil, com vasta obra publicada sobre o Mosteiro de Folques, tivemos o esclarecimento da forte ligação existente entre este Mosteiro e a Herdade de Alvares, não só por serem os senhorios dela, como também duma grande parte do território serrano. A sua abordagem ao tema, foi largamente aplaudida não só pelo belo sotaque beirão, mas também pelos largos e profundos conhecimentos que deixou naquele auditório. Para finalizar a primeira parte, tivemos um belo momento musical preenchido pelo virtuosismo vertido dos sons da guitarra clássica de Silvestre Fonseca, oriundo de Cortes de Alvares. 
A segunda parte foi preenchida por Nuno Barata-Figueira que se ocupou da genealogia das famílias da região deixando notas curiosas de interesse regional. Por sua vez o eng.º António da Fonseca, autor do livro o Foral, desenvolveu vários entendimentos sobre teorias já abordadas sobre a região, falou das dificuldades na recolha da documentação que está muito dispersa. Fechou a sessão o Prof. Doutor Carlos Poiares com uma brilhante análise às várias intervenções ocorridas, dando realce às reais potencialidades da região, aos belos momentos ali vividos que resultaram numa bela aprendizagem.

Por fim o moderador, não quis encerrar a sessão sem dar oportunidade a quem quisesse intervir dando a palavra a Luís Henriques de Alvares que quis agradecer o evento à comissão organizadora, pelo belo momento que ali tinha proporcionado, sendo logo secundado pelo dr. Amaro Rosa de Portela do Fojo que ao elogiar o evento lembrou que, com ele, outras portas podiam ser abertas e novos desenvolvimentos podiam surgir. O entusiasmo ficou no ar… 
Para terminar, a presidente da Camara M. de Góis, dr.ª Maria de Lurdes Castanheira, não quis deixar de agradecer e enaltecer o que ali se tinha passado, congratulando-se com o trabalho da comissão organizadora, com os homens da cultura da nossa região ali presentes, com a Casa do Concelho de Góis e seu Conselho Regional, reconhecendo os momentos de muita elevação que puderam ser vividos, proporcionados, nomeadamente pelos palestrantes convidados. 
Por momentos o nosso mundo ficou maior e mais luminoso…

publicado por penedo às 12:38

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Sábado, 12 de Abril de 2014

SABORES TRADICIONAIS... EM GÓIS

 

PÁSCOA DE SABORES | GÓIS14 A 20 DE ABRILSegundo a tradição religiosa, a Quaresma impõe o jejum, conhecido por um longo período de privação. Com as festividades da Páscoa retomam-se os prazeres da boa mesa, assim, objetiva-se que o Concelho de Góis, durante o período de 14 a 20 de abril, se torne destino de eleição para os amantes da cozinha tradicional. Neste sentido, lança-se o desafio, os espaços de restauração do Concelho aderentes proporcionam a todos os visitantes e clientes momentos perfeitos de degustação dos saberes e sabores da Capital do Ceira.Assim, das muitas iguarias tradicionais do concelho de Góis, o cardápio “Menu Páscoa de Sabores” existente nos restaurantes aderentes nestes dias será composto por:requeijão com mel, sopa de castanha, cabrito assado (opção prato de carne), truta (opção prato de peixe), tigelada, arroz doce, filhós com mel ou “Gamelinhas - Doce Típico de Góis”Por cada refeição servida, associada ao referido menu, o cliente recebe um pequeno brinde, lembrança do Município de Góis, solicite o seu!Góis, um vale de sonho, que comemora este ano 9 séculos de história, privilegiado por belezas naturais que enchem os olhos e a alma…RESTAURANTES ADERENTESRestaurante "A Caravela" – 235 772 644Restaurante "A Tranca da Barriga" – 235 772 271Restaurante "O Beira Rio" – 235 771 176Restaurante " Casa Ti Maria" – 912 703 071 *Restaurante "A Élia" – 235 587 429*(sujeito a marcação prévia) Para mais informações e/ou esclarecimentos adicionais deverá contactar o Posto de Turismo 235 770 113 ou 963959872 | email: turismo@cm-gois.pt

PÁSCOA DE SABORES | GÓIS


14 A 20 DE ABRIL

 

Segundo a tradição religiosa, a Quaresma impõe o jejum, conhecido por um longo período de privação. Com as festividades da Páscoa retomam-se os prazeres da boa mesa, assim, objetiva-se que o Concelho de Góis, durante o período de 14 a 20 de abril, se torne destino de eleição para os amantes da cozinha tradicional. Neste sentido, lança-se o desafio, os espaços de restauração do Concelho aderentes proporcionam a todos os visitantes e clientes momentos perfeitos de degustação dos saberes e sabores da Capital do Ceira.

Assim, das muitas iguarias tradicionais do concelho de Góis, o cardápio “Menu Páscoa de Sabores” existente nos restaurantes aderentes nestes dias será composto por:

requeijão com mel, 
sopa de castanha, 
cabrito assado (opção prato de carne), 
truta (opção prato de peixe), 
tigelada, arroz doce, filhós com mel ou “Gamelinhas - Doce Típico de Góis”

Por cada refeição servida, associada ao referido menu, o cliente recebe um pequeno brinde, lembrança do Município de Góis, solicite o seu!
Góis, um vale de sonho, que comemora este ano 9 séculos de história, privilegiado por belezas naturais que enchem os olhos e a alma…

RESTAURANTES ADERENTES

Restaurante "A Caravela" – 235 772 644
Restaurante "A Tranca da Barriga" – 235 772 271
Restaurante "O Beira Rio" – 235 771 176
Restaurante " Casa Ti Maria" – 912 703 071 *
Restaurante "A Élia" – 235 587 429
*(sujeito a marcação prévia)


Para mais informações e/ou esclarecimentos adicionais deverá contactar o Posto de Turismo 235 770 113 ou 963959872 

email: turismo@cm-gois.pt

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Sábado, 15 de Março de 2014

Adiber----- BTL - Feira Internacional de Turismo de Lisboa,

VISITE O STAND DA BEIRA SERRA


GOÍS, domingo 16horas, acção de promoção do concelho

 

TABUA, ARGANIL, OLIVEIRA DO HOSPITAL, no Pavilhão 2 Stand A07

Sob o lema ‘Turismo: A Indústria do Sorriso’ a 26ª edição da BTL - Feira Internacional de Turismo de Lisboa,

 

que se realiza de 12 a 16 de Março, na FIL (Parque das Nações)

 

 

 

publicado por penedo às 18:25

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Segunda-feira, 3 de Março de 2014

BTL 2014 -

 A Beira Serra estará presente no Pavilhão 2

Stand A07

                    Esperamos pela vossa visita de 12 a 16 de Março!

 

 

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Sábado, 7 de Dezembro de 2013

Casa da Fonte

Casa de Campo - Turismo em Espaço Rural


Situada em Povorais , aldeia mais alta da freguesia de Góis. Casa centenária de dois pisos, mantendo a traça original.

Construída em pedra de xisto, típica da região. Tectos e chão em madeira no andar superior, com três quartos.

No piso inferior localiza-se a casa de banho, cozinha, e sala com lareira rebaixada, e chão em loisas.
Povorais é uma aldeia do concelho de Góis, intercalada entre os Penedos de Góis e a Serra da Lousã.

Rodeada  de montes e paisagens serranas de grande beleza que são um convite à tranquilidade e à sua descoberta em passeios pedestres.


 http://casadafonte.webnode.com


facebook.com/casadafontepovorais

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Sexta-feira, 15 de Novembro de 2013

DIOGO VENTURA...GÓIS


Na 18a Gala do Desporto. Reconhecimento de elevado mérito pelos extraordinários desempenhos desportivos obtidos em 2013.


Na 18a Gala do Desporto. Reconhecimento de elevado mérito

pelos extraordinários desempenhos desportivos obtidos em 2013.
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publicado por penedo às 10:44

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Terça-feira, 12 de Novembro de 2013

"Saberes Simples"

Convite


Para apresentação e lançamento do segundo livro de "Saberes Simples"

 

De Amílcar Barata Fernandes

 

Dia 16-11-2013, Centro Exposições de Odivelas, Junto aos Paços do Concelho – Quinta da Memória – Odivelas

 

Poesia interventiva de raiz popular, a que alguém teceu o “O autor reflecte em cada verso o muito que a vida lhe deu como bom e menos bom ou até mau.” Eu adicionar-lhe-ia mais um condimento: Poesia regada pela levada da vida, oxigenada pela brisa do trabalho e do respeito pelo próximo. Venha também comemorar comigo os meus 56 anos de vida, com bolo da amizade e um cálice de partilha.

 

Programa  

 

16H00 - Actuação do Grupo de Concertinas “Sem Eira Nem Beira” de Góis *, donde o autor é natural.

 

17H00 - Cerimónia de Lançamento seguido de pequeno beberete, e partilha do bolo de aniversário.

 

Seguindo-se a distribuição dos livros autografados pelo autor e actuação do “Palhaço Companhia” conhecido das tardes animadas da TVI.

