Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2012

Carnaval por Gois


 


 

 


 

 

entrudo

 

 

 

 

 

 

publicado por penedo às 12:42

link do post | comentar | favorito
Domingo, 8 de Janeiro de 2012

á volta dos Penedos

 

 

foto de

Acacio Moreira.

in facebook

publicado por penedo às 23:55

link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 17 de Maio de 2011

Memórias

 

 

in

facebook

AL CLARO

publicado por penedo às 21:48

link do post | comentar | favorito
Domingo, 19 de Dezembro de 2010

Janeiras á volta dos Penedos



publicado por penedo às 23:53

link do post | comentar | favorito
Domingo, 11 de Abril de 2010

Caminho do Xisto

#01 serie

Aproveite o AXtrail®series para percorrer os Caminhos do Xisto com o apoio de guias conhecedores da área e que lhe mostrarão o património e as riquezas naturais, tornando a sua caminhada numa experiência mais enriquecedora.

 

Caminho do Xisto GoisCaminho do Xisto de Góis

9 Km | 639 m de desnível | fácil

Inserido na Sítio da Rede Natura da Serra da Lousã, este Caminho do Xisto percorre uma vereda tradicional que une as quatro aldeias de Góis que fazem parte da Rede Aldeias do Xisto: Aigra Nova, Aigra Velha, Comareira e Pena. Ao longo do percurso é possível avistar aves de rapina, manadas de veados, visitar os bosques ribeirinhos da ribeira da Pena e os soutos centenários.

Ao longo do passeio é possível observar fornos, moinhos, uma eira, palheiros, currais, pocilgas, adegas...

 

Mais info no site das Aldeias do Xisto

 

publicado por penedo às 11:18

link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 26 de Março de 2010

Caminho do Xisto das Aldeias de Góis

publicado por penedo às 00:16

link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009

Axtrail Gois 2009

 

 

 

 

 

Povorais

 

 

 

 

Pena

 

 Aigra Velha

 

 

 

fotos picasaweb.google.com/

marqueoscar/GoisAxTrail

publicado por penedo às 19:15

link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 11 de Maio de 2009

Ascenção aos Penedos de Góis

                  1  Maio

 

Neste feriado, aproveitámos as boas condições metereológicas para a prática de actividades de ar livre para uma nova evasão: a ascenção aos Penedos de Góis.
 Os Penedos de Góis são um penedo que formou desníveis únicos com quedas de água e são formados por impressionantes fragas que tornam este local quase inacessível e refúgios de animais em plena Serra da Lousã, um local deslumbrante.
Iniciámos este percurso na aldeia de xisto de Aigra Velha e descemos em direcção à Ribeira da Pena onde seguimos a a levada ribeira a baixo. À chegada da aldeia da Pena já avistávamos os imponente Penedos de Góis.
Saímos da aldeia por trilho em ascenção pela encosta de formações rochosas e já adivinhávamos o que o percurso daí em diante nos reservava, inóspitas encostas de declives acentuados não aconselhados a quem sofrer de vertigens.
Na área mais elevada dos Penedos não há trilhos, pelo que o percurso foi feito de pedra em pedra, com algumas passagens bastante complicadas  e muito técnicas onde a destreza e resistência física foi elevada.
 
Chegados ao topo (1038m) a paisagem valia o esforço dispendido, daí podiamos ver a Serra da Estrela com neve, e uma ampla paisagem sobre a Serra da Lousã.
Seguimos ainda os trilhos quase inacessíveis dos veados mas não tivemos a sorte de os podermos ver e assim seguimos o percurso de regresso ao ponto inicial deste percurso a aldeia de Aigra Velha.
 
No regresso, e já a anoitecer ainda avistámos um javali e uma raposa.
Este exigente percurso de 19 km teve a duração de 10h.

 


 

publicado por
aventura100limites

 

publicado por penedo às 12:47

link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

Apresentação do Projecto "Tradições do Xisto"

 

 
No Dia Internacional dos Museus, 18 de Maio de 2009, a Câmara Municipal de Góis em parceria com a Lousitânea apresentam um projecto único e inovador para as 4 Aldeias do Xisto de Góis (Comareira, Aigra Nova, Aigra Velha e Pena).

Este Projecto denominado "Tradições do Xisto" tem 2 grandes objectivos:
- Contribuir para a fixação dos habitantes locais, valorizando as infra-estruturas rurais e etnográficas, aumentando a sua auto-estima, melhorando as condições de vida e criando postos de trabalho nestas aldeias através da valorização turística dos espaços a intervir;
- Atrair nova população ou regresso de população que resida noutros pontos do pais e do estrangeiro, conseguindo assim estancar o processo de desertificação humana e cultural que sofrem estas 4 aldeias.

Paralelamente, este projecto será uma experiência piloto em toda a rede de Aldeias do Xisto. Poderá mesmo vir a ser o modelo de desenvolvimento que poderá ser implementado em todas as aldeias da rede.

O projecto "Tradições do Xisto" implica a criação de um Núcleo Vivo das Aldeias do Xisto de Góis, Ecomuseu das Aldeias do Xisto e da Serra da Lousã. Existirá um Museu das Tradições do Xisto (núcleo-sede) e 20 núcleos interpretativos:

- Aigra Nova: 1 - Casa tradicional serrana; 2 - pocilga, palheiro, capril e galinheiro; 3 - forno e alambique comunitários; 4- eira e palheiro comunitários; 5 - núcleo do mel; 6 -ervas tradicionais autóctones; 7 - lavadouro e fonte pública
- Aigra Velha: 8 – forno e alambique comunitários; 9 – capril e palheiro tradicional;
- Comareira: 10 - adega e lagar de vinho; 11 – alminha
- Pena: 12 – moinho de cima e de baixo do Poço da Lontra; 13 – forno e alambique comunitários; 14 - alminha; 15 – núcleo museológico da família neves; 16 – aglomerado de construções antigas (etno-arqueologia); 17 - núcleo dos fósseis marinhos

Em todas as aldeias existirão os núcleos das Hortas Tradicionais (18) e dos Soutos Centenários (19).
Na aldeia de Aigra Nova existirá uma reserva de burros para passeios turísticos (20).
Na aldeia de Aigra Velha existirá um parque de campismo rural (21).

