Sábado, 4 de Abril de 2009

Casa do Concelho de Góis

Casa do Concelho de Góis aprovou em assembleia geral o relatório e contas da direcção

 
Fotografia de JrC


No passado sábado, 21, à tarde realizou-se na sede da Casa do Concelho de Góis a sua assembleia geral para aprovação do relatório e contas, bem assim o parecer do conselho fiscal.
Presidiu o dr. Carlos Alberto da Silva Pereira, secretariado pelos dr. Luís Martins e Américo Simões.
Após algumas palavras de saudação do presidente da mesa, o presidente da direcção, José Dias Santos, apresentou o seu relatório e as contas, em que se resumia o que foi a actividade da Casa durante o ano.
Sublinhava-se no relatório que o Conselho Regional reuniu com bastante frequência e deu significativa colaboração à comemoração do 80.º aniversário do Regionalismo goiense. As festas das Freguesias designadamente de Vila Nova do Ceira e Alvares, que se realizaram em 2008 foram um êxito, e que o associado José Carlos Fernandes representou a Casa na IX Meia Maratona do Porto Santo, de que foi o grande vencedor, entregando à Casa a respectiva medalha.
Dizia-se ainda que foi solicitado à Câmara Municipal de Góis que fosse atribuída a título póstumo a Medalha de Mérito do Concelho a José de Matos Cruz, o que se veio a verificar, mas sem qualquer resposta ou referência à sua petição.
Propunham-se votos de louvor ao atleta associado José Carlos Fernandes, e de pesar a Francisco Martins das Neves, José Matos Cruz e Graciano Marques, três elementos de grande importância na Casa desaparecidos recentemente.
Quanto às contas, verificou-se que o saldo que transitou para nova gerência, de 28.324,37 euros, foi levemente superior ao que havia sido recebido no início da gerência, mas que esse resultado só foi possível graças ao rendimento das rendas recebidas da ADIBER, do edifício do antigo Colégio, pois o rendimento das quotas (pouco mais de 200 associados), não daria para as despesas gerais de funcionamento.
O parecer do conselho fiscal realçava o interesse e acolhimento que teve a comemoração dos 80 anos do Regionalismo goiense, assinalando com tristeza os falecimentos já citados dos três saudosos companheiros que tanto de si deram àquela Casa.
Agradecia-se a Manuel Barata Diniz, que mais uma vez se tenha encarregado dos trabalhos contabilísticos da Casa e propunha-se: a aprovação do relatório e contas da direcção; voto de louvor e agradecimento à direcção pelo trabalho e dedicação demonstrados; voto de agradecimento ao Conselho Regional pelo brilhante trabalho que tem sido levado a efeito nas comemorações dos 80 anos do Regionalismo goiense; e voto de sentido pesar pelo falecimento de Francisco Martins das Neves, José de Matos Cruz e Graciano Marques.
Postos à apreciação dos associados presentes, todos os documentos apresentados, bem como os votos propostos, foram aprovados por unanimidade.
Na segunda parte da ordem de trabalhos, «apresentação de qualquer outro assunto de carácter associativo e regionalista», intervieram diversos dos presentes, designadamente dr. Carlos Poiares, dr. Luís Martins, Avelino Martins, Américo Simões, António Lopes Machado, dr. Bandeira Bento, Américo de Jesus Brás, Bertilde Costa e eng.º Antunes, que dissertaram sobre os mais diversos temas associativos e regionalistas, em que se abordaram assuntos de grande pertinência.
Sobre a quotização dos associados, verifica-se que 6 euros por ano, estão completamente desactualizados e mesmo assim, com falta de cobrador para importâncias tão irrisórias, ainda é difícil fazer tal cobrança, fazendo-se um apelo aos sócios nesse sentido. Sobre os votos de pesar aprovados, nele se incluiu o eng.º Rui Cortês, antigo presidente daquela Casa falecido já este ano.
Sobre a atitude da Câmara de Góis para com a direcção da Casa, quando da comemoração do feriado municipal de Góis, lamentou-se o facto, mas entendeu-se que não deve ter havido qualquer má intenção do respectivo presidente que não tem passado bem de saúde, sendo unanimente aprovado um voto pelas suas melhoras, havendo ainda a considerar que, embora ali não estivessem nessas qualidade, os presidentes da assembleia geral, os presidentes da assembleia geral, dr. Carlos Poiares, e António Lopes Machado, presidente do conselho fiscal, foram convidados e fizeram intervenções sobre Regionalismo durante as comemorações do feriado municipal em Góis.
Fez-se ainda um apelo aos jovens para que se interessem pelos temas associativos e regionalistas, embora compreendendo-se que os tempos mudaram muito e que as razões que levaram à criação do nosso Movimento Regionalista são hoje muito diferentes e o Regionalismo tem que ser encarado segundo caminhos diferentes, designadamente no aspecto cultural, em que haveria muito a fazer.
Aquela Casa pode continuar a ser um centro de encontro dos goienses em Lisboa, podendo prestar assinaláveis serviços aos interessados do concelho. Interessa por isso que os goienses continuem a frequentá-la e a fazerem-se seus associados.
Foi por fim aprovado que em dias da assembleia geral, não deve haver qualquer reunião de outras colectividades, pois a Casa deve estar acima de tudo que se refere ao Regionalismo goiense.
António Lopes Machado
 