 

 Agradeço informe da sua presença até dia 14-11-2013

 

Tel. 219388410/219388041 – Telemóvel 939063337

Emails: amilcarfseguros@sapo.pt; afsegurosolival@sapo.pt

 

* ( Amieiros )

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Segunda-feira, 14 de Outubro de 2013

FEIRA DOS SANTOS -GÓIS - 2 NOV

publicado por penedo às 22:33

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Quarta-feira, 9 de Outubro de 2013

À Volta dos Penedos...Sky Road em Góis

                             Sabado

Esporão   8h 36 

 

                com  vista dos Penedos de Góis   8 H 45

                                                                              Cabeçadas         8h 51

 

 

 

 

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Terça-feira, 1 de Outubro de 2013

Dia Mundial da Musica ,CCG 5 Out

folheto_acessibilidade_2.jpg

 

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Segunda-feira, 23 de Setembro de 2013

Góis- Frente a Frente

publicado por penedo às 12:28

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Quinta-feira, 19 de Setembro de 2013

O CENTRO DE MEMÓRIA GOIENSE

 Adriano Pacheco

 

Há bem pouco tempo tivemos o prazer de assistir à inauguração dum magnífico espaço de exposição onde poderão ser vistos motivos e figuras relevantes que marcaram a história goiense. O espaço concebido com critério harmonioso, vai ser diminuto para um desfile de figuras da história concelhia recente, que se adivinha numeroso. Cabem aqui figuras recentes que deixaram marcas de progresso e desenvolvimento nesta região a quem Góis muito deve. Cabem também memórias longínquas que fizeram desta Vila um marco histórico como o provam o Brasão das Armas de D. Luís da Silveira, figura relevante que teve assento na Casa Real.

Sobre a demanda deste Brasão, foi proferido um discurso pelo presidente do Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis - CR, em Lisboa, dr. Luís Martins, do qual destacamos o seguinte trecho:



“A Casa do Concelho de Góis, através do seu Conselho Regional, tem nos últimos 3 mandatos, encarado o regionalismo goiense de uma forma diferente, abrindo a Casa a todos os goienses partilhando um espaço onde se pensa e divulga Góis.

E divulgar Góis, significa divulgá-lo nas suas diversas vertentes: a cultura, os costumes, a história, a gastronomia, entre outros… este tem sido o mote para diversas organizações levadas a efeito na Casa do Concelho de Góis que visam estreitar os laços de Góis com a comunidade goiense, assumindo-nos como parceiros sociais e culturais da Autarquia.

Nesse âmbito, em 2010, organizámos um seminário subordinado ao tema “GUARDAR O PASSADO, OLHANDO O FUTURO”, no qual o Mestre João Simões, partilhou connosco a sua mágoa pelo facto do Brasão esculpido em pedra de D. Luis da Silveira, Primeiro Senhor de Góis por foral Régio, se encontrar no Museu Municipal Dr. Santos Rocha, na Figueira da Foz, e não em Góis onde seria o seu lugar por direito próprio.

Como resultado dessa sessão, o Conselho Regional encetou uma cruzada que culmina hoje aqui com a Câmara Municipal a recuperar o referido Brasão para Góis, o seu local de origem, reparando assim uma decisão menos feliz num passado já longínquo.”

 

Este importante contributo fez com que o Brasão esteja hoje em lugar de destaque, nesta galeria, por direito próprio. Sem a sua presença a Vila de Góis e a sua história ficariam amputados da sua mais alta insígnia que marcou a época de maior esplendor e nobreza, o que deixava na penumbra todo o brilho da sua já longa história. Mais adiante o dr. Luís Martins referiu-se ao primeiro Senhor de Góis nestes termos:

“Não sendo historiador, não serei certamente a pessoa mais indicada para falar de D. Luis da Silveira, mas neste momento simbólico para Góis, não posso deixar de recordar o porquê da importância desta personalidade para o nosso Concelho.

Ao longo dos tempos, muitos se têm dedicado ao desenvolvimento de Góis, mas foi D. Luís da Silveira, uma das pessoas que mais contribuiu para o desenvolvimento da Vila de Góis e seus lugares.

D. Luis da Silveira foi um dos vultos mais importantes de Portugal no séc. XVI, tendo sido militar, cortesão e politico nos reinados de D. Manuel e D. João III, foi guarda-mor de ambos os reis, bem como veador-mor das obras, terços, resíduos, hospitais e capelas, destes reinos e senhorios. 

Em 1522 foi encarregado de ir negociar com o imperador Carlos V o casamento deste soberano com a infanta D. Isabel, tornando-se embaixador na corte de Carlos V, de quem ficou amigo, e que era o Homem mais importante do seu tempo.

Quando voltou a Portugal, foi acolhido com frieza pelo Rei D. João III, pelo que decidiu de tudo prescindir na Corte, retirando-se para as propriedades que possuía em Góis, tendo-lhe D. João III dado a vila de Góis e o título de conde de Sortelha. Aqui morreu em 1534.

Relembrando a importância que D. Luis da Silveira representa para Góis, a recuperação do seu Brasão de Armas é, sem dúvida, um momento histórico para todos nós e que enriquece o nosso espólio e a nossa identidade.

 

Para que este momento fosse uma realidade, temos orgulhosamente a noção do nosso contributo, numa iniciativa que foi árdua, mas muito gratificante que orgulha esta equipa que constitui o Conselho Regional da Casa de Conselho de Góis. Em prol de Góis fomos bem-sucedidos, fechando hoje aqui com “chave de ouro” esta nossa iniciativa.”

 

Nesta longa caminhada feita de tenacidade e brio, algumas barreiras tiveram de serem vencidas, alguns escolhos encontrados no caminho tiveram de ser removidos, mas algo de importante foi conseguido que deixa o Conselho Regional orgulhoso por ajudar a “entregar o seu a seu dono”. Assim, os goienses já não se podem sentir órfãos, ou despojados de algo que faz parte da sua identidade histórica.

Mais á frente o presidente do CR deixou os seguintes agradecimentos:

 

“Neste momento não podemos esquecer o contributo dado pelos Srs. Presidente e Vereador da Cultura da Câmara Municipal da Figueira da Foz, respetivamente Dr. João Albino das Neves e Dr. António Tavares, e pela Sra. Presidente da Câmara Municipal de Góis, Dra. Maria Lurdes Castanheira, a quem apresentamos os nossos agradecimentos, porque sem os seus contributos não seria possível este momento. Quero também estender estes agradecimentos ao Mestre João Simões por nos ter dado o mote e o apoio necessário para esta nossa cruzada.

Para finalizar, queria ressalvar que este resultado será um dos melhores exemplos do que pode resultar da parceria entre o Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis e a Câmara Municipal de Góis, salientando que estaremos sempre disponíveis para realizar parcerias, quer com a Câmara Municipal quer com outras organizações, que tenham como objetivo a divulgação de Góis e das suas gentes.”

 

Foi uma jornada importante que deu visibilidade, não só a este espaço que Góis bem carecia, como ainda trouxe ao conhecimento da população em geral, factos importantes da sua história que a espuma dos dias permitiu recolocar em seu sitio.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Segunda-feira, 16 de Setembro de 2013

Centro de Referência da Memória Goiense

Centro de Referência da Memória GoienseCentro de Referência da Memória GoienseCentro de Referência da Memória Goiense

cartzcabrito

 

 

 

 

 

 

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Terça-feira, 16 de Julho de 2013

Góis Oroso Arte 2013

 

Há muito que não "parava" em Góis. A imagem que tinha era a de miúdo, dos tempos em que a "carreira" diária Lousã - Pomares e vice versa ali passava e parava, mesmo em frente à Havanesa. Recordo esta ponte sobre o Ceira, um ícone da terra. Muito mudou nestes tempos, apercebi-me agora, já que nunca assisti ao festival motard que levou Góis ao conhecimento de todo o mundo. Uma concentração motard que traz a Góis mais de 20 mil pessoas é um acontecimento ímpar nos Municípios da Beira Serra, e até do distrito.

Fui lá ontem, também para acompanhar os amigos dos Real Companhia que ali iam actuar, e apercebi-me de como o trabalho autárquico é capaz de transformar um sítio bafejado pela natureza num local espectacular que faz a diferença, para melhor, no que do género conheço. Góis passou a estar no meu roteiro, apesar do desvio que tenho que fazer...mas vale a pena.

Este fim de semana Góis esteve em festa com a Góis Arte, Oroso, porque Góis está geminada com esta vila galega, e passou a chamar-se Góis Oroso Arte. Um festival de cultura e de arte, porque a arte é cultura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Voltarei a Góis...

Nos próximos post's como não podia deixar de ser, um pequeno video e algumas imagens do concerto dos Real Companhia que encerraram com chave de ouro Góis Arte.

 

publicado por rouxinoldepomares 
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Góis Fashion

conferencia

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Quarta-feira, 10 de Julho de 2013

GÓIS OROSO ARTE 2013


 

   
GÓISOROSO ARTE 2013

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Quinta-feira, 20 de Junho de 2013

Marchas em Góis

nandaatlier 

 

 



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GóisArte 1998



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Segunda-feira, 17 de Junho de 2013

ENERGIAS RENOVÁVEIS

por

 Adriano Pacheco

 

Na introdução ao tema em destaque, o dr. Luís Martins abriu a sessão que teve lugar na Casa do Concelho de Góis no dia um do mês em curso, com uma abrangente exposição sobre energias renováveis da nossa região, dando ensejo aos palestrantes de exporem os seus conhecimentos.

Este sector da economia foi sempre secundarizado pelos residentes, apesar de poder vir a ser uma das maiores fontes de riqueza regionais. Energias Renováveis tem o brilhantismo de ser um conceito da atualidade muito curioso, com incidência no aproveitamento das nossas potencialidades, apesar de elas já existirem no nosso meio desde todo o sempre sem qualquer utilidade! Curiosamente a dependência da energia fóssil veio espevitar uma maior acuidade e atenção para com as “nossas coisas”. Agora toda a gente se debruça sobre o assunto com novas e apetitosas perspetivas!