Os turistas poderão visitar estes núcleos autonomamente, de forma guiada com monitores da Lousitânea ou com os próprios habitantes locais e através de programas activos como a alambicada, o atelier da broa e do queijo de cabra, o magusto e outros programas em que os visitantes podem participar nas actividades diárias da comunidade.
 


Programa:

10h00 - Animação na Aldeia –
4 animações de recepção
- Concentração de cabras das aldeias.
- Oficina da broa
- Mesa de estacaria
- Bancada de degustação do mel das aldeias com os utensílios e com explicação dos habitantes locais

Estas actividades permitem um contacto com a cultura e etnografia local

11h00 - Cerimónia oficial de apresentação pública - Loja da Aldeia
Com a presença do Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Góis - Sr. José Girão Vitorino, Exmo. Sr. Presidente da Lousitânea, Dr. Paulo Silva, Exmo. Sr. André Claro.
Convidados:
Exmo. Sr. Dr. Alfredo Marques, Presidente da CCDR-C, Exmo. SR. Presidente da Entidade Turismo do Centro, Dr. Pedro Machado, Exmo. Sr. Presidente da ADXTUR, Dr. Paulo Fernandes.

11h30 - Visionamento do documentário “Núcleo Vivo das Aldeias do Xisto”.

12h – Brinde de Licor de Mel e Licor de Castanha.


Lousitânea - Liga de Amigos da Serra da Lousã
Rua dos Bois - Aigra Nova
3330-222 GÓIS
Tel/fax: 235778644
lousitanea@sapo.pt
www.lousitanea.no.sapo.pt
 
 
Comentário transcrito do blogois
 

Fico feliz por constatar que se está a percorrer o caminho no sentido correcto: não há a tentação da massificação e tenta-se apostar em tudo o que é genuíno. Não se aposta em transporte motorizado (tipo moto 4 e afins), mas sim em tracção animal, e o parque de campismo será de características rurais (pena é a presença da bateria de aerogeradores na Lomba do Mouro).

-No entanto, é necessário alargar a área destas acções pois só assim haverá massa crítica para tornar estas actividades sustentáveis.
-É necessário que as aldeias do Vale Torto, Cerdeira de Góis e Póvoa, Ribeira Cimeira e Fundeira, Povorais e Esporão, façam parte desta rede, ou seja, toda a área envolvente dos Penedos de Góis. É necessário apostar na requalificação destas aldeias: já há bons exemplos.
-Nalgumas destas aldeias já há mais casas de Xisto do que em algumas das quatro Aldeias assim consideradas.
-Em Cerdeira de Góis estão-se a recuperar casas na sua forma trdicional.
-Os Povorais e o Vale Torto têm um enquadramento paisagístico fabuloso.
-Há iniciativas de promoção de actividades locais, como por exemplo a realização anual duma feira de artesanato em Ribeira Cimeira e Fundeira.
-Há núcleos de casas recuperadas, como por exemplo no Esporão.
-Etc...

VIVA O POVO LIVRE!

07 Maio, 2009 20:29

 
publicado por penedo às 09:24

link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 5 de Maio de 2009

Receitas

                                Papas de nabo

 


- farinha de milho
- nabos
- azeita
- sal
- vinagre

Numa panela com água a ferver deite a rama dos nabos migada miudamente e sal. Deixe cozer muito bem as folhas dos nabos e depois junte-lhe a farinha de milho, o vinagre e mexa até as papas ficarem coalhadas. Servem-se quentes. Na prática alimentar em décadas recuadas, as papas que sobravam eram comidas no dia seguinte, depois de aquecidas numa frigideira, sendo acompanhadas por sardinhas ou azeitonas e vinho.
 

Receita obtida junto do Sr. Alfredo Simões,
Comareira, Góis

                                           Sopa

 


- feijão
- batata
- carne (toucinho)

Coloque numa panela com água suficiente para a sopa, o feijão que esteve a demolhar no dia anterior. Deixe ferver um bocado, junte a batata e o toucinho e sirva. Acompanha com broa e vinho - vinho morangueiro ou americano, em tempos ido.

 

Receita obtida junto do Sr. André Neves Claro,
Aigra Velha, Góis

 

 

 

in Sabores da Aldeia

 

publicado por penedo às 09:15

link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 2 de Março de 2009

Viagem no concelho de Góis - 1

 

 
DIÁRIO DE VIAGEM DO JORNALISTA NUNO FERREIRA (EX-EXPRESSO, EX-PÚBLICO)
QUE EM FINAL DE FEVEREIRO DE 2008 INICIOU EM SAGRES A TRAVESSIA
A PÉ DE PORTUGAL.

CORTA FOGO EM DIRECÇÃO AO CONCELHO DE GÓIS

 

POVORAIS (GÓIS) VISTA DO CORTA FOGO



A CAMINHO DE POVORAIS



CAMINHO ENTRE TREVIM E POVORAIS



NO TOPO DA SERRA, DO LADO DO CONCELHO DE GÓIS



CASA DE POVORAIS (GÓIS)



"PENA? É POR ALI!" (EM POVORAIS, GÓIS)



POVORAIS (GÓIS)



PENA (GÓIS) VISTA DO CAMINHO DAS FRAGAS



PENA



PENA- AIGRA VELHA (GÓIS)




A CAMINHO DE AIGRA NOVA (GÓIS)



AIGRA NOVA LÁ EM BAIXO



COMAREIRA




FÁBRICA DE PAPEL ABANDONADA EM PONTE DO SÓTÃO (GÓIS)