in A Comarca de Arganil, de 1/04/2009
 

 

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Segunda-feira, 2 de Março de 2009

Viagem no concelho de Góis - 1

 

 
DIÁRIO DE VIAGEM DO JORNALISTA NUNO FERREIRA (EX-EXPRESSO, EX-PÚBLICO)
QUE EM FINAL DE FEVEREIRO DE 2008 INICIOU EM SAGRES A TRAVESSIA
A PÉ DE PORTUGAL.

CORTA FOGO EM DIRECÇÃO AO CONCELHO DE GÓIS

 

POVORAIS (GÓIS) VISTA DO CORTA FOGO



A CAMINHO DE POVORAIS



CAMINHO ENTRE TREVIM E POVORAIS



NO TOPO DA SERRA, DO LADO DO CONCELHO DE GÓIS



CASA DE POVORAIS (GÓIS)



"PENA? É POR ALI!" (EM POVORAIS, GÓIS)



POVORAIS (GÓIS)



PENA (GÓIS) VISTA DO CAMINHO DAS FRAGAS



PENA



PENA- AIGRA VELHA (GÓIS)




A CAMINHO DE AIGRA NOVA (GÓIS)



AIGRA NOVA LÁ EM BAIXO



COMAREIRA




FÁBRICA DE PAPEL ABANDONADA EM PONTE DO SÓTÃO (GÓIS)




PONTE DO SÓTÃO (GÓIS) VISTA DA ESTRADA PARA VILA NOVA DO CEIRA



VILA NOVA DO CEIRA, 16 DE OUTUBRO DE 2008



VILA NOVA DO CEIRA-GÓIS A 16 DE OUTUBRO DE 2008




NA SERRA DA LOUSÃ

O homem velho tinha um boné vermelho na cabeça. Cortava rente pinheirinhos inofensivos junto a uma Ford encarnada gasta e sumida, a parte traseira semeada de resina e pedaços desfeitos de toros de madeira. A placa de matrícula era daquelas antigas, de fundo preto e letras e números brancos. Avistei-o do corta-fogo, a uma distância suficiente para não que me avistasse a mim. Quando desci a serra, já a luz ía a meio, cortada em diagonal pelas copas dos pinheiros plantados em filas muito certas e correctas. Passara por uma placa onde lera “maternidade das árvores” e calculara que aquela fosse uma parcela semeada de filhotes, fruto do labor de quem ainda ama a montanha.
O homem velho já estacara e se plantara em frente à dianteira do camião, uma expressão de desconfiança e interrogação no rosto. Não sorriu mas também não foi deliberadamente hostil. “Você anda perdido?” Eu vira-me no topo da Serra da Lousã entre as antenas de comunicações e a pista vazia e solitária do Trevim por volta das quatro da tarde e aventurara-me a descer o corta-fogo que rasgava a encosta como um tobogan enlameado. “Daqui para baixo você não vai a lado nenhum, é só matagal, silvas e pedras”.