 

Na verdade a hábil e eloquente exposição de António Gil conduziu os espectadores a uma noção positiva sobre a energia eólica como sendo uma energia limpa e de pouco impacto ambiental o que não nos convenceu. É bom não esquecer aquelas “ornamentações” no cimo dos montes, a enorme poluição sonora, e alguns danos colaterais com as aves autóctones. Pese embora tenha trazido algum desafogo económico, quer aos compartes, quer às autarquias. Isto sim é o motor de todas as ambições de quem tem estas “árvores” nas suas propriedades e àqueles que não as tendo gostariam de as ter (?). Este desconchavo foi bem evidente e elucidativo durante o debate que tornou tudo bem mais claro.

 

No que diz respeito à energia biomassa, bem mais pobre em termos de recompensa imediata, a Eng.ª Carla tornou tudo claro no que diz respeito à sua rentabilidade devido ao enorme custo de transporte para os parques e centrais de Mortágua e Figueira da Foz. Curiosamente, não foi abordada com clareza, a razão da ausência duma central dentro do próprio Concelho que resolveria parte do problema dos elevados custos, nem dada a devida ênfase à grande utilidade que daria na limpeza das florestas com este aproveitamento. Como caricato, diga-se de passagem, foi destacado o facto da Casa dos Estudantes em Góis ser aquecida com combustível fóssil em detrimento do consumo da biomassa com uma poupança astronómica. Vá-se lá saber porquê!?

 

Foi ainda esclarecido pela drª. Cláudia as grandes vantagens da energia solar em termos de microprodução, utilizando os painéis solares e fotovoltaicos no aproveitamento dos raios solares que inundam as serras de forma graciosa. Sobre a energia hídrica pouco foi adiantado dado que não houve técnico para falar do assunto, quando nos parece ser uma grande fonte energética em todo o concelho com acentuada evidência na freguesia de Alvares

Sobre o projeto Caprigóis, criação de gado, falou-nos Ricardo Pinto com todo o entusiasmo que lhe foi possível, deixando boas ideias sobre algo que durante os tempos tem falhado. Pareceu-nos com ideias bem definidas mas inconsistência, ainda que envolvidas de algum romantismo à volta desta temática.

O debate teve algumas intervenções curiosas e interessantes, ainda que muito contidas deixando no ar algo nebuloso por clarificar. A palestra teve como moderador o dr. Fernando Cunha da parte do Conselho Regional que na parte final deu a palavra aos autarcas presentes que não deixaram de se sentirem entusiasmados com tudo que foi exposto perspetivando bons resultado. Por fim José Dias Santos presidente da Casa, congratulou-se com o êxito do evento, nomeadamente por ter sido desenvolvido e animado por jovens.

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Quinta-feira, 6 de Junho de 2013

Concentração de Góis--20ª

 




O Góis Moto Clube irá organizar a 20ª Concentração Mototurística entre os dias 15 e 18 de Agosto de 2013.

Como já é habitual os visitantes podem disfrutar de toda as potencialidades desta Região em ambiente de convívio e de festa.

O rio Ceira que atravessa todo o recinto, com as suas sombras e os açudes, será sempre o ex-libris da Concentração de Góis. 

As praias fluviais da Peneda, do Stº António e do Pedo Escuro em Góis, a das Canaveias em Vila Nova do Ceira, a da Cabreira, a do Colmeal no Vale do Ceira, bem como as piscinas naturais da Lousã, o rio Alva na zona de Arganil, a praia fluvial de Janeiro de Baixo, a barragem de Santa Luzia, a praia fluvial de Pessegueiro e da Pampilhosa da Serra são excelentes locais para refrescar. 

A Concentração de Góis vai na sua 20ª edição apostando sempre em Bandas de topo Portuguesas, sendo já referenciado como alternativa aos festivais de rock de verão.
Num palco orbital as propostas para 2013 abrangem as mais variadas vertentes musicais, estando já garantidos nomes sonantes do panorama nacional, como os Azeitonas, Deolinda, UHF, Moonspell, Troltil, Tributos aos U2, os Espanhóis Los Inhumanos e a Orquestra PM, entre outros.

A Tenda eletrónica é um espaço gigantesco onde a animação é palavra de ordem até de madrugada. Localizada em frente ao palco Sagres Zero, os Dj´s garantem o melhor som e muita adrenalina antes e depois das atuações do palco principal.

Brevemente teremos mais informações.

in facebook

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Domingo, 2 de Junho de 2013

POTENCIALIDADES ENERGÉTICAS

 Adriano Pacheco

 

A floresta é um dos bens mais preciosos da nossa região que nem sempre foi devidamente apreciado, era tido como algo que cresce espontaneamente e que apenas dava trabalho duro e, só lá de vez em quando, podia oferecer um escasso rendimento anual. Nunca foi entendido como uma das riquezas rentáveis e duradouras a longo prazo. Nunca integrou um projeto organizado de modo a seduzir investimentos avultados, bem pelo contrário, esteve sempre entregue a curiosos e oportunistas que se aproveitaram para explorar a floresta de forma avulsa, desregrada e sem consciência da sua preservação, fator principal para uma saudável renovação. Também a política das florestas nunca foi algo visível!

 

A floresta cresceu connosco, sempre esteve próxima e nos deu uma relação diária normal, a sua beleza era algo que estava entranhada no quotidiano do serrano, fazia parte da sua vida de tal forma que ele próprio não lhe dava o devido realce. Quem vive no meio duma beleza natural tão forte, aceita-a com toda a normalidade sem a destacar. Olha a flores da acácia como prenúncio da primavera sem qualquer espanto. Aceita a flor da carqueja como aceita o luar de agosto sem que algo lhe desperte a atenção. Olha para as pinhas que caem do pinheiro tal como olha para um fruto maduro que cai duma árvore. Recebe a chuva e convive com ela sem qualquer constrangimento. O serrano e a natureza convivem dentro duma relação amistosa e de conveniência. Nada mais.

 

No entanto e curiosamente, hoje vê-se que tudo isto são produtos que entraram na rede comercial com toda a aceitação ao encontrá-los expostos nos supermercados. A própria corcódea (casca do pinheiro) que foi sempre entendida como restolho do pinheiro e que para nada servia, a não ser para as queimadas, hoje é utilizada nos canteiros dos jardins e pode ser matéria-prima geradora de energia de biomassa. É a ciência ao serviço do aproveitamento dos desperdícios florestais.

 

Sendo tudo isto produtos da nossa região, tidos por nós como lixo incómodo da floresta, será que os investidores ainda não viram que aqui está um filão pronto a ser explorado? Assim haja alguém com sentido empreendedor e disposto a fazer investimento num projeto devidamente estudado a longo prazo. Estamos à espera que alguém, vindo de fora, se atreva a arriscar num negócio que oferece boas perspetivas?... É uma situação idêntica à da água que, no nosso espaço, brota por todo o lado e vai alimentar uma cadeia de barragens hidráulicas e todos os interesses inerentes. Contudo, a eletricidade produzida chega às nossas habitações paga ao mesmo preço que noutra cidade qualquer (?) Isto para não falar da água de consumo que jorra da nossa torneira que tem o mesmo critério de exploração!

 

Estamos a falar das potencialidades da nossa região que podem ser aproveitadas para vários fins, nomeadamente para alimentação de fonte energética. Tema que vai ser apresentado e discutido na Casa do C. de Góis por técnicos especializados das várias fontes energéticas no dia um do próximo mês, com o propósito de chamar a atenção dos interessados diretos da floresta, da energia eólica, hídrica e biomassa que têm a oportunidade de poderem aumentar os seus conhecimentos sobre o assunto e ficarem cientes das potencialidades que a região possui.

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Sexta-feira, 31 de Maio de 2013

“Energias Renováveis em Góis, que futuro”

Programa:


14:45Abertura

             (Dr. Luis Martins – Presidente do Conselho Regional da C.C.G.)
15:00Energias Renováveis em Góis, evolução histórica

              (António Gil – Góis)
15:20Energia Biomassa, exploração e benefícios

              (Engª Carla Duarte – Góis)
15:40 Energia Solar e Eólica em Microprodução

             (Drª Claudia Gouveia -Arganil)

16:00 Energia Eólica, exploração e benefícios

              (António Gil – Góis)
16:20Caprigóis, um exemplo em projeto

              (Ricardo Pinto e José A. Rodrigues –Góis)
16:40Debate
17:30 Fecho

              (José Dias Santos – Presidente da C.C.G.)

 


Convidamos todas as Comissões de Melhoramentos do Concelho de Góis, goienses,
sócios da Casa e amigos a brindarem-nos com a vossa presença participativa, em
particular no amplo debate final.


Contamos convosco.


O Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis

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Sexta-feira, 24 de Maio de 2013

Energias Renováveis em Góis, que futuro”

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“Energias Renováveis em Góis, que futuro” - Casa do Concelho de Góis

                                                                       1 Junho 2013

 

O Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis vai organizar o Seminário “Energias Renováveis em Góis, que futuro” a decorrer a 1 de Junho (sábado), pelas 14:45 horas, no Auditório da Casa do Concelho de Góis, na Rua de Santa Marta, 47, r/c, Dto, em Lisboa.

O Seminário, para o qual contaremos com a presença de técnicos especialistas, tem como objectivo a reflexão sobre o potencial atual e futuro das Energias Renováveis no Concelho, (Energia Eólica, Energia de Biomassa, Energia Solar e Energia Hídrica), que custos e benefícios para Góis, para as Comissões de Melhoramentos, para as Associações de Compartes, Juntas de Freguesia, Empresas e Privados habitacionais, e, que coordenação e incentivo da Autarquia visando a poupança em custos energéticos.