PONTE DO SÓTÃO (GÓIS) VISTA DA ESTRADA PARA VILA NOVA DO CEIRA



VILA NOVA DO CEIRA, 16 DE OUTUBRO DE 2008



VILA NOVA DO CEIRA-GÓIS A 16 DE OUTUBRO DE 2008




NA SERRA DA LOUSÃ

O homem velho tinha um boné vermelho na cabeça. Cortava rente pinheirinhos inofensivos junto a uma Ford encarnada gasta e sumida, a parte traseira semeada de resina e pedaços desfeitos de toros de madeira. A placa de matrícula era daquelas antigas, de fundo preto e letras e números brancos. Avistei-o do corta-fogo, a uma distância suficiente para não que me avistasse a mim. Quando desci a serra, já a luz ía a meio, cortada em diagonal pelas copas dos pinheiros plantados em filas muito certas e correctas. Passara por uma placa onde lera “maternidade das árvores” e calculara que aquela fosse uma parcela semeada de filhotes, fruto do labor de quem ainda ama a montanha.
O homem velho já estacara e se plantara em frente à dianteira do camião, uma expressão de desconfiança e interrogação no rosto. Não sorriu mas também não foi deliberadamente hostil. “Você anda perdido?” Eu vira-me no topo da Serra da Lousã entre as antenas de comunicações e a pista vazia e solitária do Trevim por volta das quatro da tarde e aventurara-me a descer o corta-fogo que rasgava a encosta como um tobogan enlameado. “Daqui para baixo você não vai a lado nenhum, é só matagal, silvas e pedras”.

 

Eu queria alcançar as bandas de Góis. Partira de Castanheira de Pêra nessa manhã. Em Outubro, a piscina das Rocas, onde em Agosto milhares de pessoas brincam nas ondas artificiais, está posta em sossego. Não é mais uma piscina, é antes um lago parado e tranquilo, umas palmeiras azuis holywodianas a contradizer todo o restante cenário serrano. Abalei dali sem grande vontade de ficar. “Então, não se faz nada?”, perguntou um de dois varredores numa travessa.
O caminho em Outubro faz-se de folhas amareladas e avermelhadas das vinhas e forra-se das cascas espinhosas das castanhas. Cheira a mosto sempre que me aproximo de uma casa. De vez enquanto alguém assoma a uma janela ou cruza uma esquina. É quase meio dia quanto alcanço o Coentral, o último posto humano antes da liberdade suprema da serra.
Os homens, todos em idade de reforma, rodam os copos no café da aldeia, insultam-se alegremente- “ainda era gajo para te ir ao rabo”-e conversam sobre a castanha. “Eu vendo castanha”, diz um, o mais falador e o que entorna mais líquido pelas goelas. “ Vendo castanha. Não é essa merda que aparece lá na feira de Castanheira”. Um aldeão expectante solta umas fumaças junto à porta. Escuta a conversa e goza o sol primaveril de um Outono reluctante. Não chove, não faz frio, é a primavera na serra em Outubro. Um fio curto de água a lamber as rochas é tudo o que resta da cascata do Coentral. “A ribeira está quase seca”, lamenta uma mulher.
O outro a dar-lhe com a mesma lengalenga. “A minha castanha é castanha. E não a vendo a dois euros como alguns. Um euro e meio e há um aí que não leva nenhuma este ano”. Faz-se silêncio, um vazio calculado para que o outro homem possa perguntar “quem?”. “O António. Encomendou-me dez quilos ano passado e ainda cá faltam os 15 euros. Este ano vá pedir a outro”.
Dali para cima são mais uns cinco ou seis quilómetros até à Capela de Santo António da Neve e aos neveiros. Reza a História que terá sido o neveiro da casa real que a mandou construir no século XVIII, de seu nome Júlio Pereira de Castro, para que as pessoas que trabalhavam então nos neveiros pudessem assistir à missa. Ali não há ninguém, nada a não ser um silêncio perturbante. Calco pequenos troncos entre ervas macias e verdes, respiro o ar puro e absoluto da Lousã e espreito os neveiros vazios. São redondos, em pedra, grandes o suficiente para armazenar ali durante o inverno a neve que abastecia no Verão a corte e a “Casa das Neves”, o Café Martinho da Arcada, em Lisboa.
Um pouco mais acima fica a pista de aviação do Trevim. Alguém, amante da natureza, escreveu em defesa dos veados livres na pequena casa assombrada que dá assistência aos aviões na época dos fogos. Agora, pode-se pular, dançar, cantar, inalar com todo o tempo do mundo os ares que cruzam a fronteira invisível do concelho de Castanheira de Pêra e o de Góis.
O homem velho do boné vermelho vira-me a descer furiosamente o corta-fogo que rasga a encosta desde o cabeço e na aproximação ao camião, estacou. Sabia que dali o incauto caminhante não passava mais. “Para as bandas de Góis? Você vai ter que andar muito. Está a ver aquela aldeia ali do outro lado, chama-se Povorais. Siga por esse caminho aí à direita, sim, esse aí e vá sempre em frente mas vai ter que andar muito”.
Caminhei até me doerem as barrigas dos músculos das pernas. Um solitário alcoolizado dormitava junto a umas placas tortas a indicarem Povorais para um lado e Góis para o outro. “Bocê num sabe, bocê num sabe…Góis é loonge”. A boca parecia um saco de batatas. Segui o conselho do homem velho. Desisti da estrada de asfalto e segui de novo pela terra batida. Povorais é um pequeno amontoado de casas perdido no verde da encosta.
“Você agora vai sempre em frente até à Pena, sempre em frente”, gritou uma mulher. “Vai sempre em frente”. Cocei a cabeça à medida que o tapete verdejante se foi estreitando. A princípio, perdi-me junto a um galinheiro e umas hortas. Mais tarde, a trilha dividiu-se em três. Sempre em frente? Calculei a aldeia da Pena do lado direito. Dei por mim atolado num carreiro enlameado, entre fragas. Até que ela apareceu, a Pena, o casario muito lá em baixo numa correnteza encosta acima, os telhados muito vermelhos, vozes de crianças a ecoarem no vale.