 

Eu queria alcançar as bandas de Góis. Partira de Castanheira de Pêra nessa manhã. Em Outubro, a piscina das Rocas, onde em Agosto milhares de pessoas brincam nas ondas artificiais, está posta em sossego. Não é mais uma piscina, é antes um lago parado e tranquilo, umas palmeiras azuis holywodianas a contradizer todo o restante cenário serrano. Abalei dali sem grande vontade de ficar. “Então, não se faz nada?”, perguntou um de dois varredores numa travessa.
O caminho em Outubro faz-se de folhas amareladas e avermelhadas das vinhas e forra-se das cascas espinhosas das castanhas. Cheira a mosto sempre que me aproximo de uma casa. De vez enquanto alguém assoma a uma janela ou cruza uma esquina. É quase meio dia quanto alcanço o Coentral, o último posto humano antes da liberdade suprema da serra.
Os homens, todos em idade de reforma, rodam os copos no café da aldeia, insultam-se alegremente- “ainda era gajo para te ir ao rabo”-e conversam sobre a castanha. “Eu vendo castanha”, diz um, o mais falador e o que entorna mais líquido pelas goelas. “ Vendo castanha. Não é essa merda que aparece lá na feira de Castanheira”. Um aldeão expectante solta umas fumaças junto à porta. Escuta a conversa e goza o sol primaveril de um Outono reluctante. Não chove, não faz frio, é a primavera na serra em Outubro. Um fio curto de água a lamber as rochas é tudo o que resta da cascata do Coentral. “A ribeira está quase seca”, lamenta uma mulher.
O outro a dar-lhe com a mesma lengalenga. “A minha castanha é castanha. E não a vendo a dois euros como alguns. Um euro e meio e há um aí que não leva nenhuma este ano”. Faz-se silêncio, um vazio calculado para que o outro homem possa perguntar “quem?”. “O António. Encomendou-me dez quilos ano passado e ainda cá faltam os 15 euros. Este ano vá pedir a outro”.
Dali para cima são mais uns cinco ou seis quilómetros até à Capela de Santo António da Neve e aos neveiros. Reza a História que terá sido o neveiro da casa real que a mandou construir no século XVIII, de seu nome Júlio Pereira de Castro, para que as pessoas que trabalhavam então nos neveiros pudessem assistir à missa. Ali não há ninguém, nada a não ser um silêncio perturbante. Calco pequenos troncos entre ervas macias e verdes, respiro o ar puro e absoluto da Lousã e espreito os neveiros vazios. São redondos, em pedra, grandes o suficiente para armazenar ali durante o inverno a neve que abastecia no Verão a corte e a “Casa das Neves”, o Café Martinho da Arcada, em Lisboa.
Um pouco mais acima fica a pista de aviação do Trevim. Alguém, amante da natureza, escreveu em defesa dos veados livres na pequena casa assombrada que dá assistência aos aviões na época dos fogos. Agora, pode-se pular, dançar, cantar, inalar com todo o tempo do mundo os ares que cruzam a fronteira invisível do concelho de Castanheira de Pêra e o de Góis.
O homem velho do boné vermelho vira-me a descer furiosamente o corta-fogo que rasga a encosta desde o cabeço e na aproximação ao camião, estacou. Sabia que dali o incauto caminhante não passava mais. “Para as bandas de Góis? Você vai ter que andar muito. Está a ver aquela aldeia ali do outro lado, chama-se Povorais. Siga por esse caminho aí à direita, sim, esse aí e vá sempre em frente mas vai ter que andar muito”.
Caminhei até me doerem as barrigas dos músculos das pernas. Um solitário alcoolizado dormitava junto a umas placas tortas a indicarem Povorais para um lado e Góis para o outro. “Bocê num sabe, bocê num sabe…Góis é loonge”. A boca parecia um saco de batatas. Segui o conselho do homem velho. Desisti da estrada de asfalto e segui de novo pela terra batida. Povorais é um pequeno amontoado de casas perdido no verde da encosta.
“Você agora vai sempre em frente até à Pena, sempre em frente”, gritou uma mulher. “Vai sempre em frente”. Cocei a cabeça à medida que o tapete verdejante se foi estreitando. A princípio, perdi-me junto a um galinheiro e umas hortas. Mais tarde, a trilha dividiu-se em três. Sempre em frente? Calculei a aldeia da Pena do lado direito. Dei por mim atolado num carreiro enlameado, entre fragas. Até que ela apareceu, a Pena, o casario muito lá em baixo numa correnteza encosta acima, os telhados muito vermelhos, vozes de crianças a ecoarem no vale.