 

Convidamos, desde já, todas as Comissões de Melhoramentos do Concelho de Góis, goienses, sócios da Casa e amigos a brindarem-nos com a vossa presença participativa, em particular no amplo debate final.

Contamos convosco.

 

O Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis

 

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Quarta-feira, 22 de Maio de 2013

José Domingos Cabeças.

Faleceu José Cabeças antigo presidente da Câmara de Góis

Faleceu, hoje, devido a doença neurológica, o antigo presidente da Câmara de Góis, José Domingos Cabeças.

José Domingos de Ascensão Cabeças, nasceu no dia 27 de Fevereiro de 1953, na Freguesia de Assunção, em Elvas. Licenciado em Medicina pela Universidade de Coimbra, cujo curso concluiu em 1977.

Iniciou o Serviço Médico à Periferia em 1 de Fevereiro de 1980, no concelho de Góis, prestando assistência médica às populações de Cabreira, Cadafaz, Colmeal e Cortes.

Após conclusão da especialidade em Clínica Geral, em 1985, passou a exercer as funções de Chefe dos Cuidados Personalizados de Saúde no Centro de Saúde de Góis, tendo sido posteriormente nomeado Director do Centro de Saúde.

Em 1989 foi nomeado pela Ministra da Saúde, Director do Instituto de Clínica Geral da Zona Centro, tendo sido reconduzido no cargo em 1993, onde organizou e coordenou várias acções de formação destinadas a médicos e estagiários.

Entre março de 2000 e maio de 2002 exerceu as funções de presidente da Administração Regional de Saúde do Centro, nomeado por despacho conjunto do primeiro-ministro, António Guterres, e da Ministra da Saúde, Manuela Arcanjo.

Autor de diversos textos sobre a sua especialidade médica, publicados em revistas médicas. Na qualidade de autarca foi presidente da Assembleia Municipal de Góis, entre 1994 a 2000, presidente da Câmara Municipal de Góis e em dois mandatos presidente da Assembleia Municipal de Góis.

Enquanto dirigente Associativo, em 1989 liderou o processo de reactivação da Santa Casa da Misericórdia de Góis, tendo assumido as funções de Provedor da Mesa Administrativa, cargo que exerceu desde então até fevereiro de 2011.

Em 25 de Outubro de 1994 fundou, em conjunto com outras pessoas interessadas no desenvolvimento do Concelho, a Associação de Desenvolvimento Góis, mais tarde ADIBER – Associação de Desenvolvimento Integrado da Beira Serra, tendo sido seu Presidente da Direcção desde essa data até Fevereiro de 2011. Em Assembleia-Geral da Associação, realizada em Novembro de 2010, foi distinguido com a categoria de Sócio-Honorário.

Foi distinguido com o título de Sócio-Honorário por diversas Comissões de Melhoramentos do Concelho de Góis.

Em 13 de Agosto de 2012 foi distinguido com a Medalha de Ouro do Município de Góis, que lhe confere o título de Cidadão Honorário deste Concelho.

Na legislatura de 1995 a 1999, foi Deputado à Assembleia da Republica, eleito pelo Circulo de Coimbra.

Foi membro da Comissão Nacional do Partido Socialista e do Secretariado da Federação Distrital de Coimbra do PS.

O atual presidente da ADIBER, Miguel Ventura, em comunicado lamenta o desaparecimento de José Cabeças.

"O Dr. José Cabeças será sempre recordado como um exemplo de humanismo, de solidariedade e de cidadania, que norteou a sua vida com base nos ideais e valores da fraternidade e lealdade perante o seu semelhante e pela entrega permanente à causa publica", frisa.

De José Domingos Cabeças "retemos a capacidade e a visão reveladas pelo espírito empreendedor e inovador presentes em todas as acções que desenvolveu, afirmando-se como um líder que incutiu motivação e entusiasmo nos seus colaboradores mais directos, com eles partilhando as suas competências e saberes, num processo possibilitou a qualificação da intervenção das Instituições que dedicadamente serviu, nomeadamente a ADIBER".

O corpo de José Cabeças estará em câmara ardente na Igreja de São José, em Coimbra, a partir das 15H30 de hoje, onde se realizará amanhã, pelas 14H00, a missa de corpo presente, após o que o funeral seguirá para o Crematório da Figueira da Foz.

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Diamantino Garcia
  • Decidi, contra todas as expectativas (incluindo as minhas…), candidatar-me à Câmara Municipal. Faço-o porque considero ser minha obrigação apresentar uma alternativa à gestão actual que se pratica na Câmara. Tudo fiz para que se concretizasse uma candidatura do PSD liderada por alguém em quem acredito, confio e que estou certo poderia constituir essa mesma alternativa. Era alguém que emanava da Sociedade Civil, sem vínculos partidários, sem partidarites doentias, com provas dadas na colaboração e dinamização de organizações associativas,com um forte sentimento Goiense e experiência na gestão da “coisa” pública. Infelizmente, essa hipótese gorou-se. 
    Resolvi então, depois ouvir a opinião de amigos e da família, avançar. Será uma candidatura independente rodeada de todos aqueles que quiserem abraçar um projecto novo. Todos serão bem vindos. Valorizarei todas as achegas e críticas que me fizerem chegar. Coitados daqueles que só se rodeiam de elementos bajuladores e rejeitam os críticos. Quando caiem, caiem sozinhos e só quando são obrigados a olhar para trás é que se apercebem que já ninguém os acompanha. Conto convosco. Esta candidatura é também vossa…

    in Facebook
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Quinta-feira, 9 de Maio de 2013

Gois

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Terça-feira, 7 de Maio de 2013

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alves

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Quarta-feira, 1 de Maio de 2013

Góis “estreia-se” com dupla Bandeira Azul

Peneda e Pego Escuro vão ostentar, pela primeira vez, o galardão de qualidade da Associação Bandeira Azul da Europa

 

As águas correm, brandas e cristalinas, convidando a um mergulho refrescante. Nas margens, cresce o verde de uma vegetação luxuriante.

São duas praias do Ceira, Peneda e Pego Escuro, praticamente “dentro” da vila de Góis, que pela primeira vez conquistaram o júri e ganharam o troféu de qualidade

da Bandeira Azul. Lurdes Castanheira, presidente da Câmara de Góis, entidade promotora da candidatura, juntamente com um conjunto de parceiros, não esconde

a sua satisfação.

 

Jornalista: 
Manuela Ventura
Edição de: 

http://www.diariocoimbra.pt

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Segunda-feira, 29 de Abril de 2013

CAPRIGÓIS -

Associação Criadora de Caprinos do Concelho de Góis

 


Organização sem fins lucrativos



para mais informações


www.facebook.com/Caprigóis

 

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Sexta-feira, 19 de Abril de 2013

O Penedo

 

 

 

Em data incerta, mas certamente durante a orogenia do ciclo hercínico (com início há cerca de 450 milhões de anos), terá acontecido aqui um fenómeno geológico semelhante a tantos outros que a natureza nos proporciona: uma forte projecção e derrame de aglomerados de rochas metamórficas, vindos do interior da terra, a temperaturas elevadas, transformando os arenitos em quartzitos, a rocha predominante do novo maciço. 
Nascia assim uma elevação, sobrelevando-se às vizinhas, no seguimento de uma linha de alturas que, ligando a Serra da Lousã com a do Açor, divide o concelho em duas zonas bem diferenciadas. 
Com o passar do tempo, por ocorrência de desligamentos, fracturas e enrugamentos, aliada com a resistência à erosão própria do quartzito, o Penedo tomaria o seu aspecto actual, de acentuado contraste de relevo, de crista alongada, imponente e majestoso nos seus 1043 metros de altura, que sobressai da paisagem, avistado das cinco freguesias do concelho.
Composto por vários montes, os pastores foram baptizando-os com denominações simbólicas ou alusivas à sua utilização, que entraram no vocabulário quotidiano: o Penedo da Abelha, o Penedo do Picoto, o Penedo das Portas do Sol, o Penedo do Meio-dia, o Penedo do Reboludo, o Penedo da Foice, o Penedo do Pinheiro, o Penedo da Aigra, o Penedo da Carvalha, o calhau das merendas, as meninas, as fraguitas...
A pastorícia era a principal actividade de subsistência. Grandes rebanhos comunitários, de vários milhares de cabeças, compartilhavam os mesmos pastos e eram geridos pelo mesmo pastor, indicado rotativamente por cada grupo proprietário. 
Quem visite esta região, ainda pode deleitar-se, junto dos poucos residentes, com histórias de lobos, atacando os seus rebanhos, umas com pitadas de heroísmo ou de bravura, outras fantasmagóricas, ou com lendas de mouros que em tempos habitavam nas suas grutas. 
Quatro aldeias da região – Comareira, Aigra Nova, Aigra Velha e Pena – pequenos aglomerados à base do xisto, constituindo como que um percurso histórico, estão sob alçada de um projecto comunitário de desenvolvimento. Mas é pertinente também referir, como aldeias típicas desta região, e aconchegadas ao Penedo, os Povorais e o Vale Torto.
Na parte ocidental, na extrema com o concelho de Castanheira de Pêra, o espaço ao redor da capela de Santo António da Neve é local do “Encontro dos Povos Serranos”, alegre convívio anual entre as gentes das serras. Em tempos remotos, juntavam-se os pastores dos montes e aldeias ao redor, nos seus trajes característicos, constituindo grande romaria, com gentes vindas de zonas muito afastadas. Uma romaria e, agora também feira, que continua a fazer-se anualmente, no segundo sábado do mês de Julho, não faltando a tradição de cada participante levar, para além da merenda, um queijo inteiro, em homenagem ao seu santo padroeiro. 
Outrora, fabricava-se ali gelo, a partir de neve, em poços de que ainda hoje se observam vestígios, vendido depois para diferentes partes do país, nomeadamente para as geladeiras da Corte, em Lisboa. O antigo armazém dos neveiros transformar-se-ia na actual capela, por se ter encontrado num dos poços, um santo, logo baptizado de Santo António da Neve. Curiosamente, por meio da capela, passa a linha de fronteira dos dois concelhos, Góis e Castanheira de Pêra.