 

Seriam umas sete da tarde quando cruzei a ribeira da Pena, os penedos já cobertos pela sombra. “Café? Só no Esporão, mas ande depressa, ainda vai ter que andar bem até ao Esporão”. Cheguei ao restaurante regional do Esporão a tempo de devorar um jantar de lombo e vinho e em conversa com um pedreiro de Arganil, atendido por uma moça de óculos graduados a sorrir muito por detrás do balcão. “Qualquer coisa é só pedir. Castanheira de Pêra a pé? Isso são muitos quilómetros.

 

 (continua)

in

http://portugalape.blogspot.com

 

publicado por penedo às 09:23

link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2009

Aigra Nova - Inaugurada Rota de Xisto



Na passada terça-feira, dia 24, Aigra Nova foi o ponto de encontro para a inauguração da Rota das Tradições do Xisto, um percurso de nove quilómetros.

DSC04054.JPG

 

Começa a ser uma tradição rumar a Aigra Nova no feriado de Carnaval. Na passada terça-feira, dia 24, Aigra Nova foi o ponto de encontro para a inauguração da Rota das Tradições do Xisto, um percurso de nove quilómetros e que abrange as localidades de Aigra Nova, Aigra Velha, Comareira e Ribeira da Pena, onde vivem, no global cerca de 30 pessoas. O percurso tem início precisamente na aldeia anfitriã, onde os visitantes podem aprender a confeccionar broa à moda antiga, simples ou de carne, e conhecer a maternidade de árvores, um pequeno viveiro de espécies endógenas da Serra da Lousã, com carvalhos, sobreiros, castanheiros, azevinho e cerejeiras, cujo objectivo reside na sua replantação na Serra. Em Aigra Velha pode ser visitado um capril tradicional e ao pastoreio do único rebanho da aldeia, o qual é libertado de manhã voltam ao final do dia. Em Ribeira da Pena pode-se visualizar a moagem de farinha no moinho da aldeia, terminando-se finalmente o percurso na Comareira.


 


 

   

 

Por: Jornal de arganil - Diana Duarte


 

publicado por penedo às 12:03

link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009

Aldeias de Xisto de Góis

 

 
Percorra a estrada panorâmica para o Alto do Trevim e venha conhecer as aldeias de Aigra Velha, Aigra Nova, Pena

Estas quatro aldeias de xisto pertencem ao concelho de Góis e inserem-se numa paisagem tão serena, como é contagiante a simpatia das suas gentes. Comece por visitar Aigra Velha. Como som ambiente ouve apenas os chocalhos dos rebanhos que pastam nos campos em redor. As ruas, que antigamente eram percorridas por caravanas de comerciantes que ao atravessar a serra, aqui vinham pernoitar, são agora pacatas, e como ruído de fundo escuta-se apenas o chilrear das aves.

Em Aigra Nova, a paisagem é marcada pelo cume do Trevim, o ponto mais alto da Serra da Lousã, que se ergue imponente a 1.204 metros de altura. Este é um dos melhores miradouros sobre o vale, onde veados e javalis vivem tranquilamente, protegidos do mundo. Não deixe de visitar o Centro de Convívio, onde está instalado o Museu das Aldeias e fique a saber mais sobre estas terras e estas gentes.

Aproveite e conheça também a Maternidade das Árvores e a loja de produtos regionais.

Pena é o nome da aldeia que se segue e de uma ribeira de águas cristalinas que, nos dias quentes de verão, convida a muitos mergulhos. A povoação tem como cenário de fundo os Penedos de Góis, procurados pelos mais aventureiros para a prática da escalada.

Por fim visite a Comareira. Os seus habitantes costumam dizer que esta terra soalheira é o ponto estratégico para quem visita as Aldeias do Xisto, pois pode usufruir da natureza no Parque Florestal da Oitava, relaxar nas praias fluviais ou seguir os percursos pedestres, organizados pela Liga de Amigos da aldeia.

Deixamos-lhe esta sugestão, mas comece por onde quiser. Não deixe de conhecer este território preservado, onde a paisagem é sempre a perder de vista.
 
in
publicado por penedo às 19:26

link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009

Inauguração do Caminho do Xisto das Aldeias de Góis

Inauguração do Caminho do Xisto das Aldeias de Góis

A Rota das Tradições do Xisto é inaugurado em dia de Entrudo, dia 24 de Fevereiro.
O Percurso abrange as aldeias de Aigra Nova, Aigra Velha, Pena e Comareira (Góis).

Esta inauguração é uma actividade ‘Carbono Zero’, amiga do ambiente,pois os participantes irão plantar árvores autóctones (características da região) contribuindo assim para esse objectivo.

Este Caminho do Xisto percorre uma vereda tradicional que unia as quatro aldeias que fazem parte da Rede Aldeias do Xisto de Góis: Aigra Nova, Aigra Velha, Comareira e Pena.
Ao longo da Rede Natura da Serra da Lousã, um percurso com 9km, enquadrado por um espaço único e magnífico, no qual os participantes têm oportunidade de viver as tradições e as emoções mais genuínas e tradicionais destas quatro magníficas aldeias.

Observam-se diversas estruturas tradicionais e/ou comunitárias que se tornam uma mais valia pelo facto de ainda funcionarem. Um produto turístico de muita simplicidade, mas de grande excelência.

A participação é gratuita, podendo todos os interessados inscrever-se através do seguinte contacto:
lousitanea@sapo.pt
ou para os seguintes números telefónicos: 235 778 644 / 966 423 677 / 969 847 852

 

 

in

www.aldeiasdoxisto.pt

 


 

 

publicado por penedo às 21:36

link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009

AXTrail Penedos de Gois

 

 

 

 

20 Junho - AXTrail Penedos de Gois
Com passagem pelas Aldeias de Xisto

de Aigra Nova, Aigra Velha, Pena e Comareira.

 

 O estradão (á direita), a trilho que passa pelos soutos de Povorais(centro)

e a aldeia de Povorais ,lá no alto dos Penedos de Goís.

 

 

 

 

 

                                                               Pena

Não podendo recorrer da via natural que é o rio havia que arranjar alternativa e decidimos avançar para Nordeste contornando os Penedos de Gois seguindo para a aldeia de Povorais...