 

Seriam umas sete da tarde quando cruzei a ribeira da Pena, os penedos já cobertos pela sombra. “Café? Só no Esporão, mas ande depressa, ainda vai ter que andar bem até ao Esporão”. Cheguei ao restaurante regional do Esporão a tempo de devorar um jantar de lombo e vinho e em conversa com um pedreiro de Arganil, atendido por uma moça de óculos graduados a sorrir muito por detrás do balcão. “Qualquer coisa é só pedir. Castanheira de Pêra a pé? Isso são muitos quilómetros.

 

 (continua)

in

http://portugalape.blogspot.com

 

publicado por penedo às 09:23

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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

Neveiros Reais de Sto. António da Neve

actividade de apanha da neve

Foram construídos 7 neveiros no Cabeço do Pereiro, a cerca de 1100m de altitude para fazer o armazenamento e compactação de neve para formação de gelo, durante o Inverno. O gelo era comercializado nos meses de Verão de Junho a Setembro. O gelo começava então a ser cortado e encaixotado e era transportado em carros de bois, para a corte em Lisboa. Este seguia por vias medievais, empedradas ou não, até Constância e depois de barco continuava até ao Terreiro do Paço em Lisboa. São exemplos dessas vias as calçadas de pedra do Coentral.
A partir de certa altura o gelo passou a ser comercializado em alguns estabelecimentos de Lisboa. Um dos primeiros foi o actual restaurante Martinho da Arcada, que em tempos se chamou Casa da Neve e cujo proprietário era Julião Pereira de Castro.

INSCRIÇÕES da Parede da Capela: Lápide do lado esquerdo – ” A ESMOLA QUE OS DEVOTOS DO / GLORIOSO S. ANTONIOI/ DEREM, SERA APPLICADA P. AS OBRAS / DA REEDIFICAÇÃO E ORNAMENTOS / DA SUA CAPELLA O MESMO GLORIOZO / SANTO GRATIFICARA AOS SEU / DEVOTOS O BENEFICIO.” Lápide do lado direito – “ESTA CAPELA DO GLORIOSO S. / ANTONIO DE LISBOA / A MANDOU FAZER / JULIÃO PEREIRA DE CASTRO / RESPOSTEIRO DO N R. DA CAMERA DE S. / MAG. E NEVEIRO DE SUA REAL CAZA / EN TERRA SUA ANNO DE 1786.”

Na aldeia do Coentral viveram os neveiros e os trabalhadores desta actividade. Um desses homens foi Julião Pereira de Castro e era ele que contratava na aldeia os trabalhadores – homens, mulheres e crianças. Os homens trabalhavam no interior dos neveiros, as mulheres e crianças andavam pela envolvente dos poços para recolher a neve. Quando nevava no Sto. António da Neve, os habitantes do Coentral, como não conseguiam vislumbrar a vertente dos neveiros, dependiam da ajuda dos habitantes dos Povorais (aldeia serrana de Góis localizada nos Penedos de Góis – defronte do Sto António da Neve) pois estes conseguiam ver a neve e acorriam à capela do Sto António da Neve para tocar o sino e assim avisar os Coentrenses.