JNR 

(Conhecer Góis, 2008)

* *
(...) 
Em sentido perpendicular ao ramo oriental da serra do Açor, seguindo aproximadamente a linha norte - sul, levanta-se a meia distância entre as Pedras do Lumiar e o Trevim, o já referido Penedo de Goes, com uma cota de 1043 metros de altitude, dando começo à serra escarpada e nua que forma um dos lados do vale do Sotam e que depois de ter formado elevações consideráveis, como as de Sacões e Cabril, no concelho de Goes, atravessa o extinto concelho de Poiares até chegar ao Mondego, no termo de Penacova.
Esta serra é constituída por quartzita e representa, no meio das rochas que formam o trama esquelético de todo o sistema orográfico da região, uma modalidade geológica digna de menção, da rocha gneissica que lhe fornece uma grande parte dos elementos constituitivos.
É lícito supor que por extensa fenda aberta na mais antiga rocha do globo – o gneiss – ejaculou o agregado compacto de grãos de quartzo, o qual, combinado com alguns dos elementos dogneiss, sob a acção de uma elevadíssima temperatura, se converteu em quartzita formando a montanha que, além da forma alcantilada e rude, desconhecida nos terrenos em que se enxertou, sobrelevava em altura as elevações vizinhas. O calor e a pressão desenvolvidos pela formação do enorme maciço, imprimiram modificações às zonas contíguas da rocha fundamental e o metamorfismo aqui e o desagregamento acolá produziram efeitos que bem depressa foram presa de outros agentes.
Ao passo que a grande elevação do Penedo de Goes e da serra que se lhe segue ofereciam uma larga superfície à acção dos agentes cósmicos, a sua composição química permitia que o ácido carbónico desagregasse os elementos da rocha fundamental e então as chuvas torrenciais, caindo sobre a montanha, operavam o desmoronamento e arrastavam ao longe os detritos que acumulavam em possantes aterros.
Daqui o abaixamento sucessivo da alta cumiada, o rolamento de blocos de diferentes grandezas que, durante a intensa e prolongada revolução da natureza, com frequência se desprendiam do morro desnudado e a formação de depósitos que em breve tomavam o aspecto e o tamanho de verdadeiras montanhas, ao mesmo tempo que as águas que eram o veículo dos elementos das novas formações se reuniam em leito, cuja direcção era determinada pela maior ou menor coesão entre os antigos e novos terrenos. Por esta forma, as águas torrenciais caídas sobre o Penedo de Goes e serra de que fazia parte, arrastaram os detritos que, em aluviões e à mistura com blocos de quartzo, uns rolados outros angulosos, foram formar a serra do Carvalhal; logo, porém, que aquelas elevações diminuíram de altura e esta foi subindo até opor às águas um verdadeiro dique, estas derivaram entre a serra de onde dimanavam e o dique que formaram, delineando o vale do Sotam, de século em século mais cavado e fundo, como agora se vê.
A base do grande aterro de aluvião que dizemos chamar-se serra do Carvalhal foi até à bacia do Ceira, em cuja margem esquerda, desde Goes até à Várzea, se encontram hoje numerosos blocos de quartzo, uns a descoberto pela acção das águas ou do homem e outros envolvidos no aterro da nova formação que lhe serve de ganga e que demonstra uma origem comum. Mas enquanto aqui o quartzo desagregado da rocha mãe se apresenta lascado ou rolado, em blocos de maior ou menor tamanho, em outros pontos adjacentes à serra que lhe deu origem, reveste a forma de areia em grãos finos, constituindo abundantes depósitos. É o que se encontra na ladeira da Arraçaio, na freguesia da Várzea.
Mais longe, no extremo desta freguesia e já no termo do extinto concelho de Poiares, os detritos arenosos do quartzo, certamente por terem sido postos em contacto com a sílica, por via da água de infiltração, sofreram uma forte consolidação e formaram um extenso banco de grés que hoje é explorado como pedra de cantaria.
É a constituição geológica da serra de Alveite. Adiante ainda a matéria aglutinante dos grãos de grés, em vez da sílica, foi a cal e então o grés formou uma variedade de calcário.
Esta espécie constitui a serra de Mucela e é explorado tanto como cantaria, como para a calcificação. Uma e outra variedade de grés apresenta-se umas vezes branco, outras, mosqueado de diferentes cores, por efeito da presença de óxidos de ferro ou de cobre e com mais frequência dos primeiros.
Além das montanhas descritas, apenas poderá notar-se ainda a serra do Carpido ou Salgueiral que separa a freguesia da Várzea da de Pombeiro, no concelho de Arganil, e que é constituída por terreno de aluvião e provavelmente de origem análoga à do Carvalhal.

J. Afonso Baeta Neves
(Notícia Histórica e Topográfica da Vila de Goes e seu Termo, 1897, pp. 70-72)



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goismemorias
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Quinta-feira, 11 de Abril de 2013

Casa do Concelho de Góis-Conselho Regional

 

foto FACIG 2011


Balanço 2010-13

 

 

No momento que finalizámos o nosso primeiro mandato no Conselho Regional da Casa do Concelho de Gois, relembro que quando nos apresentámos a eleições em 2010, anunciámos um plano de trabalho para este mandato, num compromisso que não tenho memória de ter sido realizado antes. E é sobre esse compromisso, que pretendo, fazer um balanço do trabalho realizado.

 

 

Gostava de começar por relembrar os 3 grandes desafios que apresentámos no momento da nossa candidatura:

 

  • Ø Definir claramente qual o papel da Casa do Concelho de Gois, e do seu Conselho Regional, no Movimento Regionalista e no nosso Concelho.
  • Ø Divulgar Góis, nas suas diversas vertentes: a cultura, os costumes, a gastronomia, entre outros, bem como estreitar os laços de Góis com a comunidade goiense na Capital.
  • Ø Cativar a juventude para o regionalismo e para a Casa.

 

1)              No que respeita ao primeiro desafio, propusemos ser o representante das diversas Agremiações no tratamento das questões que afetassem o Concelho como um todo, papel que a própria Câmara Municipal reconheceu ao identificar a Casa do Concelho e o seu Conselho Regional como um parceiro social da autarquia, situação que até hoje nenhum presidente da Câmara tinha feito.

 

Nesse contexto e apesar de alguma desilusão pelo facto do Movimento Regionalista não ter aproveitado esta disponibilidade, encetámos uma serie de colóquios onde se debateram alguns dos diversos problemas que o nosso Concelho se debate, donde destacamos:

 

  • Uma sessão com a Sra. Presidente da Câmara onde se debateram os problemas das diversas Comissões e do Movimento Regionalista

 

  • Uma sessão onde se debateu o estado da saúde no Concelho, na qual contamos com a presença do Presidente e administrador do Conselho Clínico do Agrupamento de Centro de Saúde do Pinhal Interior Norte (Lousã), de um representante da medicina privada e da Presidente da Câmara

 

  • Um colóquio subordinado ao tema "A Qualidade de Vida dos Idosos em Góis",que contou com a presença de representantes das diversas organizações de serviço social e organismos de saúde (lares, farmácia, centro saúde, bombeiros) onde se debateram a Situação actual e Perspectivas de Evolução Futura, referente aos seguintes temas:
    • O Papel dos Técnicos de Saúde
    • A Assistência Social, Urgência, Ambulatória e Residencial

 

  • Uma sessão subordinada ao tema “A Gestão da Floresta no Concelho de Gois”, com o qual pretendemos falar sobre a gestão e prevenção da floresta.

Para debater este tema convidámos alguns especialistas nesta matéria, nomeadamente representantes da Associação Florestal de Góis, da ZIF do Sinhel, do Gabinete Técnico Florestal do Município de Góis e da Grupo Portucel Soporcel SA.

Com estas sessões pretendemos possibilitar a discussão sobre temas genéricos e transversais ao nosso Concelho, as quais permitiram debates bastantes interessantes.

  1. 2.   No que se refere ao segundo pilar, a divulgação de Gois, nas suas vertente cultural, realizamos diversas sessões:
  • Uma sessão sobre o panorama arqueológico do nosso Concelho subordinado ao tema “GUARDAR o PASSADO, OLHANDO O FUTURO”, que contou com a participação de técnicos especializados do IGESPAR, da Divisão Social, Cultural e Económica do Município de Góis, bem como o mestre João Simões.

Como resultado desta sessão, o Conselho Regional encetou uma cruzada que culminou com a possibilidade da Câmara Municipal recuperar para Gois o Brazão de D. Nuno da Silveira que estava há muitos anos no Museu da Figueira da Foz e que se encontra neste momento em Gois em reparação.