 

 

                                                  Lá em baixo Povorais.

 

Quando chegamos á Portela não descemos logo para a aldeia de Povorais

(tinha sido neste local que foi uma das transições da prova de aventura Aldeia de Xisto)

e subimos aos Penedos de Gois para perspectivarmos trilhos/opções

para a prova AXTrail Penedos de Gois.



                                               O Sol a pôr-se e aldeia de Povorais.
 

 by

José Moutinho
Grão-Mestre Confraria Trotamontes

 in

www.omundodacorrida.com

 


 

 

 

 

publicado por penedo às 22:06

link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009

CAMINHADA Entrudo

24 Fevereiro (3ª feira - Entrudo)

CAMINHADA: “Rota das Tradições do Xisto e celebração do Entrudo Tradicional”

Percorrendo as Aldeias do Xisto da Serra da Lousã no concelho de Góis, Aigra Nova, Aigra Velha e Pena, com a companhia dos imponentes Penedos de Góis. O percurso passa por um conjunto de aldeias vivas do concelho de Góis onde os participantes podem desfrutar de características e tradições únicas do território do xisto: alambique, eira, forno e moinho comunitários, hortas e culturas serranas, visita à uma exploração de cabras, soutos, cozinhas e caniços tradicionais, gateiras, pocilga do porco, produtor artesanal de mel da Serra da Lousã. Momento único será a visita à aldeia de Aigra Velha que ainda dispõe de um sistema defensivo apenas visto nas aldeias e vilas medievais mais antigas do nosso país e a visita aos fósseis marinhos existentes no Penedo de Góis

 

.Para inscrições e informações:
Bairro de S. Paulo, 13, 3330-304 GÓIS

 tel / fax 235 778 938 telem 966 217

 

publicado por penedo às 18:56

link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008

À volta dos Penedos ---Aigra Velha II

publicado por penedo às 15:26

link do post | comentar | favorito

À volta dos Penedos ---Aigra Velha I

publicado por penedo às 15:17

link do post | comentar | favorito

CAMINHADA: “Rota das Tradições do Xisto - Penedos de Góis - Serra da Lousã”

10 de Janeiro


Percorrendo as Aldeias do Xisto da Serra da Lousã no concelho de Góis Aigra Nova, Aigra Velha, Comareira e Pena, com a companhia dos imponentes Penedos de Góis. O percurso passa por um conjunto de aldeias vivas do concelho de Góis onde os participantes podem desfrutar de características e tradições únicas do território do xisto: alambique, eira, forno e moinho comunitários, hortas e culturas serranas, visita à uma exploração de cabras, soutos, cozinhas e caniços tradicionais, gateiras, pocilga do porco, produtor artesanal de mel da Serra da Lousã. Momento único será a visita à aldeia de Aigra Velha que ainda dispõe de um sistema defensivo apenas visto nas aldeias e vilas medievais mais antigas do nosso país e a visita aos fósseis marinhos existentes no Penedo de Góis. Com alguma probabilidade será possível avistar uma rapina ou uma manada de veados neste percurso.

 
Para inscrições e informações:
Bairro de S. Paulo, 13, 3330-304 GÓIS
tel / fax 235 778 938
telem 966 217 787
mail geral@transserrano.com
 
publicado por penedo às 15:13

link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008

AIGRA VELHA ....neve

                               

                                                                    foto do  "Penedos"

publicado por penedo às 19:53

link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008

À Volta dos Penedos---1º Geo-Raid Aldeias do Xisto

Uma prova. Um desafio. Uma aventura.

O pretexto para este GEO RAID são as bonitas Aldeias do Xisto espalhadas pelas encostas da Serra da Lousã.

A partida e chegada será na Vila da Lousã.
No sábado, dia 25, as equipas partirão à descoberta do maciço sul da Serra, percorrendo cerca de 100km, nos quais os participantes são levados a conhecer algumas das mais emblemáticas Aldeias do Xisto, como Gondramaz, Ferrariade S. João ou Casal de S. Simão. O percurso "tocará" a Barragem do Capril antes de voltar, passando por terras de Castanheira de Pêra.

No Domingo os aparelhos GPS conduzem os participantes em sentido contrário ao do dia anterior, para a zona norte da Serra, passando pelas Aldeias de Aigra Velha e Pena, percorrendo terras de Góis.

Geo Raid Mapa Lousã (PDF)

Altimetrias Geo Raid (PDF)



Organização
Geo Raid
967 422 831
info@geo-raid.com
 

publicado por penedo às 11:28

link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 20 de Outubro de 2008

Aldeias de Xisto: um património único que serpenteia toda a região Centro


 

As Aldeias de Xisto afirmam-se cada vez mais como um dos destinos de eleição de portugueses e estrangeiros. Distribuídas por 13 municípios do Pinhal Interior, as 24 aldeias assumem-se como um “produto turístico de eleição e exclusivo da região Centro”, que tem conquistado, ano após ano, cada vez mais visitantes, atraindo anualmente por mais de 450 mil visitantes. À beleza natural e à simpatia das suas gentes alia-se um vasto e diversificado programa de animação permanente que aposta, sobretudo, na reconstituição das tradições que ao longo dos anos marcaram estas aldeias.