O Encontro dos Povos Serranos é um evento já antigo que reunia no alto do St. António as populações que viviam na Serra. Servia sobretudo para fomentar o convívio, o comércio de géneros e gado, a resolução de todo o género de problemas, namoricos, etc.
Festa do St. António da Neve, dia 13 de Junho.

 

 

in

http://lousitanea.org/

 

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Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009

AXTrail Penedos de Gois

 

 

 

 

20 Junho - AXTrail Penedos de Gois
Com passagem pelas Aldeias de Xisto

de Aigra Nova, Aigra Velha, Pena e Comareira.

 

 O estradão (á direita), a trilho que passa pelos soutos de Povorais(centro)

e a aldeia de Povorais ,lá no alto dos Penedos de Goís.

 

 

 

 

 

                                                               Pena

Não podendo recorrer da via natural que é o rio havia que arranjar alternativa e decidimos avançar para Nordeste contornando os Penedos de Gois seguindo para a aldeia de Povorais...

 

 

                                                  Lá em baixo Povorais.

 

Quando chegamos á Portela não descemos logo para a aldeia de Povorais

(tinha sido neste local que foi uma das transições da prova de aventura Aldeia de Xisto)

e subimos aos Penedos de Gois para perspectivarmos trilhos/opções

para a prova AXTrail Penedos de Gois.



                                               O Sol a pôr-se e aldeia de Povorais.
 

 by

José Moutinho
Grão-Mestre Confraria Trotamontes

 in

www.omundodacorrida.com

 


 

 

 

 

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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

Povorais ---- Visto pelo blog Coisas-de-Tia

Gosto desta terra

 
 
 Nacional 2, vista para Penedo de Góis ao virar à direita para Povorais
 
 
 
 
( portela do Casal Novo)
 
 
Povorais vistos do Penedo e in loco
 
 
Povorais. Um lugar por detrás do Penedo. É assim que eu o identifico, quando estou na santa terrinha. Olho para o Penedo, mesmo em frente e digo: vamos até ao outro lado? É um bonito passeio.
Conheço duas pessoas de lá: quando o Restaurante do Esporão era "O Barata".
Depois, quando lá damos um salto, distribuimos uns bons dias ou boas tardes, que lá são pessoas à moda antiga. Cumprimentam também e não me parecem desconfiadas. Até já nos ofereceram vinho, aqui há uns anos atrás. Simpáticas as gentes dos Povorais.
 

Povorais - continuação

 
 
A subir para Povorais - a estrada está a precisar de intervenção ...
 

 
 Bebedouro desde 1944.
Pormenor: púcaros para quem quiser matar a sede.
 

 
Sempre gostei desta casinha. Então agora, arranjada, está um mimo.
 
(ex. malhadoiro)
 
 

 De regresso a casa,
descendo de uma altitude considerável, a aldeia ao fundo, poderá ser Roda Cimeira???
 

Povorais - antes de iniciar a subida

 
Tanque do lado esquerdo da estrada que sobe aos Povorais
 
( Espinho)
 
 
 
 Ainda há pastores. A caminho dos Povorais.
 
 
 
 

  Ave de rapina entre Povorais e Penedo

 

 

 

 

 

Penedo a espreitar, visto do lado dos Povorais


 

 

 

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Segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008

À Volta dos Penedos....Magusto da C. M. Povorais

No dia 30 de Novembro realizou-se um magusto na residência do Presidente da Comissão, as castanhas vindas de Povorais, boa água-pé. vinho do quintal.
Teve a presença de muitos conterrâneos e amigos.
Tivemos a presença da senhora mais idosa da nossa aldeia, o que foi um prazer,
muitos jovens do Cacém, outros amigos do Trinhão e muitos outros amigos.
Houve também caldo verde entremeada e febras foi um belo convívio.
Que entrou pela noite dentro.
Parabéns à Comissão que organizou este convívio.
F. Barata
in Jornal de Arganil, de 18/12/2008
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Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008

NEVE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                    PODE  VER MAIS FOTOS

in

      http://poboraes.hi5.com

 