  • Trouxemos a esta Casa, diversos grupos de Gois, donde quero destacar:
    • Grupo Projecto Expandir Oportunidades de Góis
    • Grupo de Teatro Iris
    • Grupo de Teatro Geração Varzeense
    • Grupo de cantares e Violas de V. N. Ceira
    • Grupo Coral da AERG
    • Filarmónica de Gois
    • Escola de Concertinas e Instrumentos de Cordas

 

  • Organizámos também as sessões de lançamentos de livros dos nossos amigos Adriano Pacheco e Professora Dra Maria Beatriz Rocha-Trindade

 

  1. 3.   No que respeita ao terceiro grande desafio, o cativar a juventude para o Regionalismo e para a Casa, foi sem dúvida o desafio mais complexo que abraçamos.

Esta tem sido uma aposta na qual temos falhado em toda a linha, Temos tentado algumas soluções, mas não temos conseguido trazer a juventude à Casa, problema que na minha opinião, também se estende ao Regionalismo Goiense em geral, que excetuando poucos casos de sucesso, não tem conseguido rejuvenescer os seus quadros dirigentes.

Como referi no Congresso Regionalista ocorrido em Gois, “O Regionalismo estará a passar por uma crise de envelhecimento, a qual importa rapidamente curar”, sob pena de estarmos a andar em direção ao seu fim.

No final do ano passado demos o primeiro passo, naquele que pensamos ser um longo caminho que queremos percorrer e que pensamos levar a direção certa.

Fizemos uma sessão com a presença das Associações de Juventude do Concelho de Gois, onde debatemos a temática do afastamento dos jovens do regionalismo, esperando inverter esta situação no curto/médio prazo.

Seguidamente encerrámos o mandato trazendo a esta Casa a AERG, que nos mostrou todo um leque de opções culturais que movimenta, nomeadamente o judo, a escola de concertinas, o coro (em mais uma excelente demonstração de classe) e a banda filarmónica.

Com estas sessões tivemos a Casa cheia de jovens, sendo na nossa opinião o primeiro passo para cativar a juventude para esta causa.

Alem destes objetivos que nos propusemos, levámos a Casa a Gois estando presente nos dois últimos anos na FACIG com um stand próprio, bem como organizámos uma das nossas sessões em Gois, levando a Casa a Gois onde existia algum desconhecimento.

Também com estas organizações trouxemos a esta Casa muitos goienses que nunca aqui se tinham deslocado, e que hoje já sabem que existe um pedaço de Gois em Lisboa.

 

Hoje concluímos o nosso mandato, com a certeza do dever cumprido e de ter valido a pena o esforço desenvolvido para repor esta Casa no roteiro dos goienses e trazê-los de volta a casa.

E foi com esta sensação de dever cumprido que nos levou a aceitar o convite de nos recandidatarmos a um novo mandato.

Para este novo mandato, apresentámos apenas uma linha orientadora:

  • Continuar a desenvolver o trabalho no seguimento do que fizemos no mandato anterior

Para finalizar este balanço, não posso deixar de apresentar os meus agradecimentos:

  • À Senhora Presidente da Câmara que nos honrou com a sua presença na grande maioria das nossas organizações
  • Um agradecimento também por todo o apoio logístico que a Câmara Municipal de Gois sempre nos disponibilizou ao longo deste mandato
  • Um agradecimento aos diversos órgãos autárquicos, donde gostava de destacar o Sr. Presidente da Assembleia Municipal de Góis
  • Um agradecimento a todas as Comissões de Melhoramentos que ao longo destes anos sempre nos apoiaram e marcaram presença nas nossas organizações
  • Um agradecimento muito especial a todos os goienses, quer residentes em Lisboa quer em Gois, que nos honraram com a sua presença
  • Um agradecimento à Imprensa Regional que ao longo do mandato sempre divulgou o nosso trabalho
  • Um agradecimento a Direção da Casa do Concelho, que sempre esteve ao nosso lado e sempre nos apoiou nas nossas ideias
  • Por fim um agradecimento muito sentido a toda uma equipa, onde incluo os representantes da Direção, que ao longo destes anos num trabalho em equipa muitos vezes silencioso e pouco visível, possibilitou todo este resultado, mostrando que a resultado do trabalho de equipa é muito superior à soma da capacidade de trabalho dos seus elementos, pelo que é merecedor de todo o vosso reconhecimento.

                        Muito Obrigado

 

                       Luis Martins

                       Presidente do Conselho Regional da

                       Casa do Concelho de Gois

publicado por penedo às 10:13

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Quinta-feira, 4 de Abril de 2013

ELEIÇÕES NA CASA DO CONCELHO DE GOIS

 

 

Adriano Pacheco

 

No dia 16 de Março teve lugar na Casa do Concelho a Assembleia Geral para eleição de corpos gerentes, aprovação do relatório e contas

, tendo tudo decorrendo dentro da habitual normalidade. Foi uma assembleia em moldes tradicionais, apenas concorreu uma só lista como

já era previsível. Porém, houve oportunidade para algumas intervenções curiosas no seu conteúdo, bem delineadas na forma, mas com conclusões inquietantes, seguindo linhas de rumo de outrora com sugestões que julgávamos já fora de prazo. Deste modo, pensamos

que ainda estamos muito longe da tal renovação de mentalidades desejada, quando ainda se pensa em leilões e campeonatos de sueca.

Contudo, outras houveram plenas de interesse com visões abrangentes, envolvidas de nova roupagem como as intervenções do Dr. Carlos Poiares e do Dr. Luís Martins por nos apontarem novos rumos, entre as quais destacamos a do presidente do Conselho Regional-CR pela sua pertinente atualidade, pormenorizando as atividades desenvolvidas por este Órgão durante o seu último mandato:

Começou por distinguir três grandes desafios, a saber: definir o papel da Casa do Concelho dentro do regionalismo;

divulgar Góis nas suas diversas vertentes; cativar a juventude para o regionalismo e para a Casa.

No que diz respeito ao primeiro ponto destacamos, entre os vários eventos ocorridos, “o facto da Camara Municipal de Góis ter reconhecido a Casa do Concelho e o seu Conselho Regional como parceiro social da autarquia, situação que até hoje nenhum outro presidente da Camara o tinha feito.”

No segundo ponto sublinhamos, entre outros eventos, a sessão sobre o panorama arqueológico do nosso concelho subordinado ao tema “Guardar o Passado Olhando o Futuro” que despoletou no seio do CR a ideia de encetar démarches junto da Camara da Figueira da Foz com vista à Camara de Góis vir a poder recuperar o Brazão de D. Nuno da Silveira que estava há muitos anos no Museu da Figueira da Foz. Julgamos ter sido um importante contributo que a Camara Municipal de Góis veio a reconhecer.

No terceiro ponto enfatizamos “o cativar a juventude para o regionalismo” dado que se trata do ponto de maior importância, não só pela sua pertinente atualidade, como por sentirmos que é talvez o assunto que nos suscita maior acuidade face ao envelhecimento da população serrana e consequentemente dos corpos gerentes das coletividades. Neste ponto o presidente do CR dá realce aos dois eventos promovidos com a juventude goiense onde estiveram muitos jovens e nos foi dado a conhecer as suas qualidades, bem como as suas qualificações.

Era aqui que queríamos chegar para podermos acrescentar que a Casa tudo tem feito -não sei se da melhor maneira-, para chegarmos aos jovens e aos mais maduros. Já os tivermos connosco e deles ouvirmos as suas dificuldades, onde lhes foi apontado o caminho a seguir, necessitam apenas, de vontade, iniciativa e de coragem. Porém, entendemos que cabe a eles chegarem-se à frente e assumirem as suas responsabilidades enquanto cidadãos.

Aos veteranos é-lhes pedido um abrir de portas a quem se dispuser a servir, a facultarem todos os conhecimentos de que dispõem e darem todo o apoio a quem vem por bem. Todos sabemos o que são os conflitos geracionais, se não soubermos que todos temos de facilitar e encorajar daqui a uma década ainda estaremos a falar das mesmas dificuldades.

Não esgotarmos a análise à intervenção do Dr Luís Martins, nem era esse o propósito desta abordagem, dado que ela será publicada na integra e ficará à disposição dos leitores.

 

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Segunda-feira, 18 de Março de 2013

5 anos de Penedos de Gois

 Foi numa  Terça-feira,  dia 18 de Março de 2008 que o  Blog Penedos de Gois  

começou a sua divulgação.
O administrador agradece a todos os seus visitantes e amigos, 

(os seus comentários, visitas e  alguns  textos,assim como fotos )

sem os quais não seria possivel a divulgação  dos Penedos de Gois
obrigado
o Penedo
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Domingo, 3 de Março de 2013

btl 2013 ---GOIS

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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2013

BTL 2013

27 fev   a 3 março

 

 dia 2 ás 16 horas. Gois

 

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Tarde Cultural da A.E.R.G. na Casa do Concelho de Góis

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Segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2013

Tarde Cultural da A.E.R.G. na Casa do Concelho de Góis

 
AERGois

O Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis em parceria com a Associação Educativa e Recreativa de Góis, informa que vai organizar a “Tarde Cultural da A.E.R.G.”, a decorrer a 23 de Fevereiro, pelas 14:30 horas, no Auditório da Casa do Concelho de Góis, na Rua de Santa Marta, 47, r/c, Dto, em Lisboa.

A Tarde Cultural a cargo da Associação Educativa e Recreativa de Góis (instituição fundada a 1/9/1939), tem como objetivo a divulgação dos vários grupos a atuar na cultura goiense, que tanto tem contribuído para o ensino da música, canto e dança junto da sociedade goiense, bem como o fomento do desporto, nomeadamente do Futebol, que atualmente tem como expoente máximo o Judo, levando mais longe o nome de Góis, em Portugal e na Europa.