São 24 as Aldeias de Xisto que se encontram dispersas um pouco por toda a região Centro, num total de 13 municípios. Com um património tão rico como diversificado e com uma beleza natural que oferece infinitas possibilidades de lazer, estas aldeias afirmam-se, cada vez mais, como uma “excelente alternativa” aos produtos turísticos ditos tradicionais.
Nos últimos anos, em parte devido à recuperação das aldeias e à forte aposta na sua divulgação, as Aldeias de Xisto foram visitadas por mais de 450 mil visitantes, um número que deixa todas as entidades ligadas a este projecto bastante satisfeitas.
“As Aldeias de Xisto são um produto de excepção para a região e para o país. Sendo um produto exclusivo da zona Centro, tem conquistado cada vez mais visitantes, tanto no domínio nacional como nos mercados externos, em particular no alemão, holandês e inglês”, explica Pedro Machado. O presidente da Região de Turismo do Centro realça também que este é um produto turístico que se conjuga na perfeição com outros produtos, como o turismo de natureza, gastronómico e em espaço rural.
“Do nosso ponto de vista as Aldeias de Xisto oferecem um conjunto polivalente, ao terem a capacidade de fazer uma integração perfeita naquilo que é o coração da nossa natureza mas também chamando à atenção para outros produtos com os quais convive na verdadeira ascensão da palavra”, realça.
São 24 aldeias distribuías por um território de enorme beleza e que oferece experiências únicas em vários sectores, como gastronomia, artesanato, alojamento e animação cultural. Aqui, das coisas da terra fazem-se novos produtos; de um rio faz-se pista de canoagem; de uma floresta faz-se trilho para caminhadas; uma tradição antiga transforma-se num evento cultural único…
Nestas 24 aldeias encontra-se de tudo o que de mais belo a natureza ainda oferece. Há praias fluviais de água pura, monumentos, castelos, museus… e sempre muitas actividades e muita conversa para partilhar, sobretudo com os habitantes, pessoas com quem dá gosto partilhar tradições, artes e histórias.
É este conjunto que faz destas aldeias um destino único. Pedro Machado sublinha que uma prova desta importância foi a distinção, em Março deste ano, com o reconhecido Prémio Palma de Prata Descoberta 2008 pela revista alemã Geo Saison, de tiragem mundial.
As Aldeias do Xisto receberam a distinção de Melhor Viagem de Descoberta pela conceituada revista de viagens, uma distinção que a Rede das Aldeias do Xisto considerou da “maior importância, uma vez que sublinha e reforça a aposta estratégica que a ADXTUR- Agência para o Desenvolvimento Turístico das Aldeias do Xisto, juntamente com a Marca Centro de Portugal vem desenvolvendo no Mercado Alemão”.
Esta distinção deixa também animada a própria população, pessoas que, como realça Pedro Machado, acompanham com “muito carinho e atenção a reabilitação das suas aldeias”. O presidente da RTC lembra ainda que as aldeias não conquistam apenas turistas. “Muitos dos filhos da terra que tinham procurado o seu mercado de emprego noutros destinos do país regressam agora para recuperar a sua própria casa, enquanto outras pessoas se deixam seduzir pela beleza destas aldeias e adquirem o seu alojamento, provando de facto a excepcional qualidade de vida que elas podem proporcionar”, explica.

24 aldeias mostram o que de melhor há no Centro do país

Cada uma destas 24 aldeias tem muito para oferecer. Muito poderia ser escrito sobre cada uma delas e muito continuaria a ficar por dizer. Assim sendo, aqui fica apenas um pouco de cada uma, um convite para que parta à descoberta do que não é possível descrever.
Benfeita, concelho de Arganil. Percorra as ruas e sinta a frescura no encontro de duas ribeiras. No recuperado moinho do Figueiral e alambique ainda é possível ver como antigamente se aproveitava a força da água. Do outro lado da rua encontra-se a Igreja Paroquial e um pouco mais ao lado o atelier da Feltrosofia, onde se fazem artesanalmente peças de feltro com um design inovador. Aqui encontra já uma das tradicionais lojas das Aldeias do Xisto e o Centro Documental, na recuperada Casa Simões Dias. Ao passear pela aldeia, desfrute do conjunto de casario branco, com as suas ruelas e passadiços característicos.
Martim Branco, Castelo Branco. Enquanto a ribeira de Almaceda faz cantar as águas e os rouxinóis, lá fora, o forno comunitário ainda exala o cheiro do pão acabado de cozer, uma tradição aqui mantida bem viva mas que se tem vindo a perder quase em todo o país. Os fornos assumem-se assim como um dos elementos mais interessantes de Martim Branco, daí a preocupação e o investimento que tem sido feito na sua recuperação. Martim Branco destaca-se também pela sua paisagem, tão agreste como tranquila, com o xisto e o granito a conjugarem-se na perfeição na ornamentação das casas, construções modestas mas de uma genuinidade que o tempo não destruiu.
Sarzedas, Castelo Branco. Esta aldeia distingue-se pelos traços de cor que lhe marcam as fachadas das casas rebocadas a caminho da Fonte da Vila. Antiga vila e sede de concelho, o seu Pelourinho, o Largo, as igrejas e capelas, sobressaem de uma malha urbana com casas de belo traçado e volumes grandiosos, que atestam a presença marcante da História da vila e dos seus habitantes.
Casal de S. Simão, Figueiró dos Vinhos. Esta aldeia baseia-se numa só rua, com a fonte a encantar visitantes. Disponibiliza uma loja Aldeias de Xisto, um restaurante e uma Associação cujo nome se confunde com o que nos promete esta aldeia: Refúgios de Pedra. Esta é uma das aldeias que tem assistido ao regresso dos “filhos da terra”, com muitas pessoas a apostarem na recuperação das habitações, muitas vezes pelas próprias mãos.
Barroca, Fundão. A Casa Grande, antigo solar do séc. XVIII onde hoje funciona o Centro Dinamizador das Aldeias do Xisto, acolhe os visitantes e lança-os à descoberta. Na Barroca continua a respirar-se um ambiente rural, pautado pelos seus ciclos agrícolas. A paisagem circundante é enquadrada pelo pinhal e pelas pirâmides das escombreiras da Lavaria do Cabeço do Pião, que já pertenceram às Minas da Panasqueira. A Barroca é também a sede da Rede de Lojas das Aldeias do Xisto. Aqui descobrem-se antigos moinhos que laboravam com a força do rio que, com as suas águas límpidas e com a beleza da área envolvente, convida ao lazer e à descontracção.
Janeiro de Cima, Fundão. Em comunhão com a natureza e as raízes familiares, Janeiro de Cima enche-se de gente aos fins de semana e nas férias. No Verão, fazem-se piqueniques no pinhal ou aproveita-se a frescura da água no Parque Fluvial. Aqui as tradições revivem-se em saberes e artes que nunca se esquecem e que renascem pelas mãos de quem não deixa morrer a tradição.