 

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Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

"Linda Aldeia dos Povorais.. Esta nova iluminação fica um espectáculo....”

by hi5  Povorais

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Segunda-feira, 15 de Setembro de 2008

À Volta dos Penedos- Povorais

Findo o período de férias, a Comissão de Melhoramentos dos Povorais vem por este meio manifestar o seu agrado pelo elevado n.º de conterrâneos e amigos que se deslocaram nesta época à nossa linda e típica aldeia dos Povorais,

ladeada pelos carismáticos Penedos (Pico, Abelheira, Meio-Dia e Rebuludo),

visitantes e testemunhas da nossa rica e imensa história, salpicados por uma vasta fauna

e flora verdejante, na qual se inala o mais puro dos ares respiráveis, no entanto e com muita pena nossa só o único acesso disponível por terra, não se encontra minimamente à altura de tal cenário. No entanto tudo estamos a fazer para melhorar o mesmo e nesse sentido podemos adiantar que já foram efectuados contactos e onde inclusive reunimos com a Cãmara Municipal de Góis, a qual se mostrou solidária e conhecedora da situação, sendo que como de costume tudo fará para nos apoiar e ajudar nesse sentido como em outros pontos que já foram discutidos. É também com imenso agrado que informamos que limpámos os caminhos dentro da nossa aldeia, e desde já damos conhecimento que está em curso a construção de um pequeno muro para retenção das águas pluviais, derivado às sucessivas infiltrações no Centro de Convívio.
A nova Direcção da CMP, ficou bastante agradada com os elogios recebidos por parte dos nossos amigos e conterrâneos, relativamente ao facto do Bar do Centro de Convívio, ter estado aberto e em pleno funcionamento durante os meses de Verão, o que em muito se deveu a dois elementos desta Direcção, de seu nome: Fernando Barata Henriques e Lucília Henriques Alves.
Como todos sabemos foram realizados os 1.º Jogos de Convívio na nossa Aldeia, os quais excederam em muito as expectativas em termos de participação e convívio, sendo que como é costume devemos realçar os vencedores das respectivas modalidades, assim:

 

Playstation (futebol) - Gentil Pimentel;

Matraquilhos - Rui Alves/Gentil Pimentel;

Jogo do Penedo - José Batista (Zeca);

Dominó -  Fernando Barata Henriques;

Setas - Gentil Pimentel;

Playstation (Fórmula 1) - André Alves;

Sueca - Victor Baeta/Paulo Grifo.


Parabéns aos vencedores e uma palavra de agradecimento a todos os participantes,

os quais foram todos premiados.
Realçamos a excelente noite de karaoke, que proporcionaram momentos únicos de convívio e de diversão, a qual só foi possível graças ao equipamento próprio disponibilizado pelo

sr. Victor Simões (Minas) do Esporão ao qual a Direcção desde já deixa o seu mais

sincero agradecimento.
Para finalizar, a CMP pretende elogiar e deixar um agradecimento ao sr. Fernando Barata pela gestão e manutenção do Bar do Centro de Convívio, quer à Sra. Lucília Henriques Alves pelos mesmos motivos, que demonstraram que são mais valias indiscutíveis nesta nova Direcção.
A Direcção da CMP espera que momentos de diversão e convívio se repitam por muitos e bons anos.
    

publicado por penedo às 10:17

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Quarta-feira, 3 de Setembro de 2008

Á volta dos Penedos-Povorais

Foi com alegria, e em clima de festa  que a aldeia dos Povorais 

no  dia 1 de Setembro "assistiu"  " á inauguração"da nova iluminação publica

(iluminárias novas assim como novas lampadas de cor amarelada).

Assistindo mesmo  o PENEDO  ao aparecimento de aldeões nessa noite aqui junto ao Penedo do Meio Dia ,para verem a sua aldeia cá do alto.

Os Povorais com a nova iluminação ficou mais"alegre" mais brilhante,com mais folgor,

e com mais uma data para recordar.

O PENEDO agradece a todos os que contribuiram para que esta iniciativa  fosse uma realidade.