Programa:

14,30 – Abertura (Dr. Luis Martins – Presidente do Conselho Regional da C.C.G.)
14,45 – Apresentação (Rui Sampaio – Presidente da A.E.R.G.)
15,00 – Atuação das secções:
- Secção de Judo (demonstração)
- Escola de Concertinas e Instrumentos de Cordas
- Coro Misto
- Filarmónica
18,00 – Fecho (José Dias Santos – Presidente da C.C.G.)

Convidamos todas as Comissões de Melhoramentos do Concelho de Góis, goienses, sócios da Casa e amigos a brindarem-nos com a vossa presença participativa para uma tarde bem-disposta.
Contamos convosco.

O Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis

Cumprimentos,
Luis Martins
Presidente do Conselho Regional da
Casa do Concelho de Gois
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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2013

Os Talentos e o Regionalismo!...

     
Reportando-me ao tema que li no blogue Penedos de Góis, artigo de autoria do Sr.Adriano Pacheco,texto que gostei de ler e no qual salientaria os parágrafos,segundo,terceiro e quarto.


Na realidade tem este novo e renovado Conselho Regional da Casa Concelhia de Góis,vindo a fazer e a trazer à Capital,iniciativas e eventos  de realçar e cujo êxito é meritório, durante o ano que ora findou.
Muita coisa do meu ponto de vista podia aqui apontar,para futuras iniciativas do CR,Conselho Regional, mas estou em crer que os "novos talentos"sabem de certo encontrar o devido entrosamento com o regionalismo que se quer de futuro e para o futuro.
Não tenho dúvida alguma que nós, o Zé Povinho,valoriza-mos os nossos jovens  talentos, mas a montra a ser feita, deveria se-la no próprio Concelho,em local apropriado,(biblioteca municipal,
Associação de Góis, ou outro local emblemático da capital do Ceira ),tendo como data o feriado do Concelho por exemplo.
Para melhor e maior dimensão,bastava que entre as Comissões e Ligas de Melhoramentos,ouve-se maior e melhor interligação entre elas e a edilidade, que  fossem reconhecidas com o estatuto de parceiros sociais e culturais e usufruíssem de um tratamento mais activo e responsável dos poderes instituídos e não como meros agentes passivos os quais recebem por vezes "algumas migalhas monetárias", sem que lhes sejam pedidas também, qualquer responsabilidade ou contra partida sobre o emprego das ditas.
Salvo algumas ocasiões o Órgão Regionalismo ou Regionalista,não lhe tem sido dado o devido valor,senão em circunstâncias análogas como no referido evento, aonde lhe é reconhecido e valorizado «como património cultural riquíssimo da nossa região».
O tempo do fontanário,do lavadouro,dos arruamentos...benfeitorías e conquistas realizadas há muito, com muito empenho e sacrifício dos ditos Veteranos e suas populações,quando o poder autárquico de então era de uma fachada, servindo muitas vezes para atestar o estado de pobreza dos seus fregueses.
Não passou assim tanto sobre o mesmo, porque todo esse património precisa de cuidados de conservação, manutenção e preservação periódicas,restituindo-lhes o valor intrínseco para a razão que foram criados, o abastecimento de águas,um bem precioso que em algumas aldeias do Concelho está furtado o seu uso e utilidade. Obras que foram custeadas pela acção popular e que hoje os serviços municipais e camarários lhes tem vedado a usufruição de pleno direito, daquilo que é do Povo e foi feito pelo Povo.Mas não deixa de ser verdade que alguns Veteranos agarrados ainda ao passado,têm ajudado ao definhar do Regionalismo. Buscam por vezes os jovens só para preencher os lugares dos corpos dirigentes das comissões, mas na prática e na realidade cortam-lhes o asseço à responsabilização dos cargos para que foram eleitos continuando teimosamente a ser omnipresentes.
Quanto ao tempo..."só tem tempo, quem não tem tempo" é uma verdade sim, pena é, que muitas vezes se tenha que dar o tempo por mal empregue e perdido,perante a percistência da dita uni-pessoalidade de alguns dirigentes, e não abrindo mão muitas vezes aos mais jovens.
Hoje na era da Internet, a falta de utilização dos meios de comunicação existentes não se coadunam,para uma maior celeridade dos problemas e maior comunicação entre as comunidades em moldes mais acessíveis e funcionais, como por exemplo em vídeo-conferência,mensagens que opinem situações,ou  um outro.Aqui também as populações em conjunto, ou a nível individual podiam ser mais participativas com as suas Comissões transmitindo as carências e os seus anseios, de forma construtiva.
"Talvez seja  a incapacidade de enxergar!"
Quanto ao regionalismo à distância,estarei em condições de afirmar, que ainda com moldes um pouco convencionias, isto na década de oitenta,uma secção na qual eu estive integrado, composta por jovens;participou,apresentou,realizou inúmeras actividades,levando até à aldeia os projectos aprovados em Lisboa,um conjunto de talentos sim,que deixaram obra feita!
O Regionalismo precisa sim de se modernizar,criando consensos e aberturas ás inovações sem que tenha que enaltecer e promover os talentos,podendo estes até criarem  crivos, sem os querer. O que é necessário é congregar vontades, ideias novas e quem goste de partilhar e participar livremente sem constrangimentos ou imposições de qualquer espécie,mas dentro das normas cívicas,apelando ao voluntariádo e participação activa das populações,incumbindo-as de pequenos trabalhos comunitários,aonde cada um se sinta que é útil e é bem vinda a sua participação,e boa vontade.
Talvez um caminho a seguir entre outros, seria as Comissões,Ligas e Uniões,criarem entre elas elos de convergência,como ex:agrupamentos por zonas ou freguesias,definindo os rumos  a seguir,determinado prioridades,com mais espírito colectivo e abrangente e menos bairrismo,
cujas decisões seriam então apresentadas ao CR  e este ser a entidade que avalizava as mesmas, estabelecendo prioridades, e não o compadrio ou qualquer espécie de favoritismo,levando-as ás entidades competentes.
Há um longo caminho a percorrer,o fosso existente é grande sim,se o Regionalismo quer sobreviver,tem que trilhar outros campos, tais como;no social,cultural,ambiental,paisagistico,
laboral,desportivo,criar melhores acessibilidades nas vias de transporte e no voluntariádo social aos mais carenciados.
Julgo que é preciso estimular a juventude dando-lhes a oportunidade de participar na construção de algo novo,mostrando cada um, as suas capacidades o seu valor e talento,no meio em que estão inseridos,pois assim se contrói uma nova sociedade.
Tentar encontrar culpados é fácil, difícil será ultrapassar  os erros cometidos nas últimas três décadas,no entanto, os Veteranos pela obra feita merecem um aplauso!

A desmotivação de algumas pessoas, é criada por erros que persistem,e sendo assim, mais nada  nos resta por vezes,que fechar um ciclo de permanência,no seio de Regionalismo.

Adriano R.Filipe

in

http://lugarvelhosobreiras.blogspot.pt/

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Terça-feira, 1 de Janeiro de 2013

OS TALENTOS E O REGIONALISMO


Adriano Pacheco

 

Grande encontro com os jovens goienses, promovido pelo Conselho Regional da Casa do Conselho de Góis (CR) evento que, desde algum tempo, estava nas cogitações deste órgão regional e que, por esta ou aquela dificuldade, não tinha sido encontrado “o fio à meada” para que fosse feito o seu caminho. Depois de vários contactos desenvolvidos por um membro do CR com dirigentes das Associações do concelho, foi encontrada a possibilidade, o ambiente e contexto adequados para que o evento tivesse o seu desfecho. Ainda que não tivesse sido atingido o objectivo congeminado, encontraram-se porém outras janelas igualmente importantes, que podem futuramente serem utilizadas para novos rasgos.

 

Desta feita houve oportunidade para dar a conhecer jovens talentosos e campeões nacionais nas áreas do atletismo e do motocross, Enduro, que a todos os goienses encheram de orgulho com as suas capacidades de entrega ao desporto e à música sem descurarem o ensino académico. Assim nos foi relatado pelo presidente da Associação Nuno Alves, atletas Diogo Ventura no Enduro e André Paiva no Atletismos de Surdolímpicos. Deste modo foi constatado que, por desconhecimento, não valorizamos devidamente os nossos jovens campeões, ou porque eles não se mostram, se calhar também não lhes é dada a montra indicada para serem conhecidos os seus feitos.

 

O principal objectivo do evento, era (e é) conhecer as razões pelas quais, levaram os jovens ao afastamento do regionalismo, desiderato que permanece no espírito do CR como grande preocupação, para conseguir alcançar o antídoto indicado para colmatar esta lacuna que aos veteranos passou despercebido ao longo destas décadas. Quem sabe se por sua própria incapacidade de enxergar, ou ver mais longe o caminho do futuro?

 

Não fora duas excelentes intervenções (Jorge Fontes do Colmeal, e de António José Gil da Cabreira) e tudo ficaria no MAIS DO MESMO, tal como no reino dos céus, entre Deus com os anjos, que é como quem diz sem uma pista que nos levasse a uma conclusão consistente! De facto nem tudo está bem no regionalismo, antes pelo contrário. É verdade que “só tem tempo quem não tem tempo”, mas há que inovar e criar condições para atrair jovens, e isso não se vê em todas as colectividades, salvam-se duas ou três!

 

Jorge Fontes, deixou-nos o relato da iniciativa dos jovens do Colmeal que se organizaram em Comissão na Capital, ligada à União Progressiva do Colmeal através do slogan “regionalismo à distância” que demonstra bem a imensa força de quem se quer colocar como alternativa ao modelo tradicional demasiado gasto, levando a outros patamares os seus efeitos. A outra intervenção, rica em conhecimentos e boas práticas, veio de António Gil da Cabreira que nos falou da sua experiência como militante do regionalismo no qual se foi adoptando a “táctica da tartaruga” seguida pelos jovens seus companheiros.