Aigra Nova, Aigra Velha, Comareira e Pena. O concelho de Góis é “rico” no que toca a este património das Aldeias de Xisto, estando estas quatro aldeias integradas numa estrada panorâmica que as liga ao Trevim, o ponto mais alto da Serra da Lousã, a Santo António da Neve e a outras aldeias situadas na vertente oposta da serra. É com os olhos postos no alto que se agradece a existência destas “aldeias-memória” e a sua recente e progressiva transformação em “aldeias-futuro”. É obrigatório parar aqui e deixar-se contagiar pela simpatia das pessoas e pela serena paisagem.

Também o concelho da Lousã oferece convites irrecusáveis. “Perdidas” na sua bela serra, encontram-se cinco Aldeias de Xisto - Candal, Casal Novo, Cerdeira, Chiqueiro e Talasnal.
Aninhado na Serra da Lousã, a Aldeia de Candal ergue-se numa colina voltada a Sul. Estrategicamente colocada junto à Estrada Nacional, que liga Lousã a Castanheira de Pêra, esta aldeia está habituada a receber visitantes, sendo considerada uma das mais desenvolvidas das aldeias serranas.
Talasnal, Casal Novo e Chiqueiro são aldeias cravadas na serra da Lousã, ligadas entre si pela história e cultura comuns, mas sobretudo pelo viver genuíno das gentes. Ao reabilitarem-se casas e condições de vida, recuperam-se os sorrisos que nestas três aldeias voltam a chamar quem aprecie o casario encostado a ruas estreitas e as fontes que cantam os segredos da Serra.
A Cerdeira é um local mágico. Logo à entrada, uma pequena ponte convida a conhecer um punhado de casas que espreitam por entre a folhagem. Parece que atravessamos um portal para um mundo fantástico. Tudo parece perfeito neste cenário profundamente romântico. O chão de ardósia guia-nos por um caminho até uma fonte no meio de uma frondosa vegetação.
Gondramaz, Miranda do Corvo. Esta aldeia distingue-se pela tonalidade específica do xisto que envolve toda a área. Até o chão que se pisa é exemplo da melhor arte de trabalhar artesanalmente a pedra. Esta é, aliás, terra de artesãos cujas mãos hábeis criam figuras carismáticas que são marca da serra e que levam consigo o nome do mestre e da aldeia além-fronteiras.
Álvaro, Oleiros. A aldeia de Álvaro estende-se ao longo do viso de uma encosta sobranceira ao Rio Zêzere, acomodada na albufeira do Cabril. Avistada do alto da magistral paisagem que a circunda, parece uma alva muralha que guarda a passagem do rio. É uma das “aldeias brancas” da Rede das Aldeias do Xisto, ou seja, a sua base de construção é o xisto mas a sua evolução histórica incorporou o reboco.
Em Pampilhosa da Serra encontram-se mais duas Aldeias de Xisto - Fajão e Janeiro de Cima. Fajão era a antiga vila, encaixada numa pitoresca concha da Serra, alcandorada sobre o Rio Ceira, perto da sua nascente, entre altos e gigantescos penedos de quartzito, cuja configuração faz lembrar antigos castelos naturais. Quem quiser fazer alpinismo e escalar estes penedos poderá usufruir de uma vista única. Amanhã viverá um dia especial, com a inauguração da sétima Loja Aldeias do Xisto, e com a abertura do Caminho do Xisto desta Aldeia. Todo o fim-de-semana será recheado de actividades culturais, workshops e muita animação.
Janeiro de Baixo é marcado pelo rio Zêzere e está rodeado de um conjunto harmonioso de serras, penedos e vales, albufeiras, rios e ribeiras que apetece explorar.
Ferraria de S. João, Penela. Alcandorada numa crista quartzítica no extremo sul da serra da Lousã, tem como ex-líbris os antigos abrigos dos animais. Perto de Casal de S. Simão, esta aldeia tira hoje partido da presença de novos vizinhos para recuperar antigas tradições, festas populares e religiosas, em que todos se envolvem reunindo esforços e participando.
Figueira, Proença-a-Nova. Esta Aldeia é mesmo uma “aldeia” na verdadeira concepção do termo – as galinhas parecem dizer bom dia dos seus poleiros, apreciam-se as cabras, a carroça do feno, a horta recheada e verde, o forno comunitário ainda com o aroma do pão acabado de cozer. A envolvência desta Aldeia caracteriza-se pela sua relação ainda muito marcada e activa com o meio rural.
Pedrógão Pequeno, Sertã. Em Pedrógão Pequeno o xisto esconde-se sob rebocos alvos. Quando a banda filarmónica ali vem tocar, as ruas enchem-se e vem à memória a década de 50, quando chegaram à aldeia os trabalhadores que construíram a Barragem do Cabril.
Água Formosa, Vila de Rei. Aqui ainda se encontram evidências das tradições antigas, como os vários fornos a lenha espalhados pela aldeia; mas também evidências de tradições ligadas à utilização da força da água, num enquadramento natural que evidencia o melhor da relação entre homem e Natureza. Tem poucos habitantes residentes, mas a estes têm vindo a juntar-se muitos mais.
Foz do Cobrão, Vila Velha de Ródão. Nesta Aldeia conjugam-se a paisagem natural esculpida por um Oceano antigo com a imaginação dos homens que ali impuseram a sua cultura agrícola, essencialmente feita de oliveiras em socalcos seguros por muros de xisto: ainda hoje o azeite desta região é de elevadíssima qualidade. Esta é uma terra onde ainda se revivem essas tradições antigas.
in O Despertar, de 17/10/2008
publicado por penedo às 19:58

link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008

Vale Torto - XXXIII Jogos de Verão

 Comissão de Melhoramentos de Vale Torto, com o apoio da Câmara Municipal, da Junta de Freguesia de Góis e dos diversos patrocinadores mencionados no final da notícia, levou a efeito, nos dias 14 a 17 de Agosto, os XXXIII Jogos de Verão, na aldeia de Vale Torto, concelho de Góis, para os quais foram convidadas as seguintes aldeias: Povorais, Esporão, Aigras, Comareira, Cerejeira e Caselhos, tendo participado todas com excepção de Caselhos, o que desde já lamentamos, dado que, não foi dada qualquer explicação à referida organização, referente à sua ausência.