VISITE OS POVORAIS AO ANOITECER verá que não deu pelo tempo perdido

publicado por penedo às 13:04

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Segunda-feira, 19 de Maio de 2008

A VOLTA DOS PENEDOS - POVORAIS -

 

Almoço de confraternização

 

 



Decorreu ontem, domingo dia 18 o almoço da C.M.Povorais, foi num ambiente de franca confraternização que decorreu o almoço na Associação de Moradores do Casal do Bispo.
Depois do almoço discursou o Presidente da direcção que agradeceu a presença de todos e informou os associados,começando por justificar a ausência do Presidente da Câmara M. Gois e que já tinham iniciado os contactos com a mesma, para a execução dos trabalhos que estavam pendentes da antiga direcção, entre os quais o alcatroamento da estrada que dá acesso aos Povorais desde a nacional 2, por se encontrar em péssimo estado e o alcatroamento da rua para o centro de convívio, informou também que o mesmo vai estar aberto nos meses de verão mas por não existir elementos da direcção disponíveis vai passar a ter horário de funcionamento o qual em breve irá ser anunciado e que ia existir vários jogos e mini campeonatos tais como o jogo das setas, malha sueca e playstation além de promover noites de karaoke, em seguida tomou a palavra o vogal para informar que devemos continuar unidos para engrandecer a povoação e lutar pelos seus interesses, pediu a todos sócios que procedessem ao pagamento das suas quotas porque só assim se consegue dinheiro para as obras a realizar visto ser este o único meio que a Comissão têm para tal, informou que este almoço não teve qualquer lucro antes pelo contrário uma vez que os 15€ que cada um pagou vão directos para o restaurante que serviu o almoço, realçando que o que conta é a confraternização entre todos mesmo tendo um saldo negativo.
Solicitou aos presentes que se tivessem algo para dizer que o podiam fazer.
Tomou a palavra um associado informando que estava contra a decisão de existir horário de abertura do centro de convívio uma vez que isso não acontecia com as direcções anteriores e tudo funcionou dentro da normalidade e que essa tomada de posição podia levar a que as pessoas fossem para Góis ou para outros locais deixando a Comissão de ganhar esse dinheiro.
O vogal aceitou a opinião deixando no ar a promessa de que se houver pessoas responsáveis a ficar com a chave as entregaria para poderem usufruir do centro de convívio.
Em seguida falou dos Jogos de Verão que se vão realizar no Vale Torto pedindo a todos que participem em massa nos mesmos, passando a palavra ao Presidente da Comissão do Vale Torto.
Este comunicou que não estava ali nessa qualidade, mas fez alguns considerandos sobre os Jogos de Verão, além de realçar a importância do regionalismo e as suas dificuldades e a união entre aldeias.
Em seguida discursou o presidente da Assembleia, agradecendo a presença de todos mas notando uma falta de participação, a qual devia ser analisada pela direcção e que esta devia publicitar nos jornais as actividades que promove pois notou uma falta de informação da parte da direcção sobre os seus trabalhos.
Terminando este almoço com o já tradicional leilão de ofertas o qual foi bastante concorrido.

publicado por penedo às 10:53

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Sexta-feira, 14 de Março de 2008

Notícias de Pena

A aldeia da Pena, a 15 km de Góis, enquadra-se num ambiente natural de rara beleza entre o Trevim (ponto mais alto da Serra da Lousã) e o Penedo de Góis. De penha ou penhasco que lhe fica sobranceiro, na outra margem da ribeira, e onde se pode ver uma cabeça de leão moldada pela Natureza. Bem ao fundo do vale, a Ribeira de Pena, ora se despenha em cascatas apressadas, ora se aconchega aos rochedos em lagoas serenas, criando recantos paradisíacos. Ali ao lado, os Penedos de Góis, são uma aposta de aventura para os mais ousados.
Esta aldeia foi alvo de um programa de requalificação, no âmbito das Aldeias do Xisto, que lhe permitiu adquirir potencial humano de desenvolvimento, transformando-se num pólo de atracção turística suficientemente dinâmico, que permite a criação de uma nova base económica que passa, nomeadamente, pela recuperação das tradições, pela valorização do património arquitectónico construído, pela dinamização das artes e ofícios tradicionais e pela defesa e preservação da paisagem em que se enquadramposted

by Damião de Góis

blogois

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Sexta-feira, 7 de Março de 2008