 

Na verdade, com as suas práticas, os veteranos do interregno geracional dos anos sessenta fim de século, em conjunto com as grandes mudanças comportamentais ocorridas na sociedade, foram gerando constrangimentos que deram este resultado com que hoje nos deparamos e tentamos corrigir.

 

Por último tivemos a apreciação da Dr.ª Lurdes Castanheira, edil da Câmara que, com desassombro, tocou em vários pontos importantes que raramente são abordados em público, dizendo que “ai do autarca que não valorize o regionalismo património cultural riquíssimo da nossa região”, pelo seu contributo e pela sua histórica afirmação. Hoje não deve ser preocupação prioritária da Câmara o arranjo do lavadouro ou do fontanário, mas sim criar condições para a fixação dos jovens e seu crescimento dentro do espaço concelhio. Esta apreciação vinda do seu olhar de lince, resulta dos muitos anos de traquejo e conhecimento da estrutura social do Concelho.

 

Ainda falaram depois o Dr. Miguel Ventura como presidente da ADIBER e a Dr.ª Fernanda Maria do Instituto de Formação e Emprego de Arganil, dizendo do seu contentamento por ter assistido a tal evento que envolveu jovens com valor.

 

 

publicado por penedo às 23:15

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Sábado, 1 de Dezembro de 2012

A Casa do Concelho de Góis acolhe a Juventude

 


 ccgois  azuleijo.JPG  

 

 

O Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis em parceria com a Associação de Juventude de Góis, Alvares e Colmeal, informa que vai organizar o Seminário

“A Juventude do Concelho de Góis” a decorrer a 8 de Dezembro, pelas 14:30 horas, no Auditório da Casa do Concelho de Góis, na Rua de Santa Marta, 47, r/c, Dto, em Lisboa.

O Seminário tem como objectivo estabelecer uma ligação entre a juventude e o regionalismo, e como estratégia dar a conhecer a existência de jovens de excelência em Góis, cujo trabalho, dedicação e qualidade resultaram em sucesso reconhecido em Góis, em Portugal e na Europa.

 

Programa:

 

14,30 – Abertura

14,45 – Painel A:

                           “O afastamento dos jovens do associativismo

 

* Luísa Baeta, Associação de Jovens da Freguesia de Alvares –

“Actividades Realizadas e Projetos para o Futuro”


* Fábio Brito. Associação de Juventude de Góis e AERG –

“O Associativismo em Góis”


* Jorge Fonte, Comissão de Juventude do Colmeal –

“Longe/perto das nossas raízes”


* Joaquim Mateus, Associação de Jovens da Freguesia de Alvares/Cortes –

“Ligação Regionalismo/Associativismo Juvenil/Actividade Profissional”


* Nuno Alves, Presidente da Associação de Juventude de Góis –

“A Juventude”


16,15 – Debate

 

16,45 – Painel B:

                              “Jovens com Valor

 

* Ricardo Ventura, Arquiteto Paisagista -

“A experiência de um Jovem a exercer a sua atividade profissional em Góis.


* Diogo Ventura, Campeão Nacional de Enduro -

“Um Campeão do Interior”


* André Paiva, Atleta de Alta Competição –

“A minha participação nos Surdolímpicos”


* Margarida Sampaio, Vencedora do concurso nacional de Jovens Tradutores –   “A minha viagem”


18,00 – Debate

18,30 – Fecho

 

Convidamos, desde já, todas as Comissões de Melhoramentos do Concelho de Góis, Goienses, sócios da Casa, amigos e todos os jovens a brindarem-nos com a vossa presença participativa, em particular no amplo debate final.

Contamos convosco.

 

                       O Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por penedo às 20:49

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Quarta-feira, 29 de Agosto de 2012

A FACIG E A FESTA DE ALVARES

 fotos adriano.jpg 

    Adriano Pacheco

 

Compromissos anteriormente assumidos, levaram-nos a uma breve passagem pela linda capital do Ceira, junto à margem deste rio, onde se encontrava instalada a FACIG, exposição que se vem desenvolvendo com stands vários, alguns dos quais representantes de empresas comerciais, instituições e colectividades regionalistas, que mostram bem a dinâmica sócio-económica que este certame vem ampliando numa zona bem necessitada. Pese embora o grande impacto desta feira, ela ainda não foi devidamente compreendida pelo tecido empresarial da região, ou a sua dimensão ainda não provocou o salto necessário.

 

A Casa do Concelho de Góis, com sede em Lisboa, pela segunda vez, fez-se representar dando ênfase ao tema: “profissões populares desenvolvidas por gentes goienses na cidade de Lisboa”, onde criaram o seu espaço, deram o seu contributo, marcando a história da sociedade lisboeta. Junto dos apetrechos inerentes às profissões encontravam-se também obras literárias de escritores desta região, nomeadamente “O Moço de Esquina”, recentemente publicado na Casa concelhia. Assim vai dando conta do seu propósito.

 

Como não podia deixar de ser, acompanharmos de perto, os festejos da Vila de Alvares, não só para matar saudades, mas também para sentir as mudanças comportamentais dum povo que se manifesta em momentos de euforia, ou se pelo contrário continua alimentando tradições ancestrais para dar brilho a algo que lhe é intrínseco. Cedo nos apercebemos de que o momento não era o mais indicado para avaliar essa eventual mudança, uma vez que vivemos um tempo de “vacas magras”, se é que elas alguma vez foram gordas para estas bandas. Contudo, já não existe, obrigatoriamente no menu, a celebre sopa de grão-de-bico ( vide livro “A Vila do Burel”) o que não deixa de ser uma alteração, para o bem e para o mal.

 

De louvar o empenhamento e a coragem dos Mordomos da Festa ao conseguirem mobilizar e dinamizar todos os recursos ao seu alcance, usando de alguma criatividade e imaginação para levarem a cabo a sua missão, coisa que não é fácil nos tempos que decorrem. Que o digam aqueles que já por lá passaram e que se esfolaram a contar os tostões para pagarem a todos (rigorosamente a todos) aqueles que prestaram um pequeno e leve serviço.

 

Estes eventos, como outros desenvolvidos em aldeias de magros recursos, são sempre um enorme desafio para quem abraça esta missão. Importa por isso seguir uma política de contenção de custos. Desconhecendo o resultado contabilístico do evento, deseja-se que ele seja favorável a quem tanto se esforçou, porque se assim não for, para além do seu enorme trabalho, ainda têm de pôr dinheiro do seu bolso (?)

 

Trabalhos à parte, temos de dizer que as festas nas aldeias têm o grande mérito de contribuírem para o reencontro dos conterrâneos no local onde nasceram e viveram os primeiros anos de vida, recordando com saudade os seus tempos de meninice com todas as traquinices que lhes eram próprias. Têm também a grande virtude de virem dar ânimo às aldeias que se encontram deprimidas, transmitindo-lhe novo folgo de vida, maior movimento que é o que necessitam. Importante é lembrar que este pormenor não pode passar despercebido às autoridades deste Concelho.

A lástima reside apenas na particularidade de que as pessoas se deslocam às suas aldeias apenas em dias festivos, o que é muito pouco e… uma enorme pena!..

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Sexta-feira, 27 de Julho de 2012

Casa do Concelho de Góis na FACIG

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Casa do Concelho de Góis na FACIG

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Segunda-feira, 23 de Julho de 2012

1.º Grande Prémio - Élites-Sub 23, em Góis

rally

 

rally

 

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cmgois

                                                                                                                                               

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Sexta-feira, 20 de Julho de 2012

Faleceu JOÃO BATISTA--Esporão

 

Porque tem que ser assim?
Interrogamo-nos infinitamente e não encontramos respostas.

 

 

 

 

Questionamos a vida,e o porquê de tamanhos acontecimentos, que abruptamente ceifão vidas.
Bate a desgraça à porta de uma familia num àpice,leva o Esposo, o Pai, ficando o amor de toda uma vida,
repleta de sonhos e esperanças desfeitas.
A fatalidade, a dor, o desolamento são totais.
Bate o coração acelaradamente com a noticia,sente-se algo, como de um valente murro no estomago se leva-se,sufoca-se o peito,um nó na garganta aperta-se emudecendo-nos a vós.
A "negra" aquela que é tão certa,mas que traiçoeiramete nos leva alguém que nos é tão querido no seio  familiar,ou na roda de amigos, porquê...porquê?... Porque tem que ser assim?
Diz-se, é a vida!...Mas que desditosa vida, direi eu.
É hora de confortar os corações,de enchugar as lágrimas, de uma saudade que irá doer,já mais se esquece quem desta vida partiu.
O João partiu,esta é uma triste realidade,que continua a fazer pensar e a interrogar!
Homem de trato afável,sempre sorridente, pronto a dar uma mãozinha aonde era preciso,nas festas sempre presente,tocador de concertina,que pela manhã, muitas vezes da varanda de sua casa, ensaiava uns toques no teclado da mesma,predispondo a quem o ouvia, para um amanhecer mais alegre, na  aldeia que vai ficando cada vez mais triste e despovoada.
São os designios infindáveis do ser humano,que para este são e serão desconhecidos, pois só Deus os conhecerá!

PAZ À SUA ALMA
Texto e fotos de:A.R.Filipe

publicado por penedo às 01:18

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Quarta-feira, 11 de Julho de 2012

GóisOrosoArte 2012

rally

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