No dia 14 abriram os jogos, pelas 8.30 horas, com o hastear das bandeiras, onde se realizaram as seguintes modalidades: Damas, Tiro, King, Moedas, Malha, Futsal, Dominó, Lançamento de Peso, Gincana, Sueca e Atletismo, com as seguintes classificações:
Damas: 1.º lugar - Paulo Mourão, Povorais e 2.º lugar - Vítor Júlio, Vale Torto.
King: 1.º lugar - Paulo Mourão, Povorais e 2.º lugar - Pedro Martins, Vale Torto.
Sueca: 1.º lugar - Pedro Martins e José Gonçalves Martins, Vale Torto e 2.º lugar - Miguel Teixeira e Mário Feliciano, Povorais.
Moedas: 1.º lugar - Clarisse Santos, Vale Torto e 2.º lugar - Jaime Santos, Aigras.
Malha: 1.º lugar - Reinaldo e Tó Zé, Aigras e 2.º lugar - André Claro e Jaime, Aigras.
Dominó: 1.º lugar - Paulo Mourão, Povorais e 2.º lugar - Rui Santos, Vale Torto.
Tiro: 1.º lugar - Carlitos Santos, Vale Torto e 2.º lugar - David, Vale Torto.
Lançamento do Peso: 1.º lugar - Rui Simões, Esporão e 2.º lugar - Fábio Santos, Vale Torto.
Atletismo: Escalão A (até 8 anos)
Masculinos: 1.º lugar - Luís Filipe Rosa, Vale Torto e 2.º lugar - João Pedro, Vale Torto.
Femininos: 1.º lugar - Bruna, Vale Torto e 2.º lugar - Rafaela Pinto, Povorais.
Atletismo - Escalão B (dos 9 aos 13 anos)
Masculinos: 1.º lugar - Rodrigo Adão, Esporão e 2.º lugar - João Pedro Rosa, Vale Torto.
Femininos: 1.º lugar - Mónica Júlio, Vale Torto
Atletismo - Escalão C (dos 14 aos 19 anos)
Masculinos: 1.º lugar - Carlos Santos, Vale Torto e 2.º lugar - Jorge, Vale Torto.
Femininos: 1.º lugar - Carla Santos, Vale Torto e 2.º lugar - Catarina Claro, Aigras.
Atletismo - Escalão D (dos 20 aos 35 anos)
Femininos: 1.º lugar - Alexandra Claro, Aigras e 2.º lugar - Clarisse Santos, Vale Torto.
Atletismo - Escalão E (dos 36 aos 50 anos)
Masculinos: 1.º lugar - Rui Santos, Vale Torto e 2.º lugar - Carlos Santos, Vale Torto.
Femininos: 1.º lugar - Paula Cristina, Vale Torto e 2.º lugar - Teresa Antunes, Vale Torto.
Atletismo - Escalão F (desde os 51 anos)
Masculinos: 1.º lugar - Carlos Cabral, Vale Torto e 2.º lugar - Fernando Barata, Povorais.
Gincana: 1.º lugar e equipa constituída por: Pedro Martins, Patrícia Júlio, Vanessa Miado, Marco Porfírio, Catarina Granja e Luís Ribeiro, de Vale Torto e 2.º lugar a equipa constituída por: Cláudia Martins, Hugo, Ana Rosa, Márcia Gama, Carlitos Santos e João Martins, de Vale Torto.
Futsal: 1.º lugar - Povorais, 2.º lugar - Vale Torto e 3.º lugar - Esporão.


Os jogos decorreram com muito entusiasmo tanto dos participantes como das pessoas que assistiram, só foi pena o facto de ter chovido, principalmente quando decorria a prova de gincana.
Em termos de povoações, as classificações finais dos XXXIII Jogos de Verão de 2008 foram as seguintes: 1.º lugar - Vale Torto; 2.º lugar - Povorais; 3.º lugar - Esporão e 4.º lugar - Aigras.
A Comissão de Melhoramentos de Vale Torto agradece a todos os que colaboraram na realização dos XXXIII Jogos de Verão, aproveitando para destacar os nomes dos diversos patrocinadores que contribuíram, dando o seu apoio: Câmara Municipal de Góis, Junta de Freguesia de Góis, Caixa Geral de Depósitos, Casa do Concelho de Góis, Farmácia Miguel Silvestre, Irmãos Figueiredo, Restaurante Caçoila, Transerrano, Restaurante Beira Rio, ADIBER, Angolmoc, Talho Central, Moto Clube de Góis, Café o Caçador, Mármores Vidal e Vidal, Café Primavera, Caixa de Crédito Agrícola Mútuo, Alumínios Bandeira, Casa Bandeira, Turismo de Góis, Vai Tu, Ortopédica Médica, Associação Florestal de Góis, J. Silvas Ld.ª, Supermercado Casimiro Vicente, Encosta da Seara, ALUNORMA - alumínios e António José & Filhos.
in O Varzeense, de 30/09/2008
Fotografias em http://povorias.hi5.com

in blogois

publicado por penedo às 18:35

link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Quarta-feira, 3 de Setembro de 2008

jogos de verão- vale torto

 

As aldeias participantes com os seus representantes

mais fotos em  http://povorias.hi5.com

publicado por penedo às 21:43

link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.posts recentes

. Carnaval por Gois

. á volta dos Penedos

. Memórias

. Janeiras á volta dos Pene...

. Caminho do Xisto

. Caminho do Xisto das Alde...

. Axtrail Gois 2009

. Ascenção aos Penedos de G...

. Apresentação do Projecto ...

. ...

.links

.arquivos

. Outubro 2018

. Junho 2018

. Setembro 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Dezembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Junho 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

blogs SAPO