Os Penedos de Góis e a Aldeia de Povorais

Fazemos parte de um concelho com território que se estende por mais de 271 km2, distribuídos por cinco freguesias, as quais agrupam dezenas de aldeias numa região totalmente acidentada. Com vales profundos por onde correm ribeiras e riachos que debitam grandes quantidades de água às bacias hidrográficas: Mondego e Zêzere. Somos assim, um concelho de montanha que ajuda a matar a sede a uma boa parte deste país. Mas... adiante.
Dos montes e das serras entrelaçados em linhas descontínuas, que fazem parte desta região de frondoso arvoredo e abundante água cristalina, sobressaem com toda proeminência Penedos de Góis, cuja exuberância se impõe por si própria a uma distância considerável. Afrontando de tal forma o visitante, que se toma impossível abstrair-se da presença majestosa deste colosso da natureza. E de facto uma das maiores, se não a maior, maravilha desta região. Há que reconhece-lo e acarinhá-lo por isso.
Curiosamente, ou talvez não, não temos sabido dar o devido realce nem aproveitamento turístico a esta raridade da natureza, à volta da qual se poderiam erguer vários projectos de desporto radical, com algum impacto nacional. Contudo, eles - os espantosos penedos - lá continuam expostos de forma activa, firmes e hirtos como torres, mas completamente ignorados.
Por detrás deste rochedo, situa-se a pitoresca e genuína aldeia de Povorais, cujas características lha dão o traço mais genuíno de aldeia serrana, bem à distância da dita civilização. Porém e devido à imponência dos seus protectores penedos - quem diria? - é relegada para um plano secundário, apesar da beleza natural dos seus mais vivos traços dos seus mais vivos traços de ancestralidade, onde ainda se podem ver habitações de pedra nua, ligada com barro, outras ainda de pedra solta, mas todas emolduradas por uma paisagem vetusta.
Juntando a tudo isto a simpatia das suas gentes hospitaleiras, com hábitos comunitários afáveis e maneiras próprias de bem receber, consegue-se encontrar um conjunto harmonioso entre a montanha agreste e o povo que a humaniza e lhe dá vida e cor. A rusticidade da montanha adornada pelas linhas suaves dos vales, transmite ao visitante a firmeza e a tranquilidade que por vezes lhe falta. Com esta paz de espírito instalada, desperta-se a atenção para as qualidades humanas deste povo, que já vão rareando na nossa sociedade.
Como a tantas outras belezas naturais, continuamos sem perceber por que não somos capazes de as colocar ao serviço desta região, dando a conhecer aos operadores de circuitos turísticos, esta raridade que a natureza nos oferece de forma tão generosa. (?) Bem sabemos que gerir um portento destes, de forma directa, apetrechado de condições apelativas para o desporto radical, seria necessário boa organização e muitos meios.
Mas que diabo, fazer um pouquinho de publicidade destas condições naturais pouco comuns, não nos parece nada fora do nosso alcance.
Se não fizermos alguma coisa para dar a conhecer a nossa região, ao nível dos média, ela morrerá na mais completa obscuridade. Não basta sabermos o que temos e deliciarmo-nos com ele, importa também dá-lo a conhecer a quem o desejar. O exemplo mais flagrante está no popular encontro dos "motards".
Da nossa parte, através dos males alinhavados registos que aos poucos vamos dando a conhecer, fazemos aquilo que os maus ventos nos vão permitindo sem açoites de grande monta.
Adriano Pacheco
in O Varzeense, de 15/04/2007
Etiquetas: adriano pacheco, fotografia, penedos, povorais
publicado por penedo às 10:06

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